Bravo

“O balanço que faço não é positivo. Não vejo, no Ministério Púbico, a eficácia que gostava de ver. Não vejo, no Ministério Público, o recato que entendo dever existir. Porque os julgamentos não são para ser feitos na praça pública. Não são para ser feitos nas primeiras páginas dos jornais. São para ser instruídos e acusados através do Ministério Público e depois são para ser feitos nos tribunais. Não concordo, à luz do que deve ser a democracia na sua vertente substantiva — que são os direitos substantivos das pessoas e a liberdade de cada um. Não simpatizo nada que os julgamentos sejam feitos assim. Não estou com isto a dizer que estou a ilibar quem quer que seja, que possa estar condenado na praça pública. Acho que o Ministério Público, em muitos casos, deixou passar muita informação cá para fora, o que não deve acontecer num Estado de Direito democrático.”


Rui Rio

10 thoughts on “Bravo”

  1. Também ouvi e gostei. Liberdade de imprensa, factos e opiniões, e estado de Direito, têm feito um ménage indecoroso.

  2. Excelente bofetada nas esquerdas cobardes. A única chance do PSD voltar a ser governo nos próximos anos é eleger Rui Rio.

  3. Lucas, com comentários pueris como esse que expeliste, o post Valupiano
    deveria antes chamar-se “Bravo, Bravíssimo” em homenagem aos meninos rabinos como tu.

    Jasmim, pensava eu que tinhas criado um blogue anti-Sócrates.

  4. bem , por isso o mundo anda tão mal , está cheio de inocentes. se calhar acham que o pedrocas e o rui dizem mesmo o que pensam e não o que os pretendidos votantes querem ouvir.

  5. Por essa justíssima declaração de Rio ainda há pouco o governo sombra dos engraçadistas JMT, fedorento por doença e RAP, fedorento registado, e um Mexia forçado ao engraçadismo sendo que, todos são vendedores da opinião de quem lhes passa o cheque gordo, atacaram e condenaram fortemente tal actitude do candidato.
    E foi com espanto que observei a irrazoabilidade de JMT apoiar Rio e Mexia apoiar Santana. Parece uma doença dos intelectuais o facto de quanto mais capazes de escrever, interpretar e comentar um texto mais são incapazes de interpretar as capacidades pessoais de alguém para liderar uma equipa governamental. Pois já todos constatámos que Santana não é capaz de gerir um armazém quanto mais um país. Nas mãos dele o poder serve apenas para servir os seus gostos e gozos pessoais e toda a máquina por si dirigida será sempre um meio para concretizar a sua dependência do gozo pessoal.
    Foi assim quando se meteu a empresário da informação e faliu logo de seguida sem saber porquê.
    Foi assim quando apertou Cavaco e este viu-se forçado a nomeá-lo Secretário da Cultura e os casos “não culturais” sobejaram e os culturais minguaram e ele andava tonto.
    Foi assim no Sporting onde ao fim de seis meses teve de ser corrido ou o clube tornava-se um regabofe anárquico e falia breve.
    Foi assim nas Câmaras da Figueira onde passava o dia no Restaurante da senhora das sete saias sua grande apoiante e depois em Lisboa onde a criação de empresas e empresinhas para todos os serviços eram ninhos de santenetas e santanetos numa balbúrdia de saque.
    E, como remate adequado, a sua passagem como PM de Portugal onde no próprio acto da tomada de posse do seu governo uma Secretária de Estado foi nomeada no cargo sem ter conhecimento que o ia ser. A partir deste episódio foi um contínuo de episódios semelhantes e de viagens a granel de falcon para desprestigio do país e seu gozo pessoal.
    Como é possível um ser pensante, para mais considerado pensador, querer para o seu país um PM do calibre desastral como Santana Lopes?
    Presidente Marcelo oblige?

  6. Diz mal do Ministério Ministério Público, logo, é bom para a razão essencial da existência deste sítio, e para o seu cliente exclusivo, Sócrates.

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