Big ódio

É o que sinto quando oiço estes dois novos bordões que infectam a fala de várias excelentes pessoas que me rodeiam quotidianamente:

by the way

whatever

De onde veio esta praga? Quem foi o “stupid bastard” que começou esta “fucking” moda? Que grande “asshole” és tu, pá.

17 thoughts on “Big ódio”

  1. by the way , Ignatz , ver um grupo de adultos no bullying contra um puto é um espectáculo deprimente. whatever. :)

  2. o Valupi enquanto nao aprenderes ou tomares consciencia tua tua ignorancia, e perceberes MEO que estas dentro de uma matrix (mundo de ilusao ) em q

  3. COMPREENDES QUE MAIS VALE UM HOMEM QUE SABE O QUE QUER DO QUE UMA MANADA DE BOIS A TRABALHAR PARA aquecer….

    PROVÉBIO ZEN- Para reflectir:

    “Mestre com consegues fazer tanta coisa, o mestre zen responde, caminho a pé no entanto estou sentado num dorso de um boi ….”

  4. os putos estúpidos e arrogantes precisam que lhes identifiquem essas características. Uma missão e sacrifício social que nos compete. Se o puto te ofender a inteligência, fazes-lhe uma festinha para não ser vítima de bullying??? Ò sorriso duplo,o puto é que o bullier…a tua estupidez, por vezes, ulrapassa todos os limites.

  5. que é que tu queres , edie ? acho uma violência a lei dos 10 pregos marxistas que manda apedrejar madalenos :) ainda por cima um madaleno com toda uma vida pela frente para se arrepender. e ya , fixolas apontar “defeitos” em público , bué baril , de gente muito educada e pouco estúpida.

  6. WTF:
    “1. o rapaz não paga impostos, não passa facturas, enfim, é da economia paralela. Resultado: como se identificou e diz que desrespeita a lei, vai ter a ASAE à perna, não tarda. Ou não.
    2. além de usar a imagem de outras pessoas sem lhes pagar, não cria emprego.
    3. de acordo com as ferramentas whois, o domínio overtit-clothes foi registado nos EUA, e pago lá – não é PT nem EU
    4. só vende via facebook – que também é EUA, logo os lucros da publicidade vão para lá
    5. as camisolas são da B&C – é ele mesmo que o comprova, em https://www.facebook.com/photo.php?fbid=354116918027820&set=a.271605552945624.52477.129175870521927&type=3&theater; e a B&C é… belga
    6. além disso, a empresa em questão manda fazer as camisolas no Bangladesh.
    Basicamente, o Martim tem um esquema. Escola Relvas.”
    Vítor V C Vieira, no FB.

  7. bento,és um doente maniaco depressivo.não largas o homem e não matou ninguem! imagino o que não seria, se tivesse morto aos milhoes de compatriotas como o fizeram os teus queridos lideres democraticos,staline, lenine e seguidores.há falta de crimes, recorres ao ingles tecnico .és um bom social fascista!

  8. Os “inglesismos” irritam-me. Não são simples moda: se o fossem
    passavam de moda. Os “francesismos” entraram em decadência, mas
    foram substituídos pela nova língua imperial. São coisas semelhantes.
    E não apetece fazer piada com o frequente desprezo português pela
    língua-mãe. Em Portugal, ter um estatuto cosmopolita implica dizer
    umas coisitas em língua estrangeira, assim como quem não se está a
    lembrar do termo em português. Evidencia-se assim uma peculiar
    queda para o provincianismo autóctone. Para mais, se a pronúncia
    não for “very british” (ou “very hollywood”), é escândalo total. Já um
    estrangeiro a falar péssimo português, ou não falando sequer uma
    única palavra em português, é alvo da maior compreeensão, mesmo
    que viva por cá há vários anos.

    Cantores portugueses que cantam exclusivamente em inglês, artistas
    plásticos portugueses cujos quadros têm títulos exclusivamente em inglês,
    “sites” portugueses publicados exclusivamente em inglês, profissionais
    disto e daquilo cuja profissão é mencionada exclusivamente em inglês,
    e por aí fora, são exemplos sem fim de um provincianismo há muito
    enraizado na sociedade portuguesa, classe política incluída. Toda essa
    gente quer parecer o que não é. A grande maioria não tem carreiras
    internacionais e jamais virá a ter. Mas gosta de parecer que tem, ainda
    que seja apenas para iludir o ego.

  9. pois é, oh roteia! para não falar dos nacionais que vivem com estrangeiros, um dia destes estamos a falar xinês ò ruço. já que tamos a falr nisso até tenho sódades do escudo, dava tanto jeito câmbiar moeda e empregava bués da piople. tásse nice e um ganda weekend pra ti.

  10. É por essas e por outras que o prestígio internacional de Portugal se
    mede pelos níveis de subserviência perante o invasor externo, leia-se
    troika, e que a pior crise de que nos lembramos, ocorre exactamente
    quando um português subserviente preside à Comissão Europeia.
    Será também por essas e por outras, que autorizamos que na presidência
    da República esteja alguém capaz de golpes baixos, mas incapaz de
    contribuir para o fim da invasão do país.
    E finalmente, porque falamos e escrevemos em português, é por essas
    e por outras que o (des)acordo ortográfico desrespeita a língua-mãe,
    como certamente nenhum outro país europeu se atreveria.

  11. é açim mêmo, broder! se os cámones querem vacances lócoste no algarve deviam fazer exame de literatura portuguesa antes de buquing a passagem e se querem comprar volque-se-vaguens feitos na autoeuropa deveriam tirar a carta em portugal.

  12. Aposto que o alemão do pessoal da auto-europa é irrepreensível,
    “unterhalb des Slapstick in Deutsch und anderen Sprachen fast
    Reime mit orthopädischen”!
    Wir werden dann sinken:
    “Für diese und die anderen internationalen Prestige von Portugal ist
    gemessen Ebenen der Unterwürfigkeit gegenüber den fremden Eindringling,
    lesen Troika und die schlimmste Krise, dass wir uns daran erinnern, tritt
    genau wenn eine portugiesische unterwürfig den Vorsitz in der Europäischen
    Kommission. Will auch durch diese und andere, die garantieren, dass die
    Präsidentschaft Republik ist jemand in der Lage Tiefschläge, aber nicht in
    der Lagedazu beitragen, die Ende der Invasion des Landes.
    Und schließlich, weil wir sprechen und schreiben in Portugiesisch, ist es für
    diese und andere als die (Un-) Vereinbarung Rechtschreibung Respektlosigkeiten
    der Muttersprache, sicher wie kein anderes europäisches Land gewagt.

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