Betsaida

Rui Castro, que tem levado às costas o Blogue de Direita desde o seu início, assinalou o seu protesto contra o delírio. De caminho, relembra um tempo em que era leitor frequente do Aspirina B. O elogio misturado com o acinte faz uma mistura sempre fértil.

Adivinho a surpresa, e gosto, do Rui com a minha dissonância face à orquestra de esquerda purificada que se reuniu neste blogue, um elenco de luxo até meados de 2006. Em diferentes ocasiões, citou-me pelos blogues por onde foi passando. E, em Abril de 2008, chegou a convidar-me para escrever um texto para o 31 da Armada. Que se passou entretanto que justifique o azedume da sua nota? Simples de explicar: o ambiente ficou tóxico com a estratégia e acção do trio Cavaco-Manela-Pacheco. Sócrates foi diabolizado e quem se aproximasse dele, ou dele não se afastasse, apanhava por tabela.

Não desejo ao Rui que perca o seu tempo a ler o que escrevo, sem ironia o digo. Mas é descoroçoante constatar como é fácil perder a lucidez por causa das paixões ideológicas e políticas. Essa ideia de eu ser um dos defensores oficiosos de Sócrates é despejada sem o mínimo contexto ou justificação. É um dichote. Contudo, se lhe desse a maluqueira e passasse os meus textos a pente fino, não encontraria alguma defesa política de Sócrates, Governo ou PS. Pelo contrário, defendi o Não no referendo do aborto, defendo a Igreja e o seu universo em variadas ocasiões, não votei PS nas Legislativas, não irei votar Alegre nas Presidenciais. Que pensará o Rui que ando a defender, então? Licenciaturas ao domingo e por fax? Os envelopes castanhos do Freeport? O plano para acabar com um programa de comédia na TVI?

Rui, se não entendes que sou capaz de defender Sócrates, ou outro governante qualquer, de ataques que me pareçam injustos e indignos com o mesmo entusiasmo com que defenderei a Igreja, a Bíblia ou um qualquer católico nas mesmas circunstâncias, tenho a dizer-te que estás cego. Espero que não seja preciso um milagre para começares a ver.

40 thoughts on “Betsaida”

  1. Belo texto,Val!
    OS que se encarniçam na confusão entre os objectos e as respectivas sombras, arriscam-se a passar entre o fumo, e cair na fogueira que atearam…

  2. Pena que não faças o que dizes relativamente a Sócrates. Aí até eu te acompanharia. Infelizmente não estamos distraídos!

  3. Diz o Rui Castro que o sujeito que nos governa é o pior primeiro-ministro que já tivemos em democracia. Quem terá sido para este ilustre blogger (se é de direita, é ilustre de certeza) o melhor sujeito que já nos governou, o Cavaco, o Santana? Perguntar porquê, se calhar, já é pedir demais, é que normalmente quem faz este tipo de afirmações é malta muito ocupada para perder tempo a justificar as afirmações que produz. Mas é pena.

  4. Valupi, para o Rui Castro o melhor primeiro primeiro ministro foi o presidente do conselho Salazar e Marcelo Caetano e seria o seu afilhado o Marcelo “Comentador” o rico que vive da riqueza criada no tempo em que o pai era um grande homem e o filho tinha um futuro promissor não fosse o 25 de Abril estragar os seus planos…
    Depois dizem que são democratas e sempre o foram nunca pactuaram com tal regime, só não lutaram pela liberdade…

  5. Valupi,
    Não me arrependo de nenhum dos links que fiz nem tão-pouco do convite que fiz para escreveres 1 texto do 31.
    Não me arrependo igualmente de em tempos ter dito que fazias parte da minha short-list de bloggers preferidos. Não é por estarmos agora em lados opostos da barricada que altero a minha opinião.
    Posto isto, e perdoar-me-ás a franqueza, deixa-me dizer-te que discordo totalmente do tom de alguns textos e mais ainda da certeza com que assumiste que existe 1 cabala contra Sócrates. O futuro, estou certo, dar-me-á razão.
    Um abraço,
    Rui

  6. Não é que fosse necessário, mas o Valupetas, aos poucos, vai-se confessando e revelando… Diz-nos o comedor-de-parvos que não é um defensor das políticas do aldrabão (que nos governa -e se governa – à custa da idiotice útil dos socretinos), e justifica tal afirmação dando como exemplos o seu não ao aborto, a sua defesa da Igreja (fica sempre aos meninos-bem defenderem os seus padrinhos) e o não ter votado no PS.
    Dito isto o que é que se pode concluir? Conclui-se tão só que o Valupetas não apoia o aldrabão nas ditas «causas fracturantes» que apenas serviram como estratégia de demarcação ideológica do mesmo aldrabão em relação à direita e aos neoliberais. Porque sem estas ditas causas nada distingue a orientação ideológica, política e económica de um Pinto de Sousa de um Santana Lopes. Até porque, se todos bem se lembram, ambos foram (antes de serem primeiros-ministros) colegas num programa televisivo criado por um fervoroso apoiante do aldrabão e com vocação para espectáculos mediáticos e publicitários: o Rangel dos berbequins. Ambos são meras criações e produtos televisivos para entreter e satisfazer quem gosta de reality-shows e de programas e figuras plastificadas e sem qualquer substância.
    E conclui-se outra coisa: que o Valupetas é, de facto, um gajo de «esquerda», da «esquerda» moderna. Essa tal «esquerda» vazia, sem princípios, sem rumo, que em pouco se distingue da direita do Santana em termos de políticas económicas (lembremo-dos do código do trabalho do Bagão que o aldrabão criticou, mas que no governo tratou de consolidar), mas que até acaba por se confundir com ela, na medida em que é contra a IVG, defende a Igreja e não vota PS. Conclui-se portanto que o Valupetas é o maior apoiante do Pinto de Sousa, porque de esquerda ambos nada têm, mas de aldrabões e maquiavélicos têm tudo.
    Enfim, o Valupetas é o gajo que faz o papel de guarda do famoso «sistema». Se é um Pinto de Sousa ou um Santana a governar, isso pouco lhe interessa, desde que a ordem reinante ou dominante esteja garantida e vá sendo aperfeiçoada. E, sendo assim, o Valupetas (ao contrário do Pinto de Sousa) não tem que inventar causas fracturantes para parecer de esquerda, podendo ser ele próprio. O gajo não é nenhum «imbecil» de esquerda nem mesmo nenhum «ranhoso» de direita (para usar a terminologia do próprio): o Valupetas é um «imbecil de direita» transvestido de «ranhoso de esquerda», o que é o mesmo que dizer que é um socretino. O socretino, por excelência!

  7. Rui, o que mais espero de ti, e de todos, é franqueza e frontalidade. Não sei de que textos falas, pois não os indicaste nem me lembro de os ter discutido contigo. E quanto à cabala contra Sócrates, também não percebo a que te referes exactamente, embora a política seja um pardieiro de cabalas desde que há memória dos homens. Porém, estou à disposição do teu interesse.

    Acontece que não tens interesse em discutir, creio, ou já o terias feito. Tens interesse é em proclamar. E essa atitude sectária não é conforme ao pluralismo, à democracia liberal e ao espírito cristão – valores que, aposto, tu prezas, assumes, vives e divulgas.

    Há neste caso uma contradição, mas não é minha.

    Toma lá outro, grande

  8. Claro que quando eu digo que o Valupetas é um «imbecil de direita» e «ranhoso de esquerda» não estou a ser «rigoroso»: a categorização é feita de um ponto de vista de esquerda. Numa análise mais objectiva é evidente que o tipo não tem nada de imbecil, apesar de continuar a ser um ranhoso ou merdas de «esquerda».
    Continua a ser um ranhoso e merdas de «esquerda», porque a dita «esquerda» moderna é nada, é merda. Mas não pode ser um «imbecil de direita», porque quem defende as orientações económicas neoliberais deste governo apesar de não votar PS só pode ser um gajo da «direita inteligente». Só assim de repente estou a lembrar-me de alguns crânios deste género como o Júdice e o Proença de carvalho, que sendo tipos de direita apoiam o aldrabão Pinto de Sousa. Não são imbecis, pois apoiam quem lhes garante políticas que vão ao encontro dos seus interesses. Ou seja, a direita imbecil ainda não percebeu que atinge mais depressa os seus objectivos ao apoiar a dita «esquerda» moderna. O Valupetas já percebeu isso, o que faz dele um gajo inteligente, um gajo da «direita inteligente», e um gajo da «esquerda ranhososa». O socretino, por excelência!

  9. hum , então aqueles posts de crescimento assim e assado , de melhorias evidentes no país ( da lua ) e tal , não eram defesas do governo do sócrates ? aquelas cenitas dos profs não eram defesas das políticas do ps ? os celebres optimistas versus pessimistas ? e etc e tal?
    esta gente come muito queijo , está visto.

  10. mas é giro juntar a bíblia e socrates no mesmo texto. é tudo uma questão de credo . pena que seja de crédito para a maior parte das pessoas.

  11. Valupi,
    Quando leio “o ambiente ficou tóxico com a estratégia e acção do trio Cavaco-Manela-Pacheco. Sócrates foi diabolizado e quem se aproximasse dele, ou dele não se afastasse, apanhava por tabela.” penso em cabala. Se quiseres chama-lhe outra coisa.
    Quanto a textos, são muitos e variados, dirigidos a quem atacou Sócrates por causa dos diversos casos que envolvem o seu nome.
    Se não os discuti, foi porque não me eram dirigidos e, mais importante, porque tento evitar entrar em bate-bocas estéreis com pessoas de que gosto e por quem tenho alguma admiração (no teu caso é a escrita e a frontalidade com que opinavas quando estavas rodeado por pessoas que pensavam e afirmavam o oposto de ti).
    Ainda assim, cheguei a vir aqui lamentar um texto que tinhas escrito, mas depois da tua reacção achei por bem ficar-me por ali.
    Abraço
    P.S. Esse comentário do “espírito cristão” também me parece sectário e desnecessário.

  12. Rui, mais uma vez, estamos a dialogar por telégrafo – qual o problema com a referência ao “espírito cristão”? Não comungas dele? Se não, engano meu, é só isso.

    O teu comentário recente não era de modo a encetar um diálogo, era um protesto emocional. Respondi no mesmo registo. E quanto aos textos dirigidos a quem atacou Sócrates, continuamos na mesma, não sei do que falas. Mas, interrogo-me, há mal em se atacar quem ataca? Ou o teu problema é só por não concordares? É que tu já me citaste quando ataquei quem atacou a Igreja. Aí, pelos vistos, tinhas critérios mais largos.

    A blogosfera, para mim e desde sempre, é um palco para bate-bocas estéreis. À nossa volta, há muito boa gente a trabalhar, a estudar, a investigar e a dar o seu melhor, seja para o Estado, um patrão ou para si. À nossa volta, há muita gente a ocupar o seu tempo a ajudar os outros, os mais necessitados e quem vier. À nossa volta, há muitas pessoas que assumem responsabilidades políticas as mais difíceis e meritórias. Não me confundo.

  13. O meu problema, se calhar, é não concordar. Uma coisa é certa: daqui a algum tempo, um de nós sentir-se-á defraudado.

  14. Nuno, tens dificuldade em ler e também tens dificuldade em dizer alguma coisa de jeito. Desculpa lá não ser elegante (como tu gostavas), mas as verdades são para serem ditas.

  15. Rui, a tese de que Sócrates acabará por ser desmascarado não colhe. Se amanhã se provar que o homem é um assassino, nada do que foi defendido por mim perderá sentido, porque faria exactamente a mesma coisa por outro cidadão nas mesmas circunstâncias.

    Não faço a menor ideia se o teu profetismo vem de conhecimentos que possuas ou de uma crença, apenas sei que aqueles que perseguem Sócrates sem conseguir provar ponta de um corno estão a denegrir a democracia e a República. Até agora, ainda não saímos da calúnia.

    Claro, as calúnias servem vários propósitos, um deles o de dar munição para os ataques de carácter, um tipo de luta política que abomino.

  16. Valupi, aquilo a que chamas profetismo (sendo certo que eu não disse que seria tu o desiludido) não vem de quaisquer conhecimentos privilegiados, mas sim de uma convicção que formei com a informação que foi saindo.

    Dir-me-ás que muita da informação se encontra viciada. Admito que sim. Ainda assim, houve vários factos que foram noticiados, não desmentidos, que envolvem pessoas próximas de Sócrates em esquemas e trafulhices (Rui Pedro Soares, Armando Vara, Marcos Perestrello…). A licenciatura e os projectos “técnicos” na Guarda compõem o ramalhete.

    Isto, sim, denigre a democracia. Omito a república, pois, embora não seja monárquico, quer parecer-me que a dita nunca foi muito digna ou merecedora de grandes honras.

  17. As calúnias servem vários propósitos, um deles o de dar munição para os ataques de carácter, um tipo de luta política que abomino.
    Faço estas palavras minhas.
    Calunias e mais calunias e nada de provado e tudo sempre para o mesmo homem, será que Sócrates é tão glorioso que só por este meio é que o conseguem derrubar e, mesmo assim ainda sem efeitos práticos. Parece aquela em que os os burros urram mas a caravana passa e continua o seu caminho sem medo…
    Mesmo com todos a urrar da esquerda à direita.
    Só faltava agora a Maneta do Broche Ter vindo com um processo por difamação quando toda a sua vida como “semi jornalista”, foi o que e mais fez a Sócrates e seus acompanhantes…

  18. Prezado ds,
    Tens aí num problema – Confundes a tua opiniao c a verdade. Talvez no mundinho onde tu mui feliz vives as coisas funcionem assim mas fora da tua fértil imaginacao n é bem assim.
    Qto ao n dizer nada de jeito és capaz de ter razao, mas se me permites quer-me parecer q a tua escrita vai pelo mesmo caminho. A diferenca é q n era minha intencao dizer “alguma coisa de jeito”.

  19. Rui, o problema começa onde tu pretendes que ele acabe. Por exemplo, tens razões para duvidar do inquérito camarário que foi feito na Guarda, onde não se apurou qualquer ilícito ou má prática de Sócrates enquanto engenheiro? Se tens, são objectivas? Se são, que fizeste como cidadão para cumprir a legalidade, ou fazer respeitar a moralidade, nesse caso?

    Em especial, gostava de saber que tipo de convicções foste formando acerca de tantas outras informações, respeitantes a tantos outros casos, que foram saindo nos últimos 30 anos. Repara, não estou a dizer que uns males apagam os outros, é precisamente ao contrário: estou a querer saber que outros males, de importância similar ou maior do que as supostas trafulhices de “pessoas próximas de Sócrates”, que poderão ter acontecido mas das quais não há provas, tu detectaste e qual foi o tipo de denúncia que fizeste a respeito.

    É apenas uma curiosidade, claro.

  20. Confesso que não percebi o teu último comentário. Quererás, porventura, dizer que eu só posso questionar o comportamento do actual primeiro-ministro se em situações anteriores tiver feito o mesmo relativamente a outros protagonistas?
    Quanto ao inquérito camarário levado a cabo pela na Guarda, não posso deixar de estranhar notícias como estas:
    http://www.novaguarda.pt/noticia.asp?idEdicao=227&id=16378&idSeccao=3297&Action=noticia
    http://www.publico.pt/Local/inquerito-a-casas-de-socrates-na-guarda-nao-ouviu-ninguem-e-ignorou-autoria_1357948
    http://tv1.rtp.pt/noticias/index.php?t=Jose-Socrates-assinou-projectos-enquanto-deputado.rtp&article=333566&visual=3&layout=10&tm=9
    As curiosidades da minha parte são, também, muitas e tenho pena que o primeiro-ministro nunca se tenha dado ao trabalho de as tentar esclarecer, optando por uma estratégia de calimero.

  21. Ah, pronto, Nuno, já te estou a perceber melhor: uma coisa é o que eu digo, e isso é «opinião»; outra é o que tu chamas de «verdade», e isso deve ser, provavelmente, o discurso do Pinto de Sousa. E de acordo com a «verdade», o meu «mundinho» opõe-se ao verdadeiro mundo, de que tu provavelmente fazes parte: o mundo «platónico»-socretino.
    Olha, pá, se eu tenho uma «imaginação fértil», já tu pareces ter uma percepção ingénua da realidade: é que o que tu chamas «verdade» não passa de «opinião dominante», do tal «sistema», ou de «opinião socretina». Esta tua confusão acontece quando se transforma o Pinto de Sousa num deus detentor da verdade.
    Portanto, dizes bem: não tens intenção de dizer nada de jeito, mas sem quereres as tuas palavras vão dizendo muito àcerca das tuas capacidades para pensar…

  22. Rui, não me respondeste e procuraste refúgio numa falácia. De ti, pretendo que sejas igual a ti próprio e que te realizes como cidadão. O que quero para ti, pois, quero para mim e para todos: que sejas livre, que dignifiques a comunidade.

    O que te perguntei não foi se eras capaz de fazer links ou dar eco a boatos, mas sim se tinhas razões objectivas para duvidar do inquérito que a autoridade camarária da Guarda, com a fiscalização dos restantes partidos com representação autárquica, fez. Também te perguntei de outros casos onde sobejas informações foram saindo. Que pensas acerca do BPN, dos submarinos, dos sobreiros, do Casino, do prédio dos CTT, das fotocópias de Portas, disto e daquilo. É uma curiosidade para tentar entender as tuas convicções acerca de Sócrates e para discernir os critérios da tua indignação face ao que está em causa em cada caso.
    __

    edie, muito engraçado esse vídeo.

  23. Ó DS,

    Ouve lá, estamos estafados dessa verdade, cuja verdade revelou que o presidente da Republica urdia em surdina a sua própria verdade, com a ajuda da sacrossanta senhora que proclamava incessantemente a verdade, que mais tarde um certo jornal veio a revelar ao publico a verdadeira verdade.

    Estamos entendidos quanto à verdade?

  24. «Se amanhã se provar que o homem é um assassino, nada do que foi defendido por mim perderá sentido, porque faria exactamente a mesma coisa por outro cidadão nas mesmas circunstâncias.»

    Tu aí dizes tudo. Muito bem, primo.

  25. Ó Carmen, se queres dar explicações a alguém sobre o que é a «verdade», não é comigo que deves falar, mas com um tal de Nuno platónico-socretino que estabeleceu um dualismo entre a minha «opinião» e a «verdade» que lhe foi revelada pelo deus Pinto de Sousa.
    Se pretendes contestar a minha «opinião» àcerca do mesmo aldrabão Pinto de Sousa e da sua doutrina da «esquerda» moderna, não é com Cavacos ou Ferreiras Leites que o podes fazer. Estás a ler-me com os olhos do mesmo Nuno que não sabe ler.
    Estamos entendidos?

  26. Bolas tanta gente a falar «verdades», isto faz lembrar as «verdades» de há 35 anos atrás
    que deixaram o meu Alentejo vermelho. Só que o alentejano descobriu a verdade e o Alentejo mudou de côr.

  27. Valupi, nos casos que referes não está envolvido qualquer titular de nenhum órgão de soberania, mas sim ex-governantes. Ainda assim, relativamente a muitos deles já manifestei a minha opinião: enquanto os processos não terminarem e a nebulosa permanecer, penso que não têm condições para exercer cargos políticos de relevância.

  28. Estimado ds
    Qdo escreveu q me percebeu ainda tive esperança q de facto o tivesse feito… mas dps, a partir da segunda linha borrou a pintura toda… Teve de voltar aos seus devaneios, ao seu mundinho…. Sócrates isto, sócrates aquilo, o sócrates é assim, o sócrates é assado…
    Caraças pá! Que obsessão. Você sofre, na minha humilde opinião (não confundir c a sua verdade), de sídrome de tourette socrática. Vê o homem em todo o lado, tudo o q ele faz é mau, tudo o q ele diz é mentira. quem ouse de si discordar mais n é do q aquilo q você apelida de socretino (conceito q fará decerto sentido na sua lúcida mente).

  29. Pronto, Nuno, se não és um socretino, então diz-nos de que é feito esse teu mundo, o tal mundo verdadeiro… É que até agora ainda não nos deste a conhecer quaisquer pormenores, ou factos, que contestem o que eu disse. Limitaste-te a dizer que a minha «opinião» não é a «verdade». E sendo assim estás à espera de quê? Que eu não veja em ti um adorador da tal verdade platónica-socretina? Mas se calhar és mesmo dificil de perceber, até porque escreves num estilo muito sms-infantil. Em sintonia com a tua inteligência, talvez…

  30. Criar o novo, é uma virtualidade inerente ao ser humano, basta ler o seu passado, mas a “origem não está atrás de nós mas sim à nossa frente.” Mas há quem tudo faça para obtar a esse desígnio, apenas porque não está ele ou o seu mandante no trono.

    É ser canalha quem sabe que isto é verdade, tenha os meios e poder para o fazer constar e conscientemente, proceda por forma a ficarmos onde estamos porque é esse o seu, económico e/ou politicamente correcto. Dramático é o portuga ir na conversa, entreter-se com bagatelas e não meter estes filhos da puta na ordem.

    ” Heidegger

  31. Primo, ele há vezes em que o mais difícil é ver o que está à vista.
    __

    Rui, e quanto a Sócrates, governante, a situação é a que se conhece: de nada é sequer arguido, de tudo tem sido investigado.

  32. O Caso BPN envolve o PR Cavaco Silva, aquela história das acções é mais nebulosa que as casas ou a licenciatura no domingo.

  33. Caro ds paciente de tourette socrática,
    Se alguém n o entende é pq n sabe ler… Mas se lhe custa perceber outrém é pq esse outrém é dificil de entender, talvez até derivado do seu estilo de escrita… O problema é sempre dos outros n é? Assim é fácil…
    N me limitei a dizer q a sua opiniao n corresponde a verdade. Limitei sim a dizer-lhe q toma a sua opiniao por verdade. N me diga q tb tem problemas em interpretar textos?

    Entretanto recomendo-lhe p aproveitar as dificuldades q o meu estilo sms-infantil lhe impoe para exercitar um pouco a mente.

  34. Sim…sim, Nuno… Quanto a contestar o que eu disse ou a fundamentar, desenvolver, essa tua afirmação (ou «texto» de uma frase) nada… Continuas a limitar-te, tanto no conteúdo, como na forma da escrita…
    Olha pá, só te posso dizer que tens uma noção de exercício da mente muito… limitada.

  35. Caro ds paciente de tourette socratica,
    Qdo os outros meninos da sua turma tinham melhores notas voce culpava a professora, nao?

    Voce ainda n entendeu q nunca foi minha intencao contestar o q acima balbuciou. Os meus limites, q tanto o apoquentam (agradeco desde já a preocupacao), sao mtos. Um deles será certamente discutir politica c loucos.
    O q me chamou a atencao foi q voce apresenta a sua posicao nao deixando espaco a outras interpretacoes. Voce está certo, quem de si discordar está errado.

    Exemplo simples. Noutro post voce inicia o seu comentário c a seguinte pérola: “Porque eu vou esclarecer-te àcerca do que significa a teoria da relatividade aplicada à política.”
    Ora… Esta frase revela nao só um pedantismo latente como nao deixa de ser estúpida. Parte desde logo do principio q o outro necessita da sua explicacao. O q é parvo. E pedante. E dps n se limita a propor a sua interpretacao da pobre teoria, antes propoe-se esclarecer sobre o seu significado. Toda a verdade sobre o raio da teoria será por si explicada. Abordar um assunto assim meu caro é, á falta de melhor portugues… estúpido… e pedante…

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