17 thoughts on “Back to the Present”

  1. E mais à frente, no Cor 13-11, diz-se: “Quando eu era puto, falava como um puto, pensava como um puto e raciocinava como um puto”.

    Obviamente ainda não desististe disso. Tem muita piada,lá isso tem, mas a merda é que depois temos de aguentar com fulanos como o Carlos Santos que não te larga a braguilha porque sabe que vêm aqui muitos clientes potenciais à babugem do teu estilo lúdico e vastos conhecimentos em psicoterapia intravenosa.

    Suggestion for a commercial venture in the breathless market: Prana e Pranayama Ltd!

  2. mas ó Estaca camarada, diz lá se o amor mesmo, aquele mesmo sentido, incondicional e transpessoal não é aquilo lá em cima? Estou-me nas tintas se é uma droga ou deixa de ser, é bonito e bom. Já outra coisa é um gajo aguentar-se naquilo demoradamente por causa da puta da ária que temos de aprender a cantar,

    Mas também nos podemos perguntar se não é esta a fronteira que separa os cobardes dos corajosos, às tantas, apenas a coragem de amar,

  3. VALUPI,

    Não CHICO, por favor, meu menino: ESTACA, só, as in wooden implement used for slaying draculas and other undead beasts (minor ones at least). E podes ter visto muita coisa, mas a lapela ainda não. Vou pensar no Estaca.com, mas isto anda mau com a Internet a trabalhar para as cambadas multicolores. Pois, o Bomba que visitava de vez em quando o BDE, onde andará essa prenda?

    Z,

    Viva o Amor, pois claro, ainda que aquilo lá em cima não confira exactamente, nem de perto, com a versão que tenho do Novo Testamento. A noção de que o amor “does not act unbecomingly” deve ser tratada por ti com o máximo cuidado. Todos sabemos que és uma joia de rapaz, mas muito libertino – na opinião de certas freiras e outras raparigas que andam com medo de fiarem para tias. Watch it.

  4. Dr. Valupi, meu caro, podes marcar consulta, avisa já do preço.
    O meu caso é grave, fiz o teste com ajuda de tradução. Um trabalhão. Dizem que sou um craque, mas… no fim tinha que pagar para saber mais.
    Isso não se faz. Já ninguém trabalha na saúde só pelo bem dos outros?
    Nem os teus amigos? Safa.

  5. Silogismo:
    O amor é o c’agarro
    o c’agarro é o dinheiro
    Como não tenho dinheiro não posso amar..

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