60 thoughts on “Até à Ana Sá Lopes lhe saltou a tampa”

  1. 1. Ao fim de 47 anos, Ana Sá Lopes, e a esmagadora maioria dos Abrilistas, acordaram do seu sono e da sua cegueira ideológica.
    2. Estiveram fechados nessa caixa, todos a falarem só entre si, esquecendo o Mundo lá fora.
    3. Julgaram ter chegado ao Paraíso Ideológico (como Dante, em 1312), ao fazerem o 25abril74 e sentarem-se confortavelmente nas mordomias.
    4. De repente, todo esse mundo de fantasia e ilusão construído em cima de uma narrativa errada, desabou como um castelo-de-cartas.
    5. Há muita gente, que ainda não percebeu isto.
    6. Não aceitam a Mudança de Regime.
    7. Entram em histeria e pavor existêncial, como se do fim-do-mundo se tratasse.
    8. Evidentemente que nunca vivemos: numa Ditadura maior do que a actual; num Colonialismo maior do que o actual; numa Guerra maior do que a actual; num Racismo maior do que o actual; numa Censura e Controlo maior do que agora…
    9. Basta comparar o que a Sociedade e o Poder fazem hoje às Pessoas e a outros países, para facilmente o verificarmos. Até com os números e estatísticas publicados pelas actuais instituições oficiais.
    10. A Realidade e a Verdade doem muito. A quem delas se apartou por causa de ideologias e crenças que julgou substituírem-nas.

  2. A Ana Sá Lopes parece-me um bom exemplo dos compromissos que os jornalistas têm que fazer com a direita hegemónica na comunicação social portuguesa, se quiserem progredir na carreira. Até na RTP pública domina a direita (o orelhas já se tornou militante do chega?…). É por isso que acho piada quando ouço algumas pessoas dizerem que os media são dominados pela esquerda. Realmente, esta coisa da verdade virtual, ou pós-verdade, ou lá o que é, deixa-me um bocado confuso.

  3. 1 – morreu de morte natural um gajo que cometeu vários crimes de guerra
    2 – os camaradas de armas, rancho folclórico das bóinas, sameiras e fachos na reserva, resolveram tornar uma homenagem pessoal num insulto à democracia
    3 – presentes no funeral: presidente da república, o chefe de estado-maior general e o chefe do estado-maior do exército foram ao funeral
    4 – o ministro da defesa, joão gomes cravinho, não pôs lá os pés e mandou uma mensagem de circunstância. o primeiro ministro e resto do governo não disseram nada sobre o assumpto.
    5 – a cochona salopes faz um artigo com a fotografia do ministro cravinho, passa uma esponja na reaccionarice e atira-se ao ministro da defesa por este não afrontar os promotores e convidados do evento glorificador do torcionário.
    6 – compreendo a frustração da salopes e seus colegas de pasquinagem por o cravinho e o governo não terem engolido o isco de uma guerra com a tropa fandanga para alimentar mais umas tropelias do menino marcelo.
    7 – habituem-se que vai ser assim até a direita chegar ao governo e botar a mão na “bazuka”

  4. O contorcionismo total desta e quase todos escribas e falsos opinadores encartados da nossa praça está na contradição descarada quando; em alturas do debate político-histórico se diz mal de Salazar e do salazarismo logo esta gente mentalmente perversa vem gritar para os media de que o mesmo fez parte da História de Portugal durante meio século e não se pode apagar a História; quando, como agora, sem se perceber bem porque motivos, lhes saltam as tampas em defesa do apagamento da dita História.
    Também eu estive na guerra colonial em Angola e por lá andou um tal Robles que, segundo constava quando lá cheguei, tinha tirado “retratos” de grupo à metralhadora; muitos oficiais condenavam tal e consideravam-no como causa da fuga das populações das sanzalas para as matas.
    Para além disso também houve mortes de prisioneiros indefesos e outras situações de mortes contra todas as convenções de guerra mas isso não faz de todos os soldados, sargentos e oficiais que lá lutaram uns bandidos ou carniceiros como muitas vezes estes mesmos de tipo Ana Sá Lopes, conforme lhes dá jeito, consideram criminosos ou heróis da história do salazarismo.
    A guerra não é feita por combatentes de um lado apenas e o mesmo que acontece de um lado acontece do outro igual ou semelhante; na minha Unidade Militar o comandante lutava com regras e respeito pelo inimigo e no fim posso dizer que nunca vi um guerrilheiro morto mas vi cinco mortos, seis feridos graves evacuados e dezenas de feridos sem gravidade do meu lado.
    O que se diz por ouvir dizer já é duvidoso e o que se diz por leitura de jornalistas ou mesmo por escritores é, normalmente, ficcionismo puro.

  5. Resumo dos comentarios : o que diz o texto até esta certo (embora a autora pudesse criticar também a direita), mas ela não passa de uma puta.

    Que tristeza de merda de comentarios, foda-se.

    Boas

  6. “Resumo dos comentarios : o que diz o texto até esta certo (embora a autora pudesse criticar também a direita), mas ela não passa de uma puta.”

    aquilo que a salopes diz é ilustrado com uma fotografia do ministro cravinho, do qual cita uma mensagem inócua para o comprometer com a merda que descreve. sobre a comissão organizadora e os cromos que foram lá bater palmas, néria. portanto tens razão, a gaja é uma puta, não critica a direita e sugere que o governo concorda com a cena.

    tristeza são os teus inconseguimentos na defesa do putedo da direita. ela é paga para fazer estes broches e a ti quem te paga? já lá vai o tempo em que o passos recrutava ministros pelo que escreviam na net, o sô álvaro e o maduro que o digam, agora têm que garantir votos ou dar fiador.

  7. Não estava à espera que os comentarios melhorassem de qualidade. Falas da fotografia. Eu falo do texto, que não é principalmente sobre o ministro cravinho, embora o mencione. Se fosses capaz de ler seja o que fôr, perguntar-te-ia com que frase discordas, ao certo. Mas, tal como os outros idiotas que por aqui pululam, o que esta escrito não te interessa minimamente, apenas quem o escreveu, e a sempiterna redução do mundo a um gigantesco benfica-sporting. Não fosse esta visão reduzida, mesquinha, analfabeta e tacanha do universo, terias provavelmente problemas para adormecer à noite.

    Digo e repito : que tristeza de comentarios. E acrescento, para que consigas alcançar a mensagem na tua visão de retardado mental : tristeza total, definitiva cretinice, sem esperança de redenção de alguns comentadores, a começar por ti. Foda-se.

    Disclaimer : não conheço a Ana Sa Lopes, ignoro completamente se ela é de direita, ou de esquerda, e isso não me interessa minimemente. Interessa-me o que ela diz, que sempre mostra coisas mais positivas sobre o que ela é capaz de ser, do que a merda do teu comentario diz sobre ti.

    Boas

    Boas

  8. terias toda a razão caso a salopes/público tivesse usado uma fotografia de quem presidiu à cerimónia, informasse quem teve a ideia, patrocinou e organizou o evento funeralesco deste criminoso de guerra. não o fez porque o importante era colar o ministro da defesa a um criminoso de guerra e de caminho ao branqueamento do colonialismo, por isso os organizadores da quermesse passaram despercebidos e quem presidiu ao folclore reaça só lá foi por questões protocolares. embrulhar o tio marcelo e o bolor reaccionário das chefias militares na merda que fazem ou promovem, tá quieto que pode custar o emprego. o público tem tradição em broches à presidência da república e não vai perder o prestígio de continuar a fornecer o palácio de belém.
    só para te lembrar que baltasar rebelo de sousa foi dirigente da mocidade portuguesa, secretário-geral dos escuteiros, ministro da colónias do padrinho do gajo que presidiu a esta cena que tanto indignou a ana.

    resumo: broas solidário com a salopes engole o broche e rumina impropérios a quem não vai na cantiga.

  9. “Eu falo do texto, que não é principalmente sobre o ministro cravinho, embora o mencione.”

    o texto tem 78 linhas + cabeçalho + título, na versão papel do público de 17/2, pag. 4.

    33 linhas de texto = 42% são sobre cravinho
    3 linhas = 3,8% sobre psd
    1 linha = 1,2 % sobre cds
    14 linhas = 17,9 % sobre o que disse o joão miguel tavares

    o resto são considerações gerais avulsas que terminam em palavras de ordem.

    isto é a “visão de retardado mental : tristeza total, definitiva cretinice, sem esperança de redenção de alguns comentadores, a começar por ti. Foda-se.”

  10. Es relapso, Inacio,

    O texto é todo ele contra o branqueamento do colonialismo e dos crimes cometidos em nome do bem da nação. Criticas a fotografia, porque não estão la os verdadeiros lavandeiros, ou os principais, e apenas um ministro que, dizes, apenas teve um pequeno descuido. Seja. Isto, que eu saiba, aplica-se à fotografia, não ao texto. Não vejo nada no texto que se preste a esta critica, a não ser talvez o facto de se poder lamentar que ele não chame todos os bois pelos respectivos nomes.

    Quanto ao fundo, apesar de insistires que o fundo não interessa nada, o que fica é que criticas um texto que denuncia o branqueamento do colonialismo. Ficamos com a sensação de que viverias muito bem com o que dizem os tristes venturas deste pais, desde que não fossem eles, mas um teu amigo ou alguém que apoias, a atirar exactamente as mesmas atoardas.

    Pois podes anotar ai, para não te dares ao trabalho de me insultar de cada vez que o hei de lembrar : eu concordarei sempre com um texto que protesta contra o branqueamento da guerra colonialista, ainda que o texto fosse escrito pelo ventura, pelo pai do marcelo ou pelo soares martinez. Com certeza uma diferença importante entre nos.

    Boas

  11. “O texto é todo ele contra o branqueamento do colonialismo e dos crimes cometidos em nome do bem da nação.”

    aparentemente contra o branqueamento do ministro cravinho (42%) e com alguma discordância do colega joão miguel tavares (14%), todo o resto foram questões protocolares.

    “Não vejo nada no texto que se preste a esta critica, a não ser talvez o facto de se poder lamentar que ele não chame todos os bois pelos respectivos nomes.”

    já tás melhorzinho na compreensão, agora falta leres o artigo devagar para entenderes o resto. com calma vais lá.

  12. Li de novo. Eis o que ela escreve :

    “O PSD entregou um voto de pesar em que enaltece “a excelsa bravura” e o “exemplar heroísmo”. O CDS quer um dia de luto nacional. O meu amigo João Miguel Tavares diz que “a democracia portuguesa criou história oficial e entrincheirou-se nela”, só que vai ao ponto errado: essa história oficial que, para além das comendas da ditadura, ainda deu mais uma a Marcelino da Mata em 1994, passa por ignorar os massacres, como aqui escreveu Manuel Loff, os crimes de guerra, esquecer a história real e inventar uma mitologia do colonialismo agradável e da ausência de racismo. Há, decerto, nos jornais por estes dias mais referências às agressões a Marcelino da Mata no quartel do Ralis em 1975 do que às agressões que ele e os seus homens fizeram durante a guerra colonial – e isto diz muito de um povo que prefere esquecer que existiu guerra colonial, ditadura, presos políticos, torturadores, funcionários da polícia política, denunciantes. ”

    Discordas do quê, ao certo ? Da fotografia, ja disseste. Pois eu discordo, e discordo cada vez mais, da tristeza dos teus comentarios. E discordo mais ainda quando os leio, (e ao texto) devagar e linha a linha.

    Boas

  13. ” eu concordarei sempre com um texto que protesta contra o branqueamento da guerra colonialista, ainda que o texto fosse escrito pelo ventura, pelo pai do marcelo ou pelo soares martinez. Com certeza uma diferença importante entre nos.”

    a diferença é que eu não acredito que o baltazar o tenha feito ou o martinez o faça. já o ventura faz tudo e mais alguma coisa e eu não dou crédito a aldrabões.

  14. “A morte de Marcelino da Mata, um comando negro do Exército português que lutou ao lado do colonizador, teve homenagem de Estado. O Presidente da República, o chefe de Estado-Maior General e o chefe do Estado-Maior do Exército foram ao funeral. O ministro da Defesa, João Gomes Cravinho, mandou uma mensagem à Lusa: “O ministro da Defesa Nacional lamenta o falecimento e expressa o justo reconhecimento ao tenente-coronel Marcelino da Mata, um dos militares mais condecorados de sempre, pela dedicação e empenho depositados ao serviço do Exército português e de Portugal.” O ministro da Defesa, que ainda não era nascido quando começou a guerra colonial, faz agora 60 anos, nem repara que ao escrever aquilo está tão simplesmente a reconhecer as condecorações da ditadura e o “empenho” — que segundo Vasco Lourenço envolveu
    crimes de guerra — de um militar numa guerra injusta, que enviou para o matadouro um enorme contingente de jovens portugueses, e por causa da qual Portugal foi objecto de várias condenações da ONU. Imaginem o ministro da Defesa alemão a homenagear a “dedicação” e prestar o “justo reconhecimento” aos comandos nazis. Ia parecer um bocado esquisito, não era? Aqui em Portugal, como a guerra colonial, os crimes de guerra e os massacres nunca existiram, não faz mal. Além de que, ao contrário do imperialismo nazi, o império português era um “bom” império.
    O PSD entregou um voto de pesar em que enaltece “a excelsa bravura” e o “exemplar heroísmo”. O CDS quer um dia de luto nacional. O meu amigo João Miguel Tavares diz que “a democracia portuguesa criou uma história oficial e entrincheirou-se nela”, só que vai ao ponto errado: essa história oficial que, para além das comendas da ditadura, ainda deu mais
    uma a Marcelino da Mata em 1994, passa por ignorar os massacres, como aqui escreveu Manuel Lo, os crimes de guerra, esquecer a história real e inventar uma mitologia do colonialismo agradável e da ausência de racismo. Há, decerto, nos jornais por estes dias mais referências às agressões a Marcelino da Mata no quartel do Ralis em 1975 do que às agressões que ele e os seus homens zeram durante a guerra colonial — e isto diz muito de um povo que prefere esquecer que existiu guerra colonial, ditadura, presos, torturadores, funcionários da polícia política. Como optámos (na verdade, os alemães zeram o mesmo, excluindo as altas patentes) por integrar o velho regime no novo regime, o esquecimento acabou por ser a via aceitável para o convívio possível. Mas o esquecimento não é digno de um povo adulto. E 60 anos depois do começo da guerra, era bom trocarmos umas ideias sobre o assunto.”

  15. ( bolas , um pai na guerra , que conta histórias horríveis , um texto a protestar contra o esquecimento do que se passou e a protestar contra a glorificação da coisas …. e o homem pega em nomes de tipos de partidos ? ó pá , emburraste de vez ? ou é só para contrariar o Viegas?)

  16. Li o texto todo. Com que parte é que discordas afinal ? Na primeira parte, ha erros factuais ? Dizes que ela se esqueceu de dizer que ha mais branqueadores para além do ministro, mas ela nunca escreveu o contrario, e na segunda parte critica sem ambiguidades a posição do psd e da direita. Lido o texto, relido, e mais uma terceira vez, assino por baixo , e continua-me a parecer que, se alguém esta aqui a fazer broches, esse alguém não sou eu…

    Boas

  17. já te disse com o que discordo, a glorificação de um artigo de merda com objectivo de dizer que o cravinho branqueou o colonialismo. quase metade do texto é sobre o cravinho, 5% sobre a direita, 17% sobre o jmt e o resto frases publicitárias ou citações gamadas ao loff.
    o texto é aquele que transcrevi na totalidade e não aquela metade manhosa que te dá jeito.

  18. Não sejas parvo. Discordas com 0 % das frases do texto e és perfeitamente incapaz de apontar uma unica que seja inexacta, ou mesmo incompleta. Discordas da fotografia e do nome da autora do texto. A bloga no seu pior.

    Boas

  19. “A morte de Marcelino da Mata, um comando negro do Exército português que lutou ao lado do colonizador, teve homenagem de Estado.”

    por iniciativa de quem? da família não foi com certeza, portanto resta o chefe de estrado

    “O Presidente da República, o chefe de Estado-Maior General e o chefe do Estado-Maior do Exército foram ao funeral.”

    ora bem, podia por os nomes. só lá foram porque o protocolo obriga e portantes os cargos que desempenham são suficientes.

    “O ministro da Defesa, João Gomes Cravinho, mandou uma mensagem à Lusa: “O ministro da Defesa Nacional lamenta o falecimento e expressa o justo reconhecimento ao tenente-coronel Marcelino da Mata, um dos militares mais condecorados de sempre, pela dedicação e empenho depositados ao serviço do Exército português e de Portugal.” O ministro da Defesa, que ainda não era nascido quando começou a guerra colonial, faz agora 60 anos, nem repara que ao escrever aquilo está tão simplesmente a reconhecer as condecorações da ditadura e o “empenho” — que segundo Vasco Lourenço envolveu
    crimes de guerra — de um militar numa guerra injusta, que enviou para o matadouro um enorme contingente de jovens portugueses, e por causa da qual Portugal foi objecto de várias condenações da ONU. Imaginem o ministro da Defesa alemão a homenagear a “dedicação” e prestar o “justo reconhecimento” aos comandos nazis. Ia parecer um bocado esquisito, não era? Aqui em Portugal, como a guerra colonial, os crimes de guerra e os massacres nunca existiram, não faz mal. Além de que, ao contrário do imperialismo nazi, o império português era um “bom” império.”

    aqui o desenvolvimento do gajo que faltou ao funeral é mais completo e ocupa 42% do paleio. começa por uma mensagem de circunstância, em tudo idêntica às declarações do marcelo sobre o mesmo assumpto, e atira umas cena sem sentido “o ministro ainda não tinha nascido” para o acusar de “reconhecer as condecorações da ditadura e o “empenho” dum criminoso de guerra, segundo vasco lourenço. depois bota a cereja debaixo do bolo nazi, dos bons maus impérios e sugere umas cenas de branqueamento.

    “O PSD entregou um voto de pesar em que enaltece “a excelsa bravura” e o “exemplar heroísmo”.”

    parece que o psd disse o mesmo, mas aqui não há nazis ou branqueamentos e nem refere quem o disse. tamém poderia ter falado na posição do anselmo crespo do ps ou mesmo no voto de pesar aprovado no parlamento ps, psd e cds, mas isso desviava intenções.

    “O CDS quer um dia de luto nacional.”

    o cds quer tudo de preto e a 1/2 haste. tamém não há referências ao pintor.

    “O meu amigo João Miguel Tavares diz que “a democracia portuguesa criou uma história oficial e entrincheirou-se nela”, só que vai ao ponto errado: essa história oficial que, para além das comendas da ditadura, ainda deu mais uma a Marcelino da Mata em 1994, passa por ignorar os massacres, como aqui escreveu Manuel Lo, os crimes de guerra, esquecer a história real e inventar uma mitologia do colonialismo agradável e da ausência de racismo.”

    discorda do jmt, mas não diz quem o promoveu e lhe deu a comenda ou quem são os gajos que todos primeiros dezembro põem uma boina para comemorar as atrocidades que cometeram quando tinham 20 anos.

    “Há, decerto, nos jornais por estes dias mais referências às agressões a Marcelino da Mata no quartel do Ralis em 1975 do que às agressões que ele e os seus homens fizeram durante a guerra colonial — e isto diz muito de um povo que prefere esquecer que existiu.”

    logo vi que a culpa era do povo e se não tivesse havido povo não tinha havido “guerra colonial, ditadura, presos, torturadores, funcionários da polícia política”

    “Como optámos (na verdade, os alemães fizeram o mesmo, excluindo as altas patentes) por integrar o velho regime no novo regime, o esquecimento acabou por ser a via aceitável para o convívio possível.”

    afinal cópiámos os alemães, mas o marcelino só passou a alta patente em 1994.

    “Mas o esquecimento não é digno de um povo adulto. E 60 anos depois do começo da guerra, era bom trocarmos umas ideias sobre o assunto.”

    yah… de preferência com alguém que perceba disso, contigo vai ser difícil.

  20. Não ha paciência para te aturar, Inacio.

    O texto protesta contra os actos, e contra as mensagens, de homenagem oficial à besta sanguinaria de quem o COVID nos livrou apos décadas de impunidade. As homenagens vêm do Ministro, do PR e do Chefe do EME (entre outros) e so se tornaram possiveis, diz o texto, por causa do esquecimento e do branqueamento do colonialismo e das atrocidades cometidas em nome da nação à moda salazarenta. O texto esta pejado de razão e não da informações erradas, nem poupa ninguém a criticas. Ao que dizes, tu terias escrito de outra maneira, aproveitando para enaltecer o ministro de quem gramas e para ser mais critico em relação a fulano, beltrano ou sicrano de quem não gramas. Ou seja, para transformar um motivo grave de escândalo nacional que deveria chocar todos os democratas, num texto quesilento de ajusto de contas por razões politiqueiras de merda. Not the subject. Not the purpose. Se calhar por isso é que não és jornalista, pa.

    Trata-te, mazé !

    Um beijo

  21. … é patrocinado pelos que se insurgiram contra a independência das colónias há 45 anos.

    ò broas a partir de que patente é que são culpados? é para fazer uma lista de criminosos da guerra colonial ainda vivos e a receber pensão.

    “O texto esta pejado de razão e não da informações erradas, nem poupa ninguém a criticas.”

    o texto, além de mal escrito, enviesa umas cenas para umas insinuações manhosas e descaradas,
    poupa os organizadores e aficcionados da brigada do reumático. o único nome acusado de branqueamento no texto da salopes é o do ministro joão cravinho. aponta outro se fores capaz.

  22. Vai tentando, Inacio :

    1. Criminoso de guerra é quem cometeu crimes de guerra. Não é todo o soldado mandado para as colonias, mas é com certeza o caso do triste de quem fala a noticia.
    2. OK, o ministro, referido varias vezes na peça, é chamado pelo nome (tal como o tavares de quem v. tanto gostam, e o M. Loff, ja agora), enquanto o PR e o Chefe do EME são apenas referidos pelo titulo. E dai ? Ha duvida sobre quem seja o PR ou sobre o nome du Chefe do EME ?

    Vai dar banho ao cão, Inacio…

    PS : E escusas de dizer que o PR não aparece na foto. Ja o lembraste 78 vezes e eu não me esqueci…

  23. Tanto disparate que vejo num comentário aqui publicado, cujo autor toma por real a visão alucinada que sobre ela produz. Essa pobre alma, no seu tremendismo catastrofista, acredita piamente que vivemos hoje a maior das ditaturas, o maior dos colonialismos, a maior das guerras, o maior dos racismos e, finalmente, a maior das censuras e controlos. Esta afirmação apenas pode merecer o aplauso de todos aqueles que, odiando a democracia, vivem a nostalgia dos totalitarismos do passado ou a esperança do seu futuro, trazendo pela trela o colonialismo, a guerra, o racismo, a censura e o controlo que agora branqueiam ou relativizam, pretextando males maiores.
    Este é o inevitável fardo da democracia: o de suportar que muitos dos que vivem ao abrigo das liberdades concedidas, em troca, lhe cuspam na cara…

  24. 1. Criminoso de guerra é quem cometeu crimes de guerra. Não é todo o soldado mandado para as colonias, mas é com certeza o caso do triste de quem fala a noticia.

    percebo-te. o alpoim galvão planeava o massacre e o marcelino matava, portanto adolf eichmann foi julgado indevidamente e o criminoso de guerra foi o soldado de plantão às botijas de gaz

    2. OK, o ministro, referido varias vezes na peça, é chamado pelo nome (tal como o tavares de quem v. tanto gostam, e o M. Loff, ja agora), enquanto o PR e o Chefe do EME são apenas referidos pelo titulo. E dai ? Ha duvida sobre quem seja o PR ou sobre o nome du Chefe do EME ?

    o tavares e o loff, entram na estória a martelo, são citados na qualidade de testemunha abonatória da opinadeira. não foram acusados de branquear nada, o único acusado de branqueamento nesta peça é o cravinho.

    não falo da fotografia do marcelo, mas lembro-te que para haver “homenagem de estado” tinha de haver “honras militares” no funeral. foram lá uns cromos fardados e outros à paisana, mas homenagem de estado só na imaginação de quem não sabe o que isso é. esta tinha-me passado e só dei por isso por causa das exigências do cds que não foram votadas.

  25. A Ana Salope é perversa. Finge indignação pelos louvores feitos ao falecido Marcelino com um intuito principal e óbvio, senão único, que é atingir o ministro Cravinho, como bem ilustra a única foto que acompanha o artigo. Um opinador acima já o provou, até com as percentagens de texto. A esta jornalista de caca, quando lhe “salta a tampa”, já se prevê qual seja o seu motivo ou intuito. Nunca surpreende.

    Depois há as mentiras. Qual é a tal “história oficial” criada pela regime democrático de que fala a Salope? Qual é a história que, segundo ela, deu uma “comenda” ao Marcelino em 1994, que ignora os massacres da guerra colonial e que defende que o colonialismo português foi “agradável”? Onde está essa história? Quem a escreveu?

    A gaja não entra em pormenores e nem sequer diz que quem é que terá dado uma “comenda” a Marcelino em 1994, “além das comendas da ditadura”. Isso é simplesmente falso. Fui ver as biografias do Marcelino. A Ana Salope mente com todos os dentes que lhe restam. O Marcelino não teve condecorações nem “comendas” (?) depois do 25 de Abril. A Torre e Espada foi-lhe dada pelo Tomás em 1969. Nos anos 1960-1973 só teve condecorações militares, nenhuma “comenda”. Pior, quando ela diz que Marcelino teve uma “comenda” em 1994, está a sugerir que foi o Soares que lha deu, porque era ele o PR. É mentirosa e perversa.

  26. De mal a pior. Mas deixa estar. Eis o texto que a Ana Sá Lopes devia ter publicado para agradar aos Julináceos desta tasca caricata :

    “Numa comovente mensagem de derradeira homenagem ao saudoso Marcelino da Mata, que tanto fez pela grandeza da Pátria, o excelso e impoluto Ministro Cravinho soube encontrar as palavras certas, lembrando tudo o que o nosso país deve a herois da craveira do falecido. Temos apenas a lamentar que, devido à triste situação política posterior a Abril de 1974, os fartos talentos de soldado e de investigador policial de Marcelino da Mata não tivessem tido mais oportunidades de se ilustrar, o que apenas nos teria engrandecido a todos. É certo que esta situação se deve aos esquerdalhos e à bandalheira que se impôs durante estas décadas infelizes, mercê de grandes cumplicidades dentro dos partidos ditos de esquerda, e apesar dos incansáveis esforços da direita, dignamente representada pelo actual Presidente da República. Mas, em boa hora, O Ministro Cravinho soube fazer esquecer este lamentável período abrilista, infeliz parêntesis entre os dois Marcelismos que souberam empurrar, e todos desejamos que continuem por muito tempo a empurrar, Portugal para os píncaros da Glória do Mundo Civilizado. Ficou assim demonstrada para a eternidade a superioridade incontestável dos cravinhos sobre os simples (es)cravos. A bem da Nação.”

    Boas

  27. da Wiki

    Medalha Militar de 2.ª Classe da Cruz de Guerra (26 de Julho de 1966)
    Medalha Militar de 1.ª Classe da Cruz de Guerra (9 de Maio de 1967)
    Cavaleiro da Antiga e Muito Nobre Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito (2 de Julho de 1969)
    Medalha Militar de 1.ª Classe da Cruz de Guerra (21 de Abril de 1971)
    Medalha Militar de 3.ª Classe da Cruz de Guerra (9 de Junho de 1973)
    Medalha Militar de 1.ª Classe da Cruz de Guerra (22 de Agosto de 1973)

    a partir de aqui não há data nas medalhas , ora até aqui , 1973 , dataram , por ordem cronológica , as medalhitas , porque é que não puseram data nestas? foram depois de 1974? a última foi de certeza …

    Medalha Militar de Ouro de Comportamento Exemplar
    Medalha dos Promovidos por Feitos Distintos em Campanha
    Medalha dos Promovidos por Feitos Distintos em Campanha
    Medalha Comemorativa da Campanha Guiné 1963-1974

  28. “Não há Liberdade sem Identidade. Quando não sabes lutar pela tua, roubam-te as duas.” (SAP2i)

    NOTA: A «Aspirina B» não põe os meus comentários logo. Porque sabe que estilhaçaria as crenças e as retóricas esquerdistas e abrilistas. Caíriam como um castelo-de-cartas. Sem necessidade de ofender ou vilipendiar. Fá-lo porque tem medo que isso ocorra. Tem medo da Democracia.

  29. cá está ela , a pós 1975 , tendo em conta que serviu de 60 a 80 ( 20 anos) , está terá sido dada em 94 , quando foi promovido.

    A Medalha de Comportamento Exemplar :
    Medalha de Ouro (MOCE) – Concedida ao militar que contar trinta anos de serviço militar efectivo, que nunca tenha sofrido qualquer punição criminal ou disciplinar e tenha sempre revelado dotes notáveis de zelo pelo serviço e alto sentido da virtude, da obediência e das regras da disciplina militar

    ( a wiki pode estar errada na cena da medalha , eu vendo o peixe como o comprei)

  30. Só um tipo de olho bem aberto que finge ser cego, como o Viegas boas e bostas, é que não vê o sentido rasteiro e manhoso do putativo artigo político da sabida jornalista Ana Sá Lopes.
    Analisando o texto temos:

    « A morte de Marcelino da Mata, um comando negro do Exército português que lutou ao lado do colonizador, teve homenagem de Estado ».
    Tal afirmação não é verdade pois estiveram presentes protocolarmente os promotores militares do Exército (Marcelino, quer se queira quer não, era militar oficial condecorado) com o Presidente como Chefe Supremo das Forças Armadas; do RDM é de honra obrigatória prestar homenagem militar na morte a todo o militar combatente condecorado.
    Não estiveram presentes as duas figuras civis de Estado, o Presidente da AR nem o PM nem o poder judicial e nem sequer o habitual representante religioso tão comum nestas cerimónias. O ministro Cravinho, igualmente como representante do exército, enviou protocolarmente uma mensagem algo pouco cuidadosa que serve de leit-motiv para a descabelada ASL se atirar ao ministro atacando-o soezmente durante 33 linhas em 78 que tem a catilinária. Catalinária tão torpe que vai ao ponto de comparar o ministro da democracia portuguesa com o ministro do nazismo de Hitler, de comparar o exército colonial com as SS dos campos de fábricas de morte do regime nazi; foda-se.

    «Aqui em Portugal, como a guerra colonial, os crimes de guerra e os massacres nunca existiram, não faz mal. Além de que, ao contrário do imperialismo nazi, o império português era um “bom” império. »
    Outra mentira embrulhada no palavreado comum de misturar tudo para inverter alguma parte que dá jeito; quantos debates, artigos, filmes, reportagens e livros já foram publicados sobre a questão da guerra colonial? Os massacres de Robles em Angola ou o de Wiramu em Moçambique como os de Marcelino da Mata na Guiné foram alguma vez censurados, impedidos de discutir livremente? Quantas vezes já se discutiu e se mantêm sempre em discussão se são heróis os que foram forçados a combater ou os que recusaram combater e se exilaram lá fora? Porquê ASL, se está agora tão chocada com este tema, como jornalista não investiga e escreve o livro da sua vida afim de esclarecer os portugueses definitivamente sobre tão delicado assunto como o da guerra colonial? Porque não escreve a história do colonialiamo e racismo não vistos sob o pensamento e a moral de hoje? Não, porque isso seria escrever verdadeira história e não escrever artigos de opinião política enviesados; foda-se.

    «O meu amigo João Miguel Tavares diz que “a democracia portuguesa criou uma história oficial e entrincheirou-se nela”, só que vai ao ponto errado: essa história oficial que, para além das comendas da ditadura, ainda deu mais uma a Marcelino da Mata em 1994, passa por ignorar os massacres, como aqui escreveu Manuel Lo, os crimes de guerra, esquecer a história real e inventar uma mitologia do colonialismo agradável e da ausência de racismo.»
    JMT, que simpatiza com a defesa das colónias e guerra colonial do salazarismo e não quer ir contra o reaccionarimo nacionalista que lhe paga bem, refugia-se em “a democracia portuguesa criou uma história oficial e entrincheirou-se nela”, mas a ASL que ideológicamente partilha com o amigo não concorda porque, desta vez, quis aproveitar para malhar descabeladamente no governo por via do ministro Cravinho.
    Senão vejamos; cita, para além das comendas da ditadura dadas a MM, uma dada pela democracia sem referir quem conferiu dignidade a MM de ser merecedor de tal condecoração em 1994; precisamente o mesmo branqueamento que ASL fez perante as comendas atribuídas aos pides e recusadas a Salgueiro Maia; nesta altura ASL já era nascida e era reputada jornalista mas onde está então a sua manifestação contra o vergonhoso branqueamento da história?

    « – e isto diz muito de um povo que prefere esquecer que existiu guerra colonial, ditadura, presos, torturadores, funcionários da polícia política. Como optámos (na verdade, os alemães fizeram o mesmo, excluindo as altas patentes) por integrar o velho regime no novo regime, o esquecimento acabou por ser a via aceitável para o convívio possível. Mas o esquecimento não é digno de um povo adulto. E 60 anos depois do começo da guerra, era bom trocarmos umas ideias sobre o assunto.”»
    Volta à generalização englobando todo o povo que se esqueceu que existiu ditadura, presos (políticos), torturadores e pides, mas quando era mesmo preciso denunciar tal ficou calada e o caso dos pides galardoados pelo cavaquismo é a prova da medida do contorcionismo pulha de ASL.
    Veja-se o descarado contorcionismo de ASL quando, e mais uma vez comparando soezmente com o regime nazi, diz que integramos o velho regime no novo regime; quereria ASL que o novo regime democrático massacrasse ou colocasse em campos de concentração ou em reservas fechadas e vigiadas todos os antigos colaboradores da ditadura como faria a ditadura se ganhasse a revolta dos militares? Estará ela pensando no uso da força tal como Cortez fez na ocupação da América Latina? Ou como nos tempos primitivos os conquistadores arrasavam as vidas e cidades conquistadas? Quereria que se tivesse procedido como Franco ao arrasar tudo que era contra e criou uma ferida histórica que não pára de sangrar?
    Que diria hoje ASL se o novo regime tivesse corrido e exilado de vez com os empresários colaboracionistas e usufrutuários do antigo regime muitos dos quais, ou seus descendentes, continuam livremente como empresários e são talvez seus patrões? Claro que ASL apenas faz agora apenas um número de prestidigitação circense para poder argumentar contra Cravinho e o governo actual ao jeito de lambe-botas a donos.

    «Mas o esquecimento não é digno de um povo adulto. E 60 anos depois do começo da guerra, era bom trocarmos umas ideias sobre o assunto.”»
    O branqueamento não é digno de um povo adulto da era actual mas o esquecimento é temporal e geracionalmente inevitável; os povos não vivem de más memórias e precisam adaptar-se ao tempo futuro das novas ciências e tecnologias e tentar melhorar a vida dos humanos .
    ASL é mais uma saudosista do passado que ainda pensa que pode alterar o mundo à sua volta criando factos à medida dos seus desejos e interesses pessoais; pensa que o pequeno poder de jornalista opinadora que tem em mãos lhe serve para pequenas vinganças ideológicas mas isso apenas alimenta o pequeno ser humano que é.
    Assim tal como ao Viegas com os comentários tontos e presunçosos que aqui deixa.
    E se quer trocar ideias sobre o assunto, como disse, pode começar por escrever o livro da sua imortalidade resolvendo as oposições e contradições de opinião que uma guerra entre dois povos cria, inevitavelmente.

  31. o mata foi graduado pelo menos 3 vezes depois de estar reformado e ter sido corrido do exército português. tudo foi possível graças ao decreto- lei 43/99 (lei dos garimpeiros), que prevê a reconstituição das carreiras dos militares do quadro permanente, que tivessem tido as suas carreiras eventualmente prejudicadas por causa da revolução e que tem sido usada discricionariamente pelas chefias militares para arredondar as reformas das fidelidades. mas antes desta lei esta bandalheira já era permitida e assim foi com as graduações do marcelino de sargento até tenente-coronel, que se não tem morrido ainda subia a major este ano.

    é conferir nas pág. 11 e 12 do pdf linkado

    http://ultramar.terraweb.biz/CTIG/M_daMata.pdf?fbclid=IwAR2gpJSF0iC8k40sveR2S6LNga5GGjzqGwM10V1ORP-HKOPvjuCMl97sSQ8

  32. O parvalhatz é um bully? Sim e não. O chihuahua parvalhatz, aka cretinatz, aka porcalhatz, é, por definição, um microbully. Ladra que se farta, sim senhor, quando não está a ganir, e nos intervalos lambe o cu aos donos, pelo que quando ladra a seguir, tal como quando ganiu antes, deixa tudo salpicado com perdigotos de merda.

    Mas, além de microbully, o porcalhatz é um aldrabão. Gania assim há dias o chihuahua aldrabatz:

    “tenho um averbamento na caderneta militar de 15 dias de prisão por ter andado desaparecido durante a comissão de serviço de soberania no ultramar português”

    e

    “lembro-me duns camaradas comunas me pedirem para comprar uma molhada de “portugal e o futuro” quando vim de férias.”

    O microbully aldrabatz interiorizou (é a palavra certa) as aventuras guerreiras que um tio lhe contava enquanto o sentava ao colo e lhe massajava o intestino grosso com a quinta perna do boi e, fiado na Virgem do Arbusto, deu-lhe para vir para aqui contá-las como se fossem dele.

    “e assim foi com as graduações do marcelino de sargento até tenente-coronel, que se não tem morrido ainda subia a major este ano”

    Que se não tem morrido ainda SUBIA [de tenente-coronel] a major este ano, topas? Boa malha, carago! Ganda tropa fez o microbully porcalhatz, onde, numa especialização em novilíngua quântica, lhe ensinaram que descer é subir e bice-bersa e que o gato de Schrödinger também podia ser ratazana, ou elefante, ou cavalo, ou burro do caralho, opção preferida do porcalhatz.

  33. dass… só descobriste essa do tenente-coronel a major. é poucochinho para um jornalista credenciado como tu e muito barulho para desviar a atenção do que aqui foi dito sobre o rigor e isenção da tua colega salopes. mas passemos às efabulações freudianas do gajo que mija na cama quando sonha:

    1 – “O parvalhatz é um bully? Sim e não. O chihuahua parvalhatz, aka cretinatz, aka porcalhatz, é, por definição, um microbully. Ladra que se farta, sim senhor, quando não está a ganir, e nos intervalos lambe o cu aos donos, pelo que quando ladra a seguir, tal como quando ganiu antes, deixa tudo salpicado com perdigotos de merda.”

    pintura nonsense ao estilo surrealista de qualquer infantário arco-íris

    2 – ” Mas, além de microbully, o porcalhatz é um aldrabão. Gania assim há dias o chihuahua aldrabatz:
    “tenho um averbamento na caderneta militar de 15 dias de prisão por ter andado desaparecido durante a comissão de serviço de soberania no ultramar português” e “lembro-me duns camaradas comunas me pedirem para comprar uma molhada de “portugal e o futuro” quando vim de férias.”

    aqui já diz qualquer coisa porque copiou umas cenas que eu escrevi.

    3 – “O microbully aldrabatz interiorizou (é a palavra certa) as aventuras guerreiras que um tio lhe contava enquanto o sentava ao colo e lhe massajava o intestino grosso com a quinta perna do boi e, fiado na Virgem do Arbusto, deu-lhe para vir para aqui contá-las como se fossem dele.”

    ficou tão orgulhoso com o patrulhamento que fez na net que não resistiu comentar com mais nonsense naif ao gosto da escola cinematográfica sá leão

    4 – “e assim foi com as graduações do marcelino de sargento até tenente-coronel, que se não tem morrido ainda subia a major este ano”

    para concluir:

    “Que se não tem morrido ainda SUBIA [de tenente-coronel] a major este ano, topas? Boa malha, carago! Ganda tropa fez o microbully porcalhatz, onde, numa especialização em novilíngua quântica, lhe ensinaram que descer é subir e bice-bersa e que o gato de Schrödinger também podia ser ratazana, ou elefante, ou cavalo, ou burro do caralho, opção preferida do porcalhatz.”

    brilhante raciocínio escola ró-ró teixeira, grande descoberta de murchar o bigode ao poirot e demonstração de altos estudos sobre patentes militares.

    a salopes debatia com as mamas na mesa para distrair os tele-espetadores das opiniões contrárias e criar ilusões de “boa” directora-adjunta. tu és contra tudo e fazes copy-paste de tudo para provar que és o melhor do mundo. noção é coisa que não abunda para esses lados.

  34. Divirto-me com estes galos de Barcelos, é de borla.
    Depois do 25A, o Marcelino só teve promoções por antiguidade, mas não a de tenente-coronel a major, às arrecuas.
    A aldrabona Salope, mesmo depois de avisada por um leitor do jornal, não corrigiu a galga da “comenda” de 1994. Quem dá “comendas” é o PR, que nesse ano seria o Soares.

  35. mas e a última medalha de ouro ? também é dada automaticamente a todos que cumprem 30 anos de serviço ou é só a alguns exemplares exemplares ?
    ainda por cima diz que é atribuída aos que cumprem “30 anos de serviço efectivo” ; não sou versada em milícias , mas efectivo não condiz com aposentado e o homem já levava 14 de aposentação.

  36. “Divirto-me com estes galos de Barcelos, é de borla.
    Depois do 25A, o Marcelino só teve promoções por antiguidade, mas não a de tenente-coronel a major, às arrecuas.”

    sim. não sou grande coisa em patentes militares e confundo generais de 3 estrelas com pensões baratas, mas isso não adianta nem atrasa nada ao que escrevi. poderia até argumentar que se tratava de uma ironia “inconseguida”, mas faltaria à verdade e estragava a diversão de quem se ri gratuitamente. para promoções às arrecuas é consultar o coronel ou general (tanto faz) vasco lourenço que ele sabe como isso funcemina ou como se anulam despachos do eme. o camachólas me tinha chamado a atenção para este crime de guerra, de qualquer das formas apreciei a tua perspicácia, os meus sinceros agradecimentos pela chamada de atenção e espero que não me bloqueies o ip.

  37. Uma coisa de que ninguém fala é que Marcelino da Mata foi instrutor militar do MPLA em Angola nos anos 1990 e participou na guerra contra a UNITA. O próprio o contou:

    «Em 1993 fui para Angola dar instrução à tropa do MPLA. Durante 6 meses formei duas companhias, uma em cada três meses: dei-lhes instrução e depois levei-os para o mato, para fazerem a IAO em combate; eu, é claro, ia sempre à frente, em nº 1. O chefe do estado-maior general das forças armadas de Angola foi lá visitar-me três vezes; e o chefe do estado-maior do exército, duas. Uma vez infiltrámo-nos dentro de uma vila, onde havia 1500 tipos da UNITA, sem eles darem por nada e abrimos fogo ao amanhecer: apanhámos um general da UNITA. As minhas companhias, como eles viram que eram boas, puseram-nas na guarda presidencial. E estava lá há 6 meses quando o “Expresso” publicou uma notícia a dizer que o Marcelino da Mata, que estava a dar instrução em Angola, era o que tinha combatido contra o PAIGC. O chefe dos serviços secretos militares veio falar comigo, disse que todos gostavam muito do meu trabalho, mas que não podiam continuar a ter-me lá. No fim, quando me mandaram embora – pagaram-me tudo –, levaram-me de carro ao aeroporto, se calhar também para terem a certeza que eu embarcava. O “Expresso” deu-me cabo da vida.»
    http://coisasdomr.blogspot.com/2010/02/m168-o-ultimo-combate-do-ranger.html

  38. “Uma coisa de que ninguém fala é que Marcelino da Mata foi instrutor militar do MPLA em Angola nos anos 1990 e participou na guerra contra a UNITA. O próprio o contou:”

    há aí acima um link para um pdf com esse e outras histórias

  39. “confundo generais de 3 estrelas com pensões baratas”

    Divirto-me bastante e à borla, galgo de barcelos. O culpado principal és tu, mas fazes de propósito. Outros só sabem fazer humor involuntário.

  40. Quando digo que há coisas de que não se fala não é aqui, mas sim no Público. A Salope, além de mentir, omite tudo o que não lhe convém.

  41. “Há, decerto, nos jornais por estes dias mais referências às agressões a Marcelino da Mata no quartel do Ralis em 1975 do que às agressões que ele e os seus homens fizeram durante a guerra colonial — e isto diz muito de um povo que prefere esquecer que existiu.”

    podia dizer que os torturadores do mata eram do mrpp, mas lá se ia o final da tirada “e isto diz muito de um povo que prefere esquecer que existiu.”

    continuo a não perceber o que leva gajos ditos de esquerda a gabarem merdas destas tão evidentes que nem os kamashnikoves perspicam.

  42. Concordo com o Júlio. O “galgo de barcelos” é 5 estrelas! Sem ele, esta tasca não passaria de um posto de venda de ginginha.

  43. correcção acima , está visto que não foste à tropa nem andaste na guerra , de aí não perceberes estas cenas de solidariedade masculina guerrilheira. e empatia tens zero . pq eu tb não fui , mas percebo. ok , li montes de cenas do lobo antunes , pode ser disso. e do meu saudoso Dragão, que deve ter morrido , só pode.

  44. Julinho! Meu! Não quero que te falte nada!

    Reedição fuck-similada de importante Decreto Real:

    «Espíritos pouco preocupados com o rigor da ciência não hesitarão em classificar o intriguista parvalhatz como um filho da puta, na linha da exaustiva investigação e sistematização feita por Alberto Pimenta sobre essa odienta e odiosa figura. De um ponto de vista puramente científico, porém, tal classificação terá de ser considerada um erro, pois o parvalhatz, coliforme invejoso, hiperactivo e bilioso, não nasceu de ventre de mulher. O seu surgimento foi o funesto resultado da partenogénese acidental (e até então inédita) de um cagalhão vagabundo saído do cu de um cão raivoso em estertor de peido final por afogamento, depois de o dono o ter atirado de uma ponte. Tendo dado à costa não muito longe de uma saída de esgoto, o dito cagalhão foi acidentalmente pisado por um pescador desportivo que se abeirou da margem para mijar, acabando a azarada (e involuntariamente pestífera) sola do sapato do pobre homem, no regresso a casa, por espalhar pela urbe a infecção.

    Não se contesta que ser um filho da puta é o propósito primeiro e último do parvalhatz, o sonho molhado da sua abjecta existência. Mas a realidade objectiva é que, reunindo embora praticamente todos os requisitos necessários à sua classificação como tal, falta-lhe um, que o rigor científico considera crucial: apenas tendo na sua génese um ventre de mulher se poderia afirmar, com propriedade, ter o parvalhatz como matriz uma meretriz. Um verdadeiro filho da puta, legítimo, da Bayer.

    Uma coisa é gotejar para a existência à boleia do peido final de um “Canis lupus familiaris”, ou, como dizem os brasileiros, de carona. Outra, bem diferente, é a bênção de provir de uma cona. Do aqui exposto se infere, aliás, outra impossibilidade ditada pelo rigor científico, que é a de mandar o parvalhatz para a cona da mãe, pois nunca a teve. É uma desagradável intimação (possibilitada pelo privilégio da origem) a que todos nós, humanos, já fomos ocasionalmente sujeitos, mas também disso está livre (por manifesta impropriedade) o coliforme parvalhatz, que apenas pode ser mandado para o cu do cão.

    Pelos motivos acima aduzidos, e por mais que macaqueie e papagueie o “Homo sapiens sapiens”, não ultrapassará nunca, o besuntas parvalhatz, a incómoda mas descartável condição de coisa pegajosa e malcheirosa na sola do sapato de quem percorre as ruas do mundo dos homens.

    Estabelece-se, assim, por decreto régio, que o nome científico do coiso, de acordo com as regras da Nomenclatura de Lineu ampliada, será averbado nos Anais do Reino e Arredores como “Parvalhatz coliformis biliosus hiperactivus”, embora a generosidade de uma bula papal autorize, excepcionalmente, o uso da designação popular “filho da puta” para facilitar a vida ao povo martirizado pela crise, sem tempo nem paciência para a exactidão da ciência.

    Devem, porém, ainda que de forma voluntária, abster-se de tal atitude facilitista os espíritos amantes do rigor, que utilizarão apenas a designação científica.

    Promulgue-se.»

  45. ó camacho, o ignatz está algariado, anda assim, todo excitado, porque está entusiasmado com o plano nacional de salvação da indústria do fuá grá .
    dá-lhe para o engraçadinho, é assim, como uma espécie de canard enchainé, em português, o canário empalhado, portanto, um pato !

  46. Para o SAP2i:

    Pútrido é o culto necrófilo do pré-abrilismo, incluindo o que hoje se apresenta, procurando disfarçar com o perfume da novidade o relento a velho.

  47. … e o galardão semanal do absurdo vai para esta idiotice ao gosto punkrácio da escola de básicos gomes freire:

    canard enchainé, em português = o canário empalhado>portanto, um pato

    a partitura anterior do neogótico para wurlitzer com agulha quebrada fica em 3º lugar ex aequo com o 1º porque sou pela igualdade, detesto hierárquias e o meu negócio não é patentes.

    passem na recepção para levantar o caneco e digam que vão da minha parte. ao dispor para qualquer coisinha.

  48. «mas percebo. ok , li montes de cenas do lobo antunes ,»

    Já tinha percebido e, tal como sabes muito da guerra por via de Lobo Antunes, também sabes muito de tudo (ou quase) acerta de quase tudo; por leituras de pura ficção.
    O que sabes é aquilo que LA ficcionou e literaturizou sempre segundo a sua demente ambição de ser grande escritor e prémio Nobel; da pouca verdade contada é que esteve lá e depois como ficcionista escreveu muito por ouvir dizer não por viver ou assistir ao que relata. Nem podia porque não são factos mas pura ficção. Certamente LA nunca viu um morto em combate e talvez apenas tenha visto algum morto no acampamento para confirmar a morte. O que LA fazia muito era escrever cartas lamechas acerca de não ter a mulher junto de si no acampamento.
    Porque a boca pendeu para a verdade acertas quando dizes que leste “montes de CENAS do lobo antunes”
    E também penso que quem não saber distinguir na literatura a ficção de factos reais então tem bons professores de sabedoria em Dan Brawn e José Rodrigues dos Santos.

  49. Lembro-me bem do ignatz que durante anos comentou no Aspirina e o que constato é que hoje o que mais há por aqui são imitadores medíocres dele; por mais que tentem não conseguem exibir mais que um palavreado de bordel com o qual julgam parafrazear o dito ignatz que, como ninguém, conseguia fazer trocadilhos e junções de palavras que reforçavam vivamente e em grande o sentido crítico vivo e alegre das ideia contidas nas preposições com que ilustrava os seus comentários.

  50. brigadinho pela sugestão

    efectivamente, em francês do qué bec, canard enchainé, é canalha empalhado, isto é, toi meme .

  51. yah… faustóino!
    ganda boutade em quântico alentejano encriptado.
    areia de mais prá minha camioneta.

    a propósito do ignatz, encontrei ontém o gajo a jantar com o poeta da benedita e pediu para mandares umas cenas dessas ao xico que ele traduz para poesia e publica num blogue frequentado por intelectuais, sempre fazes melhor figura que aqui nesta chunga.

  52. mazólha que o gajo ainda não aprovou o acordo ortográfico nem ratificou o tratado de tordesilhas. nada de importante mas achei que deverias saber just in case como dizem os teus amigos que becam.

  53. … soube disso, esteve a pastar com o abominável homem das Neves, o tipo que se salvou da falência com as obras da exposição colonial do mundo cavaquista …
    já agora : pagaram com dinheiro próprio ou foi com cartão de crédito da comissão instaladora da casa da música ?

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