Animus dolandi

A Fernanda escreve acerca do Miguel Abrantes. Mas não só: a Fernanda também escreve acerca de uma elite decadente – um grupo de pessoas, da direita e da esquerda, que escrevem em blogues políticos para se entregarem a perseguições difamatórias.

Mas é assim. É de todos os tempos. Só nos resta garantir que não será de todos os lugares.

26 thoughts on “Animus dolandi”

  1. Quando não é a exigir aumentos de ordenado, o desafio dos magistrados que temos é este; “Sindicato dos Magistrados do Ministério Público, desafia Dr.Pinto Monteiro a dissipar dúvidas”.

  2. a moralidade daquela gente é de facto extraordinária. aliás, já sabíamos que eram uns torquemadas-justiceiros de merda.

  3. que fofoca do camano! mas portanto quer dizer que já está aí a Primavera, nas árvores já estava,

    que bom estar a escrever um paper, e depois outro, isto aqui é ai-manas…

    Marca pontos o cavaco, às tantas tudo quer a dissolução para fazer reset. Será?

  4. Gostava que todos lessem, incluindo jornalistas, o artigo de opinião de Paulo Baldaia, que aqui transcrevo.

    “O que importa”:

    “Pouco importa que os jornalistas alinhem no combate político entrando no circo mediático montado em nome da ética. Nada mudará. Os interesses vigentes continuarão a prevalecer. Os jornalistas que passam pelo Parlamento acusando-se uns aos outros não percebem que só confirmam a instrumentalização que a política faz do jornalismo.
    Pouco importa que alguém pergunte se a liberdade de expressão está posta em causa, porque toda a gente sabe que não está. Esta discussão serve para lançar porcaria para a ventoinha e evitar que se discuta a qualidade do jornalismo que se faz em Portugal.
    Só quem vive do pecado tem medo da confissão. Quem erra pode corrigir se tiver amor à verdade. Quem tem medo de uma Ordem que estabeleça regras claras para o exercício da profissão e tenha poder para sancionar quem não as cumprir?
    Por agora corremos em direcção ao abismo, com jornalistas que se julgam impolutos porque combatem o poder instituído mesmo que confundam informação com opinião ou meias-verdades com a verdade inteira.
    Tantas vezes errei julgando estar certo. Tantas vezes confundi a árvore com a floresta. Tantas vezes me deslumbrei com o poder da profissão que exerço. Tantas vezes me esqueci que em cada notícia há pessoas cuja inocência é preciso presumir.
    Hoje tento ser mais equilibrado, mais justo, mais honesto e, por causa disso, tenho pessoas que vivem à volta da política – sejam políticos ou jornalistas – a olhar para mim como alguém que se rendeu ao poder. A vida nem sequer é injusta, tudo tem um preço. Ao crescer ganhei maturidade, mas perdi a ingenuidade de quem se julga capaz de mudar o Mundo”.

  5. Paulo Baldaia está a ver com toda a clareza que é a Comunicação Social que está ser julgada na Comissão de Ética do Parlamento e ,pelo andar da carruagem,vai acabar por ser condenada.

  6. …e as dúvidas dos magistrados que temos só serão dissipadas quando, o sr Procurador disser exctamente o que os magistrados que temos, quiserem ouvir!

  7. mas tu também fazes isso. há muito tempo que não leio aqui mais do que difamaçoes e insultos dos grossos , misturadas com factos , á esquerda do PS , e , sobretudo , ao “lado ” e à direita.
    Sabes porque as tuas opiniões para mim valem zero ? porque eu sei , com toda a certeza , que não há ninguém perfeito nem ninguém que não erre….e pelos vistos , para ti , bloger, há. dúvido que para ti , psi , haja.

  8. aquilo que tens escrito sobre a Manela, o Pacheco, o Crespo, o Zé Manel, o Louçã, etc, sempre bem adjectivado, está inserido em quê, Valupi?

    tens de me dizer onde moras para atirar uns calhaus ao telhado.

  9. Difamar: atacar a honra ou reputação de alguém; caluniar; desacreditar, etc

    […] Nesta última edição da Quadratura, o marmeleiro declarou […]
    (pacheco prepara adesão ao bloco)

    […] O Zé Manel foi para a frente dos deputados contar anedotas […]
    (la grande booffe)

    […] O cabrão teve o descaramento de sacar do seu livro e fazer a promoção do mesmo […]
    (la grande booffe)

    […] Cavaco Silva é uma ameaça para a segurança nacional, para além de ser origem de grave – e inadmissível . preversão política […]
    (como é que o vamos tirar de lá?)

    […] Voltou a reduzir Louçã ao monte de merda que Louçã é […]
    (vitória)
    […] Helena Matos oferece um perfeito retrato do que é a actual direita: um conúbio de calhordas […]
    (gente como vara e morais)

    espero que te cheguem os exemplos (teus), Valupi.

  10. luis eme, os exemplos que trazes são relativos ao uso do léxico no acto de comentar figuras públicas em situações públicas, não se constituem como afirmações que imputem acções a terceiros. Estás a confundir o insulto com a ofensa, a difamação e a calúnia.

  11. É óbvio que tens sérias dificuldades com os conceitos que queres utilizar. Ter uma opinião política acerca de factos da responsabilidade do Presidente da República, factos esses do domínio público, ainda não é matéria de tribunal.

    Estou com a impressão de que terias a ganhar em rever as definições básicas da liberdade de expressão.

  12. hum , ainda não me decidi . fará o V uma interpretação demasiado restrita ( só é difamação o que pode ser punido legalmente ) ou demasiado lata ( muita lata ) desses conceitos ?
    dizer que alguém foi contar anedotas ao parlamento será difamação? calúnia ? insulto ?
    o crespo o que quis foi promover o livro ? provas ? há ? ou são conjecturas difamatórias acerca do carácter pesetero do crespo ?
    monte de merda é insulto , nisso não há dúvida.

  13. Não é só a difamação que pode ser punida legalmente, também a calúnia e a ofensa. Já o insulto é livre (salvo melhor informação, claro, pois posso estar enganado).

    A tua confusão, mf, e a de outros, resulta de não estares a pensar na situação objectiva e no contexto do meu comentário. Repara: eu não disse que o Crespo, por exemplo, foi para um hospital promover o seu livro, porque a tal nunca assisti. Se o dissesse, estaria a mentir, logo, a caluniar. Pelo contrário, eu referi-me a uma situação pública, factual, e fiz a minha interpretação. Foi só isso.

    Tens de te lembrar de outro aspecto da questão: os próprios tribunais têm factores subjectivos para avaliar cada caso. Por isso há recursos e grandes diferenças nas sentenças e desfechos dos processos.

  14. valupi, chamar cabrão a alguém para além de mau gosto e ofensa pode ser também difamação, não precisas que te explique porquê pois não?

  15. não não sou demasiado inteligente nem para este blog nem para nenhum, tu provavelmente é que serás demasiado parvo para este ou para qualquer outro. Deves julgar que juntar meio dúzia de palavras com alguma mestria é sinónimo de inteligência. Já agora, o que é a inteligência?

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