A quem possa interessar

Informa-se os interessados de que passaram 72 horas sem que alguém, escreva ou não num blogue, tenha respondido a este pedido de Mota Amaral:

Os que defendem que as comissões de inquérito podem utilizar escutas também deveriam defender que elas podem ordenar escutas.

8 thoughts on “A quem possa interessar”

  1. E pensar que um dos partidos que mais sofreu com a PIDE e os seus métodos colaborou agora em toda esta vergonha das escutas.

  2. É verdade, Manuel Loureiro. Eu vou-me calando, siderado com o que se passa. Já nem me apetece vir aqui comentar o Valupi. O que me dá força é saber que a história acaba por alijar o lixo borda fora. Nunca vi tanto lixo entrar e sair no palácio de Belém, lugar onde os portugueses esperavam encontrar alguma dignidade. Tornou-se o centro de conspiração e jogos de poder. O doi-me, Loureiro, ver partidos como BE e PCP, em pura manobra oportunista, alinhar em pulhices que pôem em causa o regime democrático. Fico a pensar se aqueles dois partidos alguma vez aceitaram a democracia, tal o à-vontade com que colaboram com aqueles que colocam em causa os seu fundamentos: os direitos das pessoas. Consentiram e apoiaram o ataque, com todas as armas sujas, ao PM legitimo de Portugal.
    Foi demais, amigo (nem sei quem és, mas concordo contigo).

  3. E quem pede para escutar os outros, deve concomitantemente, estar disponível para ser escutado. Num procedimento exactamente igual ao que o outro foi sujeito.

  4. A melhor solução possível sería decretar o fim da privacidade e, quiçá um dia será possível, criar um gigantesco big-brother. Todos os habitantes de Portugal com câmaras apontadas e microfones implantados….talvez até um dia inventar-se-á uma forma de prescrutar o que pensamos.
    Então aí sim! Todos ficaríamos saciados de tudo saber dos outros e os outros de nós próprios.
    Se calhar até não era má ideia, pois a prevenção de que daí adviría poderia tornar-nos mais humanos e cautelosos uns com os outros.

  5. Qual quê, meu caro ravara, se são os mesmos que, a propósito do tal chip a usar nas scut’s berram que não querem viajar com o Estado no banco de trás do automóvel. Haja paciência para tanta insanidade! Ou tanta pulhice?!

  6. Ó Valeta,

    Ó valeta,

    Valeta, meu, mas que «dito» é esse, meu? O facto de poder usar as escutas, não quer dizer que as possa ordenar. Era o que faltava que uma comissão de inquérito, de natureza política e logo parcial, pudesse ordenar escutas aos gajos que entendessem e as interpretassem ou manipulassem à maneira. Onde é que estaria o controlo, meu?

    Tás a ver? Pá, eu de vez em quando penso. Olha, larga o binho ó Valeta, tás a exagerar, atão agora dás ouvidos ao cota avental, pá?

    ANIPER,

    Cara de chip, sabes onde é que tu precisas de um chip? Na língua. Porque não te «callas»?

    Sai um anti – inflamatório para a ANIPER, ka aspirina não lhe tá a fazer nada.

  7. Mas, por exemplo, um juiz do Supremo não analisa inúmeras escutas que também não ordenou? O facto de se ter acesso a esse material não tem nada de implicar que se deve estar na sua origem.

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