7 thoughts on “A mãe de todas as dietas”

  1. A culpa é tua – fica sempre bem começar com uma deixa destas…. – porque se neste blog fosse possível apagar comentários isto não tinha ficado aqui.
    Pronto, é sexta-feira, estou cansada, li de corrida, embotei, raciocinei de esguelha e saiu esta bela conclusão para a urbi et orbi e quando dei por isso, que foi assim que publiquei, já não podia fazer nada.
    Como disse no princípio, a culpa é tua, cabrãozinho. :))

  2. Parece-me que acabaram de descobrir a essência da … masturbação.
    “during masturbation imagine fucking if you want to have sex”. I say.

  3. Apenas uma frase à Snoopy. Se o tipo disser que a galinha emagrece, é vê-los a comer Fried chicken. Acredita-se no que se quer. A cabeça é de cada um, e só somos o resultado do que pensamos. Take that Valupi.

  4. Parece-me que a conclusão deste estudo «não tem pés para andar», como se diz. Poder de concentração e estômago vazio parecem-me incompatíveis. Além disso, o mecanismo regulador da ingestão de alguns alimentos pelo nosso organismo, a que se chama «enjoo», parece estar ausente nos indivíduos muito gordos. Logo, a sequência do imaginar uma comida calórica, em vez de ser a sua exclusão da próxima refeição, será antes a duplicação da dose, diria eu, que não tive nada a ver com o estudo. Simples observação do que se passa.
    Claro que a manipulação psicológica pode jogar aqui um papel. Aliás, a meu ver, o único determinante. Nesta matéria, se funcionar, é bom.

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