10 thoughts on “A crise nas classes média e alta”

  1. Comprei logo na Worten, foi só descer as escadas. Quanto ao Blu-ray, já não se pode sair depois de entrar. HD e está tudo dito.

  2. Tem juizo Valupi :

    1. Não vas à FNAC. O que mais ha por ai, no centro urbano onde te movimentas (de popo, quase que aposto…) são livrarias a sério.

    2. Não sei o que seja Blu-ray, nem social network, mas tenho a certeza absoluta de que encontraras mais diversão, e outras coisas que te serão igualmente benéficas, num qualquer dicionario, dos que abundam por ai. Mesmo ingleses…

    Agora não deixas de ter razão num aspecto : o facto de identificares o comportamento descrito no teu post como fazendo parte dos habitos da classe “média-alta” é um sinal inequivoco de grave crise, moral…

  3. … de modo que eu, que nunca tinha ouvido falar de Blu-ray, curiooooosa como sou, lá digitei a palavra composta no google para ver se me esclarecia. E até fiquei a saber aspectos supérfluos, como seja, porque é que se perdeu o e de blue. C’um raio, muita e boa informação em pouco espaço e, ainda para mais com um ar azulzinho! Muito aprendo eu …

    Bom entrudo, Valupi e restantes meninas e meninos.

    :))))

  4. que crítica absurda: os portugas sempre deram, e agora mais do que nunca e cada vez mais, mais valor às coisas importantes do que ao dinheiro – gostam de andar na moda e de serem fashions. vai daí, a crise é uma lufada de ar fresco. :-)

  5. Sinhã, Concedo que a crise é antiga. Agora lufada de ar fresco ? Na FNAC, e para comprar uma porcaria de um disco para (re)ver um filme mediocre (OK, não vi, sera uma obra prima, ainda que seja…) que, tanto quanto me lembro, ele ja viu no cinema ? Francamente.

    O problema não é não se dar valor ao dinheiro. E’ não se dar valor ao valor…

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