9 thoughts on “À atenção da FIFA”

  1. Obrigado Mannschaft!
    Dedico aos alvi-celestes de ocasião, que não podiam apoiar a selecção portuguesa porque não era a “sua” selecção (patologia muito comum em gente “avermelhada”). GOLEADOS! Até meteram pena. Não levaram 5 ou 6 porque o Klose decidiu dedicar bolas à torcida.

  2. Quando se previa um ano sul-americano voltará a ser um europeu ?
    Esperemos pelo Paraguai e pelo coração do Uruguai.
    Mas “cheira-me” que a final vai ser Alemanha- Holanda.
    Quanto à sugestão estou de acordo, Val.
    Bom fim de semana.

  3. Ora, ora. Com que então remando contra a maré…
    Então não é melhor perder por 4? À cruxificação que por aí assisti a quem perdeu por 1, cuidei que, criativo-criativo, inteligente-inteligente, prático-prático, sem teorias-sem teorias, saber de futebol jogado-saber de futebol jogado … é que era!

    :))))

  4. Um familiar quando lhe disse, uma hora antes do jogo, que dado o favoritismo da imprensa, embalada no Meci e Comp.ª, ainda iria fazer com que a Alemanha fosse mais determinada em desfazer o jogo “imbricado” dos argentinos e caso os “panzer” alemães acertassem o seu jogo geométrico de asas variáveis, disse eu, a Alemanha ganhava à larga.
    Tinha visto o que o mesmo jogo à alemâ, ou parecido, dos holandeses fizera aos vários Meci brasileiros.
    No ténis mano-a-mano o melhor é normalmente o vencedor, no futebol o vencedor é quem constitui uma constelação de estrelas vulgares acesas e não de estrelas brilhantes à solta a ver quem dá mais brilho ao mundo. O jogo rendilhado às voltinhas faz brilhar as estrelas não a equipa, enquanto o jogo geométrico com variações de força e velocidade, quando os jogadores estão à altura, faz a equipa toda igualmente brilhante.
    Junto do meu familiar estavam tres miúdos familiares e todos diziam que a Argentina ia ganhar porque tinha o Meci, o melhor jogador do mundo, tal como diziam os graúdos, igualmente embalados pela lenga-lenga futebolístico-comercial do jornalismo de heróis, estrelas, modelos, gajas, namoradas, guerras, penaltis, foras de jogo, faltas cirúrgicas, pisadelas, cuspidelas, coteveladas, esquemas desde 9:1 a 1:9 com variantes colaterais, em losango, em W, em M, em profundidade, em largura visão e leitura de jogo. E sobretudo encrençada com beijos em santinhas, na relva, nas tatuagens, nos amuletos, rezas exuberantes e exóticas, trabalho, muito trabalho, trabalhar mais, trabalhar melhor, levantar a cabeça.
    Enfim, tudo etava determinado pela imprensa, que a Alemanha ia ser o champanhe para encher a taça e celebrar o brinde da victória da Argentina.
    Nenhuma das crianças sabia o nome de um único jogador alemão e creio assim vão continuar depois do jogo.

  5. Depois do golo ao chile e do não-golo à alemanha tudo é possível. Se o Blatter quisesse não precisava de corta-relvas, era só dizer que queria, pedir desculpa (a todas as vezes) e dizer aos fãns para pastarem na relva.

  6. Olé !!!!!!!!!!!!!!! olé !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! olé!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!olé!!!!!!!!!!!!!!!!
    viva la roja !!! tão lindos , os meus meninos ! pena que seja só no futebol…
    ando a sonhar com uma final boches / os melhores seres do mundo ( a cena do ego – o espanholito que vive dentro de ti) e com um resultado igual ao do último Euro. um baixinho asterix a dar banho aos matulões “alemões”.
    sonhar com ninharias é tão bom.

  7. ele já se chama boche , o meu cão. mas era de mau gosto chamar cão aos boches , nera? não sou tão indelicada quanto isso normalmente. só nos dias dificeis de spm. e hoje não é um.

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