666 telemóveis

Pedro Delille esteve no programa “360º” da RTP3, na passada quarta-feira. Antes de irmos ao que lá foi dito, partilho um enigma: que é feito da segunda parte? Os interessados poderão fazer o que fiz, procurar por ela na página do programa. Dos 16 que lá estão neste momento, quase todos têm duas ou mais partes disponíveis. Um dos programas só tem um vídeo por ter sido mais curto, outro por condensar num vídeo mais longo o todo dessa edição. E depois temos o vídeo onde se discutiu a providência cautelar contra a Cofina por esta publicar informações que estão sob segredo de justiça no Processo Marquês. Este termina com o anúncio do intervalo e do regresso para a continuação da conversa. Só que essa parte não está disponível. Porquê?

Pode ter sido por falha técnica. Seria uma grande coincidência, posto que essa segunda parte tem muita importância tanto para o conhecimento público do que é possível acompanhar do caso como para a avaliação das pessoas que estavam presentes em diálogo, mas as coincidências acontecem por acaso, né? Assim como quando apanhavam Sócrates a falar antes dos debates televisivos começarem ou a preparar-se para ser filmado antes das comunicações ao País e se exploravam essas cenas semioticamente obscenas. Coincidências. Alguém se esquecia, quando se tratava de Sócrates, de carregar no botão, ou se enganava no botão, e lá se exibia o bandido sem o disfarce da pose oficial para que fosse humilhado. Contudo, e se a falta desta segunda parte onde o Delille disse e ouviu das boas não tiver sido coincidência? Nesse caso, algo de muito grave teria acontecido. Irei entrar em contacto com o Provedor da RTP, solicitando-lhe que se disponibilize o acesso a esse segmento deste “360º” mesmo que ninguém apareça a explicar o fenómeno. É que também sou daqueles que adoram a liberdade.

Ora, neste dia 28, antes do esclarecimento do tribunal em causa, ainda a gente séria do jornalismo tratava a providência cautelar como um escandaloso acto de censura a merecer o mais fogoso e assanhado repúdio. Foi isso que José Rodrigues dos Santos, Francisco Teixeira da Mota, Ana Luísa Rodrigues e Joaquim Vieira disseram ao Pedro, nalguns casos juntando a essa denúncia essoutra de ser Sócrates um tirano que ambiciona acabar com a liberdade de imprensa, a liberdade de expressão, a democracia e, já sem surpresa, com a civilização Ocidental no seu todo, assim o deixem. A isto respondeu o Pedro com a reclamação dos direitos que assistem aos alvos das pulhices e dos crimes da Cofina. Não teve qualquer sucesso, pelo contrário, tendo o programa terminado com o Rodrigues dos Santos a apelar à desobediência à Lei dos jornalistas da Cofina de forma a continuarem com o que andaram a fazer até agora. O Dâmaso terá aplaudido o homem da sopa de peixe que foi “nobre” à moda do esgoto a céu aberto.

Ainda na 1º parte, Delille teve a oportunidade de explicar como é que o CM fez esta capa:

img_400x516$2015_10_21_03_36_02_490851

De acordo com a versão do advogado de Sócrates, tal resultou de uma escuta onde Inês do Rosário, mulher de Carlos Santos Silva, estava a chorar ao telefone enquanto lia para uma amiga as notícias de jornais onde apareciam as suspeitas sobre o seu marido. Estando a repetir o que lia, e lendo que o dinheiro do seu marido era de Sócrates ou que o motorista fazia isto e aquilo, fora de contexto isso equivale a ter sido ela a confirmar as suspeitas posto que as reproduzia ipsis verbis. A ser verdadeira esta explicação, e que saiba o CM ainda não desmentiu Delille, a canalhice que se pratica a mando do Octávio Ribeiro é de uma violência que não imaginávamos possível na imprensa portuguesa. E de nada valerá ao pasquim invocar que esteve apenas a reproduzir o que encontrou no processo, sendo a interpretação da escuta da responsabilidade do Ministério Público, pois foi precisamente para preservar a privacidade dos envolvidos e evitar o dano de um eventual erro desses que se colocaram sob segredo de justiça esses documentos. O CM, ao usar as informações em causa, não está a servir o interesse do público porra nenhuma, a menos que se trate de um público que ambiciona ser cúmplice de criminosos. O CM está é a explorar num registo sensacionalista aquilo que neste momento é parte de um processo judicial cujo desfecho é desconhecido. Nesse sentido, assume um papel de apoio à acusação, veiculando e promovendo as versões mais caluniosas da investigação como se elas fossem o resultado final da aplicação da Justiça. Pelo caminho, destrói quanto possa do bom nome dos seus alvos e terceiros apanhados em escutas por laços familiares, profissionais, de amizade ou outros com os arguidos.

Na parte em falta, Delille entra em diálogo com um sorridente Joaquim Vieira que defendia a legitimidade do esgoto para dizer o que bem entendesse e como quisesse acerca do caso. No entanto, este Vieira amante da liberdade de imprensa ficou em silêncio quando o advogado lhe perguntou se ele tinha conhecimento de alguma ilegalidade que Sócrates tivesse cometido. Pelos vistos, o sorridente Vieira não passava de mais um leitor fã da pasquinagem. Essa foi a ocasião para Delille deixar um eloquente protesto contra a dualidade de critérios com que o Processo Marquês é tratado na comunicação social e na sociedade. Na prática, aceita-se qualquer suspeita acusatória como se resultasse de um facto estabelecido a que já só falta apensar uma pena judicial. Ao invés, toma-se qualquer declaração e acção da defesa de Sócrates como uma manobra para fugir à Lei. CM, Sol, Sábado, Observador, políticos do PSD e CDS, e até o primeiro-ministro que já falou do caso no mesmo registo, pretendem encher o espaço público de uma atitude persecutória e intolerante para com o próprio direito à defesa de Sócrates. Estamos a assistir a um linchamento.

Dois dias depois deste programa, Francisco Teixeira da Mota publicou Os seis telemóveis de José Sócrates. Vale bem a pena ler. Nele defende a ideia de que Sócrates sempre que recorre à Justiça está apenas a revelar quão tirano realmente é. Como político, não pode ter os mesmos direitos dos restantes cidadãos, pelo que se trata de comer e calar, declara afiando a guilhotina. As acusações de que for alvo, sejam elas quais forem, não passam do saudável “escrutínio” aos malandros dos políticos. Mas este Chico vai ainda mais longe, reclama o direito a saber o que fez ou não fez Sócrates na sua privacidade e intimidade. As suas últimas palavras são estas:

"Faz parte do direito à informação os portugueses poderem saber, por exemplo, que o ex-primeiro-ministro utilizava seis telemóveis. Se o fazia por razões lúdicas ou para esconder actividades criminais, poderá esclarecê-lo se quiser, mas temos todo o direito de o saber, como temos todo o direito de saber dos meandros de um círculo de amizades em que circulava despreocupadamente tanto, tanto dinheiro. Mesmo que não seja crime."

Curiosamente, Pedro Delille disse, no programa em que participou Teixeira da Mota, ser mentira que Sócrates tenha usado 6 telemóveis. Porém, o especialista em liberdade de expressão do Público, menos de 48 horas depois, dá como garantido que esse é um facto comprovado. Será que ele sabe que o advogado de Sócrates foi para a RTP mentir à boca cheia? Mas se sabe, como o soube? Questões a que não irá responder, e que ninguém terá oportunidade de lhe fazer. Entretanto, pregou mais um prego no caixão do respeito pelo Estado de direito e pela decência neste caso. É que mesmo que Sócrates venha a ser condenado, seja lá pelo que for, esta febre justicialista onde os fins justificam os meios continuará a ser uma regressão a um estado de animalidade em que se pretende impor a lei do mais forte. No confronto com um Ministério Público e um juiz que, por actos e omissões, permitem a continuação da sistemática campanha negra em que Sócrates se vê envolvido desde o Freeport, é fácil de aferir onde está a força e a fraqueza. O apelo populista mais rasteiro vindo de um jurista deste calibre e preocupações é quase tão impressionante como os 6, 66 ou 666 telemóveis da Besta.

30 thoughts on “666 telemóveis”

  1. O Chico Mota sempre foi o tipo de causìdico lisboeta que de direito sabe pouco mas sempre viveu à conta da notoriedade que as suas boas relações com a “manipulação social” que lhe dão. De resto, não passa de um dos muitos “junta letras” com colunas nos jornais. Espaço que utiliza para alinhavar meia dúzia de lugares comuns a maior parte das vezes fazendo declarações de ciência sobre uma arte que manifestamente não domina.

  2. Val, sem pensar que o Jaime Fernandes é uma espécie de menina das avarias, fazes bem em pegares num copy da primeira parte deste post ou no link e fazer-lhos chegar. Ele tem meios para perguntar a quem de direito e, mais importante, tem estatuto necessário para obter resposta sem se perder em burocracias. Tu, eu e quem quiser. Quanto ao post e à excepção das câmeras e dos microfones indiscretos (que tanto apanharam o Sócrates com o Louçã a falarem da MMG ou o ex-PM com o Luís Bernardo ex-do-ex-do-ex e que agora faz parte do dream team ouvido pelo Observador, os vários happenings do Berlusconi, o Schäuble com o Vítor Gaspar em Bruxelas, o Carrilho na SIC e há uma longa história na política americana desde o ataque de Reagan à URSS* etc.), é particularmente nojenta a cena da Inês Rosário no CM. «O nosso objectivo é fazer bom jornalismo», esta frase poderia ter sido escrita num editorial pelo Octávio Ribeiro mas saiu da boca do José António Saraiva quando soube que o Sol ia ser querelado.

    O asterisco é este: “My fellow Americans, I’m pleased to tell you today that I’ve signed legislation that will outlaw Russia forever. We begin bombing in five minutes.” – Ronald Reagan, 1984.

    Quem é o Provedor . Provedor do Telespectador – RTP
    http://www.rtp.pt/wportal/grupo/provedor_tv/provedor.php
    e
    Enviar Mensagem . Provedor do Telespectador – RTP
    http://www.rtp.pt/wportal/grupo/provedor_tv/enviarmensagem.php

  3. Fui ver a gravação da rt3.

    Pedro Delille rodeado por 4 antagónicos/inimigos/carrascos/cães de fila de Ex. PM José Sócrates.
    Incrível como aquele dito jornalista/dito escritor José Rodrigues dos Santos que se supõe conduzir uma entrevista fazendo os intervenientes apresentarem as suas razões faz todas as pergunta com preâmbulos de acinte acusatório e se dá ao luxo de finalizar com truques de …ah…ah…vou lixar-te ainda mais.

    O causídico da treta (só a voz indica o calibre), o jornalista a soldo e o entrevistador já são de sobra conhecidos pelas suas posições de longa e agressiva perseguição a José Sócrates, família, amigos, e todos os próximos afectivos.
    Pertencem todos a um grupo etário de Velhos do Restelo que pelos vistos não deixam nada mais fresco, inteligente e bonito entrar em antena e poder elucidar com dignidade quem quer entender os factos dum processo manipulado.

    Inquietante como a representante sindicalista (mal amanhada e insegura) se apresenta a fazer o frete a orgãos de comunicação que se dedicam ao insulto, calúnia e ataque ao bom nome e imagem dum cidadão há longos anos.
    Um trabalho travestido de notícia de interesse público que o sindicato se atreve a defender que, mesmo para muito estúpidos e sectários, é um arrazoado de cabeçalhos e textos onde a ética e deontologia jornalística de informação nunca apareceram.
    Belo sindicato de jornalistas para um País da Europa de toda regras e Direitos Humanos.

    Espanta-me a paciência de Pedro Delille embora tenha estado bem mais à altura da agressividade maldosa com que, em crescendo, os Advogados do Ex. PM vão ter que confrontar-se.

    É certo o que disse Pedro Delille, num país onde as dificuldades de emprego, protecção e valor do dinheiro são temas à flor da pele, primeiras páginas de pasquins apelando à inveja amplificada pelos milhões que começaram em 12 e já vão em 30 a que todos os dias somam telemóveis (objecto de culto do povo jovem) mais automóveis (provavelmente oferecidos pela marca para publicidade do bom gosto) são o mote para que os mais simples se juntem ao pretendido clima de ódio, claro objectivo político da pasquinagem.

    Até o Dr. Mário Soares na boca dum velho que escreveu sobre Salazar (não sei o nome) baixou a cotação na cabeça gorda e senil do mesmo por :
    – defender José Sócrates.

    Este país mete medo.

    Ainda bem que José Sócrates enfrenta, por ele e por gente de bem, esta matilha raivosa que envenena a todas as horas há longos e medonhos anos.

  4. A matilha raivosa não vale nada e dela não rezará a historia. Mas esta é a sua hora de glória, num país dominado, como nunca, por um punhado de novos-ricos, paridos pelo cavaquismo desde a segunda metade da década de oitenta. Sócrates foi a pedra no sapato. Ele foi uma maioria absoluta disposta a inovar neste país sempre puxado para o marasmo. Apostou forte e foi convencendo muitos e cada vez mais. O cavaquismo do nosso eterno marasmo cheirou-lhe o perigo e decidiu que só havia uma forma de anular o homem: assassiná-lo. Tinham as armas todas à mão: agentes da justiça criminosos e a imprensa ao seu total dispor. Dito e feito. Mas a história não acaba aqui. Os pulhas vão figurar, na História, como pulhas que são. A minha dúvida é se vão apenas torturar Sócrates ou conseguir mesmo assassiná-lo.

  5. A especulação não se combate com especulação. A fé é livre e todas elas legitimas. Aguardemos calmamente pelos factos. O buraco economico em que a fera deixou o país, apesar de real e medivel, já tem sido negado pelos homens de fé; assim como o controle e ameaça dos media: Não é por isso que deixa de ser verdade.

  6. Especulação? Fé? Acaso sabes ler, António Cristóvão, ou só tresler ou quando te agrada o escrito?

  7. Maria Abril

    “… num país dominado, como nunca, por um punhado de novos-ricos, paridos pelo cavaquismo desde a segunda metade da década de oitenta. Sócrates foi a pedra no sapato.”

    Então mas esse Sócrates é o quê?
    Talvez um dos maiores exemplos de novo riquismo rasca dos últimos tempos!

  8. Neste momento isso agora já tem pouco interesse.
    Dentro de pouco sai a acusação e depois teremos o julgamento: evasão fiscal – culpado; branqueamento de capitais – culpado; corrupção – por prova indireta, culpado.
    Perante o crime mais difícil de provar, ser condenado um fulano que tomou as mais ínfimas precauções, terá de se aplaudir de pé a investigação!

  9. “Não é por isso que deixa de ser verdade.”
    “corrupção – por prova indireta, culpado.”

    provas nenhumas, convicções às toneladas. o manhólas anda a dizer isso à 15 anos e o gajo agora quer calá-lo, portantes deve ser verdade. depois tamém não podia ser doutra maneira, o gajo ou o estado de direito, não sei se me estão a perceber.

  10. Haverá algum EXPERT por aqui que se debruce sobre o Estatuto da Ordem dos Advogados? É só uma ideia…esta coisa de «liberdades, direitos e garantias» e quem detém a verdade, e quem é que sabe o quê’, e as manhas do CM, e do Público, e da providência cautelar ( ganda banhada…) etce, etce e tal….é pá, se o ex 44 tivesse um canal…caramba, onde é que já estávamos…

  11. Teodoro
    1 DE NOVEMBRO DE 2015 ÀS 16:06
    Maria Abril

    “… num país dominado, como nunca, por um punhado de novos-ricos, paridos pelo cavaquismo desde a segunda metade da década de oitenta. Sócrates foi a pedra no sapato.”

    Então mas esse Sócrates é o quê?
    Talvez um dos maiores exemplos de novo riquismo rasca dos últimos tempos»

    Meu caro,

    Se se prova a acusação, termos mais do que novo riquismo rasca…e se o homem é o gajo que não admite ser contrariado, temos, ainda, muito mais…uma espécie de «coroné» da américa latina….

  12. «No entanto, este Vieira amante da liberdade de imprensa ficou em silêncio quando o advogado lhe perguntou se ele tinha conhecimento de alguma ilegalidade que Sócrates tivesse cometido. Pelos vistos, o sorridente Vieira não passava de mais um leitor fã da pasquinagem. Essa foi a ocasião para Delille deixar um eloquente protesto contra a dualidade de critérios com que o Processo Marquês é tratado na comunicação social e na sociedade. »

    Pois é. E que dizer DAQUELES que ABSOLVEM o HOMEM e condenam quem o investiga sem conhecerem o PROCESSO? Caramba!

  13. primaveraverão
    1 DE NOVEMBRO DE 2015 ÀS 13:02
    O causídico da treta (só a voz indica o calibre)»

    O julgamento técnico,sincero e verdadeiro…se a voz manda…que dizer da voz do ex44 e do que a mesma arrasta.

  14. Não há branquamento de capitais sem origem ilícita. Divergência fiscal é vulgar. Haja o que houver no julgamento, o processo José Sócrates já levantou as perdizes suficientes para entender o Portugal de hoje.

  15. provas mais que fundadas, convicções mais que firmes. o manhólas não anda a dizer isso à 15 anos e o gajo agora não quer calá-lo, portantes deve não ser verdade. depois tamém não podia não ser doutra maneira, o gajatz ou o estadatz de direitatz, não sei se me estão a perceber.

  16. O jogo entre o plano médio sobre o advogado de defesa de Sócrates sempre que ele intervém e a foto de Sócrates colocada atrás dele mostra tudo sobre manipulação do espectador. É obsceno mesmo.

  17. O pugrama 360 graus tem 90 minutos, o mesmo sucedendo com o programa seguinte, Grande Entrevista, isto na minha grelha de programas RTP 3 . É o que consta da box .
    Nas minhas gravações automáticas o 360 graus tem três intervalos .
    Na primeira e na segunda parte discute-se o tema. E o Dellile aparece na segunda parte. A terceira parte do espaço nas minhas gravações automáticas começa com a Grande Entrevista ( o entrevistado é Pacheco Pereira ) e a entrevista completa continua no espaço próprio da grelha dedicado à G E .
    Significa isto que quem quiser gravar a entrevista ao Pacheco tem que gravar 180 minutos, sendo um nico do espaço final do 360 graus que respeita ao início da entrevista e o resto da entrevista, no local próprio, o qual, quiçá, já tem também o início do programa seguinte à G E.
    Quanto à página linkada e da propriedade da RTP 3, é para esquecer, os sites nacionais são uma lástima .
    Quem tiver box de gravação, pode gravar no disco, quem tem box sem gravação, dispõe da gravação automática por determinado período de tempo, após o que é apagada, quem não tem box nenhuma sujeita-se a essas discricionariedades e falhas dos sites .

  18. o senhor fervedor do espetador acaba de isplicar os prucedimentos lícitos para ferver o pugrama a 360º em 180 minutos. na próxima intrevensão ensinará a cozer água da troneira a 90º com uma receita de fazer ângulos rétos. prontus, era só.

  19. Se o queixoso tivesse meio palmo de testa não tinha vindo incumudar os leitores com minudicências de mírdia, e se possuísse meio caco de tola tinha mais Prudência e não destapava a máscara, muito mais, em se tratando de renda de Lille, assumpto que é da competência da Associação das Costureiras, da qual, aliás, lui, meme, é presidente, e ignorotaz, son tesoureirô, et, lá meme personne .
    Les Deux, La Même Chose, 2 du Novembrier, 2015 .
    Cordialement .
    Fodez-vous .

  20. manuel de instrussões
    2 DE NOVEMBRO DE 2015 ÀS 9:06
    o senhor fervedor do espetador acaba de isplicar os prucedimentos lícitos para ferver o pugrama a 360º em 180 minutos. na próxima intrevensão ensinará a cozer água da troneira a 90º com uma receita de fazer ângulos rétos. prontus, era só.»

    O PIMPAUMPUM devia era ensinar-te a ferver a cabeçorra para parares de dizer ASNEIRAS. IGNATZODOKU és tão…liberace, pá…caramba, depois de ver a fotografia que o PIMPAUMPUM postou aqui de ti, só te vejo com o trombil brilhante e os dedos cheios de anéis….caramba, que asco.

  21. Lucas Galuxo
    1 DE NOVEMBRO DE 2015 ÀS 20:56
    Não há branquamento de capitais sem origem ilícita. Divergência fiscal é vulgar. Haja o que houver no julgamento, o processo José Sócrates já levantou as perdizes suficientes para entender o Portugal de hoje.»

    CARAMBA! Até onde chega a cegueira desta gente. O Portugal de hoje é aquilo que os democratas vendados PERMITEM! Então mas esta GENTE tem tanto que dizer e que apontar e QUEDA-SE NOS COMENTÁRIOS da TRETA?! Que tal mais proatividade? Que perdizes o ex44 LEVANTOU? Nenhuma! Apenas ataca e dispara, revelando uma têmpera inadmissível mas reveladora do que ele é, seja, perturbador, alucinado, e manipulador, tudo com a intenção de DESVIAR a atenção. Ora ele sabe muito bem que os MAGISTRADOS no caso estão ATENTOS e, com tanta invetiva que têm levado de leigos arrogantes, SÓ PODEM ESMERAR-SE TECNICAMENTE. Quem não deve, não teme. Aguarda a sua hora para se defender. O que se vê é um grupo promovendo SEMINÁRIOS de inocência, porque ELES assim entendem e «prontos». Um pantanal de manifestações que INCOMODA quem deseja ver averiguada a verdade – EU E OUTROS!

  22. Numbejonada, eu ia pôr aqui mais fotografias de uma certa fauna ” gauche chic ” e de ” cul al aire ” mas não me deixaram, a coisa ficou retida na alfândega e depois foi visada pela Comissão de Censura Prévia.
    Foi repristinada, não sabia ?
    E depois chamam anti-democratas aos outros .

  23. Numbejonada,

    Lí e creio que bastantes detectaram a autoria do comentóide a que alude, tem copyrightzatz.

    Lucas Galuxo,

    Importa-se de explicar o que é que entende por ” divergência fiscal ” ?
    By the way, funny name , if you ask me .

  24. Pimpaumpum
    2 DE NOVEMBRO DE 2015 ÀS 16:11
    Numbejonada, eu ia pôr aqui mais fotografias de uma certa fauna ” gauche chic ” e de ” cul al aire ” mas não me deixaram, a coisa ficou retida na alfândega e depois foi visada pela Comissão de Censura Prévia.
    Foi repristinada, não sabia ?
    E depois chamam anti-democratas aos outros .»

    LOL. REPRISTINADA…! Ehehehehhe. Eu «cá» não sou democrata como «eles serem»….pois, então?!
    E o gajo da divergência fiscal?! Já viu a análise que estes gajos fazem? Temos de aceitar que se escreva adequadamente para eles…

  25. Já agora, é verdade que outros vídeos deste programa têm as duas partes e este deixou uma parte na gaveta. Como espectador – não como eleitor do PS, que não sou – fiquei interessado em ver o que tinha para dizer o advogado de José Sócrates e portanto frustrado pelos passistas que gerem aquilo terem truncado o vídeo.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.