pequenas coisas na escola e em casa

A professora, dirigindo-se ao meu benjamim:
Vamos lá conjugar o verbo perder. Então: eu perco, tu…
Meu filho: Tu ganhas!

Eu: A coçar a cabeça? Ai filhote, temos regresso dos piolhos.
Meu filho: Sabes lá se tenho piolhos? Posso ter só uma interrogação…

17 thoughts on “pequenas coisas na escola e em casa”

  1. Como te percebo,,, a minha filha mais nova insiste em dizer, no trabalho da escola sobre o 25 de Abril, que a PIDE “triturava” os presos políticos… será um lapsus linguae ou a sabedoria das criancinhas?

  2. não sei, teresa, mas a empregada de uma amiga minha, além de sair à rua “de mala à caracol”, tinha o hábito de “torturar” a sopa.
    na verdade, aqui, estou a celebrar a primeira vez que o meu filho pequeno leu um livro inteiro num dia. foi uma aventura do capitão cuecas mas, dados os hábitos de leitura anteriores, abençoo esta fúria recém-adquirida.

  3. O Capitão Cuecas está a causar hábitos graves de leitura compulsiva nos putos. Cuidado com aquilo, ainda crescem a querer e a gostar de ler…(o que penso, vá contra o actual esforço de quem manda na educação). Se, a par disso, gostarem de fazer contas, serão casos perdidos…

  4. fernando, deus te ouça e ele tenha muito tempo pela frente.

    sem-se-ver, obrigada.

    teresa, o teu diz que é uma espécie de namorado usa uma capa?

    ana, o pente confirmou a interrogação. uf!

    mana, pois, o pente está sempre a postos.
    na turma do teu afilhado estão até a contribuir com os seus para a biblioteca temporária de empréstimos da sala. parece que já só lhes falta um. ontem ele disse, sobre ter descoberto o famoso capitão: e tudo graças à tia catarina! :-)

  5. mas olhem lá, porque é que os nossos filhos andam a ler os livros do Capitão Cuecas e não lêem os do Guilherme? Esse é que era um gajo maluco.. Lembram-se deles? Havia um que eu gostava especialmente que era “Guilherme e os Detectives”.

  6. Pois era, o dos detectives era o Emílio. Mas havia um Guilherme, não me lembro em que colecção. Só sei que fazia imensos disparates e que nós o tinhamos quase por herói. Vou tentar encontrá-lo quando fôr “a casa” que ainda devem andar uns livros lá pelas prateleiras do sotão.

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