16 thoughts on “Vale a pena ler este artigo da Visão”

  1. paguem.lhes as mesquitas, onde lhes ensinam coisas virtuosas. nao tarda teremos o julgado da sharia de lisboa com o alto patrocínio da cml. é só uma questão de tempo. quando, por exemplo, a lei das sucessões portuguesa lhes tiver q ser aplicada e eles bradarem aos céus como caes raivosos com a ideia de uma mulher herdar em partes iguais com os seus irmãos homens. só quem não conhece a forma de viver daquele bando de anormais e incivilizados é que lhes constrói mesquitas de 3 milhões. a mouraria é hoje um nojo e uma ofensa à fundaçao de portugal.

  2. coitadinhos é preciso integrar os coitadinhos os islamitas coitadinhos tao pobreznhos.tao frageis. como em forma de agradecimento por os recebermos eles nos tratam como infiéis, toca de incentivar aquela fervor religioso a que conseguimos com muito esforço por fim ha uns seculos na europa principalmente em portugal onde as miserias do catolicismo como religiao de estado foi das que mais perduraram. num pais sem dinheiro o dinheiro islamico e o grande manuel salgado farão rguer esta mesquita e muitas outras coisas lindas que em nome de alá se erguerao no futuro.

  3. ò enaparvo, vai ler o artigo e deixa-te de parvoeiras preconceituosas sobre racismo e religião. o artigo da visão explica isso e bem, mas duvido que seja acessível a murcões pré-formatados na univerdidade de castelo de bidé, de qualquer maneira tenta, pode ser que resulte.

  4. iganório, pouco interessa o que se diz no facebook e quando ou por quantos votos é que foi aprovado esse miserável projeto da mesquita. o que interessa é sindicar essa decisão enquanto legalmente for possível e revertê-la. 3 milhoes para o islamismo? vão prá pqq.

  5. Tem graça. Esse artigo goza com os likes do facebook e vive deles. A construção da mesquita pode ter sido decidida em 2012. Mas em 2012 não sabiamos o que sabemos hoje sobre o islão. Que posição pública tomou o Centro Islâmico do Bangladesh sobre a decapitação de pessoas que não seguem a sua religião, no seu país?

  6. Esperemos que ao menos aqui tanto o Bloco das raparigas sem burca e o Jerónimo dos comunistas arreganhem os dentes e espumem de raiva contra esta ideia.

  7. Lisboa é uma cidade cosmopolita, desde longos tempos, mais do que Londres e Amesterdão. Os muçulmanos são parte integrante da sua cultura assim como os cristãos e judeus, hindus ou os adoradores do diabo. Vivo numa cidade e sociedade laica e recuso- me a julgar previamente alguém pelas crenças que pratica. Sou orgulhosamente alfacinha de chinela no pé.
    Mas o único sítio onde me senti perto de Deus, sem ser em acido ( uma CTA para o rato, mas se for para fazeres um trocadilho pf escolhe uma região demarcada de jeito) foi na Mesquita de Cordoba, aqueles arcos e pilares a escala humana deram-me uma tranquilidade e paz do caralho, mas também já tinha bebido um tempranillo, Ala que me desculpe. No extremo oposto temos as grandes catedrais cristãs, Burgos, Sevilla, Colonia mas também Hagia Sofia obras politicas grandiosas em que se demonstra q Deus é mais alto está lá em cima e esmaga-nos na sua sabedoria e despreza-nos na nossa insignificância. Trump Towers.

  8. A unica cruzada que vale a pena em Portugal, é a que nos livrara de vez das Helenas Matos e do resto da padralhada mental, disfarçada ou não, atirando-a bem longe para o meio do Atlântico. Para esta cruzada contem sempre comigo. Até pode ser em nome de Ala…

    Boas

  9. Os Ingleses chegaram a vender Castelos para haréns de reis do petróleo,.
    Tudo para os petrodólares não seguirem outros caminhos.
    Vistos Goldes que ajudaram a criar bombistas e presidentes de câmara.
    A nossa ganância barata de mão estendida pode levar-nos a ver mesquitas junto à Sé de Lisboa, à Sé de Braga, à Sé da Guarda e em todas as zonas históricas das capitais do país.
    A Europa está na merda com certas esquerdas.

  10. o islamismo radical não é nenhuma religião, é uma ideologia sobre praticamente todos os aspetos de organização social, política e económica e tem como principal inimigo o estado de direito democrático, ao qual, aliás, não reconhece, confessadamente, a menor das legitimidades. a liberdade religiosa é um valor absoluto, mas nada está a ser feito para que as mesquitas de 3 milhões não se tornem centros de islamitas radicais, o que é uma fortíssima probablidade nos dias de hoje, e essa completa falta de cuidado deve preocupar qualquer pessoa de consciência sã.

  11. O Enapá tem razão. O Islão não é uma religião comum. Pertence ao mesmo grupo em que se encontra o ateísmo fundamentalista, o daquelas que não descansam enquanto não acabarem com todas as outras.

  12. Pobre argumento esse de que por uma deliberação ter sido aprovada sem ninguém ter dito nada (seja numa assembleia de câmara ou de condóminos), não possa haver um grande alarido quando essa deliberação é executada: são factos que têm uma divulgação e impacto totalmente diversos (ou quem acompanha as deliberações municipais?). E, para mais, mediando 4 anos entre a aprovação e a execução. Note-se que concordo com a obra (ainda que me faça espécie esta noção de que, para um particular, tudo num edifício é sagrado, enquanto se a obra for pública, o mesmo edifício pode ir todo ao chão sem se suscitar qualquer problema), agora o argumento (salvo para fins jurídicos, claro) é mesmo de quem não tem mais nenhum.

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