23 thoughts on “Um ministro com os copos”

  1. não táva nada com os copos, não aguentou a pressão e quase que lhe saltou a tampa, tanto que no fim pediu desculpa por qualquer coisinha. esta gente está habituada a aldrabar sem contraditório e a impôr as verdades que lhes dão jeito, quando a coisa não corre bem, descontrolam-se e fazem figuras destas. desta vez as bernardettes soares não contribuiram para o descontrolo.

  2. Isto faz lembrar aquelas coisas da internet “priceless drunk pictures”, onde estudantes universitários americanos são apanhados em momentos de bebedeira, com as cuecas à mostra! O governo vai nú desde que a Troika saiu e como se não bastasse já o “basqueiro” do orçamento de estado de 2015 e o “escachamento” (acho que é assim que se diz no norte) que: FMI, troika, comissão europeia e todos os partidos da oposição fizeram à “patética” e “preguiçosa” desculpa de documento, que nos vai reger em 2015. Sem ser “piegas” (mais uma palavra do sul), toda esta gramática de tasca apenas vem demonstrar o estado do governo de Passos Coelho e Paulo Portas. Parece que afinal e a existir, a “boa moeda expulsa a má moeda”. E esta é uma citação d e u m p o l í t i c o a l g a r v i o, q u e o b ê b a d o d o s e n h o r m i n i s t r o, d e v e c o n h e c e r – assim explicado lentamente para ter mais “graça”.

  3. Se fosse copos amanhã o problema dele estava resolvido. Nem ser fino ou grosso. Este palerma é um labrego português em qualquer parte do mundo.

    E como todo o verdadeiro labrego não lhe interessa nada o que os outros dizem. Estatísticas? Que interesse tem isso? O governo a que ele pertence ainda não acertou uma única desde que lá está. E nem tem problema,.. apertamos o cilício enquanto eles se lambregam como campeões dos rectificativos.

  4. Curioso que, quando ouvi o “discurso” do paspalho mágico, a primeira coisa que me ocorreu – independentemente do que estava a dizer – é que estava com uma grossa bebedeira. Nem seque um “passou-se” … Há dias assim… E ainda dizem que a Horta é Seca ! É bem “regada”!

  5. pois é, sr. soares. é esse o problema, confundir desespero com bebedeira, significa que já desculpamos tudo a esta canalha e duvidamos de nós próprios quando deveriamos estar a atirar tomates podres ao milagroso pirex.

  6. os neurónios de pires de lima fizeram greve, sem pré-aviso; ai que já não aguentam, as pobres células cinzentas do pires de lima júnior, ter que processar aquela verborreia do cds durante tantos anos…

  7. Tanta virgem ofendida. Tenho de concordar em pleno com o que escreveu o João Pereira Coutinho hoje:

    Uma parlamentar inglesa disparou: ‘Winston, se eu fosse sua mulher, envenenava o seu chá.’ Churchill respondeu: ‘E se eu fosse casado consigo, bebia-o’.
    Estes tempos de teatral insolência ainda hoje continuam: acompanhar os debates em Westminster é ver o governo e a oposição numa dança de picardias – tudo acompanhado pela risota geral de quem se diverte genuinamente com a política.
    Em Portugal, estes excessos não caem ‘bem’ no goto e no esgoto dos nossos parlamentares, políticos ou ‘comentadeiros’. Com a seriedade própria dos brutos, eles desatam a marrar de indignação sempre que alguém, na Casa da Democracia (com maiúscula), foge ao tom fúnebre do velório em que o país se tornou.
    Por isso aconselho Pires de Lima a não repetir a dose perante um auditório conservado em formol. Há sempre o risco de apodrecer os espécimes – e o apodrecimento larga cheiro.

  8. oh pinto, o estilo piroso é tornar a falência da compal num estudo de caso bem sucedido, ser o grande general dos investimentos duvidosos da unicer que se pirou para o governo ainda a tempo de destruir mais qualquer coisinha. os feitos deste grande gestor de empresas precisam de litradas de formol para serem mostrados ao país como sucessos de chulice, mentira e falta de escrúpulos, só possíveis com a conivência e publicidade da comunicação social. quando apertados negam tudo, não sabem, não viram, não estavam lá, foram os outros.

  9. Ignataz, não comento os dotes dele enquanto gestor porque não percebo nada disso. Comentei, com uma citação, a postura dele no Parlamento. Só.

  10. a postura foi a normal dos cobardes que não têm argumentos, discutia-se o orçamento e os resultados dos números martelados, como a conversa não agradava, o deputado grosso do eixo cascais/leça do baldio armou basqueiro encenando o clássico se-não-comem-a-papa-chamo-o-sócras e virou o disco para a candidatura do costa a primeiro ministro com um cartaz alusivo ao sócras de permeio. depois há coutinhos & toucinhos que curtem foleirada e misturam churchill em justificações bacocas.

  11. Dizem agora que o Sr. Ministro estava há muitas horas sem comer, e só saiu brevemente para comer e beber alguma coisa. Porém a Super Bock caiu-lhe na fraqueza… Quando se está há muitas horas sem comer, uma cervejola com a bifana pode ser catastrófica, como se viu. Se fosse outro personagem eu para a próxima recomendava-lhe um copo de leite quente para acompanhar a bifana. Com esta personagem, tenho que pressupor que, apesar do perigo que isso representa, por motivos profissionais, tenha mesmo que empurrar o prego com a Super Bock. Os sacrifícios que um trabalhador faz em prol da “sua” empresa.

  12. “depois há coutinhos & toucinhos que curtem foleirada e misturam churchill em justificações bacocas”

    Suponho que o excerto de Churchill não seja uma foleirada (não há cá misturas … o que Churchill disse foi de uma elegância a toda a prova).

    João Pereira Coutinho critica os púdicos que ficam muito escandalizados e aflitos com os excessos do ministro. Os púdicos de serviço ficam muito escandalizados com a opinião de João Pereira Coutinho. Portugal pode ter falta de dinheiro mas não tem falta de uma coisa: catequistas sempre prontinhos a apontar o caminho do bom comportamento e a exorcizar quem não segue esse caminho.

  13. misturas é na tua ervilha pensante, comparar churchill com o pires milagroso é de bimbo. parabéns a ambos os três, coutinho, pires e tu.

  14. Churchill não conseguia manter um discurso de dois minutos sem um papel à frente.Tinha dificuldades constrangedoras de oralidade. Churchill tomou decisões militares desastrosas como a “Campanha dos Dardanelos”. O exemplo que João Pereira Coutinho deu de Churchill é bem mais brejeiro que a linguagem usada pelo Pires de Lima. Qual a impertinência em comparar seja quem for a Churchill? Tinha virtudes mas também tinha defeitos, como qualquer pessoa.
    Não aceitar comparação, como se um deus se tratasse, mostra bem o parolismo e a ignorância que por aqui grassa.

    Quanto a João Pereira Coutinho, não comparou Churchill ou seja quem for. Tomou como exemplo de excessos os que são assistidos no Parlamento britânico, para criticar os púdicos caseiros, que ficam muito escandalizados com alguém que se desvie da linha de comportamento muito correcto, muito dentro dos parâmetros que essas pessoas balizam na sua cabeça como sendo aceitáveis.

    Gostei de Pires de Lima. Gostei do estilo. Quem não gostou, coloque de lado. Ao contrário do João Pereira Coutinho, eu espero que ele repita a dose. É uma lufada de ar fresco.

  15. Ó Pinto, chamares” uma lufada de ar fresco” às baboseiras de um bêbado, não te estás a referir ao hálito, pois não?

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