“Só duas coisas são infinitas, o universo e a estupidez humana, mas não estou seguro sobre o primeiro” – Albert Einstein

Também nós estamos absolutamente seguros do segundo, no que toca aos humanos do PSD. O PSD entrou num estado tal que seria de todo aconselhável parar e pedir ajuda, sob pena de isto acabar num suicídio coletivo. Em 2005, havia bancos, entre os quais o Citibank, a tentar vender produtos derivados a governos e empresas públicas, alguns deles com grande benefício para o banco e altos riscos para as contas do Estado. Numa dessas investidas, realizaram-se reuniões com os assessores do primeiro-ministro José Sócrates. Que fizeram estes? Disseram que iam pensar (deliberação consignada na expressão “Visto. Com interesse”) e remeteram para o superior hierárquico mais próximo, o qual pediu parecer ao IGCP. Este instituto, que, por definição, gere a dívida pública, analisou a proposta em pormenor e decidiu-se pela negativa. O “swap” não foi aceite.

O que haverá de anómalo nestes procedimentos? Nada. O que há, e já o sabíamos, é um desconhecimento total por parte do PSD da estrutura da governação e do processo decisional.

Vir agora dizer estes disparates é a prova provada da total horda de garotos, desesperados, tontos e enraivecidos, que tomou conta do país.

O PS devia responder com imaginação e… piedade. O caso é patológico.

9 thoughts on ““Só duas coisas são infinitas, o universo e a estupidez humana, mas não estou seguro sobre o primeiro” – Albert Einstein”

  1. Penélope
    Os swaps, os short selling, o CDS, o CDO foram /são os instrumentos usados, após a total desregulamentação financeira da era Reagan/tatcher, pelos especuladores financeiros (bancos, fundos etc) para dominarem as economias mundiais, escravizando-as. Ou seja, são os instrumentos usados pelos políticos que representam esses interesses, para porem a economia ao serviço da alta finança. Em Portugal esses políticos chamam-se passos, gaspar, portas, cavaco, maria, antónio borges, borges de macedo e seus apoderados estilo pais jorge .
    Lendo o documento de 29.07.2005, do gabinete do PM, divulgado à imprensa pelo actual governo, consta-se ( passo a citar):
    -ponto2 -” São operações que não configuram medidas extraordinária e que se inserem nas estratégias normais de redução de risco e melhoria da performance da gestão de divida píblica, sendo excutadas com regularidade pelo IGCP.
    -Ponto3- ” Dados os prazos de implementação das mesmas, para que possam ser equacionadas no final do ano, a sua análise e ponderação deverá ser efectuada nos próximos tempos devendo existir alguma decisão no inicio de Setembro.”

    Ou seja, os assessores fizeram os que lhes competia enviando o documento para o MIN FIN
    para “análise e ponderação”. Não elaboraram nenhum “visto, Com interesse.” Assessores não puseram visto ( também não lhes competia), tal como não fazem nenhuma apreciação positiva.
    A máquina de propaganda do governo, seus spins e jornalistas incompetentes ou vendidos tentam dizer que Sócrates( sempre ele) tentou comprar swaps. Os criminosos estão à solta e para se safarem lançam mentiras despudoradas sobre os inocentes.

  2. pode ser o reflexo da tonteria e da estupidez estapafúrdia mas continua a resultar. pelo menos enquanto os meios de comunicação social continuarem a fazerem o jogo da pulhice (desta vez foi o expresso e o jornal de negócios: se não fosse o franquelim alves o governo sócrates tinha ocultado o défice). e lá teve que vir o teixeira dos santos esclarecer que quem mandava nas finanças era ele e não o franquelim. mas o que passa para a opinião pública é que só o não fizeram porque não puderam. como combater esta miséria? só vejo um: incriminar os jornalistas, por muito que estes se mandem ao ar, por fazerem sistematicamente o jogo do governo. é uma guerra mas há que ter tomates para a fazer. caso contrário esta malta continuará a desgovernar-nos por muitos anos.

  3. “O PS devia responder com imaginação e… piedade”
    Pois devia mas ficou-se pela piedade pelo suposto envolvimento do querido líder a 90 e tal por cento que, juram eles,nada teve a ver com o governo Sócrates. Pois não, isso já nós sabemos, nem chegou a secretário de estado.
    Portanto já respondeu e sem uma linha defender o anterior governo: “Foi uma tentativa vil e soez de envolvimento do secretário-geral do PS no processo dos swaps apesar de ser público e notório que nada o liga ao processo”.
    Há coisas que nunca mudam, este PS de Seguro será sempre assim.

  4. …pode até parecer tontaria e é…pode até ser a bicicleta andar de porco do velho Pina e é…mas para quem tem já no bolso uma mão cheia de pasquins e tarefeiros dá jeito…depois a estupidez (própria das mentes vazias) ecoa daí ser infinita…

  5. seguro, não se quer envolver nestas guerras do passado por varias razoes.sendo assim devia ter entrado na direçao do partido alguem que tenha estado no governo ou proximo,para sempre que fosse util intervir.seguro ainda não percebeu que ao não defender o passado ,está a hipotecar o futuro do ps

  6. filipe meneses,há dias, mandou assar num bairro social do porto 3 porcos repito tres porcos.a lider do bloco no bairro,tambem alinhou na jantarada “e não só” oferecida pelo meneses.amanhã, segundo a mesma fonte,vai pizarro ao bairro,sem porcos para assar,mas com promessas de uma vida melhor.

  7. Para os socráticos nunca existiram swaps, os 130 contabilizados e da qual este governo tem estado a renegociar, foram feitos por este governo. Aproveitam o caso de um que não foi aprovado pelo Franklim, para dizer que o líder nunca soube dessas coisas. Estejam à vontade com estes jornalistas não têm de se preocupar. O vosso maior problema é o inseguro.

  8. swaps, existem e vão continuar a existir enquanto houver bancos. o que já não é facil de encontrar,é gente que os promove em reunioes,e depois nega essa essa sua intervenção.o governo anterior não aceitou swaps,mas sabia que as empresas publicas com a autonomia que lhes foi atribuida utilizou esse mecanismo financeiro.tambem sabemos que o governo actual vendeu os swaps com prejuizo,quando podia esperar por melhor altura, mas preferiu p dar lucro aos bancos,para eles mais tarde irem ao mercados comprar divida publica portuguesa.governar assim,nem a D.Branca fazia melhor!

  9. a estupidez está transversal, Penélope, ao governo, à oposição, e à oposiçãozinha.

    (muito eu gostava que uma dúzia de blogueres daqui e de acolá, que aqui vêm dar, se juntassem e armassem a puta da justiça em uma alternativa como Portugal merece. isso é que era. :-))

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