Se nem um sorriso aguentam, que vai ser deles?

«De que ri José Sócrates?» é o título de um artigo publicado no Público por São José Almeida. Vale a pena ler para confirmar como os colunistas deste jornal poderiam estar, quase todos, a colaborar na secção de répteis do Observador, que ninguém daria pela diferença. Uma boa parte do artigo é, surpreendentemente, dedicada a enumerar anormalidades várias (embora não todas) deste processo, como a prisão preventiva, a sua duração, a falta de acusação, o desrespeito da presunção de inocência, as fugas de informações, parciais e fragmentadas (mas já não as mentiras e insinuações diárias, plantadas em grandes parangonas nos pasquins oficiais), assim como a relação de tudo isto com o estatuto especial do personagem na vida política portuguesa.

 

Porém, uns certamente difíceis parágrafos volvidos e aí está São José a achar que nada daquilo interessa, são meros pormenores, e que é impossível que Sócrates pense que os portugueses o consideram inocente. Os portugueses, claro está, são … ela. (Presunção de inocência? Ela disse isso?) Não está inocente, sabe ela, desculpem, sabem os portugueses. Assim, culpadíssimo, nunca o homem devia ter sorrido ao cumprimentar o seu advogado na noite da libertação. Devia ter chorado. Se possível, em choro convulsivo. É que é triste sair de uma prisão.

Mas esta mulher empunha decididamente um chicote. Sócrates não deve também falar publicamente. Neste caso, porque influencia demasiado a vida política. Como se ele, socialista, não soubesse o que fazer.

 

Em que baseia São José a sua chicotada? Em que é impossível que um ex-primeiro-ministro absolutamente perseguido e massacrado durante anos do seu mandato, e sem nadar em dinheiro, tenha ido para Paris fazer o que lhe deu na real gana – e vá lá que lhe deu para estudar em vez de se meter na droga -, pedindo para isso dinheiro a um amigo rico, que, não é difícil de imaginar, até lho ofereceria se preciso fosse. Não pode. Impossível, acha ela enquanto insinua que são os portugueses quem acha. Depois do Freeport e da frustrada mas profundíssima investigação da TVI de Manuela Moura Guedes, e depois de perdidas as eleições em 2011, o mínimo que o homem devia ter feito, na ótica da escriba, era pedir autorização a Rosário Teixeira para se ausentar do país, pedir a sua aprovação para a modalidade de financiamento da sua estadia sabática e, nada disto tendo feito, ir pelo seu próprio pé requisitar uma cela à Procuradoria. E nunca mais rir. Só para deixar a senhora São José satisfeita.

 

Quer a senhora saber de que ri José Sócrates? De alívio, de satisfação! Encarceraram-no sem facto algum e, dez meses depois, querem fazer de Vale do Lobo o grande tema da acusação. Vale do Lobo. O homem devia era estar a dar gargalhadas. Certamente já o fez. Depois, suponho que ria também dos procuradores e juizes, das atribulações das investigações, divertidas se a inocência for um facto, e ainda dos Tavares e das São Josés deste mundo, que não sabem do que falam, apenas expelem ódio e vertem em letra acusatória convicções pessoais e conjeturas, e que vão, eles sim, passar o resto dos seus dias a desativar as granadas de que demasiado prontamente se muniram, não vão elas explodir-lhes nas mãos. De pouco valerá o chicote.

55 thoughts on “Se nem um sorriso aguentam, que vai ser deles?”

  1. Muito bem Valupi!
    Aplaudo de pé !

    Realmente de que pode rir um homem que acaba de sair de uma prisão?
    Sobretudo se a sua defesa achar que após tamanha sanha persecutória o Juiz de Instrução provavelmente terá aliviado a medida de coação por já não acreditar assim tanto na solidez de uma possível acusação ?

    Bom, mas para o nível desta senhora só há um tipo de resposta que ela possa entender: José Sócrates RI para mostrar o seu maravilhoso sorriso Pepsodent !

    PS: aliás, a esta senhora só faltou uma frase para o artigo expressar completamente toda a raiva e odio incontidos. Foi perguntar “como é que Jose Socrates se atreve a continuar um gajo tão jeitoso após ter estado 9 meses encarcerado numa prisão. Sim como é que o galdério se atreve ? Porque é que não ficou feio, barrigudo, e decadente ?”

    PS2: realmente toda a gente se acha no direito de o mandar calar, e a coisa atinge tais proporções que acabam de me convencer que provavelmente só o mandaram mesmo prender para esse efeito: para o CALAREM.

  2. Bem, agora além de estar proibido de falar também está proibido de sorrir!
    É fantástico !
    E há gente que acha que isto ainda é uma Democracia!

    Ouçam bem: há um cidadão a quem além de proibir de falar também querem proibir de sorrir !

    Isto é sinal de uma doença mental grave.

  3. «Quer a senhora saber de que ri José Sócrates? De alívio, de satisfação! Encarceraram-no sem facto algum e, dez meses depois, querem fazer de Vale do Lobo o grande tema da acusação. »

    LOL. A sério? Hum!

    Portanto, pás, dispensário já REVOGOU o CPP. Não se pode encarcerar ninguém na pildra, sem factos, PERCEBERAM? Por isso, é que o recluso ri…pois, ele continua recluso, continua encarcerado, MALANDROS.

    E não há acusação, nunca mais vem. MALANDROS.

    Aquela toalha posta na mesa não combina com Paris…de facto não. Aquilo não revela sinais de riqueza. Vamos lá, copos vermelhos, toalha à proletário…é por ser barracão, é? Ou o amigo não disponibilizou uma toalha de bilros?

    É só venenos, só ódios…pois OUSAIS pôr em causa quem nasceu com o título de imaculado na testa, hum?
    Isto de termos magistraturas é só «pra inglês ver». Um pouco como as …forças armadas portuguesas…ó prá Merkel a rir-se…manias de grandeza, diz ela. Afinal, basta pegar no telefone e a horta marcha ao som da trombeta…

  4. Só se fossem elas a pagar-lhe a ele …
    12 DE SETEMBRO DE 2015 ÀS 19:48
    Muito bem Valupi!
    Aplaudo de pé !

    Hilário! Ó Hilário! Andas cego, pá. Olha que a BURRA acaba de mudar o nome ao diretor – geral….quando os legumes ressecam, tudo fica afetado…

  5. Jasmin, vulgo BURRA
    12 DE SETEMBRO DE 2015 ÀS 20:01
    Bem, agora além de estar proibido de falar também está proibido de sorrir!
    É fantástico !
    E há gente que acha que isto ainda é uma Democracia!

    Ouçam bem: há um cidadão a quem além de proibir de falar também querem proibir de sorrir !

    Isto é sinal de uma doença mental grave.»

    Entendem?! Hum? Doença mental grave. Diz a gaja que teve a melhor nota da Academia….hum…e diz-nos, que doença é essa? Será esquizofrenia? Como a tua?

  6. Valupi tem razão. Este caso de José Sócrates é, alem dum escândalo judicial, um sinal alarmante de que há, na sociedade portuguesa, uma faixa de tarados incuráveis. Tudo serve para babarem de ódio e inveja: o sorriso, as sapatilhas, a casa onde se abriga. Pensar que esta fauna é parte integrante dos partidos e da comunicação soc ial, faz perceber como é que o fascism regressa sempre que pode.

  7. deve rir, sim, de contentamento depois de dez meses em uma realidade triste e abocanhada. até eu me rio e sorrio de contentamento por ele. mas:

    “Será que José Sócrates acredita que é normal que os portugueses acreditem que é normal um homem feito receber de um amigo milhares e milhares de euros em dinheiro vivo, em notas, que usa para si e que aparentemente redistribui por uma parentela de familiares, ex-parentes e conhecidos?” – não pode acreditar porque não é mesmo normal. e negar que não é normal é que é absolutamente anormal.

  8. Desculpem, mas vou repetir-me: De que têm eles medo, e não estou a referir-me aos tolos que emprenham pelos ouvidos ou pela leitura do correio da manha ou outros pasquins, mas àquele grupinho anónimo que há anos o persegue e aos que o encobrem. Sim, eu sei que não há bruxas etc e tal, e que a teoria da conspiração é uma invenção do cinema, mas estou convicto que um dia saberemos a razão ou razões de toda a tramóia, e concluiremos, finalmente, se há ou não bruxas e se houve ou não conspiração.

  9. O Teodoro

    Cala-se e não re rias !
    Achas bem ?
    E já agora eu é que vou dizer que sapatos é que tu podes comprar, ouviste ? Hum? Que tal ? Achas bem ?

  10. Ó cegueta!
    Mas tu estás mesmo convencido de que a vida começa e acaba nas folhas e nas letras do CPP?
    Ou no direito? Ou na justiça?
    A maior e a melhor parte da vida não cabe no CPP. Na verdade, não cabe na lei.
    Se tu és de facto magistrado, tens que dar umas voltas, sair de noite, arranjar umas moçoilas e arejar a cabeça.
    É o problema dos super magistrados. Enfiaram os cornos no CPP. Como o CPP se lê numa noite, entre uns whisquies e uns tremoços, têm que arranjar uns casos para encher o CPP de jurisprudência e artimanhas.
    Grande saber será o teu, se és mestre em CPP e desperdiças a vida.
    Sai de casa, apanha ar puro, uma chuvinha de vez em quando. E se por acaso fores muito inibido para o resto que a gente sabe, diz. Eu levo-te às meninas.
    És um idiota.

  11. O Numbeijonada,
    Tu e a “instância judicial” sois um tédio!
    O pó dessa livralhada do século quinze não te provoca crises de asma ?
    Cuidado com os ácaros, pá !

  12. BURRA, um ácaro és tu, e asmática és tu….nota-se, de resto, quando recorres à bomba. A asneira sai agravada.
    Rega os legumes, pá, que a tua seca fala demais…

  13. PRUNES, já percebi que vais às meninas, mas olha que eu não careço de tal…afinal, meu chaparro, vês tanto que não vês nada. Hilário, assentaste arraiais aqui…
    ( desculpa lá, pá, eu só te leio un petit peu..lembro-me logo das tuas mãos e dos olhos…caramba, não deves fazer grande coisa lá «nos alternes», ó PRUNES….)

  14. hum…ainda num percebi quem escreveu o «post»…não foi a Sr.ª. D. Penélope? (peço desculpa, minha Senhora, não sei se também é «dótorra lixenxiada»…»

  15. Aposto que José Sócrates ainda se riu mais depois de ler a Sãozinha, Até se mijou a rir. É caso para isso.

    Isto tem sido dose.

  16. A grande interrogação que me suscita aquela foto é sobre o regime de prisão domiciliária de Sócrates.
    É inesperado. Um sujeito tão perigoso, que ainda há uns meses poderia perturbar o inquérito e a ordem pública, fugir e coisa e tal, é subitamente libertado com a obrigação de permanecer em casa em regime de porta aberta.
    Cegueta! Se a prisão preventiva era uma medida penal e tinha como fundamento a solidez dos indícios, porque razão a ”pena” se desagravou”, sendo agora os indícios mais sólidos.
    Tu que és mestre em CPP esclarece lá isto.

  17. As mulheres XUXAS são, de facto, umas senhoras esmeradas…a expressão diz-nos tudo sobre o seu recato e requinte. Compreende-se que o ex44 TENHA APROVADO A LEI DOS PANELEIROTES…nem favas nem marias, muito menos BURRAS alvoraçadas. Hilário, estás sempre presente, presente para sempre, hoje e amanhã com o Abade Faria, caramba, até ali se riem da coutada XUXIALISTA…

  18. «Se a prisão preventiva era uma medida penal e tinha como fundamento a solidez dos indícios, porque razão a ”pena” se desagravou”, sendo agora os indícios mais sólidos.» Disse o BILTRE.

    BILTRE! Como tu alegadamente não és cegueta, e és um mestre em hermenêutica, larga as escadas e responde a ti próprio…Queres ver que o gajo ficou manso e por isso é que há uma fotografia do homem a mostrar a dentuça…agora imagina que o apanhavam com um computador, com o Vara ao lado….ouve, o caso seria grave. Manda aí a tua hermenêutica pá, sabes tanto, mas não passas do leigo básico com a conversa dos …indícios…e tens a mania que tens pedigree…hum…

  19. Ó Jasmin,

    Prada é marca de gaja ou de panilas…
    Mas por mim o cavalheiro em causa até pode comprar/usar o que lhe apetecer, é-me completamente indiferente. Como também me é indiferente o que ele diga ou ou que ele faça agora!
    É pena é que ele não tenha essa noção e continue a achar-se uma peça relevante para o presente e futuro do país.

  20. Manuel Castro Nunes

    Vou buscar um balde de pipocas …
    Também estou cheia de curiosidade. E que tudo isto é muito complexo …

  21. Não parece ser-te assim tão indiferente, Teodoro… Há aí um tique ou mania qualquer… Tu pareces um bota de elástico mas estás a par das modernices.

    Bem, mas para satisfazer a curiosidade da Caríssima Jasmim, cegueta, não desvies o assunto para o meu pedigree.
    Explica antes o que se passou com os indícios e a convicção que substituía a prova na convicção do juiz e era alegada como fundamento não alegado da prisão preventiva. Porque razão o perigosíssimo 44 passou para o 33, com direito a serventia de amigos.
    Será que os amigos serão revistados para verificar se levam fotocópias. E os repórteres?
    Confio na tua sabedoria em CPP para me esclareceres.
    Mas nota. Por mais que saibas de CPP, és um anjinho. E eu sei do resto.

  22. Enquanto o nosso “expert” cegueta não chega posso mandar um bitaite?
    Eu acho que a defesa passou a perna ao senhor procuradeiro e apresentou provas ao Juiz de instrução que “consolidaram os indícios” de inocência do arguido. Vai daí e até o “inspector principal ameaça abandonar a investigação” e os acusadeiros enviam mensagens através dos pasquins a ameaçar o arguido que ou está calado ou metem no esgoto a céu aberto a sua vida íntima.
    Isto está a valer tudo.

  23. Será que este tipo de diálogo de surdos lhes faz bem ao ego? Se assim for……mas não leva a nada porque só se ouvem a si próprios.

  24. Cara Penélope,
    será que os portugueses que olham para a fotografia que identifica a São José acreditam que ela é mulher? E no caso de acreditarem acham que ela se penteia, toma banho e vai ao cabeleireiro? Eu, pelo menos acho que não faz nada disso. Poderia continuar a perguntar e a opinar por mais 250 linhas sem mentir, nem inventar nada, porém a São José, no seu artiguelho, interroga-se sobre a razão do sorriso de Sócrates ao chegar à nova prisão, onde terá uma boa cama, comida diferente e à escolha, horários a seu bel-prazer, amigos com quem privar, etc.
    Esta São José, nunca deve ter estado presa, nem sequer privada do direito de estar com quem lhe apetecer à hora que seja conveniente para todos, porque lhe seria fácil entender o sorriso. Por outro lado, depois de dizer que há demasiadas coisas incompreensíveis neste processo, desde as fugas ao segredo de justiça, passando pelo pode/não pode sair de Elvas que se arrastou por meses sem justificação alguma, afirma que o José Sócrates vive “… à custa do dinheiro que lhe é dado por um amigo …” e que depois o Sócrates “… redistribui por uma parentela de familiares, ex-parentes e conhecidos….”
    Até agora nunca ninguém tinha ido tão longe!
    Falava-se de empréstimos e está fala em doações ” … de milhares e milhares de euros …” , pelos vistos sem conta, peso ou medida!
    Ao ler este tipo de coisas, arrepia-me pensar que qualquer um de nós está ao alcance de um pateta qualquer que por poder escrever num pasquim pode vomitar o que quiser e eu das duas uma, ou tenho dinheiro e contrato um advogado para o tentar esfolar ou aguento com a má-língua e fico com mais um borrão no nome. E viva a liberdade de imprensa!

  25. Ocorre-me a propósito deste post, comentar a relação de alguns intelectos com a comunicação social que temos, nomeadamente quando exigem aos políticos um distanciamento perante ela que só ” fica bem” aos olhos da elite bem-pensante a que pertencem.

    Ainda hoje, por exemplo, Seromenho Marques no DN , alinha com a tese de Valupi, que há dias defendia que Costa não se devia ter insurgido contra as questões insidiosas de Vitor Gonçalves, pois isso não sei quê junto dos indecisos.

    Ora não é nada disso que vejo por aí. O que vejo é gente cansada de ser manipulada, que percebe que está a ser manipulada, que se insurge contra quem pactua com esse estado de coisas, e que festeja quem a combate.

    Talvez tenha sido por isso que há dias, na entrevista de Costa, vi com gosto alguns comunistas empedernidos tirarem o chapéu ao homem. Por muito que isso possa parecer estranho a quem se viciou nas artimanhas da baixa politica, há muito gente que se abstém apenas por não reconhecer aos políticos a verticalidade que têm como valor. Talvez seja por isso que esses mesmos comunistas da velha guarda têm hoje por Sócrates um respeito que não lhes dispensavam quando foi PM. Com efeito, ainda há por aí muita gente que nunca dará o seu voto a quem se deixe enrabar em directo com um sorrisinho na cara.

  26. Tatas,

    E se não tiver dinheiro para o tal advogado, não se esqueça: telefone ao alegado PM, pode ser que ele organize uma subscrição pública!

  27. A estratégia esvazia a política de conteúdos políticos, insuflando-lhe conteúdos mediáticos.
    O événementiel passa a coordenar os comportamentos e, a partir daí, a comunicação social ganha as eleições.
    A virtude da comunicação social consiste em persuadir-nos de que, enquanto sede da liberdade e dever de informar, é depositária de um voto de representatividade e sede do juízo popular.
    Ao sancionar ou aclamar os media são, por antecipação, os eleitores.

  28. PRUNES, pá, tu…tu… chamas tu cegueta aos outros. Pois. Vá, põe lá a tua hermenêutica a funcionar. Faz assim: primeiro lê, depois enquadras e depois concluís. No meio tens de conjugar e considerar o processo do homem. E depois verás que a libertação de alguém – arguido em preventiva – não tem que ver com os…indícios…hum, como a consolidação ( e não é que a BURRA e simpatizantes se agarram à consolidação…).
    PRUNES, eu chamar-te-ia anjinho se imputasse a esta expressão um sentido pejorativo. Porém, não é esse o meu pensamento. No teu caso, sei que és vaidoso, não sabes, mas pensas que sabes e és um fala – barato – cheio de «ar e vento». Daí a minha expressão « you´re full of prunes». És um Vasco Pulido Valente. ehehehehehehehehheh. Pois querias uma lição de processo penal, pá?! Vai estudar! COMUNA. Vai cavar batatas, pá.

  29. Entendo, meritíssomo.
    Embora a prisão tenha que ver com indícios, a libertação tem que ver com coisas obscuras, ao abrigo do segredo de justiça e da ”estratégia” processual.
    És um troca tintas. E andas a esvaziar a reputação dos magistrados, mais ainda.
    Tira os óculos e lê o que escreves. Não terás dioptrias a menos e óculos a mais?
    Experimenta ler o CPP de trás para a frente. Vais entender melhor.

  30. PRUNES,

    ehehehhehhehhehehhehe. É como tu fazes, é? Hum, se calhar andas a ler « a contrario…sensu» daí o teu desconhecimento. ehehehhehehe. Frustra-te….ehehehheh. olha…faz assim, faz um print e leva…ao teu…hum…advogado…iÔ. iÔ. iÔ. Que hilário. Se o gajo pensar como tu…digo-te já: estás feito…e nem sequer lhe podes chamar biltre…PRUNES, enxerga-te, pá, de vez. Vasco.

  31. Pela última vez te advirto de que não vás por aí. Não tragas para aqui o ”meu caso”.
    Vais, de novo, obrigar-me a dizer antecipadamente o que estou a resguardar.
    E nota, idiota. Eu não preciso de advogado. Só preciso porque e no que a lei impõe, na sua tentativa de esvaziar os cidadãos dos seus direitos.
    Mas não vás por aí, cegueta. Se insistires desmantela-se o caso Sócrates.
    Tem juízo. E aparece por lá amanhã.

  32. Disse o PRUNES

    «E nota, idiota. Eu não preciso de advogado.»
    ehehehhehehheeh. Pois é ó VASCO, tu pensas que sabes…diz-me vais para lá defender o quê? De que caso falas? O do «biltre»….conta, conta. Olha que eu acreditei em ti e, por isso, passei a chamar-te biltre. Como tu defendes que se pode chamar biltre a qualquer pessoa… e como tu sabes tudo VASCO, e não precisas de advogado, ehehehehhehheh.

    Oube, amanhã é onde? Conta aí. Tribunal, juízo/instância e seção…hum…pode ser que paire por lá…ehehhehehehhehe.

    «Se insistires desmantela-se o caso Sócrates.»

    ehehehehehhehe. Não precisas pá. O Catroga já o fez. O ex44 não se devia ter dado com o Chavez…sabes, isso pode ser impactante na cabeça de cada um, tás a ver, até dos indecisos….

    ehehehhehehehe. ganda cromo me saíste…PRUNES, queres um conselho? Se a coisa der para o torto, dá uma cambalhota no meio da sala…e adverte que isso não é «acidental«, já vem de há muito…percebeste?

  33. Foi um falta de imaginação; deviam ter feito o que os gregos fizeram, e estariamos como eles, pelo que dizem os tudologos…muito melhor!!!

  34. Perfil anónimo do Manuel de Castro Nunes,

    “Não parece ser-te assim tão indiferente, Teodoro… ”

    Podes ter a certeza que o cavalheiro preso na Rua Abade Faria, me é totalmente indiferente.
    O que me move em vir aqui escrever sobre ele é a ridícula bajulação que se anda a fazer a um tipo desprovido de qualquer virtude que não seja ser oportunista e trafulha!

  35. ignatz,

    Pois é mesmo isso, o único argumento da “defesa” do pseudo Engenheiro Sócrates é que há outros que também não são flor que se cheire!

  36. IGNARALHO, mas tu que andas sempre a linkar na porcaria, ainda não encontraste as trafulhices do SOCRASH? O tipo até se LIXENXIA no ar, pá, e sabe inglês técnico, pá. O tipo tem diploma sem estudar, pá! Este gajo merecia uma ação, pá, por causa do desrespeito a quem estuda, pá. Este gajo é um cromo, pá, pois como ex-governante que é, porque GAJOS como tu o puseram lá, e estando no meio da trampa em que está, nem sequer se devia deixar fotografar com a dentuça de fora, pá, com uma mesa à povaréu, pá, na rua do abade traidor, pá. O gajo devia era manter a serenidade pá, apelar à seriedade pá e não se armar em pilar dos XUXAS pá. o freeport pá, é um história mal contada pá. O pinto coqueiro sabe, pá, ele até vai a correr ao som da trombeta da secretária do ex44, pá, e agora vive num barracão pá.e eu que pague o imi dele, pá.
    E já agora pá, porque não lhe chamas paneleirote a ele tamém, pá?
    E eu a pagar a comida e as corridas do gajo em évora, pá, tás a bere? O resto pá, só com papéis. Tão no proxexo, pá.

  37. faz lá a lista e deixa-te de merdas. quem afirma que o sócras é “um tipo desprovido de qualquer virtude que não seja ser oportunista e trafulha”, deve ter motivos para o fazer e exemplos para dar. portanto se não apresentas casos que justifiquem o que afirmas, és um caluniador ou na melhor das hipóteses um tótó que papagueia os títulos do manholas e não faz ideia do que diz.

  38. ignatz,

    Calúniador?
    Totó?

    O que este artista fez com o cursinho que andou a literalmente comprar numa escola decrépita como a “Universidade” Independente, com o único objectivo de poder dizer que era Engenheiro, mostra bem o carácter da pessoa em causa!
    Chega-te?

    Eu, e/ou qualquer pessoa com o mínimo de escrúpulos NUNCA faria uma coisa destas!
    Está ao nível do Relvas ou pior!

  39. O IGNATZ, vulgo IGNARALHO chama calunidador…e TU ÉS O QUÊ, pá? Que disseste tu do juíz Pinto Albuquerque, pá? E que dizes tu dos magistrados no caso do 44, pá? FAZ TU A LISTA DAS MANHAS PROCESSUAIS E PROVA O QUE DISSESTE, pois se não o fazes és tão ou mais CALUNIADOR que aqueles que aqui dizem que o teu AMIGO 44 é um trafulha por TER MENTIDO QUANTO A HABILTAÇÕES ACADÉMICAS. Tás a ver, IGNARALHO?

  40. vejo que acusas no plural, exemplificas no singular e adiantas o relvas para dar credibilidade à coisa, mas é pouco, vendo bem, numbejonada. gostava que explicasses qual foi a trafulhice e oportunismo que o sócras cometeu com o tal cursinho de engenharia. para não te alongares muito no diz-que-disse e outras sentenças morais do supremo tribunal de escrúpulos, anota aí:

    “O que este artista fez com o cursinho que andou a literalmente comprar …”

    todo o ensino superior cobra propinas, portanto todos os cursos são comprados e como no privado são mais caros, bora lá acabar com a mamadeira.

    “… numa escola decrépita como a “Universidade” Independente,…”

    podes acrescentar as restantes privadas, onde as estrelas decadentes, cavacos, barrosos e marcelos deste país, dão ou davam uma aula anual à semelhança das universidades de verão para cegos políticos. admitem tudo e garantem emprego a todos.

    “… com o único objectivo de poder dizer que era Engenheiro, mostra bem o carácter da pessoa em causa!”

    não vejo onde está o mal de tirar um curso de engenharia para ser engenheiro. ser tratado como engenheiro fora de funções é que me parece um pouco piroso, mas se fores por aí, tens que acabar com os dótores todos e com os livros de cheques das contas arquitecto fulano de coise.

    “Chega-te?”

    não, é pouco, muito pouco, quase nada.

    “Eu, e/ou qualquer pessoa com o mínimo de escrúpulos NUNCA faria uma coisa destas!”

    cuidado, estás a falar de todos os gajos que tiraram cursos no privado.

    “Está ao nível do Relvas ou pior!”

    a direita tem estes golpes de solidariedade entre si, de vez em quando simula o sacrifício de um cabrão para salvar a honra da manada.

  41. IGNARALHO, na verdade, IGNATZOUKIS, com quem falas? O que falas? Continuas com as cangalhas da multióticas, pá. Continuas com o palavreado palavroso e ORDINÁRIO da esquerda ao qual, evidentemente, não respondo. Então, vocês alaparam na cabeça do CEO do dispensário que eu, NUMBEJONADA, insulto, «faço e aconteço, ete e tal» e tu ( por todos), usas a língua mais suja e ordinária da blogosfera. Todavia, chamas CALUNIADORES a outros.
    Começa pelo COMEÇO! UM GAJO QUE ENGANA O PAÍS e se arroga competências académicas, quando é governante, para mim tem um nome: MENTIROSO, MAL FORMADO, CIGANO ( tem mais do que um nome…a lista poderia continuar…). E isso porquê? Porque se está a BORRIFAR para todos AQUELES ESTUDANTES que tentam entrar numa universidade, pagar as suas propinas e, quantas vezes, desistem por ou não terem fundos para tal ou, simplesmente, terem que TRABALHAR ( para sobreviverem).
    Ora que pensar de um GOVERNANTE que se BORRIFOU para tudo isso e SIMPLESMENTA CRIA a LICENCIATURA por fax?! Este é o começo, e quando for explicado DIGNAMENTE, avance-se nas TRAFULHICES do homem.
    Que RAIO de POVO é este que ACHA o incidente do FAX o NOVO NORMAL, só porque vem de Sócrates, um gajo com um percurso algo dúbio ( para já, suscitando um rol de perseguição jurídico – penal. Note-se que a expressão «perseguição» é técnica e não a comum que é tão utilizada pelos CRENTES socráticos e incomodados com os ataques à virgindade do homem).
    O RELVAS ( e outros) é outro pulha igual, como Vara ( e como é que este estudou? parece que fez um mestrado e, pelas suas reais competências académicas subiu de CAIXA a ADMINISTRADOR…!).

    IGNARALHO pá, tenho mais que fazer do que estar a EXPLICAR a um paspalho que prima pela ordinarice, o que é moralmente correto, sobretudo quando esse paspalho chama caluniadores a outros, só porque se desencontram da sua «opinião». O problema em Portugal não está só na classe política pulhítica, mas SOBRETUDO em ANORMAIS que em vez de LUTAREM pela limpeza, se empenham em defesa do mesmo – a mediocridade, a corrupção e outras realidades afins.

  42. Ouve, cegueta, estás armado em sonso?
    O que eu te disse foi que hoje estava em Sintra, artolas. Estás aqui a dar música a quem.
    Perdeste uma boa oportunidade. Estava lá o Oliveira e Costa. E o Sanches. O Caprichoso faltou.
    Andas para aqui armado em quê?
    O biltre? O biltre é um presidente de câmara que bem caracterizei antes de lhe chamar biltre.
    Mas ouve, artolas. Nova advertência.
    Queres debater aqui isso? Queres na verdade debater aqui o ”meu caso”?
    Eu preferia continuar a debater o caso Sócrates sem contaminações.
    Decide lá. Depois diz-me. Mas não te armes em artolas. Comigo não pega.

  43. Vamos esclarecer uma questão, cegueta.
    Eu adverti-te de que ia aqui demonstrar que o teu anonimato é muito, incomparavelmente mais precário e vulnerável do que a minha identidade.
    Sei que esta questão afecta, de alguma forma, o estatuto deste blog. Mas essa é outra matéria que debaterei, depois, com o Valupi.
    Mas vamos partir do pressuposto de que, como insinuas és um magistrado, talvez super, uma espécie de ginasta, mestre em acrobacias processuais. Daqueles para quem o direito processual e os códigos processuais são manuais de acrobacia circense com serventia de rede de amparo da queda.
    Responde então a esta questão prévia.
    Na tua óptica ou da tua perspectiva de acrobata, o direito processual pressupõe que propósito.
    O de poder dar suporte à mentira, quando seja processualmente útil, ou o de apurar a verdade?
    Vamos assim passo a passo, devagarinho, um degrau de cada vez, para podermos apurar o teu propósito.

  44. Vamos então prosseguir, uma vez que estás ainda a pensar.
    Alguns dos comentadores, aqui, talvez não tenham entendido o motivo da minha reacção a dois artigos que aqui comentei, um de Estrela Serrano, outro de Fernanda Câncio, a propósito de uma imagem realizada pela TVI em casa de Sócrates.
    Ora bem. Para um cidadão que não se envolva ou faça os possíveis para não se envolver no labirinto dos jogos estratégicos dos partidos, a prisão de Sócrates, da forma como se apresentava e continuou a apresentar através da comunicação social e das decisões judiciais e processuais publicitadas e seus fundamentos, fazia crer em que a agenda dos magistrados coincidira com a agenda eleitoral da coligação.
    Essa coincidência, pelo menos aparente, era um facto consumado. E a verificação dessa coincidência consolidava-se na medida em que se tornava visível a falta de solidez das suspeitas, eufemisticamete transitáveis para a categoria de indícios. Como observador, o pressuposto cidadão não está envolvido na produção do visível, constata-o.
    E era terrível. Os direitos de um cidadão, nomeadamente a presunção de inocência, estavam reféns da agenda eleitoral de um partido ou coligação.
    Subitamente, no que era escrutinável na visibilidade, o mesmo cidadão e os seus direitos estava entalado, refém da agenda eleitoral de dois partidos, a coligação e o PS, com que concorriam as agendas dos supermagistrados e da comunicação social.
    A agenda do cidadão e dos seus direitos, que eram o objecto de justiça, estavam reféns das agendas eleitorais. E as agendas eleitorais tornavam-se um ”direito” imperativo” a que deviam sujeitar-se o cidadão e os seus direitos, que, quando se trata de direitos fundamentais provenientes do pacto constitucional, não são exclusivamente direitos daquele cidadão, mas do cidadão.
    Estamos face a uma concepção utilitária positivista do direito, assumido como extensão da propaganda e da agenda eleitoral.
    E para fundamentar o direito útil concorria, não apenas uma concepção utilitarista da política, mas uma leitura utilitarista do código do processo penal, com vista a determinar de que forma o direito processual pode cobrir o uso útil do direito.
    Ora, se nós nos circunscrevermos a observar este caso à luz da interrogação analítica do código do processo penal e das leis penais, aplicados a um caso na realidade abstracto porque dele nada sabemos e o que sabemos hoje é desmentido amanhã, nunca percepcionaremos a dimensão trágica da questão e que, acima do direito estão o cidadão e os seus direitos.

  45. ehehehehehehehe. PRUNES, nice try…
    Ouve, porque é que andas de carro na estrada, hum?

    Conta aí, qual foi a Juíz que apanhaste? E o MP? Eheheheh.

  46. A juiza que apanhei, aonde?
    Não tens nada para dizer.
    Como de costume.
    És uma paródia.

  47. PRUNES, diz lá: tu achas que eu venho aqui discutir assuntos, maxime, de índole jurídica? Brincas? Então tu achas que num espaço onde a frequência ( tirando dois ou três) é ordinária, se expressa de forma vulgar e NÃO entende o básico, eu dedicaria o meu tempo a composições sérias?!!

    Pois, parodio, claro, sendo certo que quando te perguntei, o fiz com alguma seriedade, atento a que te vês a braços com um processo – crime, não é? Eu leio muito pouco de ti pá…e o que leio faz-me rir.
    Agora paródia por paródia, olha que a minha é mais informativa que a tua…hum, e tu sabes.

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