8 thoughts on “Orçamento promulgado a um domingo”

  1. o cavaco esgota os prazos , para dar a ideia que é tudo muito complexo e difícil de decidir, depois assina de cruz, preferencialmente antes de um acontecimento que dilua o impacto, jogo de futebol, véspera de férias ou fim d’ano e assim pensa que escapa mais uma vez entre os pingos da chuva.

  2. Esse senhor já tem o seu lugar na História de Portugal. Será recordado como o presidente (assim mesmo, com letra pequena), que promulga leis que no senso geral são consideradas como inconstitucionais, sem cuidar de esclarecer previamente dessa inconstitucionalidade, apegando-se sómente a generalidades dum pseudo e pessoal “interesse nacional”, entendido a partir da sua curta vista. Assim aconteceu com o OE de 2012; assim acontecerá com o de 2013. Pela primeira vez, após o 25 de Abril, temos um presidente que não respeitou o seu solene juramento de “cumprir e fazer cumprir a Constituição da República Portuguesa”. Será sómente isso que a História dele dirá.

  3. Mais uma vez Seguro esteve muitíssimo bem ao não ter “pressionado o senhor presidente da república” e ao acreditar, há 15 dias, que o chefe do estado a que isto chegou ainda não “tinha tomado nenhuma decisão”, embora acreditasse que “O país tem a ganhar que o Orçamento entre em vigor no dia 01 de Janeiro, descontaminado de quaisquer dúvidas sobre a sua constitucionalidade”.
    E, mesmo assim, ainda há quem diga mal do grande líder rosa.

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