O que ganha Putin com a invasão da Ucrânia?

Começa por ganhar a Ucrânia propriamente dita, e não apenas a região do Donbass, pelo menos por uns tempos, que podem abranger, pelo menos, os anos que restam de vida ao ditador. Com enorme repressão, é certo, assassinatos, mas nada que ele já não tenha imposto e não pratique noutros lados, para não falar na própria Rússia.

Estabelece um exemplo para outras repúblicas que ainda controla e que ousem sonhar com outras alianças e outra forma de vida.

Alarga a sua área de influência militar, instalando mais armamento mais perto da Europa e da Turquia.

Ocupa as empresas russas com a reconstrução da Ucrânia.

Tudo isto o homem ganha, caso viva. Não é pouco. Irá, pois, até ao fim, não tenhamos ilusões.

Quanto ao que perde: perde rublos, perde mercados, perde homens, mas que interessa?, eventualmente perde estabilidade interna (difícil, porque trata de garantir que a população russa nem saiba o que se passa). Se controlar estas perdas, sobrevive. Se puder manter o poderio militar, sobrevive. Ele e o seu regime.

No meio disto, ficam os ucranianos, que resistirão, como não podem deixar de resistir, mas que acabarão vencidos. Nós sabemos que eles sabem que estão a lutar para uma derrota. Uma que vale a pena para eles, mas uma derrota, que só não o seria, ou não os deixaria tão sós, se a guerra se internacionalizasse ou se o governo russo mudasse (e mesmo assim).

 

Nota: Tudo isto é suficientemente triste, trágico e angustiante para se poder gastar um minuto que seja a ouvir ou ler os “relativistas”, “comparativistas”, anti-natistas, sonhadores irrealistas, vulgo empatas, e demais agentes nem sei bem de quê que por aqui pululam. Por mim, ficarão a falar sozinhos. Cortar-lhes o pio é também uma hipótese, à boa maneira do russo, cujas políticas censórias  nem um lamento lhes arranca, quanto mais uma discordância.

44 thoughts on “O que ganha Putin com a invasão da Ucrânia?”

  1. É só para dizer que o Putin morre.
    Até aqui nunca soube de nenhum que vivesse para sempre.

  2. Putin Isabel ll, que cocktail, que dor de dentes para o decrépito Biden !
    Bravo Manolo, pela simbiose perfeita ! A resiliência aliada à potência…deixaria as putências que agora se torcem para dominarem o petróleo e o resto de todo o Leste ainda mais zarolhas !
    O fantasma de Poltava, de Leninegrado e de Kursk é que lhes tira o sono e a pouca pica. Com esse par a funcionar, fugiriam como galinhas !

  3. A D. Penélope é uma senhora humanista e sensível. Eu também, na versão homem.
    A D. Penélope está muito angustiada com a má sorte que coube ao povo ucraniano. Eu também.
    A D. Penélope detesta Putin e a sua política. Eu também.
    A D. Penélope afirma-se, reiteradamente, como participando da “defesa da cidade”. Eu começo a duvidar que assim seja!
    A D. Penélope diz-se “antianalgésica, pirética e inflamatória”. A mim parece-me que estará sob o efeito de um forte coquetel de paracetamol e ibuprofeno.
    A D. Penélope diz que o “Aspirina B” “não mata mas alivia”, mas receita ao povo ucraniano que vá à guerra para ” perder”! Eu não.
    A D. Penélope ao anunciar esta sua receita e o seu resultado, assume a sabotagem da luta de um povo que diz apoiar! Eu não tenho receitas para dar, só peço que não ponham mais armas naquela tragédia.
    A D. Penélope não é “relativista”, nem “comparativistas”, Eu também não.
    A D. Penélope tem memória selectiva. Eu não.
    A D. Penélope é como o Putin, gosta de “cortar o pio” a quem de si discorda. Eu não.
    Portugal não é a Rússia e já lhe bastou um Salazar! E eu bem me lembro!

    A D. Penélope está baralhada. Quem puder, aconselhe-a descansar.

    NÃO À GUERRA!

  4. “NÃO À GUERRA!” e sim a tudo o que o putin quer, rendição total.

    pela brilhante exposição ainda teriamos salazar se não fosse a milagrosa cadeira.
    antigamente fuzilavam os desertores, agora só se lhes pede que não chateiem.

    “Putin condiciona diálogo de paz à aceitação de todas as suas exigências”
    https://rr.sapo.pt/noticia/mundo/2022/03/04/putin-condiciona-dialogo-de-paz-a-aceitacao-de-todas-as-suas-exigencias/275011/

  5. V. Exa é que diz que a “milagrosa cadeira” não cairá (“… os ucranianos… estão a lutar para uma derrota…”)!!! Desertor será vocemessê que, sem pudor, e expressamente, sabota a retaguarda da luta daquele povo (…os ucranianos … acabarão vencidos”)!!! Brinque com os seus e deixe os dos ucranianos em paz!… Começa por falar em “tirar o pio” e já vai sugerindo “fuzilamentos…”!… Estou esclarecido.
    .

  6. aprende a ler, pá e não inventes coisas que eu não escrevi. para contra informação chegam a rt e a sputnik. vai lá vender esse peixe, por sinal igual dos russos, ao ucranianos a ver para onde é que te mandam.
    não falei em tirar o pio a ninguém e não sugeri qualquer fuzilamento, a sugestão era para não chateares quem quer lutar. queres ser solidário? inscreve-te para receber refugiados e deixa-te de armar em coitadinho oprimido nas indignações digestivas.

  7. Não se enerve, Excelência! O que escreveu está escrito. Li o seu “post” como apoio integral ao texto que eu analisava. E não terei lido mal… Afinal, V. Exa diz , agora, que o que escreveu apenas visava o meu silêncio, mas escreveu! Aliás, esta sua resposta reforça a minha leitura: ameaça agora com os ucranianos (“… a ver para onde é que te mandam.”). Seja civilizado e discuta ideias. Ou não é capaz?! Não sei se é dono do blogue, mas se assim for, avise-me que eu tenho todo o gosto em deixar de o ler.

    PS. Não tenho por hábito publicitar as minhas solidariedades.

  8. Penélope, o que Putin fez e vai continuar a fazer revela um líder frágil, confuso e cheio de medo – ou seja um maluco que ganha em fazer propagar o pânico, o pânico como um espelho de si. 
    a corrida às farmácias em países como a república checa e a bulgária disparou de forma acutilante, um dia como se fosse um ano, em busca do remédio de iodo que pode combater as radiações. Putin também ganha o pânico – e é também por isso que a Rússia tem de escolher entre Putin e a paz.

  9. Artigo de 2008, na Visão, do perigoso putinista, comunista e antinatista (três em um, maravilha!) Mário Soares (WHAT?!):
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    NATO: da defesa à ameaça
    A NATO, criada como organização defensiva, está a tornar-se, por pressão dos neo-cons americanos, uma ameaça à paz.

    Opinião
    15.09.2008 às 16h31

    Observadores da política internacional reconhecem que o mundo está inquietante. O Afeganistão, em que a administração Bush envolveu a NATO – o que considerei um “precedente perigoso” -, está porventura pior do que antes. As forças armadas eram, então, compostas por americanos e ingleses. Hoje, a participação alargou-se, incluindo até um contingente português. No entanto, a situação militar, expulsos os talibans, não é melhor: os talibans comandam uma guerrilha terrível; a Al Qaeda – e Bin Laden – não só sobreviveu como está mais forte, algures no seu santuário.
    O Paquistão, depois da renúncia do Presidente Musharraf, está em risco de mergulhar no caos. E o pior é que dispõe, esse sim, da bomba atómica…

    Para o Ocidente, a situação no Afeganistão é mais grave do que a no Iraque. Apesar de o Iraque estar praticamente destruído, dividido, a braços com uma guerrilha infindável, entre sunitas, xiitas e curdos, fustigado pelo terrorismo da Al Qaeda ou associados e tenha deixado de ser, por longos anos – o que é péssimo – um Estado laico e tampão relativamente ao Irão.

    No Iraque estão hoje quase só militares americanos e mercenários, numa situação que lembra o Vietname. Mais tarde ou mais cedo, serão obrigados a retirar as suas tropas. Enquanto o desastre do Afeganistão/Paquistão está a corroer e a desacreditar a NATO – o que do meu ponto de vista não tem grande importância, visto que hoje é uma organização que não faz sentido – e afectará gravemente os europeus, se os seus dirigentes não tiverem a coragem e a lucidez de retirarem de lá as suas tropas, quanto antes…

    A NATO, QUE SE TORNOU um verdadeiro braço armado dos Estados Unidos, está a fazer também estragos noutras regiões do mundo. Refiro-me ao Cáucaso, às zonas do Cáspio e do mar Negro e aos países limítrofes da Rússia Ocidental. Estes quiseram logo entrar para a NATO, com a ilusão de que teriam mais garantias de segurança, sob o chapéu americano, do que na União Europeia… E a NATO, cercando a Rússia e instalando na Polónia e na República Checa bases de mísseis, começa a ser uma ameaça para a Rússia, que a pode tornar agressiva. Um perigo!

    O vice-presidente Dick Cheney, em fim do mandato, fez uma recente visita, altamente desestabilizadora, para dar, em nome da NATO, apoio à Geórgia. Mas, felizmente, ficou tudo em retórica inconsequente. Após a provocação do Presidente da Geórgia – e da guerra -, os russos reagiram e os europeus procuraram pacificar a situação. Ainda bem. Se a guerra não acabasse, os europeus seriam os primeiros a ser atingidos, com o corte do petróleo e do gás; e pior: entrariam numa fase com grandes riscos para a paz na Região. Putine não é Hitler e não ressuscitemos a “guerra fria”…

    CHENEY FOI À UCRÂNIA, onde tentou também dividir os dirigentes políticos, estimulando a primeira-ministra, Iúlia Timoshenko, anti-russa, contra o Presidente, Victor Yushchenko, mais apaziguador. Tudo em nome da NATO. Isto é: a NATO, criada como organização defensiva, no início da “guerra fria”, está a tornar-se, por pressão dos neo-cons americanos, uma ameaça à paz. Cuidado União Europeia! Moratinos, o ministro espanhol dos Estrangeiros, bem advertiu, numa entrevista ao El País: “A Rússia actual não é a soviética, mas também não é a de Ieltsin. Devemos evitar que nos imponha uma agenda do tempo da guerra fria.” E eu acrescento: não ameaçar a Rússia, negociar, com firmeza, com ela.

    Enquanto isto, a ONU esteve estranhamente ausente e silenciosa. Que diferença entre este secretário-geral, Ban Ki-moon, um homem, até agora, apagado e quase invisível, mais burocrata do que político, e o seu antecessor, o saudoso, prudente e corajoso Kofi Annan… A ONU vai ter de se reestruturar e democratizar, após as eleições americanas, para desempenhar o seu tão decisivo papel na construção de uma nova ordem internacional e da paz, neste nosso novo século tão conturbado.
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    Premonitório, né? Pois é, já não se fazem homens assim, agora só há mordomos e criados de libré… de cuecas borradas e sem libré.

    Aqui:
    https://visao.sapo.pt/opiniao/2008-09-15-nato-da-defesa-a-ameacaf497102/

  10. acrescente, por favor, a esse rol de adjectivos muito bem escolhidos, Quim Camacho, manhoso e cabrão. obrigada.

  11. Também pode ser encontrado no site da Fundação Mário Soares. No lado esquerdo, onde diz “Textos de Mário Soares”, ir até ao fim da lista, clicar em “ler todos” e depois, em “Localizar na página”, escrever “Nato: da defesa à ameaça”. Diz que é “Texto publicado no Diário de Notícias”, mas é engano. Clicando no título, para abrir o artigo, aparece imediatamente a página da ‘Visão’.

    Pelo sim pelo não, fiz um screenshot e imprimi vários exemplares, antes que a coisa desapareça ‘milagrosamente’. Longe vão os tempos em que os animais falavam, amigos e amigas, companheiros e companheiras, queridas massas populares. Agora estamos na época dos borregos que ladram e rosnam. Tempos estranhos, realmente.

  12. Pobre bimba oferecida! Atendendo ao valupal desnível intelectual, absolutamente abissal, duvido que alguma vez ele te visite o matagal!

  13. De outro perigoso putinista, comunista e antinatista, de sua graça Henry Kissinger, artigo de 2014 no ‘Washington Post’ (demora mais de dois minutos a ler, não é para borregos):
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    Opinions
    Henry Kissinger: To settle the Ukraine crisis, start at the end
    By Henry A. Kissinger
    March 5, 2014

    Henry A. Kissinger was secretary of state from 1973 to 1977.

    Public discussion on Ukraine is all about confrontation. But do we know where we are going? In my life, I have seen four wars begun with great enthusiasm and public support, all of which we did not know how to end and from three of which we withdrew unilaterally. The test of policy is how it ends, not how it begins.

    Far too often the Ukrainian issue is posed as a showdown: whether Ukraine joins the East or the West. But if Ukraine is to survive and thrive, it must not be either side’s outpost against the other — it should function as a bridge between them.

    Russia must accept that to try to force Ukraine into a satellite status, and thereby move Russia’s borders again, would doom Moscow to repeat its history of self-fulfilling cycles of reciprocal pressures with Europe and the United States.

    The West must understand that, to Russia, Ukraine can never be just a foreign country. Russian history began in what was called Kievan-Rus. The Russian religion spread from there. Ukraine has been part of Russia for centuries, and their histories were intertwined before then. Some of the most important battles for Russian freedom, starting with the Battle of Poltava in 1709 , were fought on Ukrainian soil. The Black Sea Fleet — Russia’s means of projecting power in the Mediterranean — is based by long-term lease in Sevastopol, in Crimea. Even such famed dissidents as Aleksandr Solzhenitsyn and Joseph Brodsky insisted that Ukraine was an integral part of Russian history and, indeed, of Russia.

    The European Union must recognize that its bureaucratic dilatoriness and subordination of the strategic element to domestic politics in negotiating Ukraine’s relationship to Europe contributed to turning a negotiation into a crisis. Foreign policy is the art of establishing priorities.

    The Ukrainians are the decisive element. They live in a country with a complex history and a polyglot composition. The Western part was incorporated into the Soviet Union in 1939 , when Stalin and Hitler divided up the spoils. Crimea, 60 percent of whose population is Russian , became part of Ukraine only in 1954 , when Nikita Khrushchev, a Ukrainian by birth, awarded it as part of the 300th-year celebration of a Russian agreement with the Cossacks. The west is largely Catholic; the east largely Russian Orthodox. The west speaks Ukrainian; the east speaks mostly Russian. Any attempt by one wing of Ukraine to dominate the other — as has been the pattern — would lead eventually to civil war or break up. To treat Ukraine as part of an East-West confrontation would scuttle for decades any prospect to bring Russia and the West — especially Russia and Europe — into a cooperative international system.

    Ukraine has been independent for only 23 years; it had previously been under some kind of foreign rule since the 14th century. Not surprisingly, its leaders have not learned the art of compromise, even less of historical perspective. The politics of post-independence Ukraine clearly demonstrates that the root of the problem lies in efforts by Ukrainian politicians to impose their will on recalcitrant parts of the country, first by one faction, then by the other. That is the essence of the conflict between Viktor Yanu­kovych and his principal political rival, Yulia Tymo­shenko. They represent the two wings of Ukraine and have not been willing to share power. A wise U.S. policy toward Ukraine would seek a way for the two parts of the country to cooperate with each other. We should seek reconciliation, not the domination of a faction.

    Russia and the West, and least of all the various factions in Ukraine, have not acted on this principle. Each has made the situation worse. Russia would not be able to impose a military solution without isolating itself at a time when many of its borders are already precarious. For the West, the demonization of Vladimir Putin is not a policy; it is an alibi for the absence of one.

    Putin should come to realize that, whatever his grievances, a policy of military impositions would produce another Cold War. For its part, the United States needs to avoid treating Russia as an aberrant to be patiently taught rules of conduct established by Washington. Putin is a serious strategist — on the premises of Russian history. Understanding U.S. values and psychology are not his strong suits. Nor has understanding Russian history and psychology been a strong point of U.S. policymakers.

    Leaders of all sides should return to examining outcomes, not compete in posturing. Here is my notion of an outcome compatible with the values and security interests of all sides:

    1. Ukraine should have the right to choose freely its economic and political associations, including with Europe.

    2. Ukraine should not join NATO, a position I took seven years ago, when it last came up.

    3. Ukraine should be free to create any government compatible with the expressed will of its people. Wise Ukrainian leaders would then opt for a policy of reconciliation between the various parts of their country. Internationally, they should pursue a posture comparable to that of Finland. That nation leaves no doubt about its fierce independence and cooperates with the West in most fields but carefully avoids institutional hostility toward Russia.

    4. It is incompatible with the rules of the existing world order for Russia to annex Crimea. But it should be possible to put Crimea’s relationship to Ukraine on a less fraught basis. To that end, Russia would recognize Ukraine’s sovereignty over Crimea. Ukraine should reinforce Crimea’s autonomy in elections held in the presence of international observers. The process would include removing any ambiguities about the status of the Black Sea Fleet at Sevastopol.

    These are principles, not prescriptions. People familiar with the region will know that not all of them will be palatable to all parties. The test is not absolute satisfaction but balanced dissatisfaction. If some solution based on these or comparable elements is not achieved, the drift toward confrontation will accelerate. The time for that will come soon enough.
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    Aqui:
    https://www.washingtonpost.com/opinions/henry-kissinger-to-settle-the-ukraine-crisis-start-at-the-end/2014/03/05/46dad868-a496-11e3-8466-d34c451760b9_story.html

  14. Camacho :
    Estamos rodeados de mais papistas que o papa.
    Os melhores da prática política sempre viram o que o macacal agora nega e exorcisa.
    Duros tempos virão ; teremos que agora e então lutar e vencer os terraplanistas . Com a sua Terra imóvel e o seu flogisto, obrigatório era que tivessem as opiniões do estendal exibido.
    Entretanto atiremos-lhe amendoins: sempre se acalmarão enquanto não continuam a coçar-se…

  15. “Não se enerve, Excelência! O que escreveu está escrito. Li o seu “post” como apoio integral ao texto que eu analisava. E não terei lido mal… ”

    não escrevi nenhum poste, nem faço parte dos postadores da casa (consultar lista de taumaturgos, canto superior direito). sou leitor do blogue, escrevo comentários como tu e comentei umas parvoeiras que para aí escreveste. não gostaste, paciência, mas o autor do poste não é responsável pelo que eu escrevo e vice-versa.

    “Afinal, V. Exa diz , agora, que o que escreveu apenas visava o meu silêncio, mas escreveu! Aliás, esta sua resposta reforça a minha leitura: ameaça agora com os ucranianos (“… a ver para onde é que te mandam.”).
    Seja civilizado e discuta ideias. Ou não é capaz?!”

    sim, sou capaz, é isso que estou a fazer e que tu não és capaz de fazer. por acaso fizeste algum referendo ao povo ucraniano para saber qual a vontade de se renderem incondicionalmente ou lutarem até ao fim? quem és tu para decidir o destino dum país que está a ser vítima duma destruição sem precedentes e o seu povo a ser massacrado? por muito que te custe quem tem de decidir a sua sorte serão os ucranianos e já decidiram. podes achar que o melhor era renderem-se e que a tua solidariedade vai para o opressor porque gostas de ver ursos a matar pessoas ou que os mais fracos devem submeter-se aos mais fortes de acordo com as leis da selva, mas poupa-nos a converseta do era melhor para eles.

    “Não sei se é dono do blogue, mas se assim for, avise-me que eu tenho todo o gosto em deixar de o ler.”

    não sou. estamos em igualdade menos na parvoeira que continua, se tens “todo o gosto em deixar de o ler” porque é que precisas dum aviso para rescindir o contrato, isto não é meo, não pagas assinatura e não há prazo de fidedelidade.

    “PS. Não tenho por hábito publicitar as minhas solidariedades.”

    nem precisas, cheiras a putinhas que tresandas.

  16. “Terra imóvel e o seu flogisto, obrigatório era que tivessem as opiniões do estendal exibido”

    era bonito de ver as cuecas comunas a corar ao sol as manchas castanhas e amarelas.

    “Duros tempos virão ; teremos que agora e então lutar e vencer os terraplanistas.”

    lindo epitáfio para o mármore que irá cobrir a próxima terraplanagem eleitoral dos comunas.

    “Os melhores da prática política sempre viram o que o macacal agora nega e exorcisa.”

    tás a falar do macacal de punho erguido e mão fechada para não caírem os amendoins.

    “Entretanto atiremos-lhe amendoins: sempre se acalmarão enquanto não continuam a coçar-se…”

    abriram a mão dos amendoins e deixaram a sarna em testamento.

  17. A chave morfológica da decadência russa no mundo ocidental.
    1945 – Ór(g)ãos de Estaline
    2022 – Ór(f)ãos de Putin
    2025 – Ór(e)os de Pumpkin??

    A regressão é evidente. No início só há um verbo: Orar

  18. a mula russa deu uma volta pelos arquivos dos comentários da casa na última semana e descobriu aquilo que vários comentadores já tinham discutido, linkado e passa à frente que se faz tarde.
    com estes atrasos todos a coluna dos tanques com 60 km ainda enferruja a 25 km de kiev.
    é o desespero da falta de linques RT e sputnik e a necessidade indomável de se aproveitar do trabalho dos outros para dizer: olá, cheguei! cá estou de novo para vos apresentar uns inéditos do pessoa que a sobrinha me fez chegar numa das mais recentes intimidade que protagonizámos. claro que o efeito disto é fazer ciúmeira à òbimba queiroz, com quem protagoniza actualmente um desaguisado à jardineira nesta caixa.
    muitos anos a ouvir o barulho das rotativas e a foder os camarutas para agradar ao chefe, é o que é.

  19. Uma comentarista bonita (coisa rara), escreve que há setenta anos a esta parte,quase não há guerra na Europa. Hesito em lembrar-lhe que tal se deve ao “ditador” José Estaline, que sabia mais de Política Internacional que 100 assembleias gerais da ONU que agora reunissem!
    Ela ficaria horrorizada se eu lhe falasse em tal “vilão” ! Deixemo-la em sossego : as almas simples também tem direito ao seu sossego…
    Mas até enternece, como dizia o padre Formigão, o devorador do “Crime do Padre Amaro “

  20. “esclare cimento armado”, interessa-me a sorte do povo ucraniano, que não deveria ter sido ser tomado como carne para canhão! Já percebi que não se importa de brincar com sangue, desde que seja o dos outros!… Não vou alimentar “esse peditório” de V. Exa, nem as provocações descabeladas que produz! Fique a falar com as paredes, que não reparam nas suas várias maleitas…

  21. Mário Soares 1 – “Enquanto o desastre do Afeganistão/Paquistão está a corroer e a desacreditar a NATO – o que do meu ponto de vista não tem grande importância, visto que hoje é uma organização que não faz sentido.”

    Mário Soares 2 – “A NATO, que se tornou um verdadeiro braço armado dos Estados Unidos, está a fazer também estragos noutras regiões do mundo. Refiro-me ao Cáucaso, às zonas do Cáspio e do mar Negro e aos países limítrofes da Rússia Ocidental.”

    Mário Soares 3 – “E a NATO, cercando a Rússia e instalando na Polónia e na República Checa bases de mísseis, começa a ser uma ameaça para a Rússia, que a pode tornar agressiva. Um perigo!”

    Mário Soares 4 – “Putine não é Hitler e não ressuscitemos a “guerra fria”…”

    Mário Soares 5 – “Cheney foi à Ucrânia, onde tentou também dividir os dirigentes políticos, estimulando a primeira-ministra, Iúlia Timoshenko, anti-russa, contra o Presidente, Victor Yushchenko, mais apaziguador. Tudo em nome da NATO. Isto é: a NATO, criada como organização defensiva, no início da “guerra fria”, está a tornar-se, por pressão dos neo-cons americanos, uma ameaça à paz.”

    Mário Soares 6 – “Cuidado União Europeia! Moratinos, o ministro espanhol dos Estrangeiros, bem advertiu, numa entrevista ao El País: “A Rússia actual não é a soviética, mas também não é a de Ieltsin. Devemos evitar que nos imponha uma agenda do tempo da guerra fria.” E eu acrescento: não ameaçar a Rússia, negociar, com firmeza, com ela.”
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    ÚLTIMA HORA: o pide infiltrado porcalhatz, bully mariconço e intriguista, aldrabão e vigarista, nos intervalos da sua frenética actividade na retrete pública do instituto público onde publicamente lhe privatizam a pública peida, vai freneticamente organizar um frenético abaixo-assinado para exigir a António Costa o seguinte:

    1 – Que retire imediatamente da sede do Largo do Rato todas as fotografias do execrável putinista antinatista e antipatriota Mário Soares (vade retro!). Tal medida deve ser igualmente e imediatamente implementada em todas as delegações do PS espalhadas pelo continente e incontinente, ilhas e emigração.

    2 – Que chame urgentemente a São Bento o procunãosseidequem Rosex e o supercoisonãosseidasquantas Calex e os instrua no sentido de iniciar quanto antes uma investigação aprofundada à Fundação Mário Soares (vade retro!), de modo a encontrar os mais que certos pecados socratistas, ou filossocratistas, ou parassocratistas, ou criptossocratistas que a dita fundação certamente cometeu e ainda comete, com apreensão imediata de todos os bens móveis e imóveis, a redistribuir na seguinte proporção: 99% para os borregos do pensamento único, com o próprio porcalhatz à cabeça; 1% para os refugiados ucranianos.

    3 – Que mande proceder à substituição imediata do nome do execrável putinista antinatista e antipatriota Mário Soares (vade retro!) na toponímia da honrada nação natista, colocando em seu lugar as graças de Joe Biden, Hillary Clinton, George W. Bush, Jens Stoltenberg e Durão Barroso, entre outros.

    4 – Que instrua a Chancelaria das Ordens Honoríficas Portuguesas no sentido de retirar ao execrável putinista antinatista e antipatriota Mário Soares (vade retro!) todas as comendas e condecorações que lhe tenham sido atribuídas.

    5 – A definir.

    6 – A definir.

    7 – A definir.

    8 – A definir.
    …………………………….

    666 – A definir.

  22. “Começa por ganhar a Ucrânia propriamente dita, e não apenas a região do Donbas ”
    ah , fui o putin que disse que queria a ucrânia todinha ? ou foi algum tarotista que desvendou as intenções do homem para além das duas repúblicas que declararam a independência da ucrânia em 2014 ? ou foram à cassandra?

  23. Entretanto, noutra guerra, há 62 anos atrás:

    Mas a agressão àqueles países (Holanda e Bélgica)não alterou as posições do PCP. Se um mês antes colocava a interrogação: «Mas haverá na verdade alguma diferença entre a Alemanha do sr. Hitler e a França do sr. Daladier ou mesmo a Inglaterra do sr. Chamberlain? («Nem Maginot, nem Siegfried», O Diabo, 9/3/1940), dias depois da capitulação da Dinamarca, quando a batalha da Noruega se desenrolava, Cunhal escrevia, falando na primeira pessoa, e com um cinismo brutal: «Eu muito francamente declaro que, hoje em dia, o sr. Chamberlain me merece tanta simpatia como o sr. Hitler ou o sr. Daladier (a ordem dos nomes é arbitrária)».(Álvaro Cunha!, «Ricochete – 2 », O Diabo, 290, 13/4/1940).

    Se Chamberlain era conservador, Daladier era radical-socialista e havia sido, com Leon Blum e outros, um dos obreiros do Front Populaire, onde os comunistas franceses entravam. A Alemanha tinha acabado de ocupar a Dinamarca, que capitulara, e estava em vias de ocupar totalmente a Noruega. O que estava na base da argumentação de Cunhal naqueles artigos não era nenhuma razão ideológica, nem a “emancipação da classe trabalhadora” mas apenas a justificação cínica, e contrária aos mais elementares princípios da ética que defendia, da política externa da URSS.”

    The song remains to he same.

  24. a entrevista de mário soares é de 2008 e na altura quem governava os usa eram os republicanos, bush & cheney e cº. que envolveram o mundo numa série de trapalhadas. hoje que governa são os democratas, biden e a harris, que andam a desembrulhar as trapalhadas começadas pelo bush e as que se seguiram do trump, que ainda são maiores.
    sim , soares estava certo em tudo o disse na época, mas os culpados são os mesmos de hoje, os republicanos que farão tudo o que lhes for possível para retornar ao poder e sabem que só lá chegarão com a ajuda daquele teu amigo, que ora queres matar com um tiro nos cornos ou apoias incondicionalmente com um “se” ou “mas” escondidos com os “ss” de fora.

    ah & tal… o soares dizia bem do pudin, claro fazia o teste do gerónimo, andava a prová-lo. fez o mesmo ao coelho e no momento certo disse que não queria mais coelho e que metessem a sobremesa no cu.

    https://visao.sapo.pt/atualidade/mundo/guerra-na-ucrania/2022-02-24-putin-um-homem-perigoso-como-mario-soares-via-o-lider-do-kremlin-em-2015/

  25. chamberlaine, daladier, maginot, siegfried, blum, cunhal, hitler e aquilo que o diabo amassava há 60 anos interessam tanto para a discussão como as palermices do outro fundamentadas em opiniões desenquadradas, a ti servem para exibir pedantismo intelectual e ao outro pedantismo cultural, o primeiro cola com cuspo e atrevimento e o segundo é metido à pressão com o martelo da basófia e má educação.
    atrevo-me a pensar que atestestam ambos no intermarché ou nas bombas da wiki, mas ainda não verifiquei.

  26. Nestes tempos em que putin trouxe a guerra à Europa, as tropas do radicalismo anti-ocidental tentam seduzir as consciências com o canto de sereia do “pacifismo”. Visando o duplo objetivo de fazer obra de desistência e obra de traição.
    Desistência quando assinam novos tratados de Brest-Litovsk com o imperialismo chauvinista russo. Traição quando celebram pactos de agressão com qualquer ribbentrop do nazi-putinismo.
    Como é evidente, o mula russa camacho e outros heterónimos integram essa tropa. E também o anão cínico vieira. Neste caso, porque é demasiado pequeno para haver farda que lhe sirva, faz o que está ao seu alcance: enfiar-se num cantil de guerra e encher de imundície a água suja ali bebida.
    Diz-se que cada um é para o que nasce.

  27. Ó idiota de merda, vigarista de meia tigela. Quando Mário Soares escreve isto está a falar de republicanos, democratas ou do caralho que te foda?

    “A NATO, QUE SE TORNOU um verdadeiro braço armado dos Estados Unidos, está a fazer também estragos noutras regiões do mundo. Refiro-me ao Cáucaso, às zonas do Cáspio e do mar Negro e aos países limítrofes da Rússia Ocidental. Estes quiseram logo entrar para a NATO, com a ilusão de que teriam mais garantias de segurança, sob o chapéu americano, do que na União Europeia… E a NATO, cercando a Rússia e instalando na Polónia e na República Checa bases de mísseis, começa a ser uma ameaça para a Rússia, que a pode tornar agressiva. Um perigo!”

    Quaisquer dois neurónios percebem, vigarista, que Mário Soares nos está a alertar para a possibilidade de a política seguida pelos EUA, dona da NATO (com o seguidismo acéfalo dos vassalos europeus), nos conduzir exactamente à situação que vivemos agora, ao buraco desgraçado em que nos encontramos. Quando ele escreve “E a NATO, cercando a Rússia e instalando na Polónia e na República Checa bases de mísseis, começa a ser uma ameaça para a Rússia, que a pode tornar agressiva. Um perigo!”, qual a parte que não percebes, javardo? Onde é que entram aí os republicanos e os democratas? O iniciador da política de expansão da NATO não foi o republicano Bush, anormal, foi o democrata Bill Clinton. Não me digas que também era republicano, esse grande herói da Sala Oral. Eu sei que és um ignorante descabeçado, mas é na qualidade de aldrabão e vigarista que finges não saber que os neocons de que fala Mário Soares estiveram tanto por detrás do Bush como se enrolaram depois à sombra da peida da Killary Klingon, e do desbocado Trump, e hoje manobram o fantoche senil Joe Biden, corrupto até à medula, por mais que tentes branquear o que ele e o filhote cocainómano receberam da Ucrânia, da China e de sei lá mais de onde.

    São os idiotas acéfalos como tu, valentões com os cornos escondidos, que nos conduzem a situações como a que hoje vivemos, atrasado mental. Os idiotas como tu são mil vezes mais perigosos do que um Putin. São vocês que os criam, palhaço! Uma coisa te garanto: no abrigo nuclear dos teus donos não haverá lugar para ti, ficas cá fora a ganir, com o resto da canzoada. Foda-se que não percebes mesmo o asco, o nojo que provocas!

  28. A França assinou com a Alemanha, presumo que pelo punho de Daladier, o acordo de não-agressão designado pacto franco-germânico. A ideia era atirar com a guerra para o outro lado. A solução repetiu-a seguir com o acordo de não-agressão entre a União Soviética e a Alemanha designado pacto germano-soviético. A ideia era a nesma, atirar a guerra para o outro lado. Ambas foram boas para si e ambas se mostraram ineficazes a seguir, pois ambos os paises foram invadidos. Já quanto a Chamberlain o caso é diferente. Ele combinou a guerra com a Alemanha. Realizou duas reuniões em Munique, a última das quais na véspera da deslocação do exército alemão , que se prolongou até de madrugada. E isso porque havia um desacordo quanto à ocupação da Checoslováquia. Chamberlain entendia que bastava ocupar a metade sul para entrar na Ucrânia, Hitler queria também a região cujo centro era Praga, porque estava ali instalada uma das melhores zonas industriais do mundo. A Polónia, nem sequer fazia parte das discussões. A Inglaterra declarou guerra à Alemanha logo após a conquista desta pela Alemanha, numa guerra-relâmpago, tendo evidentemente Chamberlain abandonado o governo.

  29. Multiplicam-se os sinais de descontrolo emocional do mula russa. Tal como cresce o nojo suscitado pela bazófia dum acéfalo que durante anos a fio fez sua a propaganda dum ditador belicista e guardou silêncio de cobarde sempre que foi confrontado com a realidade. Quem se julga ele para nos dar lições de pacifismo, mesmo valendo-se da autoridade catedrática de Mário Soares, um homem que, contrariamente ao imbecil mula russa, não tinha ilusões acerca de putin?. Ninguém! Em boa verdade, o mula russa é hoje apenas um cadáver adiado.

    https://visao.sapo.pt/atualidade/mundo/guerra-na-ucrania/2022-02-24-putin-um-homem-perigoso-como-mario-soares-via-o-lider-do-kremlin-em-2015/

  30. ” Os idiotas como tu são mil vezes mais perigosos do que um Putin. São vocês que os criam, palhaço! ”

    tenho uma fábrica de putins das caldas, figurado rústico, daquele que puxas o cordel e sai míssil.

    é tudo culpa dos outros, das paredes que encurralam os ursos e das armadilhas que montam para os apanhar. depois os ursos tornam-se agressivos e decretam estados marciais para se defenderem do ursullying gerado e começam a cair ameixas em centrais nucleares, jardim escolas, hospitais e universidades, tudo centros de depravação de costumes, consumo de drogas e propaganda nazi.

    vê lá se caprichas no asneirame da resposta que a coisa anda a sair um bocado repetitiva e monocórdica. fazes as pazes com a bimba e ela orienta-te umas prosas neoclássicas tipo clementina, guarnecidas de grelos alô dona vera, temperados com umas cenas heidegger apanhadas no quintal do monte de estrume. isso é que era baril, ias a comentador da semana no top dez do sapo e entravas as dois pés no dow jones do comentário internacional.

    nota – se abrires os linques que meto de quando em vez, talvez aprendas qualquer coisa, não digas tanta asneira e não tenhas que os recuperar depois para ilustrares o contrário do pretendes martelar.

  31. Boa achega avernavios. Dá para ver que és um entendido em História.
    Mas a Polónia foi invadida pelos alemães e também pelos russos, após a assinatura do pacto germano-sovietico. Chamberlain também tentou salvar a Polónia (com quem tinha um pacto) cedendo o corredor de Danzig para salvar o resto, claro que Hitler não cederia o álibi que tinha para invadir a Polónia por inteiro.
    Os motivos para a invasão dos dois países são muito iguais aos de Putin para invadir a Ucrânia.
    Poles and Czechs were a “rabble not worth a penny more than the inhabitants of Sudan or India. How can they demand the rights of independent states?”

    Os paralelismos são muitos, a guerra na Europa parece não acabar, e ainda estamos nos “roaring twenties”.

  32. Concordo com a visão do Sr Henry Kissinger.
    O caso é que o Putas já tinha conseguido que a Ucrânia jamais se juntasse á NATO ao fazer as manobras militares e desatar aos berros. Não precisava invadir. Ao invadir PERDEU a razão que pois ter.
    Agora é ele ou a nós. Um tipo que faz isto não pode permanecer no poder.
    Espero que os russos tratem dele como devem e que se despachem. A Humanidade agradece, os ucranianos são os primeiros da fila.

  33. os comunas residentes vão buscar o márocas para testemunha abonatória do pudin e das suas intenções filantrópicas com invasão da ucrania, mas ainda não vi a mula russa & friends socorrerem-se do discurso mais importante da vida de soares para enaltecerem os feitos gloriosos do prec.

    ” É uma cúpula de paranóicos, a direcção do PCP. É uma cúpula de irresponsáveis a dos dirigentes da Intersindical, que não representam o povo português. E as Forças Armadas, dando cobertura a esses irresponsáveis, indo acreditar que havia uma marcha sobre Lisboa, que nunca existiu – que só existiu na cabeça desses paranóicos – constituíram também graves responsabilidades. ”

    https://www.arqnet.pt/portal/discursos/julho02.html

  34. eh pá! assim não há condições para cumprirmos o calendário do bombardeamentos aéreos. depois não nos venham acusar de não cumprir prazos, desorganização e incompetência.

    March 5 (Reuters) – Russia’s foreign ministry called on European Union and NATO countries on Saturday to “stop pumping weapons” to Ukraine, the Russian RIA news agency said.

    It said Moscow was particularly worried that portable anti-aerial Stinger missiles could end up in the hands of terrorists, posing a threat to airlines.

    https://www.reuters.com/world/europe/russia-calls-eu-nato-stop-arms-supplies-ukraine-2022-03-05/

    cá pra mim devem estar em modo camacho com declarações para justificar mais uns abates futuros de aviões comerciais

  35. tótó :
    o presidente Truman,em 1945, assumiu publicamente, ter ordenado o lançamento de duas bombas atômicas sobre Hiroxima e Nagasaky.
    Não irão fazê-lo, está feito !

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