8 thoughts on “O Correio da Manhã e o seu ódio, perdão, a sua galinha dos ovos de ouro”

  1. o sucesso do pasquim é o estilo frente nacional daquela merda, que cola na direita, na comunada e em fátima. o barbosa recuperou as misses ao prec e o fernandes da cofina convocava manifs de desagravo ao santana a troco de um ministério que nunca lhe calhou. tem a vantagem de se ler rápido, o tempo de beber a bica, é por isso que circula bem nos cafés.

  2. Acontece que os familiares e amigos são muitas vezes apontados como os testas de ferro ideais, para manobras de corrupção. Não só na política, em todo o tipo de corrupção. Apareceram na imprensa, ao seu tempo, referências aos rendimentos da senhora, aparentemente incompatíveis com a compra de andares de luxo, bem como formação de empresas, sem aparente actividade e de finalidade desconhecida.

    Isso parece-me suficiente para que familiares possam ser vistas como figuras públicas, especialmente tão próxima de uma personagem controversa, com tantas histórias, que muita gente considera mal esclarecidas.

    Não sei a que propósito vem este ataque ao CM, jornal popular de escandaleiras e crimes, muito mais manso que qualquer equivalente inglês.Este tipo de imprensa é a que mais vende, em toda a Europa, e precisam de assuntos “quentes”.
    Tudo dentro do que se pode esperar e da parte do DO também e da aspirina delirante … bocejos e mais bocejos.

  3. tuleutério! regista aí que este assunto “quente”, em inglaterra, não dáva para o jornaleiro aquecer a sua própria cadeira, era corrido quando mostrasse o rascunho ao chefe e a indemnização dáva para penhorar ordenados ao gajo e descendentes para 5 gerações. entretanto vais engolindo as patranhas do pasquim sem bocejar e ficas preocupado se alguém reclama, não vá a coisa perder a eficiência.

  4. Como o “caríssimo” sr. Eleutério Pinto parece andar mal informado, o que não espanta num consumidor dessa porcaria do cm, a que alguns chamam jornal, aconselho-o a ler o texto seguinte, para ficar um pouco mais elucidado
    acerca de “testas de ferro ideais, para manobras de corrupção, rendimentos da senhora, aparentemente incompatíveis com a compra de andares de luxo, bem como formação de empresas, sem aparente actividade e de finalidade desconhecida” e outras merdas afins.

    ==O texto que se segue foi escrito por Mário Bettencourt Resendes, jornalista e critico de Sócrates. O que não o impede de chamar os bois pelos nomes e desmontar parte das calunias contra o ex PM.==

    Domingo, Fevereiro 01, 2009

    A casa da mãe de José Sócrates
    Lamento profundamente ler nos jornais tanta imbecilidade. Aliás, a vida está tão difícil que a partir deste primeiro de Fevereiro é-me impossível comprar mais do que um jornal e, neste sentido, serei mais um a colaborar para o encerramento de alguns, esperando que os primeiros a fechar sejam os pasquins.
    Pela frente de alguns olhos esbugalhados e pelo interior de ouvidos ressonantes repassou a notícia de que a senhora mãe do primeiro-ministro José Sócrates teria comprado uma casa através de uma empresa sediada em offshore. Manchete, abertura de noticiários, reportagem especial de investigação SIC/Expresso, enfim, o costume da actualidade para angariar audiências de modo selvático. Foi dado a entender ao povinho que a senhora teria cometido um “crime”, possivelmente com dinheiro relacionado com as “luvas” que o filho teria recebido do Freeport.
    Aquilo que nós chegámos é profundamente lamentável. Jornalismo, não é? Investigação, não é? Só se for na tasca do tio Manel ou no centro comercial Colombo.

    Em primeiro lugar, estou à vontade a escrever isto porque sou um crítico das políticas de José Sócrates. Mas, sempre defendi a verdade dos factos e notícias com fundamento. Se calhar estive errado e fiz mal ao longo da vida. Se tivesse optado pelo contrário, estava hoje podre de rico ou já tinha um “tacho” na agência Lusa. Recordo-vos que um dia, noticiei algo bem fundamentado acerca de um tipo poderoso e fiquei de pernas cortadas para sempre.

    Todavia, fundamentar o que se escreve é essencial e, por essa razão, é que quero dizer-vos hoje aqui no meu blogue que a senhora mãe de José Sócrates já devia ter tomado uma posição contra todos aqueles que a insultaram com a estória da compra da casa com dinheiros sabe-se lá oriundos de onde. Acontece que a senhora é rica, riquíssima e não é de agora. A senhora mãe de José Sócrates pode, se o quiser, comprar uma, duas ou as casas que entender. Para aqueles que não sabem o que é investigação e que nem se dão ao trabalho de perguntar quem é a senhora, eu digo-lhes: a senhora mãe de José Sócrates é filha de um homem que ao longo da vida trabalhou na exploração do volfrâmio nas minas do Norte de Portugal. O seu pai ficou rico, muito rico, riquíssimo e quando faleceu deixou uma fortuna incalculável à senhora mãe de José Sócrates e a outros filhos de um seu segundo casamento. Quando o seu pai optou pelo segundo casamento, a senhora mãe de José Sócrates não se deu bem com a madrasta e preferiu ir viver, entre os anos 40 e 50 para Cubal-Angola. A senhora mãe de José Sócrates casou com um arquitecto de prestígio na cidade da Covilhã de quem se viria a divorciar, resultando do facto, mais um avultado recebimento pecuniário. A senhora mãe de José Sócrates, que apesar de praticar a religião “Testemunhas de Jeová”, tem o prazer de participar em repastos com amigas católicas e com as quais desabafa sobre os mais diversos assuntos da sua vida. A senhora mãe de José Sócrates é muito, mesmo muito rica e as suas amigas sabem bem que até já ofereceu uma casa a cada um dos filhos.

    Se esses grandes “especuladores” das notícias quiserem mais alguns detalhes eu posso dar-lhes… mas, só se pagarem! Chega de borlas…

    E já agora, sr. Pinto, de brinde, mais um textozinho que o elucidará acerca de “certas” contas offshore.

    ==DCIAP arquiva inquérito sobre documentos bancários de tio de Sócrates==
    Lusa
    27 Set, 2012, 15:25
    O Ministério Público (MP) arquivou o inquérito relativo aos documentos bancários (constituição de offshore e movimentos de dinheiro) de Celestino Monteiro, tio do ex-primeiro-ministro José Sócrates, por não revelaram, só por si, qualquer ilícito criminal.
    “Realizado o inquérito não foi carreado para os autos quaisquer elementos que nos permita concluir que os documentos em apreço nos autos são elementos de prova indiciadores da prática de ilícitos criminalmente punidos, nomeadamente dos crimes de corrupção ou de branqueamento de capitais”, refere o despacho de arquivamento do Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP), a que a Agência Lusa teve acesso.
    A decisão do DCIAP apoiou-se na informação elaborada pelo Núcleo de Assessoria Técnica (NAT) da Procuradoria-Geral da República (PGR) que concluiu que os “documentos elencados não revelam, só por sim, factos susceptíveis de configurar ilícitos criminais praticados pelos intervenientes”.
    Segundo o DCIAP, dos documentos resulta apenas a comprovação da constituição da offshores Medes Holding LLC, da identidade dos seus beneficiários (incluindo familiares de José Sócrates) e da realização de inúmeras transacções bolsistas por Celestino Monteiro, bem como da realização de diversos negócios pelo mesmo, nomeadamente a aquisição de um veículo automóvel”, da marca Maserati modelo 320 GT.
    O despacho, assinado pela procuradora Maria João Almeida Costa, refere que “não foram apurados indícios de que as quantias identificadas nos diversos documentos junto aos autos tivessem origem ilícita e que a sua movimentação, nomeadamente as transferência para as suas contas bancárias, se destinasse a dissimular a sua origem ilícita”.
    Assim, os elementos colhidos para a investigação não permitem, de acordo com o DCIAP, concluir que as quantias monetárias resultantes dos documentos tivessem sido obtidas por Celestino Monteiro ou terceiros, de forma ilícita e que foi utilizada pela Medes Holding LLC para ocultar tais quantias monetárias.
    O DCIAP lembra que os documentos foram colocados online no site do Fórum Nacional, do líder de extrema-direita Mário Machado, porquanto eram titulados por um tio do então primeiro-ministro José Sócrates, mas “sem que houvesse uma suspeita alicerçada em factos concretos de que eram prova de factos ilícitos”.
    O DCIAP sublinha ainda que todas as pessoas inquiridas – Mário Machado, o economista Rui Manuel Teixeira Santos Dias, as jornalistas da TVI Alexandra Borges e Manuela Moura Guedes – “não foram capazes de fornecer factos concretos de que Celestino Monteiro ou terceiros tivessem praticado actos ilícitos criminalmente punidos”.
    Ao ser inquirido, Mário Machado (actualmente preso), justificou que encontrou na sua caixa de correio uma pasta contendo documentos de empresas offshores detidas por familiares de José Sócrates, tratando-se de depósitos bancários em offshores, transacção de acções e aquisição de um veículo Maserati. Referiu desconhecer como os documentos foram obtidos e por quem, tendo os mesmos sido mais tarde entregues a jornalistas da TVI.
    Ao ser inquirido na investigação, o tio de Sócrates declarou que os documentos lhe pertenciam e se tratavam de documentos antigos que guardava no escritório da sua residência na Avenida Almirante Reis, em Lisboa.
    Explicou que, em 2007, voltou a casar e passou a residir em Vila Real, tendo os seus dois filhos (Carlos e Diana) ficado a habitar aquela casa.
    Segundo disse, terá sido o seu filho Carlos que guardou os documentos na casa da sua namorada Vera e terá sido na residência desta que um outro homem, de quem aquela tinha um filho e que conhecia Mário Machado, subtraiu a papelada.
    Relatou que, na altura, não apresentou queixa à polícia, porquanto o seu filho lhe pediu para não o fazer, pois teria recebido um SMS com ameaças, o que o deixou “muito assustado”. justificou ainda que os documentos eram muito antigos e “sem relevância”.
    O tio de Sócrates esclareceu que tem “fortuna própria já há vários anos” e que tentaram “ligar o dinheiro por si ganho a José Sócrates, sendo que a mãe deste é apenas sua irmã consanguínea e nunca foram próximos, tendo, aliás, visto pessoalmente o seu sobrinho (Sócrates) apenas seis vezes”.
    Quanto à Medes Holding LLC disse tratar-se de uma empresa detida por si, pela mulher e filhos, alegando esta já fora extinta há anos.
    A única actividade da empresa era a compra e venda de acções que era por si realizada diariamente, fazendo-o numa sala do Banco Nacional de Crédito (adquirido pelo Banco Popular), sendo os extratos junto aos autos comprovativos dessas transacções bolsistas.

    Como dizia o outro, “alimpe-se” lá a este guardanapo, ou, em falta do dito, pode ser mesmo a uma página do pasquim da sua preferência.

  5. eleuterio,a sua teoria tambem podia ser assim.um sem abrigo tem um primo rico que deposita os seus haveres no estrangeiro.o primo (o sem abrigo)por ser familiar tudo leva a pensar que tambem está metido na “tramoia”. dorme na rua, porque gosta de respirar e ouvir o barulho do vento e do frio,e tambem para despistar a policia judiciaria. eleuterio vá-se foder mais as suas leituras e as suas teorias de conspiração!

  6. Ó Eleu, “muito mais mansa do que qualquer equivalente inglês” era a tua tia!

    O correio da manha é mais do que mansinho, sim, mas é para os pulhas, os gatuno, os pintelhosos e os facínoras como tu!

    Que são muito mais patifes do que qualquer equivalente sudanês, ugandês, ou do Catanga.

    Só escarros, escarros e mais escarros…

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