26 thoughts on “Figuras de estilo que não mudam o essencial”

  1. O quê??? “Abstenção violenta”??? Não me devia surpreender, vindo da mesma mente da “austeridade inteligente” e “as pessoas primeiro” (por oposição às “galinhas primeiro”, suponho), mas a vacuidade começa a ser avassaladora. O Seguro é familiar do Álvaro Santos Pereira, por acaso?
    (#coisasquesegurodiz é um óptimo meme para o twitter.)

  2. Seguro está a deixar cair o partido no ridículo. Alguém que corra com ele e depressa. São declarações extraordinárias como estas que levam “alguns camaradas a estarem mais preocupados como que ele diz e faz do que em atacar o governo”, como se queixou há dias. Na verdade, compreende-se perfeitamente que haja quem veja nele um obstáculo ao combate a este governo…

  3. Saltou-me logo um palavrão quando ouvi, há pouco, tal declaração. Que vergonha. Alguém que corra com ele?? Mas quem? Estamos agarrados ao Seguro como ao Cavaco, como ao Passos e toda a pandilha e não vejo solução .

  4. edie, parece-me que com o assis a situação não seria muito diferente.Acho que dizer não só seria se o pinto de sousa tivesse ficado

  5. sim, er, já sei que sabes que se o pinto de sousa tivesse ficado,faria a mesmíssima coisa que o passos coelho, e que o assis, se tivesse ganho as eleições no ps, faria a mesmíssima coisa que o Seguro e que todos são iguais, apenas ainda não fundamentaste.

    E eu tambem acho que as crenças, ou dogmas,ou apaziguamentos de consciência, cada um fá-los à sua maneira e estás muito bem deixa-te estar, que eu nãoo tenho nada a ver com isso.

  6. Gostei muito da parte do artigo que diz (á la er): “Francisco Assis também teria decidido pela abstenção”…sem mais. Acontece que quando Assis falou na abstenção, o Governo não tinha virado o acordo às avessas e feito um OE que nada tem a ver com aquele acordo (tendo levado, inclusivamente, avisos do próprio FMI, quanto aos exageros).

    Sabes que nome se dá a quem retira as coisas do contexto,, fazendo-as passar por factos?

  7. malta SOCRATRISTE

    o Seguro é só “um” dos espelhos da vossa própria realidade: rapazeco teórico, aparelhista oportunista, líder fraco, patético, inseguro, ilusionista, esquerducho jet-set caviar, calimero …

    mas, mas, sobretudo

    incapaz de perceber que a manutenção do estado de negação e fuga sobre as pesadíssimas responsabilidades do passado recente da governação socialista, nunca lhe poderão abrir caminho para a recuperação de alguma réstia de credibilidade para si e para o execrável partido de ex-socrateiros sem vergonha na cara … que se passeiam na assembleia como putas virgens.

    que nojo, que nojo

  8. “Não foder nem sair de cima”, já tinha ouvido muitas vezes.

    Agora, “não foder nem sair de cima, mas com uma tesão do caralho”, reconheço que é a primeira vez.

  9. edie, nessa altura ele pronunciou-se a favor da abstenção não é? É verdade sim senhora. Mas acontece que, uma vez conhecido o recheio do OE, ele reafirmou a mesma posição que marcou antes do oe ser conhecido.Ponto

  10. No post abaixo e emprestado do Renato Teixeira do “Cinco Dias” e dedicado a todos estes

    xuxialistas pós-socráticos nostálgicos que se masturbam que nem vovôs por aqui, nesta

    intendência patética de órfãos destroçados do Pinto de Sousa.

    Todos os dias me cago a rir com as

    vossas acrobacias ideológicas e erudição ejaculatória senil, com o objectivo de reclamar

    antigas glórias frouxas do papá e de chorar mitos supra humanos sobre uma criatura

    divinizada que lhes preencham a psicose, o medo do vazio e a ausência total de ideias.

    Depois das loas, laudos, missas, encumiásticos discursos, procissões e romarias que

    organizaram ao Santo Sócrates, este momento de auto flagelação e delírio dissociativo,

    parecem as duas faces da mesma moeda e uma justa retribuição pela insanidade psicótica

    que alimentaram durante anos.

    Em suma: vocês e o seguro são o espelho uns dos outros e da intrujice e mentiram que

    plantaram tão dedicadamente, como verdadeiros fiéis de um rebanho.

    Foda-se que até me mijo de tanto RIR.

    AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, e mais AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH,

  11. António José Seguro é a figura mais patética com que o Partido Socialista já castigou o país. Ao pé de si, o Tino de Rans seria um bom líder da oposição. Plástico, inócuo, vazio, tudo em Seguro é um doloroso conjunto de lugares comuns, de banalidades, de coisa nenhuma. Seguro é um som que se suprime, um eco mudo. Se Seguro fosse maleita bastaria para a resolver um leve chá de lúcia-lima, um passeio à beira-mar ou meia hora ao sol a absorver vitamina. Mas Seguro nem capaz é de ser capaz. Seguro é inseguro, inoperante e devia saber que chegou ao topo da carreira. Deve mais à sorte do que ao talento mas poucos dotados de sentido lhe invejam o caminho. Seguro não fala, junta palavras trémulas ditas sempre sem réstia de convicção. Seguro não surpreende, dirá sempre o que sabemos e o que todos já estavam à espera. Passará pela política sem deixar uma ideia e abandonará a liderança do PS sem qualquer amargura, esperando que a sua alma serena seja premiada por António Costa ou qualquer outro que lhe reserve um lugar na carruagem dos fundos no próximo turno. Qual espantalho, Seguro sabe que o seu mandato é fugaz, pelo que fica contente com as suas duas estações de braços ao vento, queixo caído e pernas à banda, a servir mais para o pouso e o aconchego dos pardais do que para o seu medo e a sua fuga. Face à austeridade que norteia o governo PSD-PP, Seguro é o seu melhor aliado e a garantia de que tudo continuará a ser como dantes. Seguro é o governo de unidade nacional mas sem unidade, nem governo, nem opinião. A única coisa que Seguro segura é o pote do Passos Coelho. Entrou quase em silêncio e sairá sem qualquer murmúrio. Nunca será primeiro-ministro e ele, sempre notável, parece ser o único que ainda não percebeu isso.

  12. é isso mesmo , Seguro Patético. até parecve que o zézito vazio espectáculo mediático era menos patétiico. estilos diferentes e mais nada. os patéticos “atrevido” e “prudente” do ps pós moderno.

  13. Para aprovar este orçamento brutal, só mesmo uma abstenção violenta.
    P´favor, qual é o nº do apoio à vítima?

  14. O Seguro ao ganhar as eleições e conseguir maioria na comissão política do PS, uma vez que detinha o controlo no aparelho do Partido, tem agora as costas quentes para todas as suas burrices. Afinal esses membros da comissão política foram escolhidos por si. Já não sei se na Assembleia da República o grupo parlamentar do PS será assim tão dócil. Se tal acontecer, então, aí sim, o PS irá ter uma longa travessia no deserto, pois o eleitorado socialista não lhes irá perdoar. Pelo menos com o meu voto, e de muitos outros que eu conheço, não irão contar.

  15. Desde que li essa coisa acima do Seguro Patético, comecei inevitavelmente a pensar que o tal Seguro deve ser um bom líder.

    Ainda não me tinha ocorrido tal possibilidade, mas se um ignoto atrasado mental do 5 Dias diz que o Seguro é patético, então é porque só pode ser bom. Quod erat demonstrandum.

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