Emergência

Estava Tozé posto em sossego, de seu cargo colhendo doce fruto, naquele engano de alma ledo e cego, que a fortuna não (não?) deixa durar muito…
Cai-lhe um governo podre no regaço. Grande susto. Fim do poema.

Mais prosaicamente, gostaria de saber umas coisas, que este governo é pior que mau e está a mandar o país para o esgoto: Afinal quem são os homens e mulheres que apoiam o Seguro? São dignos de integrar um governo? Tirando o Zorrinho e a Maria de Belém, que se mostram muito alinhados, quem fala, e melhor, na televisão não parece ter grande proximidade com o líder. Falo de João Galamba, Santos Silva, Silva Pereira, António Costa, Marcos Perestrelo, Basílio Horta, Assis, Lello, entre outros (e estiveram na reunião de domingo?). Irá o país ser governado por líderes de distritais e presidentes de freguesias? Que Camões nos valha! Quando é o próximo congresso?

4 thoughts on “Emergência”

  1. Parece que o Assis tem é grande esperanças no Peneda que ainda há pouco declarava na TV que o governo não devia ser condenado pela omissão em não ter dado cavaco sobre as novas medidas de austeridade combinadas com a troika e já conhecidas do Durão.

  2. O Tozé está muito satisfeito em ser lider do PS, gosta de tirar fotos com os outros
    socialistas europeus, diz umas coisas, está muito preocupado com as privatizações…
    será por causa das fabulosas comissões que os intervenientes arrecadam?
    É um facto à vista de todos que o regime está podre, a partidocracia não tem emenda
    chegou-se ao grau zero da política, o Tozé é fruto do sistema tal como o Coelho, sabem
    uns truques dizem umas coisas mas, falta-lhes o substrato para serem verdadeiros li-
    deres do quer que seja, para Portugal nas actuais circunstâncias não prestam!!!

  3. Não podia estar mais de acordo
    Juntaria à lista dos socialistas que vale a pena ouvir o Pedro Marques.
    Do lado dos apoiantes da Seguro é justo reconhecer que Miguel Laranjeiro e José Junqueiro têm intervindo, no Parlamento, com vigor quando necessário responder aos ataques ao governo de José Sócrates. Tal não tem sido a orientação do partido, o que a meu ver é um enorme erro.
    Já agora, a propósito de Parlamento, será que alguém pode lembrar a Seguro que faz muito mal repetir incessantemente SENHOR primeiro-ministro, SENHOR primeiro-ministro, SENHOR primeiro-ministro, pois que isso o apouca e eleva o adversário? A linguagem parlamentar tem de ser civilizada, mas não exige subserviência. Aliás já era tempo de modernizar a fala parlamentar, actualmente cheia de salamaleques.

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