Em três, dois, um…

E aí está. O jornal i publica um mini-perfil negativo do juiz José Reis, que considerou as teses do Ministério Público na operação Marquês totalmente sem fundamento e a prisão de Sócrates injustificada, pronunciando-se a favor da sua libertação imediata (foi derrotado por duas colegas visualmente sobredotadas ou deslumbradas, como o procurador). Em poucas linhas é-nos dito o que já se estranhava estar a demorar: que o juiz não é grande «truta», que a nível técnico deixa muito a desejar e que (oh, surpresa!), não se lhe conhecendo preferências partidárias, tem ânsia de protagonismo em final de carreira. E quem diz? Os “magistrados ouvidos pelo i“. Devem ser os da linha direta.

«Na capital acumulou experiência na área criminal. Ainda assim, a boa preparação técnica está longe de ser uma característica que lhe atribuam alguns dos colegas que se cruzaram com José Reis. “Não é nenhuma truta”, refere um dos magistrados ouvidos pelo i. A nota do CSM para o concurso diz o contrário: teve “muito bom” na última avaliação.

Chegou à Relação de Lisboa há menos de dois anos, destacado de outro tribunal, e já depois dos 60 anos. Está a dar os primeiros passos, ainda como auxiliar, mas em breve poderá avançar na carreira – na próxima segunda-feira ficará a saber o resultado do concurso para o lugar de desembargador.

Na extensa declaração que juntou à posição da Relação de Lisboa – uma espécie de acórdão paralelo, a fazer sombra à decisão final –, José Reis lançou fortes críticas ao Ministério Público: “Se se ignoram os indícios dos factos que se projectam demonstrar, não se pode fazer um juízo fundamentado acerca da complexidade da investigação, sendo certo que não há complexidade alguma em investigar o nada, o vazio.”

“Poesia”, consideram os magistrados ouvidos pelo i. Simpatias políticas, se as nutre por algum partido, não são evidentes. José Reis está a poucos anos da reforma e, diz um dos magistrados, quis “ensaiar algum protagonismo” na onda do mediatismo do processo que envolve o ex-primeiro-ministro José Sócrates

37 thoughts on “Em três, dois, um…”

  1. Condena-se os media, mas bebe-se nos media e nas apreciações que estes fazem.
    A questão é: como pode a autora do texto, ao referir que «foi derrotado por duas colegas visualmente sobredotadas ou deslumbradas, como o procurador)», avaliar o coletivo de juízes,qualificando ironicamente as colegas, só porque estas partilham de opinião diferente do outro? Conhece o trabalho de um e outras? É que a qualidade técnica de cada um avalia-se pela escrita e fundamentação das sentenças e/ou acórdãos. Será que os que o comentaram não o conhecem? Na verdade, a barbaridade que escreve acerca da complexidade chega a fazer dó. E muito nos diz já do que se lê!

    Então, é tudo fácil não é? É um pouco como aqueles que dizem que Sócrates é o mais honesto dos tempos, e perguntados porque dizem isso, respondem «porque é».

    Bolas, o que será um processo complexo na cabaça deste gajo?

  2. Tenho uma má opinião de José Sócrates enquanto político. Nunca votei nele. Isto dito, fiquei escandalizado quando hoje li o artigo do jornal «i». O mínimo que o jornal poderia fazer era um artigo semelhante em relação às duas juízas que decidiram contrariamente ao juiz em causa. Citações de «magistrados», que não identifica, a denegrir o juiz em causa, levam-me a perguntar qual a representatividade da amostra consultada. Serão os mesmos que nas redes sociais se pronunciam sobre o processo e o arguido, demonstrando uma perspetiva estritamente política?

  3. O que o jornal i procurou uma reacção corporativa por
    parte dos juízes não para contrariar a proposta do Juíz
    que, não aceitou a ficção suposta dos indícios apresen-
    tada pelo procurador e “carimbada” pelo juíz de Instru-
    ção da operação Marquês sobre complexidade!
    Preferiram ir pelo apoucamento do Juíz com experiência
    e, não nascido no CEJ como pinto de aviário! Talvez, para
    contraditar o que foi escrito, os ilustres desembargadores
    se tenha que socorrer do Cancioneiro Popular!!!

  4. tamém acho, oh fernandes. podiam dizer que a maurícia foi a juíza que arquivou os submarinos depois de ter passado pelos sobreiros e que a féria é a sindicaleira que representa a corporação nos fretes à menistra. entretanto parece que a coisa azedou com o subsídio de independência e já ameaçam a loira com a libertação do sócras.

  5. A peça do “I” é mais uma baixaria na linha das que tem feito de par com o Sol e o Correio da Manhã, o que não surpreende porque comem todos da mesma gamela e da mesma ração. Quando a vaca preta secar, vai ser giro ver a que tipo de teta se agarrará esta choldra que se autoproclama de jornalista. O mesmo se pode dizer dos que fazem o plantão da linha directa, a partir do CSM, por isso se julgando magistrados. Quando a política mudar, vai ser giro vê-los a virar a casaca. Provavelmente juntam-se todos e abrem uma casa de meninas, porque lá treino levam eles. O que mais revolta é pensar que, através dos impostos, somos nós obrigados a sustentar esta canalha infame.

  6. O impensável. Ver juízes, de forma anónima, pressionar o sentido de decisão de colegas com processos de intenção sobre o seu carácter e a sua competência, utilizando jornais. O texto do i é uma peça fundamental para compreender a estratégia de manipulação de opinião pública em que uma parte da comunicação social está empenhada e em que uma parte da magistratura colabora e o grau de de degradação das instituições da República que permitem tamanho atentado à sua dignidade e à confiança que dela esperam os seus cidadãos.

  7. votou contra,puxaram logo de pistola contra um colega que entrou tarde nesta andanças mas que na ultima “avaliaçao” teve um MUITO BOM. dizer que acusação é uma mão cheia de nada, e que josé socrates foi preso ilegalmente por falta de provas. perante isto só podemos dizer que este pais está perigoso e que a justiça em portugal está mais desafinada do que a banda da minha terra.

  8. numbejonada,ninguem no aspirina diz que socrates é o mais serio deste mundo.o que achamos estranho é que depois ano e meio de investigaçao + seis meses com ele na cadeia,só um facioso adepto da direita, pode pensar o contrario.temos consideraçao por ele porque foi um bom pm,e pelos vistos preso sem motivos segundo o juiz josé reis.se isto de prender émateria de opinião, ( o que não acredito)muito mal vai a justiça na polis!

  9. Cara Penélope,
    felizmente (ou deverei dizer infelizmente?) os juízes demonstram apenas serem exactamente iguais a uma qualquer outra profissão. No seu seio albergam de tudo, desde os excelentes aos execráveis, por isso é que não compreendo porque é que lhes é permitido o direito de condenar por convicção, como se fossem habilitados por um poder milagroso que lhes permitisse distinguir o certo do errado. Posto isto, e uma vez que por aqui começaram a aparecer umas figurinhas que pretendem dar a entender que sabem de leis quando nem em português escorreito são capazes de escrever, que se refugiam na utilização de regionalismos que não dominam ou em escrita ‘à la diable’ no que concerne à acentuação, e que desconfio escreverem à peça, paga nos escritórios de interesses dos que querem um novo estado, corruptela do seu (deles) Estado Novo, de que têm saudades alguns, e outros apenas uma visão romanceada contada por historiadores do tipo Hermano Saraiva ou Rui Ramos. A pasquinada, dirigida por arrivistas que apenas são movidos pela vaidade e o bolso quente, arregimentam catraiada que se intitula jornalista e publica os maiores disparates sem cuidar de respeitar a norma básica do quem, quando, onde, como e porquê.
    A peça referida no I, dirigido por um António Ribeiro Ferreira que até conhece um rio Bósforo (!?), jornaleiro tardio de opiniões acéfalas e que grita ‘esquerda’ a tudo que não seja oriundo do 24 de Abril de 74, é apenas mais do mesmo que a direita goebeliana adora fazer. Quando não há nada contra, insinua-se, opina-se, dão-se como notícias meros rumores, apadrinham-se assassinos de carácter. Se mais tarde nada se confirmar que interessa? Os tribunais são lentos, os juízes não gostam de ter jornais às canelas, a memória é curta, não há lei que puna exemplarmente quem intruja…
    Por isso é difícil que os honestos se manifestem. Preferem não se incomodar. Afinal esta vida são dois dias e o rebanho tem boa relva e água fresca, as acomodações são razoáveis e os pastores são molengas. Para quê balir mais alto?

  10. Fico na expectativa de saber o que dirá o meu quase homónimo e muito estimado pivotJosé Rodrigues dos Santos sobre esta reportagem do “i” . Será que também a vai considerar um exemplo das teses do Humberto Eco ?

  11. «Condena-se os media, mas bebe-se nos media e nas apreciações que estes fazem.»

    Já me tinhaparecido que havia por aí quem confunda critica com julgamento. Agora fiquei esclarecido.

    «Na verdade, a barbaridade que escreve acerca da complexidade chega a fazer dó.»

    Também sinto dó pelos simplistas, que falam em complexidade para se referir ao que é apenas complicado.

  12. “ninguem no aspirina diz que socrates é o mais serio deste mundo”

    Bom é seguramente um dos politicos mais sérios de Portugal, pois ninguém em Portugal alguma vez teve a vida tão espiolhada, e ao fim do espiolhanço todo, após 10 anos de furiosas perseguições judiciais, não há UMA prova nem UMA acusação que se conheça.

  13. Seria engraçado ver a vida do Cavaco ou do casal Passos & Portas, ou do Relvas, ou do Marques Mendes, ou do Jardim a ser espiolhada da mesma maneira durante apenas 1 ano. Só um aninho!

  14. Ó JRODRIGUES, e todos aqueles sob que você assina, quando PRETENDER responder ao que escrevo, faça o seguinte: estude antes e depois atreva-se a responder. Se eu vir que tem algo de substancial nos seus escritos, decidirei se me merece a atenção de, pelo menos, lhe acusar a leitura. Até lá, fique-se com as suas invetivas que são simplesmente inadequadas. Você é um vazio, uma mão cheia de nada. Beba do licor da marca «M» que o saudoso presente PIMPAUMPUM lhe recomendou. Ficará mais alegre e qui sait mais inspirado.
    Cumprimentos ao Fifi….

  15. Ó LIÂOzit das TREVAS,

    «Bom é seguramente um dos politicos mais sérios de Portugal, pois ninguém em Portugal alguma vez teve a vida tão espiolhada, e ao fim do espiolhanço todo, após 10 anos de furiosas perseguições judiciais, não há UMA prova nem UMA acusação que se conheça».

    E tu conheces ALGUMA PROVA que retire o estatuto de ARGUIDO e de RECLUSO ao homem?

    ( Já agora, é evidente que não se conhecem provas nem acusação. Esta ainda não foi deduzida, está a decorrer uma investigação criminal OPORTUNA…seja, em TEMPO. Tas a bere a coisa? Mas se conheces alguma coisa, avança pá, beneficias dos conhecimentos processuais do Reis e podes conseguir alguma coisa. LOL.
    Hum…toma lá uma borla: as provas produzem-se em julgamento. Sabes o que isso significa, pá? Aposto que não. sempre podes ir a um linque, tás a bere? Mas afasta-te daqueles que de tão definições de INSOLVÊNCIA, penhoras e execuções e distinguem AINDA a falência, etc e tal, emisturam a responsabilidade objetiva com a subjetiva, oqueie? Corres o risco de para além manteres as palas, ainda te crescerem as orelhas. )

  16. Poucas coisas me fazem mais pena que a arrogância dos burocratas ! Para eles o progresso não se faz desafiando o estabelecido, mas cumprindo metódicamente as regras defenidas. Confrontados com argumentos que questionam as suas “verdades primordiais”, refugiam-se no insulto ! É natural! No lugar do cérebro têm um circuito electrónico formatado por uma qq sucursal de CEJ. Se fossem robots, seria fácil explicar poque se comportam assim. Mas como são apenas canalhas letrados, o caso coloca questões que nos deviam preocupar a todos: onde falhamos como sociedade para parir Botrytis assim ?

  17. Acabo de ler isto:

    http://www.publico.pt/sociedade/noticia/preso-quase-dez-anos-depois-de-triplo-homicidio-1699606

    E lá no meio, encontro isto:

    “A prova, como é sabido, não se resume à directa”, sublinhou, segundo se pode ler no acórdão. “São relevantes, para além dos meios de prova directa, os procedimentos lógicos para a prova indirecta, de conhecimento ou deduções de um facto desconhecido a partir de um facto conhecido; as presunções”

    Vejamos se entendi em abstracto: ninguém viu nada e não se econtrou a arma do crime; mas se o arguido tinha um conflito com a vitima, estão dispensados os meios de prova directa ?! Sempre em abstracto: como é que um gajo se defende de deduções e presunções ?! Não estaremos perante mais um exemplo de prática reiterada de inversão de ónus da prova ?! Ninguém se assusta com esta “normalidade” ?!

  18. O Leão da Estrela devia mudar o nome para Leão das Falácias .

    Uma dica:
    Os sabionolas e demais ignaros, que, no crime simples da corrupção, exigem prova documental e nada mais : para serem coerentes, deveriam exigir escrita e livros selados, diário e razão, balanço e balancete . Tudo devida e meticulosamente registado.
    Só assim se poderia afastar o estatuto de complexidade do caso.
    Conviria não esquecer de colocar lá na lei uma alíneazinha, com a previsão da penalidade a aplicar ao corrupto, no caso de incumprimento das, dele, obrigações contabilísticas .

  19. querolasaber,

    Duas questões em abstarcto:

    1. Emprestimos entre particulares, estão tipificadas como crime ?
    2. Não estando, considera que basta a “dedução” e a “presunção” para os tipificar como crime de corrupção?

    Supondo que, no caso do exemplo que dei no comentário anterior, vc era juiz no tribunal de um estado americano onde ainda persista a pena de morte: ficaria de bem com a sua consciência depois de condenar alguém à morte com base em “deduções” e “presunções” ?

  20. oh tia, flácida és tu mais os teus presuntos & água benzida. se é criminoso tem de haver crime, portanto explica lá o que foi que o gajo fez, onde e a que horas. tudo o resto é bebéubéubéu sem pardal, nem ninho.

  21. Introdução tipica da retórica de uma mente pequenina:

    «Ó JRODRIGUES, e todos aqueles sob que você assina»

    Ou seja: sendo-lhe inconcebível que possa haver mais do que uma pessoa que se atreva a contrapor argumentos às suas diatribes, “presume” , por “dedução”, que serão a mesma pessoa ! Chamo a isto um Magistrado Brilhante !

  22. Olha o Rodrigues !
    Por aquí pá ?

    Tou-te a preparar um texto sobre o teu rácio, N Culpados, que até vais cair de costas .

    Onde foste beber o quantum 1000 ?

    Terá sido o licor de M ?

    Epá, mil é um número manifestamente desaqueado.

    O povo, a muralha, não ia acolher bem, tás a ver ?

    Suponhamos :

    É preferível que 1000 culpados fiquem em liberdade, do que um ex-PM inocente, esteja preventivamente detido e venha a ser condenado.

    Epá, o povo não aceita isto, não tem generosidade para tanto.

    E depois sabes como é, torna-se necessário ir mudando o rádio, consoante a gravidade da coisa, e a responsabilidade do entalado. É preciso pôr lá a identificação do coiso .

    Tás a ver, será mais ou menos assim :

    É preferível, vá lá, que 10 estudantes culpados fiquem em liberdade, do que um estudante inocente, seja condenado .
    Isto, no caso de estudantes universitários, e prova circunstâncial. Coisa do género : várias pessoas ouviram fulano, estudante de informática, dizer a beltrana, estudante de Letras :
    ” ó filha, faz-me um download “.

    Depois, existem os casos mais graves, digamos homicídios, em que a coisa já é mais grave, e a pena mais pesada é.
    Consoante a gravidade da coisa e a qualificação/exigência da prova, vai-se aumentando ou diminuindo a quantificação do rácio.

    Coisa do género

  23. Olha o garotelho ignatzaralho,

    Xô !
    Andor Violeta !
    Não te enxergas pá ?
    Pareces o advogado, filho daqueles das ferrovias, o parolo mamao xuxa, não me lembro do nome .
    Num trabalhas pá ?
    Vai trabalhar, malandro !

  24. querolá saber,

    Tenho de fazer mea culpa por o ter questionado da forma como o fiz. Imagine vc que não me apercebi do óbvio: vc não tem consciência !Sinceras desculpas !

  25. Ó Jrodrigues, como podes ser tão …IGNORANTE? ! Como pode um ser humano por-se…assim… tão a jeito.
    Deverá abster-se de tanto disparate. Como é POSSÍVEL que de post em post te denuncies de forma crescentemente gravosa? Tu viste bem o que escreveste?

  26. Eh pá, ainda cá volto…E o que é pior que a ARROGÂNCIA dos IGNORANTES? Não é preciso ir longe, basta LER_TE. Tu projetas o que és.

  27. IGNATRASH, pá, dão-te é sabonete e tu não bê pá. Cais que nem um pateta e caiste mas como o bira-latas, meue, boltas sempre à coisa.

  28. ó JRODRIGUES, boltei a ler-te. Congretuleichiones, porque ao reproduzires-me estás a aprender a expressão escrita, tás a bere? oqueie.

    Olha, a minha mente é aquela que Deus ( em quem tu MEU HEREGE não acreditas), me deu, tás a bere? Oqueie, e chega para ti, tá beie?

    Quanto ao que é brilhante, eu digo-te o que é BRILHANTE – um bom copo do licor que o saudoso PIMPAUMPUM te recomendou bem como a todos os IGNARALHOS – o Licor de marca «M». Bebe!

    Beie, eu cá acho que há uma epidemia de melenas por aqui, precisamos de mais enfermeiros no combate.

  29. Meritissimo Magistrado VIP,

    Vossa eloquência deixa-me sem palavras ! Mais : fico que nem a Cinha qd o Benfica marca golo: sem forças nem razão !

  30. Leão da Estrela, gosto do seu comentário! tambem gostaria ver a maior parte dos politicos da coligação passarem pelo crivo por que tem passado sistemáticamente a vida de Sócrates. É de facto incrivel que após anos e anos a tentar emporcalhar o homem por todos os caminhos e mais alguns (até já li algures que o dinheiro dos submarinos teria ido parar às suas mãos!!) – o freeport foi só o caso que mais recursos materiais e humanos mobilizou nos últimos anos em Portugal – e mesmo assim, nada! das duas uma, ou é mesmo politica ao mais baixo nivel (o que acredito) ou Sócrates é mesmo um super homem! de uma coisa tenho a certeza, para ser odiado e perseguido por tantos “porcos”…não pode ser como eles !!

  31. Tens razao pa, e tudo uma invencao, uma inventona.

    A unica coisa que destoa e:

    1 – dizer que nao tem poupancas, pedir um emprestimo a CGD para ir “estudar” para paris, mas ao mesmo tempo ter acesso a fundos ilimitados de um amigo sem saber quantificar quanto usou
    2 – ter o pc em casa da empregada, para limpezas
    3 – ter quadros em casa de uma empregada, que nao sabe quanto custaram, como os comprou, ou porque la foram parar
    4 – comprar roupa com um cartao de credito do amigo

  32. Ó jAFONSOrodriguito, oube, bolto aqui ótrabez.
    E qual é o mal das presunções? Hum? Num sabes que estas podem ser ilídiveis e inilidiveis, tás abere? Atãoe? A qual delas te referes, tu que te dizes prático e que és a regra de per se? Hum?

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.