Da qualidade do procurador, do juiz e da investigação

A ser verdade o que se lê hoje no DN (e nenhum jornal está livre de disparatar), os magistrados que tutelam o processo contra Sócrates consideram que este violou o segredo de justiça ao revelar, nas declarações à TVI, as respostas que deu ao interrogatório a que foi sujeito em novembro.

O procurador do Ministério Público, Rosário Teixeira, e o juiz de instrução criminal, Carlos Alexandre, estarão convencidos que as entrevistas dadas por José Sócrates à comunicação social são uma forma de reproduzir o que foi dito em interrogatório judicial, logo, um exemplo claro de violação de segredo de Justiça.

Não sei se os senhores magistrados e juiz têm a noção do ridículo. Arrisco dizer que não, ou que já não, ou que já nem, pois parece terem perdido as estribeiras. Sócrates violou o segredo de justiça? Como assim? Está o homem impedido de falar sobre a vida dele, que, já agora, anda a ser devassada todos os dias?

Mas, por falar em segredo de justiça,  o que fizeram os responsáveis pelo processo desde a detenção de Sócrates perante as fugas para a imprensa? Mesmo que não tenham sido diretamente Carlos Alexandre ou Rosário Teixeira a enviar para alguns jornais elementos do processo que reforçam junto da opinião pública terríveis suspeitas e condenam antecipadamente e sem julgamento ou acusação o ex-primeiro-ministro, o que têm feito estes responsáveis para impedir, punir ou sequer condenar publicamente ou internamente tais fugas?  Zero. Alguém lhes ouviu alguma declaração sobre o que anda a ser divulgado? Algum aviso de «perturbação e manipulação» da investigação? As fugas, por acaso, pararam?

Esta reação do Ministério Público, a ser verdadeira, repito, só vem elucidar-nos mais um pouco sobre a qualidade e os propósitos desta investigação. É uma vergonha.

38 thoughts on “Da qualidade do procurador, do juiz e da investigação”

  1. ridiculu, pázinha, é bocê num savere cu factu de ôtru terre bioladu o segredu, num implica cu 44 o poça biolarre taméie. ridicculu é isperrarre cus magistradus prestem declarrassões à imprença, só malembru de um besta cu feze e até remetia prós travalhus dele nas çentenças ca fazia. lole.ridiculu é o 44 num saperssevere ca quantu mais publicu parmite cu seue processu ça torne, mais se licha. fogu, ca comentarrio mais supeirro, ainda purcima com titulos á dôtorra. ópazinha, apaga o que escrebeste antes que benham aí os bebâdus em suspenço, os ignissões e a abrilada do punhu lebantadu ca leboue o paíse ao lichu do planeta. irrra, questa malta ainda me poe a falarrre beie.

  2. Neste momento o tempo está a correr contra os decisores
    da prisão de José Sócrates! Continuo a entender que, a de-
    cisão foi aprovada ao mais alto nível, com o claro objectivo
    de neutralizar politicamente o visado e, de caminho preju-
    dicar a ascênção do PS ao Governo do País, são coincidên-
    cias demasiado óbvias!
    Mário Soares não lhes vai dar descanso, as bases começam
    a movimentar-se … os políticos não podem continuar a fazer
    de avestruz devem começar a questionar o que se passa na
    Justiça, antes que seja tarde! Ou há provas para os indícios
    que avançaram ou fazem o que o Pai da Democracia disse
    libertam o detido e pedem-lhe desculpa, a situação não se
    pode prolongar muito mais!!!

  3. É penoso ver a indigência à solta (nos comentadores com + responsabilidades e nos jornalistas das TV’s, dos jornais e nos blogues), chega a parecer quase contraditório ter de se argumentar sobre este país e indignarmos ao mesmo tempo permanentemente e, no fim, ter ainda a esperança de que alguém possa vir a ser uma pessoa melhor. Assino por baixo, e acrescento: no que a Portugal, 2014™ diz respeito, muitas vezes pensei que só quem tivesse uma força suplementar para se indignar seria capaz de despertar são no dia seguinte. Cá estamos para + uns meses, provavelmente todos partidos, mas agora é certo que veremos chegar esse dia. 2015, falta pouco.

  4. ó analistas chuchas, u alegadu pai da democrassia prefassioue o libru do pruença e defendeue a tipa ca ça burrifoue prós contaminadus nos hospitaies e defendeue o isaltinu, hum…

  5. oube ó RFC oube, já ca algarabiaste ingalês, já raparraste nu teue nome, hum, já? róten fraide xiquen, hum, uóte abaute déte, hum? tás a berre purque é cu ca tu dizes num siscrebe, hum?

  6. Este merdas do gajo que escreve em estrangeiro já me começa a meter mais nojo que a justicinha vingativa que nos oprime.

  7. “Este merdas do gajo que escreve em estrangeiro já me começa a meter mais nojo que a justicinha vingativa que nos oprime.”

    tá a dar resultado, comentários desses incentivam o crime. se ignorares, o gajo fica a bater punhetas ao pinto com loladas qual bécula excitada com as vírgulas e a 5ª reticência do valupi.

  8. ó pulha mediaticu, já raparraste beie no cumesso e no fim do teu nome, hum? já? oube, tens um pu e um cu, logo tirra lá as ilassoes, meue, punhetas bates tue quando andas cum punho em riste a defenderre os isquerdas wanna be´s do purtugale, tás a berre.fogu, pudias serre mais discretu, num tacumpanhu nissu, meue, eue boue á miça, atãoe?

  9. ó quero que te phodas, oube, qué ca alcalinidade tem ca berre cum o assumpto, hum, dize-me?ca saves tue de sidadania, hein, tu ca prieenxes as lacunas da tua bida cum palabrões e discurços apuliticus de latrina, salteadus de glosas à intendente, hum, hum?

  10. Habituem-se, como dizia o outro!
    Por acaso pensam que nos dias que correm uma ditadura se impõe assim de mão beijada: estado de sítio, recolher obrigatório censura à informação (cá não seria preciso), etc. etc.
    Não, nos dias de hoje e em plena União Europeia, tal não seria admitido. Assim, vão-se, paulatinamente, tomando umas medidas punitivas, descarnando a legislação protectora dos direitos individuais, arrazando com todos os direitos laborais,
    fazendo empobrecer a população, implementando a descrença e a frustração, etc. etc. É assim que uma democracia se vai tornando “musculada”, controlada, obediente.

  11. Anda por aqui um cegueta a tentar escrever em tirolês que talvez lhe interesse subscrever este e-mail que ontem remeti para a Comissão dos Direitos Humanos da ONU: civilsociety@ohchr.org

    To Mr. Zeid Ra’ad Al Hussein
    High Commissioner in Chief for the Office of the High Commissioner for Human Rights (OHCHR)

    Mr. High Commissioner;
    It was with great satisfaction and pride I saw my country, Portugal, be elected at 10.21.2014 as a member of the prestigious and universally recognized institution managed by you.
    But it is also very hurt that two months after the election I note that my country does not honor the mission for which it was elected. In fact, the month following of his election, there was a breach of human rights in Portugal, while holding and maintaining arrested, is now 43 days, an former Prime Minister, the Portuguese citizen José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa, without trial, without conviction in court. Is remanded in custody only on the grounds of the Portuguese Justice that was being investigated, and could be a danger of flight or obstruction of the investigation.

    Lord High Commissioner, I address you this communication because I consider of supreme urgency take the matter to the knowledge of this prestigious institution and to be discussed, disseminated and unmasked since, sustained in the data that are public in my country, I understand this act as a prison for the crime of thinking, that is, is a political prisoner, the first for more than 40 years in Portugal.

    Yours sincerely

    A J Vicente
    (Portuguese Citizen Card Number 01570329)

  12. hey dude, the guy will tell you, wtf this guy wnat me to do?
    ó corbo, tirulez, hum, eue nun iscrebu, mas olha ca tu iscrebes mais o ingalês do eilien cabandona o seue país, e pença qui pur ter istudadu uns pastes tensses, já fala ingaleze, tás a berre? oube, a tua cunstrussões frazica num se uza, meue, ninguém ta baie a lere. ça queres falarre o idiuma, tenze de pençare neçe idiuma, tás berre? orra issu num razulta do teue arrazuado. Dapoies, tu és libre di ezarcerre a açãoe quentenderres, tás a berre, uma ispéssie açãoe pupolarre, mas obe tu num fundamantas a tua petissaõe. oube, bou-te darre um cunselhu, dabias dirigirte ao trivunal cunstitusionale pá, e padirres-lhe uma interpratassãoe da norma da prisãoe prabentiba pá. Bê-se logu qués lebezinhu da cabaça, meue, tu num penças, pazinhu, atãoe tu axas cu gaju da onue, baie a fazzerre alguma cousa, pá? há uma inbestgaçãoe in curço e tu querres cu arrabe interbenha na mesma, pá, hum? penças qué só xigarre e pedirre? hum? dize lá, quale é a biolação que inbocas, hum? tu é ca dabias serre punidu pur istarre a dar mau nome ao paise pá.
    luque, ai du nóte quere abaute uóte you róte, bicôse dére ize ineçanati ine dére, xaime one iú, sitizene.

  13. Eu quero fazer previsões como a Maya. O judge Carlos vai ser apertado. Não dará o braço a torcer e demite-se. Depois da demissão dá entrevistas à comunicação social todinha vitimizando-se: não me deixaram trabalhar etc.., foi golpe político do PS etc… , a pressão era muita, etc..
    E o juiz dos tabloides safa-se de ser julgado pelo seu fracasso,como já deu bem provas,se virmos os resultados finais dos seus processos.

  14. alex & tex são uns cobardes de merda que vão continuar calados ou a falar através de fontes que regam arbusto da comunicação social. obedecem a ordens da vidaleira que teve hoje o respaldo do presidôncio ardebusto. estes gajos protejem-se e no fim não foi ninguém, a justificação oficial será a justiça funcionou e pormenores escabrosos só se alguém se chibar. cá para mim, o ódio da direita pelo sócras é tanto que só libertam o gajo se houver forte contestação.

  15. “O procurador do Ministério Público, Rosário Teixeira, e o juiz de instrução criminal, Carlos Alexandre, estarão convencidos que as entrevistas dadas por José Sócrates à comunicação social são uma forma de reproduzir o que foi dito em interrogatório judicial, logo, um exemplo claro de violação de segredo de Justiça.”

    Isto que o DN escreve não pode de modo nenhum ser verdade. E não pode porque, a sê-lo, provaria sem apelo nem agravo que o procurador e o juiz, a somar a outros alegados defeitos, seriam supinamente burros. O recado que o procurador e o juiz alegadamente transmitem ao DN, em tom de queixinhas e com a mão atrás do arbusto, é, basicamente, que Sócrates fala verdade. Dizer que as respostas do homem à TVI “são uma forma de reproduzir o que foi dito em interrogatório judicial” é confessar exactamente isso: REPRODUZEM O QUE FOI DITO EM INTERROGATÓRIO JUDICIAL. E se reflectem o que se passou, e principalmente o que não se passou, no interrogatório, ou seja, que factos e provas não foram aí apresentados, só pode concluir-se que a prisão é abusiva e ilegal e os seus motivos outros que não os alegados. Que o juiz e o procurador o confessem desta maneira vesga e tortuosa é claro indício de burrice ou Alzheimer, pelo que não quero acreditar que seja verdade. É manifesto que os senhores super x e super y são absolutamente brilhantes, motivo, aliás, que obriga este vosso compadre a usar óculos escuros de cada vez que as suas belíssimas e faiscantes fronhas aparecem em noticiários televisivos, para não ficar ceguinho.

    “Declarações como as que Sócrates enviou à TVI em resposta a seis perguntas, representarão, para os magistrados, um contraditório na comunicação social”, escreve ainda o DN.

    Pois claro que representam. Nos saudosos tempos do Santo Ofício chamavam-lhe “segredo processual”, agora chamam-lhe “segredo de justiça”, mas o que temos todos de ter presente é que as regras por que se regem os senhores magistrados estipulam, sem margem para segundas leituras, que a comunicação social é sua coutada privativa e a sua utilização por um herege é crime. Ámen.

  16. numbejonada tás enganadu homi. Sócrates vai sair, os judges vitimizam-se na comunicação social e tornam-se vítimas. Mas se Sócrates for esperto, não deixará arquivar o caso. Há de ir para bingo. Não sejas pessimista pá

  17. Como diz a pub nessa página Ignatz, em baixo, “nenhuma mulher ira resistir-lhe”. É a segunda desculpa para manter o homem preso.

  18. Se o Senhor Inquisidor Procurador pudesse não ter afirmado que o infeliz réu, preso preventivo revelara segredos da justiça, nunca eu teria sabido que o réu prisioneiro havia violado a santa castidade dos factos inquiridos. Pois me parecia, antes de ler a declaração do senhor magistrado, que o prisioneiro estava a responder a tudo o que sobre ele havia sido publicado, no Correio da Manhã e noutros periódicos que, agora compreendo, estavam já (in)devidamente informados dos castos factos.

    Assim sendo, embora haja segredos em livre circulação pela tabloidística nacional, um famoso ex-primeiro-ministro da mui odiada abrilada contra o salazarismo jaz, agrilhoado à cela número quarenta e quatro, para assim o Santo Ofício, mil perdões, Ministério Público, poder travar a livre circulação dos referidos segredos e impedir que o réu passe a ser apenas um suspeito, como acontece com Ricardo Salgado, suspeito de ter desviado 4 000 000 000 euros, o que consegiu lograr apesar de submetido à apertada vigilância de Passos Coelho e da dependência nacional do BCE.

    Sobre esta (e outras sofísticas) o Duc de la Rochefaucauld deixou-nos esta máxima:

    “A hipocrisia é a homenagem que o vício presta à virtude”.

  19. E já que estamos numa de sofística, o caríssimo numbejanado podia-me vir aqui explicitar o motivo por que a dita “abrilada”, apesar de ter derrubado o salazarismo, deixou quase intactos os donos de Portugal, que eram a cara-metade económica ou, como diz o karlos marx, a super-estrutura, do regime salazarista.

    Digo quase intactos porque sairam de todo o processo de nacionalizações e reprivatizações com ainda mais poder que anteriormente, já que se lograram emancipar da autoridade do ditador; embora, pelas vicissitudes, não só das nacionalizações mas da perda momentânea dos mercados das colónias e do choque petrolífero, tivessem saído da dita “abrilada” com bastante mais dívida que anteriormente. Mas também, em virtude da adesão à UE e ao euro, com muito mais facilidade em aceder ao crédito. Vantagem esta que, após a crise do subprime, minguou; daí — teorizo eu — a ímpia necessidade que sentem de desenterrar ideologias mumificadas. Que, como se vê pelo exemplo ucraniano, têm um magnífico desempenho económico no mundo actual. O arrependido Ludendorf também descobriu, após a golpaça nazi de 1933, que tais ímpias obcessões ideológicas só nos podem conduzir a grandes tragédias sociais e à ruína absoluta.

    Explique então, amigo numbejanado, como é que a “abrilada”, Mário Soares e o vosso bode expiatório de estimação, José Sócrates, podem ter a culpa de todas as desgraças nacionais?

    Aguardo resposta…

  20. isxelentiçimu joaopft, hum, bocelenssia iscrebe beie, muito articuladu, é uma penna bocê terre un cuntaudo perrneta, tá a berre. orra se bocelenssia querre paçarre a idea de sábiu debia dubidarre, oue refletirrre e num afirmarre, tá a berre. oussa lá, ó amigue, eue num soue cuntra da ninguéie, eue só cumentu as asnadas que bou bendo daqueles ca falam de um processsu que num cunhessem tá a berre. atão, ço adbogadu do 44 dize que num cunhesse os factus, cumo podem bire ótros julgarre sovre o ca nun savem, num é? na berdade, factus num há ainda, num é? hein? factus só na acuzassoe. num é réu, amigue, é arguidu, tá a berre. nunca gustei de sufistass, os gajus iam prá ágora, hum, falçeare a berdade, tá a berre.

  21. Bosselenssia save beie cas nassionalizassoes num debem serre feitas a marrtelu, e forram faitas açim no bintecincuabrile, purque erra a moda du çaniamentu, tá a berre.quantu á avrilada dus crabos, ó amigue, ataõe num é çupostu fallarre diçu aquie agorra, maze, garrantulhe quoube familiass ca ça forram e padesserram ço purquerram ricas, tá a berre. Us cumunas, eçes gajus tipu ruços aboletarramçe e beie, cunheçe algum cumuna ca seja povre, hum, eu nãoe. Oussa, a uniaoe eurropeia é um cancru trazido pelo çignore suarres, beja o tratadu da lisvoa, açinadu plo çeu prutejido socrates, tá a berre, orra bá bêlo,é u cuntratu de benda de purtugale, salazarre, granda home, nunca bendeue o paíse.a crize du subepraime feze minguarre a doze da iluzoe parmitida pela democrassia muderrna tá a berre, e quandu ça justificaba interbire cumo gubernu pra ebirarre ezacussões judissiais, o izacutibu laboue as maoes cumó pilatus. Bosselncia misturra os assumptos,num tenhu vode ispiatórrio tá aberre, mas garrantu-lhe cu sr. Suarres disparrata e metece unde num debe. Jáca gosta distorria beja a interbenssão dele, inquantu prasidente de todus os portugases, quando hoube o cazo dos cuntaminadus in portugale. U homme gosta de pressionarre e da çerre saguido,e toma parrttidus unde num debe tumarre, tá a berre.o 44 debe istarre caladu purque a pressãoe num funssiona.

  22. poizé, o problema é mesmo esse, não há factos, só há acusação e prisão por conta do que o tex tem de provar para justificar a merda que o alex fez. não vês nada porque andas disfarçar a filha-da-putice com imbecilidade e retirando a imbecilidade não tens mainada para dizer. não coces mais que faz ferida, esfrega 3x-ò-dia com tiocanazol que a afectação na língua desaparece.

  23. ó ignateze, larga a binhaca meue. debes serre cumós siganus, numa manifestassãoe labantas o punhu,sozinhu foges cumas as ienas, tás a berre. nem saves o qué um crabo ou uma roza, fogu, cum eça linguage, as florres quando ta beiem murxão á distancia. ouve calate, tu só dizes disparrates, pois num há factus forrmalmente articuladus naõe pá, mas há otra cousa que legalmente parmite prenderre tás a berre, hum?porissu é cá fazes prussessuais, tás a berre, baie lere, meue, deixa o ordinarrio e baie lerre, oube, baite queicharre ao trivunale cunstitussionale, cagamelu, e calame eça bucarra, pá, uza qualquerre cousa prós fungus, pá, mandas o gugle avaixo cum tanta taganeirra, pazinhu. hum? num cunhesso o teue medicamentu, mas tu cunhesses, pá, apostu que debe serre das aplicassões diárrias ca fazess todo o dia, hum, dize lá, hum? bá, zarrpa ou bolta cum cunteudo, pulhita, hum.

  24. oube ó ignatezze, tue tenze grabes laconas, tás a berre, num prazissas de bire aquie dizzerre o nome du unguentu, a gente bimus logo ca tue aplicass aquilu, fogu e debes gustarre da mustarrda, debe arderre, tu tás çempre aos couçes nos cusmentadorres, dizess palabras feias e xamas aos ótrus o ca és, tás a berre. oube mas tu debes gustarre e rispeitarre moito o ca tomass, purque inté çentes a cunsssiencia pezada ao pontus de bires currigire o teue erru. oube eue num prazisso daqueilu, eu labo o ravo todus os dias e eue num tenhu o ravo ligadu à voca, cumo tue tenze, tás a berre. eue doute a tulerrância, purque tás cus intastinus lugaduse à caveça, é norrmale catentes cuntra a ligalidade du ké currectu, tás a berre e jorres taganeira a todu o tempu, táze cum pruvlema dascontroladu, já bimos, mas oube, tamém num prezissas de probare à gente caté saves onde irre cumprrare o unguentu, nem de darres o linque, a gente savemus ca tue gostass de cupiar as ideas da internéte, tás a berre, hum, hum? tue é ca grunhas e iscousseias cumós vadalhocus sem tino, olha num é nassaçariu dire mais lonje, tu já bistes os palabrões cuzass, hum, hum?ço mesmu um granda marranu dize issu. baie, zarrpa daquie, tá na horra de cumerres a bianda, bá, num infequetes as paçoas, baie – te imvorra.

  25. Ó janado, será que ainda não descobriste que o teu problema se resume a teres o intestino grosso ligado ao cérebro, de modo que, quando fazes força para evacuar, a porcaria em vez de descer sobe-te às meninges, resultando daí a merda de conversa que vens para aqui debitar?

  26. Lixado, meue, oi, oube, a gente já bimus que de tranzitu intastinale ligadu à cavaça com desaguamentu na voca, perrceves tue, tás a berre.

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