Confirma-se: é uma obsessão

A minha obsessão com Sócrates.

 

João Miguel Tavares confessa-nos hoje no Público que padece e diz-nos as razões por que é consumido pelo ódio a Sócrates e por que não perde nenhuma oportunidade para o denegrir.

Acontece que, para quem o lê com frieza e objetividade, nada do que invoca como razões para a construção do seu ódio tem força suficiente para o justificar. O homem está é hipersensível, um estado a que se chega por vezes por razões obscuras. Se acalmasse, compreenderia que andar a escutar pessoas é muito feio e que, se todos os políticos e ex-políticos andassem a ser escutados e determinados pasquins publicassem as escutas, muitos ódios e obsessões desenvolveria JMT. Ou talvez não, como explicará facilmente a psicologia.

Assim, em vez de ir buscar argumentos ao Correio da Manhã, melhor faria em procurar nas profundezas do seu cérebro qual a anomalia que lhe distorce a visão. Pode fazê-lo em sessão coletiva, porque desse mal parecem padecer também o senhor procurador Teixeira e o juiz Carlos Alexandre.

36 thoughts on “Confirma-se: é uma obsessão”

  1. A cada um as suas prepcupações. JMT está preocupado com o facto de um cidadão apresentar um programa ao eleitorado, ganhar eleições e fazer por cumpri-lo. E tem o seu ganha-pão a emitir opiniões como esta (não sei se ganha mais ou ganha menos do que um primeiro ministro). Há quem esteja preocupado em ver eleições deturpadas e corrompidas, seja pela mentira mais deslavada, em que um governo faz exactamente o contrário do que disse aos seus votantes, seja por maningancias juridico-mediáticas com devassa da vida privada, violação de segredo de justiça, publicação calendarizada de escutas telefónicas, vitimização de jornalistas, processos de intenção e romanceio, o que fôr…

  2. Se eu fosse um dos magistrados em causa, garanto -lhe minha cara que a demandava judicialmente. Se tem tanta certeza da inocência do preso preventivo e da perseguição do MP e judicial, porque não VAI AOS AUTOS e demonstra a sua RAZÃO?

  3. numbejonada: Quem, sendo responsável pelo processo, envia, não controla o envio ou não pune o envio para os jornais de escutas de conversas privadas de cariz político não me merece qualquer respeito. E dá sinais de que os dados apurados na investigação são pouco sólidos ou pouco passíveis de serem usados para acusação. Entretanto há um ex-primeiro-ministro preso e um aparente gáudio com isso.

  4. “Se eu fosse um dos magistrados em causa, garanto -lhe minha cara que a demandava judicialmente.”

    basófias, os magistrados em causa são cobardes, mandam recados pelos jornais e escondem-se atrás do segredo de justiça que vão violando a contento.

    “Se tem tanta certeza da inocência do preso preventivo e da perseguição do MP e judicial, porque não VAI AOS AUTOS e demonstra a sua RAZÃO?”

    porque os autos nada dizem, o único facto que pende sobre sócras é ter sido preso, o resto são fantasias do terá feito, terá dito, terá… terá.

  5. Penélope: NÃO LHE DEVE INTERESSAR o que os jornais dizem ou publicam em sede de processos judiciais, uma vez que aqueles NÃO têm acesso aos FACTOS ou investigação.
    Ao preso preventivo deve interessar a DEFESA no PROCESSO, e abster-se de manifestações escritas ou outras na praça pública.
    Não deve julgar com base no «parece», porque existe uma INVESTIGAÇÃO em curso, cujo titular responderá se desobedecer ao que está adstrito enquanto MAGISTRADO. O advogado do detido tem, por sua vez, uma função de «fiscalização» dos atos que vão sendo praticados quanto ao seu patrocinado.
    Garantidamente, os magistrados têm nesta altura MOTIVOS para processar quem os difama por incompetência, perseguição e outros julgamentos que lhes têm sido feitos na praça pública. Deviam fazê-lo.
    Nada me interessa o que diz Mário Soares e outros da partidocracia, porque aquele em situações concretas tomou a defesa do que estava ERRADO, defendendo uma figura pública, ajudando à desinformação junto do público. Felizmente há advogados que ignoram as feiras de vaidades públicas, não dão entrevistas e só se focam no que é essencial: o processo; quais os factos, qual a prova. Se a sentença ou acórdão fizer decair a pretensão de alguma Parte, então que se recorra à instância recursória COMPETENTE.
    O Estado de Direito é cosmética utilizada por muitos, porém, a sua prática pede outro tipo de «enchimento», que não aquele que temos visto nos discursos de muitos, inclusive aqui.
    Como se apercebeu, eventualmente, a minha participação neste blogue é com ligeireza e assim quero que continue a ser. Portanto, minha cara, o que supra vai, é apenas uma pequena resposta sem qualquer pretensão a um pequeno parágrafo que li do seu artigo. Quanto ao gáudio que menciona, não uso carapuça, logo não a enfio.

  6. Ignateze, meue, pra que num macuzes de discriminaçãoe, oube, se saves tantu, pá, cuntrata um adbogado e pede-lhe para instaurar um ação ao abrigo do direito de participação procedimental e de ação popular, tás a bere, pa, quem save, cum pócu de imaginaçãoe, até que cunsegues, pois tu parecess saver tanta cousa sovre a monstruozidade que istãoe a fazere ao Socrates…telefona-lhe pá, ele atende-te no gavinete do dirretorre. opois pudemus falarre de bazófias e o caragu, tás aberre?

  7. numbejonada, concordo contigo a 357%: os magistrados que avancem com processos contra quem os difama e calunia. Seria não só uma mera consequência de alguém ter violado a lei como seria muito útil em termos políticos e sociais.

    Se acaso detectaste material neste blogue que justifique a abertura de um processo na Justiça, rogo-te que vás fazer a denúncia que se impõe. Se não a fizeres, das duas uma: ou serás cúmplice ou és um traste. É escolher.

  8. numbejonada,
    E se pretende abrir processos de calúnia e difamação, cruze o que já foi escrito e dito sobre a vida de José Sócrates em jornais e televisões e redes sociais, até por você, e calcule a quantidade de contradições e situações que estaria obrigado a denunciar.
    Era uma sorte. Ficava sem tempo para encher estas caixas de lixo.

  9. Valupi, quanto aos epítetos, no que concerne ao «traste», it takes one to know one. Quanto ao «cúmplice», não tens noção do seu significado – penal. Utiliza-o quando souberes.
    Quanto ao demais, lê novamente o que tenho escrito – ainda que en passant – sobre a matéria, raciocina, pondera e vais ver que concordas comigo a 1000%.
    E quanto ao «mais restante» não és tu que impões a escolha entre parâmetros por ti fixados. A subversão do sentido da escrita comigo não pega, é anedota na minha profissão. Portanto, não rogues, eu é que, perante o que tenho lido, ROGO que aos CIDADÃOS incomodados com o tramitado no caso SOCRASH, defendam o «Estado de Direito», que dizem violentado. Tás a bere, meue?

  10. Lucas Galuxo, ó meuzinho, num marresses a minha escrita doutorale, tás a bere, oube, bolta pra fazenda, pega no banjo e canta umas trovas aos grilos….tás a berre?

  11. “… telefona-lhe pá, ele atende-te no gavinete do dirretorre.”

    naice meu, a porteira aqui do prédio tamém chuta correio manholas na veia. nem percebo como é que ainda não correram com o director e o sindicato dos guardas não engoliu a chave. o estado de direito precisa de melhores argumentos para ser respeitado.

  12. numbejonada, do que escreveste só se aproveita esta parte:

    “é anedota na minha profissão”

    Fico agora à espera que nos digas qual é a tua profissão, que é para soltar a devida gargalhada. Mas lá que tu és anedótico, nisso estamos de acordo a 1357%.

  13. Valupi, vai esperando, rapaz, mas sentado, com uma galinha ao lado. Quando a galinha tiver dentes, lembra-te que te avisaram para te sentares e, entrementes, pensares. A escolha continua a ser tua.
    Faço-te rir? Boa, meue, habias de moubire falarre, carago, atão qaundo cumeço a dissertare sovre os factus da bida dos ótros, tás a bere?tudo seim dizerre um palabrãoe, pá, tá beie? E seim minosprizarre os ótrus, prassebes, é condissãoe de gente com coluna, pazinho. baie dormirre, rapaz, e larga o binho.

  14. Cara Olinda, a Justiça é sempre a vingança do ganhador, mas nem sempre a Justiça é Direito, pois quantas vezes este ata as mãos do Julgador porque o obriga a aplicar a lei ( que é injusta)? Como há muitos iluminados nesta terra, sempre com o Estado de Direito na ponta da beiça, cabe-lhes mudar o estado das coisas. Prático, mas inexequível em Portugal, por causa da partidocracia.

  15. ignateze pá, larga o binhu, pá, já bistes cumu andas caídu, pá, querres enfrascarre, hum? bagaço meue, do forte, aquesse-te os neurónius cum a bantagem de ca cumeças a pençare. bua noute. boue digerrir os grelus, os graoes e o vacalhaue, é berdade e a murçela. o alíbio aproçima-se, crêie que ta terrei in conta na dedicatórria, tá beie? oqueie.

  16. “Garantidamente, os magistrados têm nesta altura MOTIVOS para processar quem os difama por incompetência, perseguição e outros julgamentos que lhes têm sido feitos na praça pública.”

    Não ocorre ao ceguinho que as acções, intenções e efabulações que diariamente o correio da manha e outros pasquins de referência atribuem aos insignes e probos “magistrados” no caso Sócrates, sem que eles as desmintam, constituiriam, elas sim, a serem falsas, motivo mais que suficiente para manadas de processos de suas excelências aos da dita manha e arredores. Porque o que eles fazem é atribuir aos excelsos magistras, sem que eles alguma vez tenham sequer tentado desautorizá-los, o cometimento diário de crimes a que, como agentes do tribunal, estão especialmente obrigados (Art.º 383.º do Código Penal). Ninguém os ouviu, ao menos, recitar um mantra simples — “Ai não ouçam o que eu digo que a minha boca está rota!” –, para não caucionarem o deboche diário que lhes é atribuído.

    “Como se apercebeu, eventualmente, a minha participação neste blogue é com ligeireza e assim quero que continue a ser.”

    “Assim quero que continue”, diz ele, mas se não puder ser, insinua, quem se mete com a corporação leva… um processo… ou um cardume deles. O método inicial do ceguinho foi cansar os comensais com o híbrido merdoso de graçola e cifra idiota com que diariamente tentou, durante uns tempos, atafulhar-nos as meninges e afastar-nos da botica. Provavelmente, alguém da corporação lhe chamou a atenção para a necessidade de, não sendo possível calar, pelo menos tornar menos eficazes as pedradas do Aspirina. “Aqueles gajos estão a deixar-nos com algumas nódoas negras, temos de fazer qualquer coisa.” Vai daí, o ceguinho voluntariou-se para serviço permanente às caixas de comentários da farmácia pirética.

    Como o método se revelou ineficaz, porque a maioria dos comensais se habituou, como eu, a saltar-lhe por cima das parvoeiras sem as ler, o chico-esperto mudou de método e passou a ensaiar um arremedo de argumentação não cifrada, temperada com ameaças veladas e avisos à navegação.

    A linguagem do ceguinho, quando abandona a cifra parvalhosa, aponta-lhe(nos) a ocupação. Fá-lo, provavelmente, de forma voluntária, para pôr a farmácia a tremer de medo, pensa ele de que.

    Caros comensais, já se percebeu que o ceguinho de burro não tem nada, mas argumentar com ele é gastar cera com ruim defunto. O bicho não anda aqui para trocar argumentos, o objectivo dele é cansar, ameaçar e tentar calar. Falando em americano erudito, bird murder para ele.

    (Consegui não lhe ofender a mãe, a ver vamos se o bicho não me manda para Guantánamo ou se arma em papa comigo, lá teria de passar à clandestinidade. Oremos ao Senhor.)

  17. nada disso, numbejonada: a justiça não anda ao serviço de uns e de outros e faz-se naturalmente, não de vingança, vingar. e quando assim não é há uma tremenda injustiça.

  18. ó jaquim, não li o seu post, não leio manhas e jornais outros, só leio para treinar a adrenalina ou rir-me. Contraditório, agora? no way, e sim, benho aquie pra me dibertirre, tá a berr?

    Olinda, tá beie, mas a sua razãoe tá incompleta, oqueie?

  19. Numbejonada:
    1. Se um pasquim andar a publicar notícias de que matei o meu pai, sou obrigada a dar-lhe importância, apesar de não querer; e ainda que sejam depois desmentidas.
    2. Os magistrados são «difamados» porque são os responsáveis pelo processo e passam para a comunicação social partes do mesmo sujeitas a segredo ou escutas irrelevantes para o processo, com intenções claras; que se saiba, os jornalistas, mesmo os que fazem da sua profissão um ato persecutório, não andam a assaltar as instalações do DCIAP.

  20. num batam mais no ceguinho que o divertem. arreiem no alex & rosex e nas contradições do processo que o gajo vai cantar o fado para a entrada do metro.

  21. Penélope, como é que sabe que os magistrados passam para a comunicação social partes do processo e o fazem com intenções claras? Quem são esses magistrados? Como é que sabe quem não assalta as instalações do DCIAP? Sabe de alguma coisa? Ou simplesmente suspeita? Se suspeita e não pode provar, mas ainda assim o divulga em traços que passam a insinuação, fazendo-o numa rede de pública divulgação, isso é MUITO GRAVE. Não acha que devia ser mais prudente?

    Tudo o que mais eu pudesse aqui dizer, levaria sempre ao que já lhe opinei antes.

  22. oi ignateze, biba, ningueie me bate pá, tábeie? dibirtu-me clarro, com as asnadass dos ótrus, tás a bere?eu gosto de barrigadas de rizo, sãoe lachatibas, prassebes, ó carosso? hum? oqueie, acaboue o meue interballo.

  23. O que é que é MUITO GRAVE, Pinto disfarçado? Ver jornais fazerem notícias contraditórias sobre o que se passa na cabeça de um magistrado sem que ele venha denunciar qual é difamação e calúnia?

  24. Ai lucasss, au are iú? a bite creizy ai wude sei, coze iú are confuzingue pippole arrounde iare.
    ó lucass, atãoe. já coe o bnhu a estas oras, pá?oube, o pintu debe ravolar-se de rizo conbosco. o gaju da-bos de tale modo na cavessa, ca bocés sonhem cum ele. hum.mas porque num iscrebes uma carta ao juije e lhe perguntas, pá?penças ca soue cumu tue, ca falas plos ótros, é? ora baie xatiarre ótru, tá beie?

  25. oh feijoada! as fugas ao suposto segredo se justiça vêm do alex & rosex, se tens dúvidas lê o editorial do camões e ouve o que o araújo explicou ao burro do guedes de carvalho. depois da merda que fizeram, bem podem argumentar com processos e estados de direito que ninguém os leva a sério, agora só lá vão com polícia de choque e julgamentos plenários. acabou a farsa da democracia, a realidade chama-se neo-salazarismo, está a sair dos baús dos avós e actualizar as receitas da pide com linguagem do prec.

  26. ignateze, como baies, tás beie? oube, adorro feijuada pá, com um bom coppo , é du caraggo. digo-te, querres melhorr liverdade disprassãoe, hum? o arrotu é incribele. saves o qué uma parávola, saves? oqueie. tu arrotasze muito pour aquie, e debes tere um tranzitu intastinale muito maue, purque os teus arrotoszes num sãoe os melhorres pá. num fales male do salazarismu, pá, ço salazare GRANDA HOMEM, GRANDA ESTADISTA, tibesse bibo, os costas, os seguros, os paços e os portas e os bes tabam todos em Ébora, intendesze? hum? oqueie. é berdade e as izateles morreiras num albitrabam cum alegada paichãoe, tás a bere?

  27. oube, ó ignatezes, quem é o arraújo? é o gaju cainda num tiroue o 44 do gavinete do dirretore de ébora, é? oqueie.

  28. o araújo é o que fode o juízo aos superalex & infratex e de caminho tira ao sono ao cavaco. espero que o sócras leve a merda até ao fim e convide os portugueses para o churrasco final.

  29. ignateze, oube, o araujo já parte pezado prá currrrrida, tás abere, logu num pode ganharre. o gaju debia fazerrre uma dieta nas palabras, nas manifesstassões e nas aparrissões, talbez açim, o gaju cunseguiçe pensarre, tás a bere? oqueie.

  30. ó ignissaõe falhada, oube, tu debes ser um cumplexo de maleitass, pá, tu já bistes que tenze ramédiu pra tudo, hum? o pruvlema é ca tue diagnóstiquas na pessoa irrada, tás a bere. eu num baiju nalgas tá beie? lá purque só te deicham xegarre às nalgas, num querre dizerre ca seja o mesmu cumigo, tá beie? Eu boue maise à frente, prassebes, ó bulgare? baie á drugaria e compra inseticida, cus chatos tão-te a suvire à caveça, tá beie? oqueie.

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