Condenados a minorias, é o fim da democracia

Ler os colunistas do Observador é deveras divertido por estes dias. Há gente verdadeiramente febril e à beira do delírio. A Maria João Marques, por exemplo, penso que desconhecida em Berlim e em Bruxelas, mas brevemente conhecida nas nossas televisões de cabo, não tenho dúvidas, diz-nos hoje que tem a boca aberta de espanto com a “hipocrisia e a imoralidade” que grassa no PS. Como se atrevem a querer governar com o apoio de uma maioria no Parlamento, quando a coligação não pode, por falta desse mesmo apoio? Como? Sim, como???

E o que atormenta, o que mais indigna esta alma?

«Mas o mais grave não é isto. Nem sequer que PCP e BE estejam a determinar e tutelar as políticas do governo PS. É que deixámos de viver em democracia. Depois de ontem, o PS pode governar sempre que ganhar eleições mesmo com maioria relativa. Mas, depois de ontem, o PSD só pode governar se, juntamente com o CDS, alcançar uma maioria absoluta. A direita tem agora uma sobretaxa eleitoral que precisa de pagar para poder governar. Copiando Orwell, ‘todos os partidos são iguais mas uns são mais iguais que outros’. »

É isto, leram bem. Vivíamos em democracia enquanto uma ala do Parlamento não queria colaborar na governação do país, mas “deixámos de viver em democracia” a partir do momento em que essa ala, eleita por milhares de portugueses, tão eleita como qualquer outra, resolveu acordar para a participação ativa na política depois de assistir à pouca-vergonha do governo da direita.

Estamos perante uma tragédia. É uma ditadura! “Deixámos de viver em democracia” porque no Parlamento se fazem agora alianças. Um escândalo. Será que a Europa já sabe? O pânico é tal que esta mulher até se esquece que os dois partidos da coligação acabaram de governar quatro anos com maioria absoluta, para mal dos nossos pecados.

Conservadora como é, para ela, um radical deve radicalizar. Não radicalizou sempre? Não era a tradição? O que é lá esta modernice? Não devem os esquerdistas esquerdizar? E, de vez em quando, não lhes devemos dar a mão para derrubar governos minoritários do PS? Valha-me deus, sim. Duas vezes sim. Era assim em Portugal. E assim é que estava bem. Com esta mudança, tão abrupta que lhe tira o ar, que vai ser do PSD? Só pode contar com o CDS! O que é isso, o CDS? O que é desta gente sem os Bobis a ladrarem ao PS? Algo me diz que esta PSD se sente abandonada.

Que o PS até agora tivesse de contar apenas consigo próprio para alcançar maiorias absolutas, era a ordem natural das coisas. Tudo joia. Diamante mesmo. Democracia plena. Mas o PS passar a ter aliados? Isso é deveras imoral. É o fim da democracia. Não se faz.

61 thoughts on “Condenados a minorias, é o fim da democracia”

  1. Mas se a legitimidade formal de um governo PS encostado ao BE+PCP não pode ser questionada, o mesmo não se passa com a legitimidade política. E, por muito que custe à esquerda, é fácil argumentar que este governo é politicamente ilegítimo. É verdade que em campanha António Costa deu vários sinais que revelavam disponibilidade para negociar à sua esquerda. Mas também é verdade que houve vários sinais contrários e que ninguém considerou que cenário verosímil. Aliás, vale a pena lembrar: o único partido que tinha no seu programa eleitoral uma união das esquerdas — o Livre — nem 50 000 votos teve. Manda a honestidade intelectual que se reconheça que é possível que muitos eleitores socialistas não gostem desta solução e que se esta negociação tivesse sido feita antes das eleições, muito provavelmente o PS teria tido ainda menos votos. Sendo assim, esta confluência à esquerda não passa de uma golpada pós-eleitoral

  2. Os comunistas já não comem criancinhas ao pequeno-almoço.

    Comem socialistas ao almoço. E como os xuxas estão anafados e tão balofos, moles, gelatinosos … os comunas ainda apanham uma caganeira rosa !

  3. O grande problema dos filhos da puta não é terem que entregar os próximos 4 anos à Democracia. O problema destes porcalhões, o seu pânico, o seu maior medo, é que se os partidos democráticos do parlamento se unem e se essa união tiver razoável sucesso, os fascistas dificilmente terão uma maioria e serão governo nos próximos 50 anos. O país não é e dificilmente alguma vez será maioritariamente fascista, nem sequer de direita.

  4. Ou seja, resulta do que disse acima que os fascistas estão a lutar pela sua relevância política.
    E isso tem tanto de lindo – ver esses pulhas que tanto mal nos têm feito a estrabuchar é maravilhoso – como de perigoso, já que, como qualquer bicho acossado, estarão dispostos a tudo, literalmente.

  5. A direita tem de certeza absoluta a maioria de atrasados mentais deste país.É impressionante.

  6. O problema enapa é q já vi muitos esquerdistas engordarem quando o Ps é governo, mas depois à novo rico transformam-se em fachos p frequentar os ambientes dos fascistas. Cospem muitas vezes no prato q lhes deu de comer. Mas estás certo, é esse o medo dos porcalhões direitolas e daí q todos os meus amigos de esquerda estão super contentes c este momento histórico e é espantoso ouvir os direitolas a torcerem-se de dores pelos eleitores do ps.ahahah. Tirando o Assis e beleza ainda não ouvi um único verdadeiro socialista descontente.

  7. “Fim da falta de palavra, falta de honra e da sem vergonhice do PS do bosta”

    ………”manda a honestidade intelectual que se reconheça que é possível que muitos eleitores socialistas não gostem desta solução e que se esta negociação tivesse sido feita antes das eleições, muito provavelmente o PS teria tido ainda menos votos”………..

    Oh, pafúncio, não é isso que todas as sondagens recentemente feitas transmitem. Se as eleições fossem agora, dizem essas sondagens, a esquerda continuaria a ter maioria absoluta.
    Habituem-se e deixem de expumar tanto ódio. É, tão só, a democracia a funcionar.

  8. A Catarina Martins também acaba de admitir na RTP que o acordo serve basicamente para impedir que a direita continua a destruir o país?! Infelizmente não se lembrou disso em 2011.

  9. … isto desceu ao nível canino, do caça miasmas e da vacaria política. Há dias era o Diogo Feio com focinho de bulldog a arreganhar os dentes de ódio contra a/s esquerda/s na AR, depois foi o Montenegro que espumava repugnância contra a pessoa de António Costa e agora, na SIC N, a Teresa Leal Coelho com a inteligência que lhe é própria vira-se para o Manuel Caldeira Cabral que não conhecia de lado nenhum e disse-lhe que o esperava o cargo de ministro da Economia em concorrência com a Catarina Martins e o Jerónimo de Sousa. Até o tipo da SIC ficou de cara à banda, ganda fêmea!

  10. Nem se sentaram à mesa com o PS para assinarem os acordos.

    Ao menos uma bacalhauzada para a foto, nem isso!

    Estou muito preocupado com o futuro dos idosos.

  11. É impressão minha, ou o “ceguinho” tem andado arredio destes lados?
    Vão ver que o gajo foi ao Porto incendiar o caixote junto â sede do PS.

  12. As arrastadeiras aí estão a fazer pela vidinha, deve haver algumas bem
    pagas para estar horas e horas a encher caixas de comentários com as
    maiores bacoradas e, por vezes ordinarices!
    Tenho estado a ver e ouvir mais uma “sessão” de esclarecimento sobre
    o derrube do governo de Passos Coelho na A. R. numa votação com as
    habituais dificuldades técnicas mas, limpinha limpinha 123 contra os
    107 a favor! Passou-se este evento na SIC-N, ver e ouvir o sobrinho do
    cónego um Melo, também conhecido pelo dandy de Joane, puxar por
    recortes de jornais como já havia feito o Telmo dos sobreiros na A.R.
    foi um momento de riso que mostra a enorme fragilidade intelectual
    destes profissionais da “porca” eles de Política nada sabem digo eles
    porque o outro asa era um Hugo que ganhou as eleições e pensou que
    estava na altura de ir para o governo governar-se, este debita números
    sem saber o alcance dos mesmos mais parece um papagaio zangado!!!

  13. E será que o Camilo, pai da Mariana e da Joana, vai ter alguma Secretaria de Estado no Governo do Costa?
    Bem que poderiam dar-lhe uma qualquer coisa relacionada com as finanças, uma vez que tem alguma experiência com a Banca…

  14. “Manda a honestidade intelectual que se reconheça que é possível que muitos eleitores socialistas não gostem desta solução e que se esta negociação tivesse sido feita antes das eleições, muito provavelmente o PS teria tido ainda menos votos. ”

    Ainda menos!? Ainda menos que quem? Porque o PS nem foi o partido mais votado nem nada…

    A teoria que o PS perdeu votos à direita… Quando a direita acaba de ter o 2º pior resultado da história. Com tantos votos do PS e ficaram reduzidos só aos mais facciosos… E as “ilegitimidades” nascem todas de ainda não terem percebido a tendência de voto que mais cresceu e o verdadeiro resultado eleitoral. E depois de terem posto centenas de milhares de votantes a andar…

    Voltando à honestidade intelectual – quem não tem capacidade para entender resultados eleitorais, no mínimo devia-se abster de grandes comentários sobre a matéria.

  15. Adenda. A SIC N limpou na reportagem sobre o Manuel Caldeira Cabral a bronca da Teresa Leal Coelho, e fez bem. O Montenegro um ou dois dias da «repugnância» doutoral veio hoje pedir respeito de todos e para todos, líderes parlamentares em primeiro lugar (que lata!!). Por fim, o Diogo Feio anda sem açaime é certinho: depois da SIC N foi ladrar para o DN e ontem estragou os pés dos móveis no P. online. Enfim, cuidado com os e as pequeninos/as do nosso querido Portugal: Marques Mendes, Rui Tavares, Ana Drago, Catarina Martins e… Adolfo Mesquita Nunes que, no meio desta seita, até parece um gajo civilizado no CDS e mesmo no PSD/CDS.

    PSD e CDS “não devem aprovar” nada do PS
    http://www.publico.pt/politica/noticia/psd-e-cds-nao-devem-aprovar-nada-do-ps-1714157

    Diogo Feio é mais claro e defende mesmo que “todas as medidas politicamente essenciais” para os socialistas devem ter “oposição firme por parte das forças políticas de centro-direita”.
    “Não devemos caucionar nada”, reiterou ao PÚBLICO, no dia em que publicou essa posição num artigo de opinião no Diário de Notícias.

  16. Eric: “A SIC N limpou na reportagem sobre o Manuel Caldeira Cabral a bronca da Teresa Leal Coelho, e fez bem.”

    Vais desculpar-me, mas não concordo. Não vi a jagunça de terceira a desbroncar, mas gostava de ter a possibilidade de mostrar (mais uma vez) a alguns ingénuos/as o material de que essa gente é feita. Podes ter a certeza de que, se fosse algum canhoto (vade retro…) a desbroncar do modo que referiste, a coisa seria mostrada à exaustão durante semanas, meses e anos, para ilustrar a falta de lustre (pleonasmo deliberado) dos mafarricos da esquerda. Cheira-me a tentativa canhestra de limitação de danos, talvez com o marketêro brá-zilêro a trabalhar para as horas extraordinárias.

    Na lista de “pequeninos/as” esqueceste o guinchador de serviço para o trabalho externo, o esganiçado Rui Rangel.

  17. Ao estendal de barbaridades, à orgia desbragada a que se entrega toda a tropa da direita em desespero, há que acrescentar o eurodeputado Paulo Rangel, que levou hoje ao parlamento europeu os mesmos argumentos dos indígenas castiços, e deu disputa agreste com a Elisa Ferreira do PS; depois vem um professor Pedro Arroja, um teorizador inacreditável (a sério! vê-se e não se acredita!) ontem, no Porto Canal ( lamento não saber introduzir aqui o link, mas é isto » https://www.youtube.com/watch?v=BHaebpHlorg&feature=youtu.be «; a JSD critica o acordo no Facebook »http://corporacoes.blogspot.pt/2015/11/como-eles-se-reveem-na-historia.html«, usando a conhecida imagem do soldado soviético a hastear a bandeira no alto do Reichstag, em Berlim; no Porto há fogo num contentor, que alastrou à sede distrital do PS »http://www.rtp.pt/noticias/pais/incendio-em-contentor-do-lixo-alastra-a-sede-distrital-do-ps-porto_n872945«. A coisa promete!
    Há 50 anos, mais de metade de Portugal vivia na Idade Média. A emigração em massa e sobretudo o PREC gonçalvista agitaram a situação, mas não alteraram a condição do povo, enterrado pelas elites na miséria material, e sobretudo já mental e cívica. Em 2010/2011, um equívoco miserável do comité central do PCP (no PEC4) correu com Sócrates e entregou outra vez o poder (agora total) a este bando de nazis do Passos e do Portas, (meros serventuários!) ao qual nem o velho e desgraçado PPD sobreviveu.
    Durante séculos, do 17 ao 20, as elites do país, degeneradas, viciosas, decadentes e parasitas, transformaram o povo em puro gado de exportação, fustigado pela miséria múltipla. E impediram qualquer modernidade.
    O desespero desta tropa fandanga reside na consciência de que, se esta merda do Costa for a sério, a antiga mama se acabou por muito tempo. A luta deles tem a mesma racionalidade das feras enjauladas. Esta gente não é gente, nem pode compreender o que se passa.

  18. mo as Companhias de navegação que acabaram no 25 de Abril, felizmente.Socorro! A TAP é um cancro herdado do colonialismo/salazarismo!

    A TAP dá um prestígio que nos fica pelos olhos da cara.

    Povo , pensionistas e trabalhadores, bêbados que vão nos autocarros alugados pela CGTP, doutores que emigram, juntem-se e obriguem os governos a desfazerem-se da TAP, a qualquer preço .

    Aquilo só interessava no tempo das colónias assim como as Companhias de navegação que acabaram com o fim das colónias.

    A TAP é uma vaidade, como ter uma casa com piscina, quando temos a praia ao lado.

    Socorro!

  19. Camacho, é verdade que me esqueci do pinguim estridente e da sua snobeira insuportável mas não consegui deixar na frase um etc. Ainda sobre a Teresa Leal Coelho pode fazer-se um exercício que é ouvir o Manuel Caldeira Cabral acabado de chegar à política portuguesa, perguntado insistentemente pelo tipo da SIC sobre se tinha sdo convidado para ministro pelo António Costa a que ele respondeu suavemente sem comprometer ninguém várias vezes, e apanhar pela frente a bronca a Teresa Leal Coelho que não tinha sido perguntada obviamente sobre isso.

    Enfim, o Ignatz linkou a Paula Teixeira da Cruz e a Penélope postou sobre uma louca do Observador direitolas e eu juntei outros três exemplos. Ontem, na TVI 24, passou o constitucionalista ou parecido Tiago Duarte da PLMJ a discorrer sobre os poderes presidenciais e que Cavaco Silva deveria manter o ex-governo PSD/CDS em gestão durante uns meses e bazar (!!) e até deu pena vê-lo a levar pancada de todas as maneiras do Jorge Reis Novais. Consume-se o golpe, que se lixem os feridos e mortos da guerra civil na sociedade portuguesa e que o o próximo PR venha resolver o caldinho deixado por Cavaco Silva… eis uma tradução, óbvia.

  20. Já estão programadinhas todas as actividades parlamentares sobre as doutrinas homofilicas nacionais.

    Já começaram a ser anunciadas.

    Ai aquele risinho ao canto da boca! sua marota!

  21. mais um bom trabalho do valupi.a direita em portugal é mesmo reacionária,e covarde.se sairmos para a rua para os afrontar, chamam a policia,para poderem fugir. estando a democracia consolidada,não compreendo o desespero desta gente.ai se os “macacos” soubessem onde está o seu galho,isto era um passeio por portugal de 4 em 4 anos.nota:,até prova em contrario, e perante tanta oferta,sou a favor da privatizaçao da tap.nos transportes publicos, de lisboa e porto,tendo em atenção o calvário que é para os utentes até com passe já pago, e ter que alugar taxi varias vezes no ano para chegar ao emprego,tambem defendo a sua privatização, mas com garantias do cumprimento dos horarios e percursos, lucrativos e não lucrativos. já não quero falar dos prejuizos que saõ distribuidos por todos os portugueses mesmo que nunca tenham sentado o cú no metro.

  22. fifi, os direitos de autor/a são da Penélope.
    Trata-se de cu sem mais; e ler-te sem maiúsculas constitui um esforço desnecessário para quem tem umas diopetrias.

  23. O melhor é que os representantes eleitos pelo povo decidam estes diferendos, como sobre o que se deve ou não fazer com os resultados das eleições, na Assembleia da República. Ah, espera…acho que…

  24. Conclusão inabalável; O PSD/CDS ALIAM-SE AO RADICAIS DE ESQUERDA, PARLAMENTO, PARA DERRUBAR O GOVERNO PS, É DEMOCRÁTICO ! O PS ACORDA COM OS MESMOS RADICAIS DE ESQUERDA PARA UM GOVERNO MAIORITÁRIO NO PARLAMENTO, É ANTI-DEMOCRÁTICO. ENTÃO NESTE “IMBRÓGLIO” O PS É UM PARTIDO QUE NÃO PODE GOVERNAR SÓZINHO E NÃO PODE FAZER ACORDOS DE GOVERNO À ESQUERDA, LOGO O PS É UM PARTIDO NÃO DEMOCRÁTICO !

  25. Eric.o meu obrigado pelo conselho.Escrevo dessa forma,por ser mais rápido à mão obviamente que não o faço. Nota: entrei tarde na internet.

  26. Anda um triste por aí, dum Septuagenário, com lentes já desfocadas.
    Convém-lhe passardepressa pelo médico, se ainda encontrar algum.
    Antes que tenha de pagar a um da privada, que lhe ponha as cataratas na ordem!

  27. Olha lá, Septuagenário!
    Tem calma e porta-te com maneiras, porque arruaças não faltam por aí nem vão faltar.
    Queixo-me de que estás a ver o problema da TAP duma maneira míope. E é só!

  28. Não estou de acordo, existem múltiplas formas do accionista maioritário da TAP acudir às necessidades de dinheiro fresco mas mantendo o controle da empresa (dispersão em bolsa de 49% do capital, como foi defendido pelo PS). Os tipos do governo PSD/CDS são puramente uns selvagens e aprovaram hoje no Conselho de Ministros a peça que faltava para a Parpublica assinar o acordo, vale tudo. A propósito de negócios: é vergonhoso assistir à venda a preço de saldo do navio Atlântida e, passados meses, o gajo surge na SIC contente da vida porque fez um negócio do caraças com a revenda a uns esquimós da Escandinávia. No caso da Carris e do STCP podem-se reverter os negócios e envolver as autarquias das respectivas áreas metropolitanas que são exactamente eleitas para gerirem estes sectores essenciais (transportes, água, resíduos, etc.) e para defenderem os interesses das suas populações. É fazer o que deve ser feito, não se pode é ir contra tudo e contra tudo e contra todos e ler umas garatujas do JMT e esperar que o governo que vier a seguir faça figura de otário em tribunal.

    En passant, já agora: quem é que já leu sequer uma linha na imprensa portuguesa sobre os autocarros comprados em segunda mão, ou terceira (?), na Alemanha e por aqueles lados que constituem a totalidade da frota da Barraqueiro que serve até hoje os utentes suburbanos?

  29. Ter uma TAP é uma mania de grandezas.

    Quando Salazar e Delgado fundaram a TAP tinha lógica, por causa das colónias.

    A TAP criou fama e tinha lucros porque os portugueses eram obrigados a viajar apenas na TAP.

    Hoje não passa de um novo- riquismo, estúpido, não misturar com transportes públicos que são indispensáveis.

    A TAP, quaisquer low coast resolvem o nosso problema.

    Temos que dar a passada conforme a perna.

    Socorro! Esquerda!

  30. Deviamos era privatizar os Septuagenários . Mas agora vao mamar do governo de esq. com melhoria nas pensoes e afins.

  31. @Septuagenário
    A TAP ficou cara pela gestão ruinosa e favores (absorção de prejuízos) deste senhor pertencente à seita pseudo-cristã Mormon, que agora a vai “comprar”. Mas a TAP tem um valor muito cobiçado: as suas rotas.

    Já se percebeu que, para Neeleman, a TAP é para liquidar. Neeleman fica com as rotas e depois arrasta a TAP por mais um tempo, deixando-a cair na bancarrota. E tudo com o Estado a garantir a dívida…

    É uma negociata ilegal, que ainda vai acabar alguns com os seus “facilitadores” na prisão.

  32. “Não (nos) TAP os olhos!” (carta aberta a um deputado da Nação)

    António-Pedro Vasconcelos
    11/02/2015 – 06:26

    Excepto no seu caso, ainda não vi qualquer responsável político desmentir – porque não podem – a notícia de que a TAP tem um lucro operacional constante desde 2009.




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    Caro Dr. Virgílio Macedo: Escreveu V. Exa, no passado dia 5, um artigo onde afirmava enfaticamente o seu amor pela TAP, ao mesmo tempo que justificava a necessidade da venda da nossa companhia aérea. Pelos vistos, está na moda. O excêntrico Ministro da Economia tem-se multiplicado, também ele, em declarações de afecto pela nossa Companhia aérea e pelo insubstituível papel estratégico que a TAP ocupa no mundo lusófono, para justificar a urgência de se ver livre dela.

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    Só que, onde o seu colega Pires de Lima, que fala de cátedra, não se dá ao trabalho de explicar aos portugueses a razão de tão insólita conclusão, o sr. Deputado entendeu esclarecer-nos sobre as razões que o levam a defender que a nossa companhia de bandeira tem que ser expurgada do que o ex-comunista Vital Moreira chama o “condomínio entre o Estado e os sindicatos da empresa”, e a que só o pulso forte de um privado estrangeiro, segundo V.Ex.ª, poderá pôr cobro.

    O problema é que, no afã de provar as suas razões, socorre-se de argumentos que são todos eles, sem excepção, falsos, viciados ou tendenciosos, o que só pode acontecer por ignorância, incompetência ou má-fé. Afasto, por cortesia, a má-fé. Restam a ignorância e a incompetência, sobretudo de quem o “informou”.

    Comecemos pelo princípio. Excepto no seu caso, ainda não vi qualquer responsável político desmentir – porque não podem – a notícia de que a TAP tem um lucro operacional constante desde 2009. Tal como não podem negar o facto de, em 2013, ter conseguido finalmente inverter a degradação dos capitais próprios, com uma recuperação dos prejuízos, que passaram de €136,6 milhões, no primeiro semestre do ano passado, para €83,4 milhões no final de Junho. E esta recuperação aconteceu, apesar de ter aumentado o número de aviões e de trabalhadores.

    Segundo a Parpública, a TAP tem uma dívida inferior a mil milhões de euros pela primeira vez desde 2006. Resta saber se o apuramento deste montante inclui a amortização da dívida da ex-VEM brasileira, no valor de 500 milhões de euros – uma compra desastrosa cuja responsabilidade está por apurar. E se estão a ser contabilizadas as dívidas da Venezuela e de Angola à TAP e que ascendem a perto de 160 milhões de euros.

    Sendo assim, a menos que V.Ex.ª explique aos leitores, numa folha Excel, que €1000 milhões menos €160 milhões (dívida de Estados soberanos) menos €500 milhões (alegada dívida da Manutenção Brasil) menos €100 milhões (comparticipação nas rotas deficitárias), continuam a ser 1000 milhões, e não €240 milhões, terei dificuldade em conceber os seus ataques ao que chama a “ineficiência económica da empresa” e os exorbitantes privilégios dos seus trabalhadores.

    Qualquer português se pergunta: “Se a TAP tem a situação económico-financeira menos má dos últimos 15 anos, como é possível ter sobrevivido? E se sobreviveu sem sobressaltos laborais qual é a pressa de a vender?”

    Mas o Sr. Deputado tem um preconceito e comete erros grosseiros para chegar mais depressa às suas conclusões, que se podem resumir numa ideia: “Eu gosto tanto da TAP que quero ver-me livre dela quanto antes”. Por exemplo: afirma que a TAP tem 4500 trabalhadores, quando tem 12.856. E alega que “usufruem salários muito superiores à média nacional e possuem múltiplas regalias acessórias”, privilégios que, ou não existem ou são normais em companhias aéreas, e que sobretudo não deviam ser invocados por quem, enquanto deputado, beneficia das regalias que os portugueses conhecem.

    Depois, alega que “a TAP tem uma frota de 77 aeronaves, para concluir, com desprezo, que, “do ponto vista operacional, é uma pequena companhia.” É verdade que a Iberia possui uma frota de 139 aeronaves e a Lufthansa de cerca de 300, esquecendo-se de comparar a dimensão dos países, o que transformaria de imediato a TAP numa companhia de grande dimensão. E acrescenta que a idade média da frota da TAP é de cerca de 12 anos. Para não me alongar, deixo aqui apenas um número, que espero seja eloquente: a média da frota da Iberia regista-se nos 14,5, enquanto a frota da TAP está nos 12 anos.

    Mas, sobretudo, para provar o anacronismo de Portugal querer conservar a sua companhia aérea nacional, que V. Ex.ª tanto ama, arremessa com o argumento fatal: “Das companhias aéreas ‘de bandeira’ na chamada Europa Ocidental, só a TAP é que é detida 100% por capitais públicos.”

    Esquece-se (disse, no início, que me recusava a admitir que a sua campanha fosse ditada pela má-fé) de explicar o que aconteceu às outras Companhias aéreas: a Iberia, a Aer Lingus e Olympic Airways estão reduzidas à sua expressão mínima, sendo que a companhia grega adoptou o inglês como língua oficial e deixou de realizar voos de longo curso. A Aer Lingus foi comprada pela Ryanair e está a dar um prejuízo incomportável, a Iberia já vai no terceiro despedimento colectivo, e, hoje, não passa de uma subordinada da British Airways. Não há nenhuma companhia aérea da dimensão da TAP que tenha crescido após uma privatização.

    Finalmente, não posso deixar passar uma afirmação que demonstra que o Sr. Deputado anda, digamos, distraído, quando diz: “Sabemos que hoje, e felizmente, é contra as regras comunitárias os Estados subsidiarem ou capitalizarem empresas de transporte aéreo.” Registo o “felizmente” como uma confissão da sua fé neoliberal. Mas, infelizmente para si, a comissária europeia já veio dizer que era falso; e o próprio primeiro-ministro teve que o reconhecer publicamente, mas deve ter-se esquecido de lhe enviar o memorando interno do seu partido.

    É por essas e por outras que hoje os portugueses vão perdendo perigosamente a confiança nos seus deputados, quando, muitos deles, ao não fazer o trabalho de casa, desacreditam a nobreza da sua missão e se mostram indignos dos seus privilégios. Ao contrário dos trabalhadores da TAP que, como confessa, o fazem “sentir-se em casa, dentro de um espaço exíguo… a 10.000 metros de altitude.”

    Cineasta

    .

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  33. Ó avô não sei de quem, o ponto no ano da graça de 2015 é privatizar o quê (100, 61 ou 49%?), privatizar-se como (a um gajo brasileiro, que não pode? ao gajo da Barraqueiro? disperso em bolsa?) e privatizar por quanto (ao gajo da Barraqueiro que toda a gente sabe que não é ele, a um preço de sucata como se ele estivesse a licitar nos lands alemães?). Ir buscar as low costs para aqui, as colónias em África que é a essas que se refere e juntar numa frase o Humberto Delgado e o seu algoz para além de mau-gosto é despropositado. E estúpido, já agora.

  34. e já agora, caro septuagenário, dada a sua preocupação pelo bem estar do seu senhor neeleman, poderia converter-se ao mormonismo, cairia bem ao seu chefe, aliás, ganharia o benefício de se poder casar com mais do que uma mulher, como os seus amigos mormons; muito embora, sendo proibido maltratar mulheres conjugalmente infiéis em Portugal, iria correr sérios riscos se tentasse imitar o seu chefe mormon.

  35. Saiba por que razão o Governo quer vender a TAP

    António-Pedro Vasconcelos
    10/03/2015 – 00:19

    Até agora, o ministro da Economia e o seu secretário de Estado tergiversaram em desculpas improvisadas, sem qualquer base de sustentação

    Podem enganar-se algumas pessoas durante todo o tempo; pode enganar-se toda a gente durante algum tempo; mas não se pode enganar toda a gente durante todo o tempo. (Abraham Lincoln)

    A entrevista que Fernando Pinto deu ao Expresso era a peça que faltava para decifrar o enigma do processo de privatização da TAP, em que Passos Coelho e a sua ministra das Finanças insistem, com uma obstinação que só tem igual na dificuldade em justificar as razões de tão imperiosa decisão. Com uma maioria dócil na AR, o Governo não se dá ao trabalho de explicar aos portugueses a razão que o levou a “ir mais longe” e mais depressa do que as exigências acordadas com a troika em matéria de privatizações e cortes sociais, e escuda-se em Cavaco, que assina por baixo tudo o que Passos lhe põe à frente, e que até já foi ao Dubai, em Novembro do ano passado, “vender Portugal”, anunciando aos senhores do petróleo que, além de “sol, mulheres bonitas e cavalos”, ainda tinha mais uma pérola para vender: a TAP Portugal.

    Mas, até agora, o ministro da Economia e o seu secretário de Estado tergiversaram em desculpas improvisadas, sem qualquer base de sustentação: primeiro era a Comissão Europeia que não deixava os governos nacionais salvar as suas companhias aéreas; depois era porque a privatização estava prevista no memorando da troika (não era uma imposição nem estava dito que era a 100%); finalmente, é porque o Estado não tem dinheiro para assegurar a sobrevivência de uma companhia que os candidatos a compradores, esses sim, conseguem assegurar — e que ninguém sabe quanto é —, e porque acha que os privados gerem melhor os interesses nacionais das companhias que o Governo considera estratégicas para o país. Numa palavra, a TAP está insolvente, e se o Estado interviesse teria que haver despedimentos e cortes de rotas.

    Ora, Fernando Pinto vem revelar preto-no-branco a verdadeira situação da TAP, explicar as razões de algumas dificuldades no passado, mas também a sustentabilidade da empresa e o seu enorme potencial de crescimento. Para bom entendedor, já que o dever de lealdade institucional o impede de dizer abertamente o que pensa, a entrevista de Fernando Pinto é esclarecedora; sobretudo quando parte de alguém que veio para a TAP em 2001 para preparar a sua privatização, mas que tinha a vantagem de conhecer bem o negócio da aviação e de ter um sentido empresarial da sua gestão (desde 1997 que o Estado não injecta dinheiro dos contribuintes na companhia), de se revelar um hábil negociador com os sindicatos e de se mostrar firme com as interferências que julgou negativas da tutela (a relação com Cardoso e Cunha, que, entre 2002 e 2004, presidiu ao conselho de administração da TAP, nunca foi fácil). O trabalho que Fernando Pinto fez na nossa companhia aérea nacional é reconhecido por todos, mesmo os que criticam algumas decisões polémicas (os maus negócios da compra da Portugália ou da venda da Groundforce não lhe são imputáveis), como foram a compra da VEM, no Brasil, em 2005, e a falta de previsão, no Verão de 2008, quando não se precaveu contra a subida do preço do petróleo, que aumentara 75% e que terá custado à companhia, nesse ano, qualquer coisa como 270 milhões de euros de prejuízo. Mas a verdade insofismável é que a TAP cresceu com a sua gestão.

    O que diz, então, Fernando Pinto (cujo contrato terminou em 2012, sem que o Governo fizesse um gesto para o renovar), que nos ajuda a perceber as verdadeiras razões de Passos Coelho?

    Comecemos pela frase mais importante: “Há empresas que têm de ser privatizadas ou fecham. Não é o nosso caso, que é sustentável. Tivemos resultados positivos nos últimos cinco anos — ou nos últimos oito, se esquecermos 2008.” Esta frase bastaria para encerrar o processo, se estivéssemos perante um Governo honesto e genuinamente preocupado em salvaguardar o interesse nacional.

    Mas Fernando Pinto diz mais. Para alguém que tem responsabilidades institucionais perante a tutela, e sabendo-se que o Governo anunciou a intenção de privatizar a empresa, Fernando Pinto não podia ser mais claro, quando acrescenta, enfatizando o argumento (“insisto sempre”, diz ele), que “é fundamental (a TAP) ser bem privatizada” (itálico meu). Para bom entendedor, o que FP está a dizer é que o Governo se prepara para privatizar mal a nossa companhia aérea!

    Em resumo, o que ele diz é que:

    1. A TAP dá lucro;

    2. A TAP é sustentável e, por isso, a alternativa não é privatizar ou fechar;

    3. Existem formas de capitalizar a empresa sem ser a privatização;

    4. Esta privatização está errada e mal feita.

    Entretanto, no passado dia 2, na revista PANROTAS, Luís da Gama Mór, vice-presidente executivo da TAP, veio anunciar que, “seja para aceitar uma proposta apresentada, seja para dizer que a companhia continuará estatal”, já há grupos de trabalho formados em toda a empresa para implantar um plano muito concreto de marketing (“Uma nova onda de crescimento”), que contempla o período de 2015 a 2020 (…), e que o plano só espera a decisão do Governo (sim ou não à privatização) para ser acelerado.

    “As principais decisões, segundo explica, podem ser divididas de acordo com as rotas da empresa (longa, média e curta distância), mas há decisões que afectam todo o conjunto, como a digitalização da companhia (todos os processos e não apenas reservas e vendas), a experiência nos aeroportos e a relação mais próxima com o cliente, já que está nos planos iniciar a venda de serviços auxiliares.”

    Segundo Mór, “60% dos passageiros da companhia estão na curta distância”, onde a venda desses novos serviços evoluirá para o que já é apresentado pelas low cost: marcação de assentos, comida a bordo, prioridade de embarque, entre outros; e nos voos na Europa, os actuais aviões da Portugália (F-100 e E-145) serão substituídos pelos Embraer 190 e 195, o que significa também mais autonomia de voo.”

    No médio curso (além de aumentar a densidade das poltronas), a TAP irá dar prioridade ao modelo Airbus 321, adicionando mais unidades à frota. E, no longo curso, a estrela será o A350, que substituirá os quatro A340 e alguns A330. Há 12 pedidos e o primeiro chega em 2017. Muitos serão usados para o Brasil, com três classes: Top Executive, com novas poltronas-cama e sistema de entretenimento, económica plus (que também será implantada nos A330) e económica. “Há uma tendência de densificar a económica e distrair o passageiro com tecnologia, entretenimento e venda de serviços, mas há os que desejam pagar mais pela económica plus, já que ainda não podem ir para a executiva”, explica Mór. “O nosso tamanho como empresa de nicho dá-nos mais agilidade para essas implantações”, conclui o administrador.

    O que é que tudo isto nos diz? Que a TAP está bem e recomenda-se. Por outras palavras, que o Governo quer privatizar a TAP, não por ela estar a necessitar urgentemente de uma injecção de capital ou por estar insolvente ou por não ter capacidade de se financiar nos bancos, mas, pelo contrário, por ser uma empresa com sustentabilidade e um grande potencial de crescimento; como disse, em 2012, Maria Luís Albuquerque, então secretária de Estado de Vítor Gaspar, o Governo desistiu na altura de vender a empresa a Efremovitch, porque percebeu que era preciso, primeiro, “torná-la mais atractiva”!

    De facto, por que razão iria Passos Coelho vender uma empresa deficitária e com problemas? Quem a iria comprar, mesmo ao desbarato? A verdade é que todas as outras empresas que este Governo decidiu alienar a 100% (quando nada no memorando da troika o exigia) davam lucro! A REN, a EDP, a ANA, os CTT, eram empresas rentáveis, negócios apetitosos, e não empresas arruinadas que os generosos capitais estrangeiros vinham resgatar da bancarrota, por um imperativo patriótico!

    A própria RTP, em relação à qual Passos foi obrigado a recuar, havia sido previamente limpa de dívidas pelo ministro Relvas (num pagamento voluntário, que nada obrigava o Governo a fazer, uma vez que a dívida remanescente estava contratualizada com um sindicato bancário para continuar a ser paga através da publicidade), precisamente para a tornar, primeiro, “atractiva”, e, depois, a poder vender ao desbarato.

    Que podemos nós concluir de tudo isto? Que alguém devia há muito (Tribunal de Contas, Assembleia da República, PGR) ter investigado os vários processos de privatizações das nossas empresas estratégicas, que deixaram o país à mercê de interesses estrangeiros e sem instrumentos de defesa da sua soberania nem de regulação da nossa economia.

    E que melhor recado podemos dar aos portugueses de boa-fé, senão que não tapem os olhos e defendam a sua companhia aérea contra esta ameaça de “privataria” — a TAP, que é a “jóia da coroa” das nossas empresas estratégicas, como lhe chamou o insuspeito Marcelo Rebelo de Sousa?

  36. Em tempo: estúpido pode ser aquele que tem dificuldade em compreender, julgar ou discernir por falta de inteligência e/ou, também, aquilo que é aborrecido, chato, enfadonho e tedioso. O homem dos 70 está a meio caminho, acho.

  37. S. Bento que até aqui mais parecia um centro de emprego onde se dizia que os deputados tudo faziam para zelar pelos “interesses “Nacionais, deixo-o de ser para parecer um palco teatral onde a causa Nacional deixou de fazer sentido e para que os actuais actores, vislumbrem com um sorriso nos lábios a odisseia e os malabarismos para deixar os supremos interesses dos trabalhadores e reformados portugueses e derrubar Governos, só pelo prazer de os derrubar. Será isto Democracia e interesse Nacional?

  38. As privatizações do último desgoverno foram todas ruinosas para Portugal. Os anéis como lhe chamou o Cadáver. Algumas, como a EDP, mesmo criminosas. Para além do que representa em termos de perda de soberania e de receita para o OE todos os anos. Basicamente andamos a privatizar lucros e a nacionalizar prejuízos.

  39. Não misturem TAP com EDP ou Metros nem Combóios.
    A TAP não tem razão de existir, nem 1% do Estado.
    Não podemos manter luxos desta grandeza, pronto!
    Cada vez que vemos um avião TAP no ar, alguém anda lá no ar à custa dos nossos bolsos.

  40. Ó velhote direitolas, deixa de dizer palermices e mentiras, basta ler acima o Vasconcelos com dados.
    ,factos e afirmações de q sabe. A TAP é só mais uma para alimentar essa corja dos teus amigos fascitas.Tinhamos aqui um q era cego e burro, e parece na direita são todos assim,pois repetem até à exaustão mentiras e mais mentiras. Precisamos de um 25 de abril sangrento p limpar estes fascista q por cá pululam. Basta os ver na tv, no parlamento e na imprensa.uma raça de fdp,sem q respeito p democracia.um nojo.uns asnos.

  41. Olha o espelho,olha o espelho.ñao dizes um único facto, só as putas das aldrabices e frases feitas da corja da fdp da tua família fascista direitola.

  42. A MariLu está com medo de nunca mais meter às manapulas no Pote!
    Diz que “eles” não nos deixam governar e também não nos deixam fazer oposição porque estamos em minoria. Atao “eles” podem tudo e nós não podemos nada ?
    Não pode ser ! Muaaaaaaaaaa !

    Atao MariLu ? Porreiros foram estes últimos 4 anos não foram ? Enquanto eram vocês que podiam tudo e os outros eram uns panos de chão!
    Tu vê lá que vocês até mandavam prender para investigar! Cadeia e bico calado !
    Assim é que era fixe mas ACABOU, porra !

  43. “Cada vez que vemos um avião TAP no ar, alguém anda lá no ar à custa dos nossos bolsos.”

    E a CP, e os Metros e muitas outras empresas que permitem mordomias escandalosas aos comunas de merda que lá andam instalados desde a abrilada!

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