13 thoughts on “CGD – E finalmente muito mal o Bloco”

  1. Pelos vistos já esquerdam o que fizeram para ajudar a direita há 5 anos atrás !
    Gente de muito palavreado e de pouca confiança !

  2. Proponho para o lugar de António Domingues que a escolha de António Costa ou Mário Centeno, seja a de José Gomes Ferreira ou Camilo Lourenço.

  3. Eu acho que o Bloco fez muito bem. O amigo do banqueiro privado “ai aguenta, ai aguenta” não podia entrar com o pé esquerdo na “massa” do Estado.

  4. o bloco reage à descida nas sondagens de 11% para 8% com uma traiçãozinha à louçã. 6% na próxima e talvez compreendam que quem saltar fora do barco afoga-se.

  5. Ó Ignatz, fez isso e muito bem! Nós, votantes tradicionais nos socialistas não podemos correr o risco de o PS vir a ter maioria absoluta, porque já sentimos na pele o que significa dar a totalidade do pote a um só partido (ou coligação)…

  6. “… não podemos correr o risco de o PS vir a ter maioria absoluta, porque já sentimos na pele o que significa dar a totalidade do pote a um só partido (ou coligação)…”

    oh meu, isto não dá resto zero! traduz aí qual é o governo que queres para ver se percebo.

  7. Eheheh
    Blame it onYoko.

    O Costa é um trapalhão e cobardolas. Deve estar a sair a norma do governo que determina que os futuros secretarios de Estado e Ministros tem que ter pelo menos 1,80m e um metro de largo para o Costa se esconder atrás deles quando houver crise.

  8. Elementar, minha! um governo PS apoiado pelos socialistas em liberdade radicais do BE.
    A sociedade portuguesa não desatou a criar trotskistas de geração espontânea, em grande escala, para irem todos votar no BE nas últimas eleições. O que aconteceu foi que muitos apoiantes do PS fartaram-se das jogadas que o PS fez à lá “PSD / CDS” e foram votar no BE. Serão muito estúpidos se regressarem à casa mãe.

  9. o bloco de esquerda é um partido de descontentes que recebe votos dos descontentes da esquerda, quanto está tudo feliz deixa de haver descontentamento e votos no bloco.

  10. Temos que nos habituar a ter governos à base de acordos parlamentares. O PSD não ganhou as últimas eleições e até ninguém sabe quantos portugueses votaram neles.
    É necessário que haja alguém com força parlamentar que apoie o PS nas políticas de esquerda e que não o deixe derrapar nas tendências que por vezes tem de tomar medidas de direita.
    O que aconteceu foi as sondagens chamarem à atenção o BE de que estavam a pactuar demais com as guinadas à direita do PS.

  11. “o bloco reage à descida nas sondagens de 11% para 8% com uma traiçãozinha à louçã. 6% na próxima e talvez compreendam que quem saltar fora do barco afoga-se”.

    E a remar desta maneira contra a corrente arrisca -se a ser posto borda fora para não atrapalhar.
    Estou cada vez mais tentada a votar nos camaradas Jerónimos.
    Para garantir que o PS não se inclina para direita, nem se atola no seu centro de podridão. E para garantir também uns tabefes bem dados em catraios sem palavra.

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