Busca permanente do conhecimento II

Vamos lá a saber: que terá aprendido Passos no cargo de primeiro-ministro para saltar do grau académico de licenciado pela Lusíada para catedrático do ISCSP?

O até há pouco tempo presidente do PSD não terá nenhuma cadeira específica a cargo em qualquer uma das três instituições, podendo as suas aulas serem integradas em diferentes disciplinas mediante o calendário lectivo de que cada Universidade.”

Incompreensível a falta de cadeira. Então a cadeira prática de “Zona de conforto I” ou “Dependência do Estado III”?

24 thoughts on “Busca permanente do conhecimento II”

  1. Provincianismo mesquinho e ignorante.

    A verdadeira pergunta é : que merda de universidades temos para enfiarem nas cabeças dos seus alunos que alguém que ocupou durante 4 anos a responsabilidade governativa mais elevada do pais (por pior que tenha sido o seu governo) não tem nada para lhes ensinar ? A que Margalhos ignorantes e precunçosos confiamos a nossa juventude, que se permitem olhar de alto para quem tem experiência ao mais alto nivel ? Quão alheios à mais pequena ideia do que é o saber devem ser, para achar que ele mora numa porcaria de um canudo ?

    Livra. Isto para não lembrar que este tipo de critica pacovia num blogue de admiradores de Socrates é o cumulo.

    Critiquem o Passos e o Relvas pelos erros que eles cometeram, pelas mas politicas de que foram responsaveis, etc. Agora por não serem doutores nem engenheiros… vão dar banho ao cão !

    Boas

  2. Viegas, não seja sofista homem. Não é pelo facto, como diz, de não serem doutores nem engenheiros que muitos portugueses se sentem indignados com a passagem “a salto” de Passos a ” Catedrático”,
    É até, em grande medida ao contrário disso, ou seja o facto de como doutores (no caso licenciados feitos a martelo) e mesmo exercendo cargos ao mais alto nível terem dado sempre prova de mediocridade intelectual, mediocridade de pensamento e até, e sobretudo, mediocridade de acção prática.
    Mediocridade intelectual e de acção prática que aliás já fora modus vivendi de toda a sua “carreira” até à maturidade e foi essa a sua única experiência, nada sábia e muito manhosamente oportunista, que precedeu a sua elevação a PM. Tudo ficou bem claro, provado e documentado, na sua passagem pela Tecnoforma feita de expedientes, tráfico de influências e artifícios para sacar do Estado.
    O espanto está no facto de fazer de alguém sem qualidades reconhecidas, sem mais e do dia para a noite, um catedrático.
    E uma vez que cita Sócrates como cúmulo de desabono dos frequentadores deste blog ao menos podia exigir a Passos que, tal como fez aquele, fosse estudar qualquer coisa para evitar parecer mais um novo expediente oportunista típico de um medíocre troca-traficâncias.

  3. “Um deputado que é também presidente de uma faculdade contrata como catedrático convidado para os quadros da sua faculdade pertencente a uma universidade pública um licenciado que foi presidente do partido de que é deputado.

    Eis um ato que outorga um elevadíssimo prestígio a todos e cada um dos envolvidos, à faculdade, à universidade, a Portugal”

    *roubei algures

  4. Ó Viegas ainda bem que veio aqui a este blogue de admiradores de Socrates fazer a apologia do Passos Coelho.
    Só por esta atitude se vê que é uma pessoa lúcida e informada.

  5. O maluco do Joaquim Camacho, grande apreciador de uma boa e sempre proveitosa troca de argumentos, precisaria ainda assim, além de maluco, de ser o pai e mãe de todos os cretinos, a matriz/meretriz de toda a cretinagem, se lhe desse para gastar os dias e noites a chafurdar na caixa de comentários de um blogue de direitolos, debalde esgrimindo heroicamente contra as suas direitolices.

    O coitado do Broas, meretriz presunçosa, gabarola e desdentada, rabo escondido com o cabrão do gato todinho de fora, parece, porém, nada de melhor encontrar para fazer. E lá vem ele, cagando e rindo, de cima da burra mijando copiosas, frenéticas e pretensiosas criptodireitolices rançosas, incansavelmente pregando à irredimível esquerdalhada. Santa paciência, sorte malvada!

  6. Os Doutores Passos e Relvas e o Engº Sócrates podem vir a ser três grandes mestres e três grandes professores em qualquer universidade internacional.

  7. Pelo amor da santa,

    Não me passa pela cabeça elogiar o Passos ou o Relvas e o meu comentario di-lo muito claramente. Apenas critico a forma pacovia e provinciana como, em Portugal, as pessoas se acham automaticamente autorizadas a cuspir em cima do desgraçado que não tenha a protecção de um canudo, atitude que denota uma profunda e chocante falta de noção do que é o conhecimento. Passos e Relvas fizeram muita asneira. Agora terem chegado onde chegaram e terem exercido as responsabilidades que exerceram confere-lhes uma experiência que compensa claramente o facto de não terem empinado umas sebentas ranhosas o suficiente para adquirirem um grau académico prestigiante. O mesmo vale para Socrates, alias, e ninguém me ouviu nunca pôr em causa as capacidades deste ultimo, ou afirmar que ele era uma besta ignorante antes de ter assistido a uma aulas na escola de ciências politicas de Paris.

    Tivesse sido o Cavaco, e ninguém teria levantado pio. No entanto o Cavaco teria feito exactissimamente a mesma politica do que o Passos e o Relvas… So que é doutor, o que em Portugal muda tudo. Outro exemplo : o Freitas do Amaral, que até é um universitario por quem tenho muito respeito (porque o li, contrariamente aos comentadores que vão desatar aos gritos ja a seguir), em que outro pais do que Portugal poderia ter-se arriscado a defender publicamente que existia base juridica para abrir um processo contra Socrates (então 1° ministro) por “atentado ao Estado de direito”, quando obviamente isto não cabe nem no texto da lei, nem na cabeça de ninguém com 2 dedos de juizo (leiam as declarações de Pinto Monteiro sobre a questão, disponibilizadas pelo Valupi num post de ha uns dias) ? Mas pôde fazê-lo tranquilamente em Portugal, porque é professor doutor, logo ninguém se acha autorizado a ir ver se o que ele diz faz sentido. Pais de idiotas em perpétua menoridade mental…

    Outro sintoma do mesmo mal : à boa maneira Portuguesa, quem defende uma ideia é logo suspeitado de pertencer ao clube daqueles que dela fazem habitualmente bandeira. Este sempiterno Benfica-Sporting mental cansa-me. Ha uns anos, neste blogue, eu tinha a fama de ser um marxista-leninista empedernido, simpatizante da UDP. Hoje, parece que sou Passista e de direita… No fundo, trata-se do reverso da mesma medalha. Um pais de pacovios imbecis, bem representados por alguns camachocomentaristas deste blogue, que ficam pasmados perante um doutor precisamente porque nada sabem, nada querem saber e têm toda a raiva a quem sabe…

    Boas

  8. josé neves. Muito bem. Subscrevo.

    João Viegas: Não percebeste patavina do que disse o josé neves. O Passos tem um canudo. Não vás por aí, homem.

  9. Percebi muito bem o que diz o José Neves mas não responde à questão.

    A esmagadora maioria das pessoas que ensinam nas universidades, com todos os diplomas e habilitações necessarios, não beneficiaram, nem de perto nem de longe, de uma experiência tão enriquecedora e formadora como a que advém do exercicio das altas responsabilidades a que chegaram Passos ou Relvas (ou Major, ou George W. Bush, ou Pierre Bérégovoy, ou Lula, etc.). Eles proprios seriam provavelmente os primeiros a reconhecer este facto, posto que tivéssem realmente aprendido alguma coisa nas tais sebentas que, na tua perspectiva, fazem toda a diferença…

    Quanto aos erros crassos cometidos no exercicio das tais responsabilidades, que a teu ver justificariam que eles escondessem esta circunstância nos seus curriculos, como se esconde um embaraçoso chumbo, mais uma vez, os doutores Cavaco, ou Durão Barroso, ou Rebelo de Sousa, teriam conduzido uma politica diferente ? Não, pois não. E no entanto, se eles fossem convidados para dar aulas numa universidade, ja acharias normal…

    Boas

  10. Ó Viegas,
    Não será pacóvio e provinciano atribuir conhecimento apenas à figura do poder e deixar de lado todas as outras componentes do saber?
    Pela tua lógica o Tiririca do Brasil também poderia dar aulas numa universidade, não?
    Ó Viegas, tem dó…

  11. os políticos de hoje em dia poderiam dar aulas no infantário , na cadeira de pintura com os dedos dado as bo(u)rradas que fazem. já o amancio ortega e o nabeiro podiam ser catedráticos na faculdades de gestão ou economia. sabem bem mais que os doutorados em teoria :)

  12. Caro Carlos Sousa,

    Atribuir sabedoria intrinseca a uma figura de poder por ser figura de poder é uma coisa, atribuir enriquecimento em termos de conhecimentos a quem tenha experiência de exercicio efectivo do poder ao mais alto nivel durante 4 anos é outra, bastante diferente. Vai ver que v. consegue chegar la…

    Boas

  13. Ó Viegas:
    Por favor, dá-me só um exemplo (que possas comprovar), por pequeno que seja, de experiência que aquele abrunho tenha adquirido durante a sua vigência. Já agora, que possa servir para complementar a formação de mestrandos e doutorandos.
    Que sejas anti-socrático e direitolas ainda vá, mas isso é estúpido demais, não?
    Tenho a certeza que consegues melhor, homem.

  14. Ó Viegas:
    Por favor, dá-me só um exemplo (que possas comprovar), por pequeno que seja, de experiência que aquele abrunho tenha adquirido durante a sua vigência. Já agora, que possa servir para complementar a formação de mestrandos e doutorandos.
    Que sejas anti-socrático e direitolas ainda vá, mas isso é estúpido demais, não?
    Tenho a certeza que consegues melhor, homem.

  15. Pois é Viegas,
    Mas uma coisa é o enriquecimento em termos de conhecimento e outra coisa é o conhecimento em termos de enriquecimento. É assim como confundir a estrada da beira com a beira da estrada, percebes?
    Ó Viegas vá lá, agora a sério, que cadeira achas que o homem poderia dar numa universidade dita de referência?

  16. Esta visto que os taxistas que comentam neste blogue estão mais do que preparados para exercer funções de chefe do governo ja amanhã, com a certeza absoluta de não falhar em nada e, em todo o caso, de fazer muito melhor do que o Passos, ou alias do que o Socrates, uma vez que estes nunca aprenderam nada nem obtiveram diplomas sonantes de estabelecimentos universitarios onde se ensinam coisas esquisitas como a humildade académica, que ninguém percebe bem o que seja mas que impõe claramente respeito.

    Eu, que não tenho esta presunção, nem esta pretenção, dou-vos de olhos fechados um doutoramento a cada um…

    Boas

  17. Ó Viegas, leva a bicicleta.
    Pela tua argumentação vê-se logo que não és pacóvio, nem provinciano, não cospes em cima do desgraçado, não és um idiota em perpétua menoridade mental, não és imbecil, e não és taxista, ufa… e ainda bem. Olha se fosses…

  18. Este Sr. Viegas parece padecer de um complexo de inferioridade por não ter obtido um determinado grau académico a que ambicionava. Daí desvalorizar, em primeiro lugar os que o tenham e, de seguida, valorizar absurdamente qualquer um que tenha ocupado um cargo importante, independentemente de atribuir a devida importância à forma como lá chegou. E, na política, o carreirismo nas jotas é o maior trampolim para ocupar todos os cargos políticos, tenham um não mérito para os mesmos. Este caso Passos é flagrante, olhando-se para a incompetência do seu desempenho e as imbecilidades dalgumas das suas afirmações.

  19. Broas, o tolo presunçoso, um case study? Ná, nem por isso.

    — Durão Burroso, ex-MRPP, reciclado naquilo que toda a gente sabe.

    — Pacheco Pereira, ex-OCMLP (Organização Comunista Marxista-Leninista Portuguesa), reciclado naquilo que toda a gente sabe.

    — Zita Seabra, ex-PCP, reciclada naquilo que toda a gente sabe.

    Etc., usw.

    Marxistas-leninistas empedernidos recauchutados em passistas ou direitolos em geral? Pôcera, que ideia mais estapafúrdia, onde é que já se viu?!

    Again: Broas, o tolo presunçoso, um case study? Ná, apenas um tolo presunçoso tout court.

  20. E Sócas deixou de ser politico e foi estudar para Paris, onde viveu muito pobremente à custa da mama e de um amiguinho de infância. E que fez um livro, que afinal não foi escrito por ele.
    Deixem-me rir

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