7 thoughts on ““O Meu Pipi” já era”

  1. Pachorra? Só os diálogos do “Luís Maria” consigo mesmo (ou com impostores que lhe usurparam o nome), já valem o incómodo!

  2. Eu acho que a troça que o Luír Raínha faz do DRAMA pessoal que eu vivo desde há quatro dias e quatro noites, com a constante USURPAÇÃO do meu nome por uma toupeira fascista sem princípios mostra bem o BAIXO NÍVEL desse senhor.

  3. Calma! Eu não me estava a referir a si, Luís Maria, por cujo DRAMA, como você diz, tenho todo o respeito, mas sim ao impostor que lhe usurpou o nome – o FALSO Luís Maria, que parece apostado em fazer reinar o CAOS na blogosfera. Fica feita a rectificação – e apresentadas as devidas desculpas.

  4. Obviamente o verdadeiro e o falso Luís Maria – a cara e a coroa de uma mesma moeda, o preço do teatro do absurdo da globalização e do twilight do neo-estalinismo – só teriam a ganhar se lessem Zizek (não só a capa, nem a lombada, mas o miolo mesmo) para descobrirem que a sua esquizofrenia transbordante pode ser – deve ser, como já dizia Lacan há mais e trinta anos – uma poderosa força de ransformação da vida e do mundo.

  5. Esse comentário, em cima, não é meu. Eu sou mais favorável que se coma m as páginas do livro do Zizek , acompanhadas de compota de cerejas, e “ransformação” por “ransformação”, eu prefiro a transformação: vícios leninistas.

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