O povo na rua

Bom, parece que foram todos para as manifs.

Nunca esquecerei a maior manif em que participei: Alameda D. Afonso Henriques, 19 de Julho de 1975. Fez história.

Espero, sinceramente, que as de hoje, por todo o país, também façam história. Por razões muito diferentes…

9 thoughts on “O povo na rua”

  1. Sempre avisei que ia ser tudo muito mau, mas porque eu era um reacionário…pátáti-pátátá…, ninguem quiz ouvir.

    Claro que há 38 anos fiquei vacinado e ainda cá estão os anti-corpos da crise! safa!

  2. Democracia Pragmática.

    Diálogo a que assisti hoje, às 16.50h entre vizinhos, à saída de suas casas. O tom era jovial. Provavelmente acima das nossas possibilidades de jovialidade.

    -Vizinho, não vem à manifestação?
    -Manifestação para quê?
    -Então, para tirar de lá estes gatunos.
    -(Risos) Tiramos estes e vão para lá outros.
    – Pois, mas enquanto o pau vai e vem, folgam as costas.

  3. joaquim O, esses são uns maus gatunos,pois são apanhados pelo menos ao fim de 4 anos. se não forem antes!os bons gatunos,são aqueles que sem rotativismo se mantem no poder 30, 50, 60 e mais anos.Não podemos modificar esta situação mesmo que queiramos, pondo lá politicos de partidos que ainda continuam a defender os” bons gatunos” e mesmo assim, só conseguem votos para beber uns copos ,para terem a coragem de transformar derrotas claras, em inequivocas vitorias!

  4. Os sociais fascistas e seus acolitos,não perdoam ao ps a consolidação do regime democratico e a derrota do socialismo de merda que nos queriam impingir.felizmente que KKBM e joãos da capital cada vez são menos, mesmo em periodo de crise. as” putas” eram as gajas que comi, quando ia” trabalhar” para a festa do avante.

  5. Gostei de saber que o povo ainda consegue mobilizar-se sem ser à sombra dos partidos. Cada um que lá foi, e mesmo muitos que não foram por impossibilidade prática, tinham as suas razões que até poderiam ser diferentes mas que, na generalidade, seriam complementares.
    Alguém os escutará?
    Sem dfúvidas.
    Uns mais, outros menos, mas ninguém ficará indiferente, mesmo os que dizem não se importar com elas.

  6. Ó Zeca Diabo, vingança dos retornados? os autores desta crise são muitos dos que provocaram a “minha crise”, e ainda andam por ai alguns deles, outros já os levou o teu xará.

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