O país em que vivemos

O órgão de referência Propagandista Social relata hoje umas merdas patéticas que aconteceram num bordel qualquer chamado Secret Story (deve ser aquele programa de chulé ao vivo por onde eu tenho de passar quando faço zapping do Passos Coelho):

José Castelo Branco sofreu ontem no programa “Luta pelo Poder” uma agressão de Zezé Camarinha. Zezé puxou os cabelos a Castelo Branco em directo na gala [sic] conduzida por Teresa Guilherme. Tudo aconteceu poucos minutos após a entrada do algarvio na casa mais famosa do país [sic]. Os convidados da Voz [sic] têm já um passado que proporcionou a discussão e as acusações de Zezé. O recém-entrado concorrente puxou os cabelos a Castelo Branco e foi automaticamente expulso do programa. Foi ao magazine Flash Vidas que o conde [sic] prestou as primeiras declarações sobre o sucedido: “Quando a Teresa me pergunta, e portanto, naquele momento, uma pessoa mais quente, eu disse: ‘Eu peço desculpa mas eu não falo com gentuça’. Não falo, recuso-me, com pessoas que não têm educação rigorosamente nenhuma, como tal noblesse oblige [sic] e quando eu acabo de dizer isto eu só me recordo de ele levantar-se de repente”. Castelo Branco refere ainda que no estado em que tinha o pé era incapaz de se defender daquela situação: “Eu estou com o pé no estado em que estou, que mal posso andar, tenho de andar com canadianas, não posso dar um passo. Portanto, era inclusivamente transportado na casa ao colo em determinadas situações, e de repente eu dou por mim com um homem a agredir-me por trás, portanto, eu, inválido, e ele agrediu-me por trás a rebentar com o meu cabelo”. O conde refere ainda que Zezé lhe puxou os cabelos como se fossem extensões [sic] e que lhe puxou um casaco de pelo que tinha: “Como se fossem extensões, quando o meu cabelo, graças a Deus, é natural e a puxar-me o pelo todo que eu tinha porque eu levava uma manga da Marnie e a rebentar-me propositadamente o pelo. Eu depois vi nas imagens que a Vera mais tarde estava a limpar, a apanhar os pelos todos que ele tinha destruído”.

O Propagandista Social informa ainda que o confronto e a agressão de Zezé Camarinha a José Castelo Branco deram à TVI a liderança no horário e ainda um recorde de rating.

 

9 thoughts on “O país em que vivemos”

  1. se calhar é esta a experiência em política internacional que o cavaco quer para o próximo presidente. na volta o castelo branco vai ser candidato dos ceguetas a belém.

  2. ora beie, ó ignatezes, o castelo bronco é um gajo inteligente e se fosse presidente fazia uma fabore à suxiedade, gajus comu tue nunca seriam admitidos a pore o pé fora de barrancus pá. tu enbergonhas qualquerre um, pela lingua e pelos arrotus mentais que mandas aquie no dispençário. na berdade, tue e o camarinha, mais o cabacu e a cabaca istãoe beie uns prós ôtros. são aqueles a cumere o boli reie, e tu a comer trampa, enquanto a largase por todos os poros. oqueie.

  3. é verdade, sim, porque eu vi. foi um terror, até saltei do sofá. o senhor foi brutalmente agredido em directo. uma coisa é certa: para quem tem preconceitos culturais e se recusa a ver sem no entanto se recusar a falar do que não conhece, há uma diversão na diversidade de personalidades nesse programa e em cada um há, sem dúvida, a representação de um português. é muito interessante poder observar o pavlov em tempos modernos e mediáticos. mas isso não quer dizer que é este o país em que vivemos – no país onde vivemos não há só agressão pontual, há muitas outras coisas e de forma continuada e que nem sequer são fonte de riso e de divertimento e de reflexão. :-)

  4. A foleirice foi tal que chegou aqui!!! De facto a televisão é que induca, o futebol é que enstroi!

  5. São os «camarinhas» da vida, instruídos pelos IGNATEZES da comunidade. Uma vez em tribunal, arreiam com o «tou arrependido, não devia ter feito isto…». São os cobardes da nação – os que alegam ser democratas.

  6. «tou arrependido, não devia ter feito isto…»
    cheira a passólas apanhado com a boca na botija.

  7. Ò meue, andasze com o faro pur baixo, mas se dexeres mais avaixu, de sarteza que tencontras, ó comuna.

  8. Ó barracas, num inbejo a tua fluênssia e flatulência em ordinarice e bulgaridade, IGNORANTE. oube, tu já nus destes as tuas polibalências todass, tá beie? bê lá se inobas em algu…atãoe já fizestes os requerimentus? hum? cumo tu cunnhesses muitos linques e deles fazes os teus argumentus…bá redige aí, meue, pra nos rirmos mais um póco, já cus teus coices já istãoe démodés…hum? oqueie.

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