A situação é esta

A situação é esta, para quem ainda não entendeu:

  • Os governos formam-se no parlamento, que é eleito pelo voto popular.
  • Não poderá haver governo contra a vontade do parlamento.
  • O parlamento que resultou das eleições de 4 de Outubro de 2015 é este:

PS – 85 deputados
BE – 19 deputados
PCP – 17 deputados
______________________
total = 121 deputados

Coligação PSD/CDS + PSD = 104 deputados

Partido dos Animais = 1 deputado

(falta eleger 4 deputados pela emigração)

28 thoughts on “A situação é esta”

  1. PS – 85 deputados
    BE – 19 deputados
    PCP – 17 deputados
    ______________________
    total = 121 deputados

    PSD = = 86 deputados
    CDS = 18 deputados

    Partido dos Animais = 1 deputado

    (falta eleger 4 deputados pela emigração) com os resultados de guterres em 2000 (PS=3-PSD=1) era só rir.

  2. Pior hipotese:
    PAF: 107 (104+3 EMIGRAÇÃO)
    PS: 86 (85+1 EMIGRAÇÃO)
    BE: 19
    PCP: 15
    VERDES: 2
    PAN: 1
    ou seja
    PS+BE+VERDES+PAN = 108 (MAIS 1 QUE O PAF)

  3. “Não poderá haver governo contra a vontade do parlamento.”

    A responsabilidade dos partidos no sistema democrático não se esgota no período pre-eleitoral, onde têm como funções principais elaborar propostas programáticas e propostas de representação política (listas de candidatos). Sem os partidos políticos cada um votaria ‘em si’ e no seu ‘programa’. Seria impossível uma governação colectiva.
    Uma vez realizadas as eleições, a principal responsabilidade dos partidos é promover uma solução governativa, dando assim sentido ao seu trabalho pré-eleitoral. É para isso que os eleitores votam: para escolher um governo. Caso ‘fiquem de fora’, têm ainda a responsabilidade de fiscalizar o governo.
    Infelizmente à esquerda optou-se por valorizar a possibilidade de bloqueio da governação em detrimento da possibilidade de formação de um governo. O BE, em particular, foi um dos vencedores da eleição de ontem. De forma inteligente antecipou-se às comunicações eleitorais e marcou a agenda. É pena que tenha enfatizado a postura de bloqueio em vez de uma postura de valorização dos 60% dos eleitores no PS, PCP e BE. A partir daí, nesse momento, os 60% foram completamente desbaratados e passou-se de uma posição construtiva para uma postura meramente de bloqueio. Qual é a percentagem que a esquerda quer para que aja um governo de esquerda? 100%?

  4. Júlio: mas como é que se forma um governo com partidos que querem sair do euro e até da União Europeia e pretendem nacionalizar todas as empresas privatizadas e toda a banca?

  5. Hoje vou-me exceder, mas tenho de renconhecer que a esquerda é mesmo estúpida. Ó Júlio as esquerdas são boas a destruir um País. São reaccionárias, conservadoras, defensoras de corporações, etc. Ó Júlio, já viste nalgum país as esquerdas se coligarem para construir alguma coisa benéfica ? Até na Grécia uma das esquerdas se coligou com a extrema- direita. Ó Júlio, pára com isso, tu e os teus camaradas. Pensem antes nas presidenciais: Nóvoa ou Belém ???

  6. Penélope
    O BE não diz que quer sair do Euro nem da UE. O PCP fala vagamente nisso, mas não me parece nada intransigente a esse respeito. Quanto às nacionalizações, os dirigentes do PCP têm que repetir a velha cartilha para os sócios, mas a política parlamentar é outra coisa,.
    Uma coisa é ideologia e programas partidários, outra coisa é a realidade e a capacidade de os partidos negociarem e cederem nisto ou naquilo, perante alternativas e objectivos muito concretos.

    A realidade do parlamento que se formou ontem é inteiramente NOVA. As pessoas não estão habituadas a pensar nesse quadro mental novo, porque nunca aconteceu. Até aqui, as eleições eram claramente ganhas pela direita ou pelo PS. Ontem ninguém ganhou as eleições (embora a comunicação social nos queira convencer que sim…) e há uma possibilidade de as esquerda as ganhar, se se entender.
    Há muitas possibilidades e, a partir de agora, a esquerda (do PS ao PCP) vai ter de se confrontar todos os dias com elas no parlamento. Todos os dias o PS, o BE e o PCP vão ter de dizer sim ou não ao governo de direita que eventualmente se formar.
    Uma possibilidade é um governo minoritário do PS com apoio parlamentar do BE e do PCP, se estes o quiserem dar (se não o quiserem, serão responsáveis e responsabilizados por isso).
    Outra possibilidade é um governo PS-BE, com apoio parlamentar do PCP.
    Se não for possível, o PS poderá entender-se à direita, mas impondo uma série de condições para deixar passar, abstendo-se, o programa de governo e o Orçamento.

  7. Sem querer naturalmente desrespeitar o comentário do Sr. Júlio, eu pergunto a TODOS: estais cientes da REALIDADE NORMATIVA CONSTITUCIONAL?! Até parece que quem GANHOU as eleições – e foi a COLIGAÇÃO -ficou escrava da esquerda!! Ó meus caros! Um pouco de CRP não vos ajudaria a esclarecer a quem, de facto e de direito, quer ser esclarecido?! E, já agora, NÃO me perguntem! Lembram-se daquela vez em que vos falava sobre autorizações legislativas, competências do legislador ( .p.e o executivo, o que alguém muito sobranceira e incompetentemente logo veio contraditar numa manifestação de ignorância fenomenal)?

    E já agora…sobre o Tratado de Lisboa, o que recorrentemente aqui tenho invocado…com a resposta de um tal CACAS?

    Pois é. os instrumentos normativos existentes na nossa ORDEM JURÍDICA não se fizeram para ser emprateleirados…e há em portugal bons juristas – alguns professores universitários que, creiam, não deixarão créditos por mãos alheias.
    Caramba! (texto não revisto).

  8. “Há muitas possibilidades e, a partir de agora, a esquerda (do PS ao PCP) vai ter de se confrontar todos os dias com elas no parlamento.”

    Caro Júlio,
    Se tivesse de ordenar todas estas possibilidades por ordem decrescente de estabilidade governativa qual ficava no topo?
    Claramente um governo PSD/CDS com apoio parlamentar do PS. Só depois disso vinham as outras alternativas que enunciou.
    É preciso não esquecer qual o propósito de eleições legislativas numa democracia: arranjar uma solução para a governação do país, com a maior estabilidade possível. A esquerda não se pode queixar: só não é governo com maioria absoluta porque não se entende. Ou seja: um dia depois das eleições continua a discussão de sempre!!!

  9. A realidade dos números das legislativas de ontem:
    —————————————————————–
    CDU
    ——
    Elege 17 deputados, com 8,27%.
    Ganha 1 deputado (tinha 16) e sobe 0,33% (tinha 7,94%)
    BE
    —-
    Elege 19 deputados, com 10,22%.
    Ganha 11 deputados (tinha 8) e sobe 5,13% (tinha 5,19%)
    PS
    —-
    Elege 85 deputados, com 32,38%.
    Ganha 12 deputados (tinha 73) e sobe 4,33% (tinha 28,05%)
    PAF
    —–
    Elege 104 deputados, com 38,48%.
    Perde 25 deputados (tinha 129) e baixa 11,89% (tinha 50,37%)
    O PSD elege 86 (tinha 105) e o CDS 18 (tinha 24)
    (Resultados, em ambos os casos, sem o apuramento dos dois círculos eleitorais da emigração, que elegem 4 deputados)
    A direita perde claramente a maioria absoluta de que dispunha e é a única força política a perder mandatos (25) e votos (741.713).
    O PS reforça a representação parlamentar e eleitoral sem, contudo, atingir os objetivos a que se propôs.
    O BE sobe para terceira força política parlamentar e o CDS e o PCP baixam, respetivamente, para quarto e quinto lugar.
    Aconteça o que acontecer, estão criadas as condições para Portugal ser, de novo, um país onde se pode passar a respirar um ar menos poluído.
    Só falta desmontar o circo e despedir o palhaço.
    Acabou a política do quero, posso e mando!

  10. Júlio: A principal mudança teria de vir do PCP e do Bloco, algo que me parece improvável. Ambos têm como inimigo principal o PS. O PCP mantém o ódio por razões históricas. Uma aliança aqui parece-me impossível. Perderia a sua razão de existir, uma vez que os «trabalhadores, soldados e marinheiros» há muito desertaram. O Bloco ainda sonha com a conquista do eleitorado ao PS e no desaparecimento deste. Já o Louçã sonhava. Agora, com as inseguranças de Costa, regressa o sonho. Dependendo do rumo que o PS assumir, não digo que o sonho seja irrealizável. Para isso, qualquer pacto de governo atualmente seria prejudicial. O ideal é, pois, ir desgastando e acusando o PS de direitismo.
    Depois, há a questão de o PR não dar posse a um governo do PS, tendo a coligação ganhado as eleições.

  11. @numbejonada

    O júlio tem razão no sentido em que as coligações dissolvem-se após o acto eleitoral. Para saber se o PSD ganhou as eleições (e como o PSD apenas tem mais um deputado que o PS), será necessário aguardar pelo apuramento dos votos da emigração. Relativamente a coligações de governo, para já as equações são:

    PS + BE = 104 deputados (maioria simples) = PSD + CDS
    PS + BE + PCP = 121 deputados (maioria absoluta > PSD + CDS = 104 deputados (maioria simples)

    Em teoria, há apenas uma coligação estável possível (não creio é que os amigos de Berlim gostassem muito de conviver com ela)

  12. Mas será possivel que ainda não perceberam que a esquerda maioritária é um verdadeiro saco de gatos? Já se esqueceram que PCP e BE se uniram a esta mesmissima direita para correr com o PS do governo, sabendo exactamente o que faziam? Ingénuos, acreditam numa repentina conversão? Desculpem, tenham juizo!

  13. Penélope, Maria Abril
    vocês esquecem que, desta vez, não se trata para o BE e para o PCP de fazer oposição ao governo do PS e de o pressionar pela esquerda com as cassettes do costume, recusando apoio a esse governo e , ao mesmo tentando 1) inflectir a governação num sentido mais à esquerda e 2) capitalizar descontentamento com a governação socialista para obterem ganhos eleitorais à custa do PS.
    Trata-se, sim, de impedir um governo de direita ou de correr com ele. E é isso que vai estar todos os dias em causa no parlamento.
    Dir-me-ão vocês que o BE e o PCP não tiveram pejo em chumbar o chamado PEC IV numa votação na AR e, com isso, colocar a breve prazo a direita no governo. É verdade! Mas é a vergonha deles! Fizeram-no meio à socapa, com o pessoal distraído a culpar o Sócrates pela crise. Agora a situação é toda outra. Para terem qualquer influência sobre o plano da governação, não o conseguirão fazendo oposição ao PS, o que seria imbecil, mas sim através de entendimentos com ele na AR, que podem ir até à formação de um governo PS ou liderado pelo PS. Não têm ouvido as declarações da Catarina e do Francisco Lopes?
    De qualquer modo, se por inépcia da esquerda nada disto se vier a conseguir, isso não obsta a que o PS não tenha que mostrar agora e de futuro alguma abertura ao BE e ao PCP. Essa abertura a negociações e outras soluções com a esquerda, mesmo que não dê em nada, reforçará a posição negocial do PS perante a direita

  14. Na intervenção pós-eleitoral, a Catarina Martins deixou entreaberta a hipótese de um acordo com o PS e não estabeleceu linhas vermelhas que o pudessem inviabilizar. O Costa só não tenta, pelo menos, explorar essa via se não quiser. Durante muito tempo, aliás, suspeitei que ele não queria ganhar as eleições. Mudei de opinião no primeiro debate com o Passos, mas se calhar precipitei-me. O PCP não teria outro remédio senão viabilizar uma experiência PS-BE, se estes fossem suficientemente hábeis a explicar que a alternativa era a continuação da experiência de esbulho dos do Pote à Frente, ónus que o PCP não quereria que lhe ficasse colado à pele.

    Qual é então o problema? Vários. Durante a campanha, António Costa fartou-se de papaguear a sua capacidade, e vontade, para conseguir acordos e consensos, exemplificando com os que conseguiu na Câmara de Lisboa com o Bloco e o PCP. Disse, inclusivamente, que mesmo que tivesse uma maioria absoluta não deixaria de procurar esses consensos. Chegar à noite eleitoral e deitar para o caixote do lixo, sem a mínima hesitação, tais propósitos e promessas, fechando a porta na cara ao BE e agitando sem pudor o papão das coligações negativas, é coisa de aldrabão, vigarista, demagogo e descarado. A sua crença na falta de memória a curto prazo de quem o ouve é arrogante e profundamente estúpida.

    Todos ouvimos António Costa, na campanha eleitoral, garantir que não aprovaria o orçamento de um governo de direita. Ouvi-lo ontem, na intervenção pós-eleitoral, responder a um jornalista que o inquiriu sobre a mesmíssima questão que “A PERGUNTA É INTERESSANTE, MAS É EXTEMPORÂNEA”, de novo exibindo uma crença arrogante mas estúpida na falta de memória das gentes, é irritante, por um lado, mas, por outro, não augura nada de bom para o futuro.

    António Costa tem as suas limitações pessoais, como qualquer um. Mas para as minimizar podia fazer como qualquer político com dois dedos de testa: rodeava-se de uma vasta equipa plural de assessores com opiniões diversificadas, em vez de dois ou três yesmen ou yeswomen incapazes de o alertar rapidamente, em tempo útil, para erros cometidos e erros a evitar. Depois, punha uma parte deles a estudar os erros do adversário e a melhor maneira de os aproveitar com o máximo de eficácia. Parece, porém, que António Costa deposita uma enorme confiança na sua própria experiência e capacidade individual. Longe de mim pôr uma ou outra em causa, mas está visto que em lugar nenhum do mundo isso chega.

    Cereja em cima do bolo, António Costa subestimou com extrema leviandade o(s) adversário(s). Desprezou completamente o manancial de vulnerabilidades que durante quatro anos os da quadrilha do Pote à Frente puseram à sua disposição e entendeu desnecessário explorar à exaustão o montão de aldrabices em que podia afogá-los, acreditando estupidamente que bastava a memória dos roubados e vigarizados para lhe pôr o poder no colo.

    Ao contrário, os da quadrilha do Pote à Frente aprenderam o valor do trabalho em equipa, observando com a máxima atenção e aproveitando até ao pentelho tudo e mais um par de botas que pudesse contribuir para os manter grudados ao vasilhame. Isso incluiu (e ainda inclui) uma marcação cerrada ao adversário, uma atentíssima anotação dos mais ínfimos erros por este cometidos e vastas equipas a estudar a melhor maneira de os aproveitar.

    Convém também não esquecer o quase completo controlo que os da quadrilha do Pote à Frente exercem sobre toda a comunicação social e a enorme proeza que é a de conseguirem convencer o pagode exactamente do contrário. Usar a comunicação social que controlam para convencer as pessoas de que a comunicação social que controlam é controlada pelos outros é, temos de admitir, uma proeza olímpica em qualquer galáxia.

    Last but not least, Costa menosprezou a captura do aparelho de “justiça” pelos do pote e a utilização que dele fazem como ferramenta política, quase em exclusivo, não só através de fiéis e avençados mas também graças às agendas convergentes de inquisidores desqualificados que lhes dão o seu prestimoso e oportuno contributo, em ocasiões cruciais, com invejável precisão cirúrgica.

  15. Camacho, um dos muitos erros do Costa foi a afirmação de que chumbaria o orçamento caso a santa aliança ganhasse. Não se chumba o que não se conhece! Foi errado e irresponsável numa deriva esquerdo-populista. O BE, está a fazer o que fez ao PS ao afirmar o mesmo. Chumba porque quer, porque pode, não porque tem razões para. Quanto à pandilha que tem à volta vai desde os bem-intencionados lutadores do passado, até às juventudes escolarizadas mas com uma profunda falta de conhecimento das sociedades em mutação. Por outro lado, tendemos a esquecer a força do rebanho que Pedro e Paulo dominam na perfeição. Todos os dias ouço fragmentos de conversas que me mostram que os portugueses na sua grande maioria professam ainda certos tiques do antigamente, e a grande tiragem do CM aí está para o provar. Tentem dar-lhes a escolher entre um novo modelo de telemóvel ou um curso de línguas para os filhos e vejam o que escolhem! Há que dar-lhes o que gostam, os cinco minutos de fama, os ‘reality shows’, a música pimba do momento, o ‘gadget’ da moda, os folhetins das vidas dos famosos, e eles tudo esquecem. Olhem para a juventude carregada de canudos e cursos e vejam o que eles pensam sobre o futuro? Se a resposta não se centra no imediato, no bem-estar individual, na afirmação de pose na quase totalidade dos casos.
    Faltam ainda meia dúzia de gerações para fixar valores que já deviam estar enraizados, mas quem os pode fixar prefere brincar às esquerdas da treta do que à política a sério.
    Esse o nosso mal.

  16. Joaquim Camacho

    A esquerda “verdadeira e pura” que apunhalou o PS durante toda a campanha eleitoral merece ficar a falar sozinha, e o povo português merece levar com o governo de direita porque foi aquilo que escolheu.
    Tudo está bem quando acaba bem !

    PS: Parece incrível como é que ainda há gente que leva a sério os gritos histéricos e patéticos dos partidos de protesto. Para p.. que os pariu ! Ontem festejaram enquanto a Coligação de Direita ganhava as eleições ! cambada de atrasados mentais. Mas alguém pode ir com essa gente a algum lugar ? valha-nos Deus.

  17. Depois de ler todos os comentários, há algo que se impõe dizer.

    A situação é bastante diferente nesta legislatura pois o orçamento, embora seja proposto pelo governo, pode (e deve) sair do parlamento com um texto diferente, depois de discutido e alterado em comissão. Se o PSD tentar fazer passar o plafonamento das pensões (por exemplo) isso pode ser eliminado em comissão.

    Por isso me parece que os partidos de esquerda, em vez de avançarem imediatamente para um acordo de governo (algo que seria difícil, e provocaria oposição interna, não só no PS mas também no BE e PCP) podem-se entender no sentido de a fiscalização ao governo ser coerente e efectiva. Alterações de substancia ao orçamento, por exemplo, exigem um grupo de trabalho que faça todos os cálculos necessários. De facto, não se deve brincar nem ser demagógico com coisas sérias. Na prática seria assim criada uma estrutura que, no futuro, estaria preparada para assumir responsabilidades governativas.

    Os partidos da esquerda — se encaram com seriedade a construção de uma alternativa de governo neste parlamento — podem, desde já, começar por eleger um deputado do PS para o cargo de Presidente da AR.

  18. Afinal quem venceu estas eleições foi a abstenção. Então quem deve formar Governo sou eu e todos os que se abstiveram e não acreditaram nas banha-de- cobra apresentadas pelos partidos. Aos opinadores difundo aqui o parecer das individualidades que apregoram, sim apregoaram porque o que eles todos querem é tacho. Os 4 milhões de votantes criaram 230 postos de trabalho em S. Bento para imbecis que se estão nas tintas para os portugueses e se eles têm emprego ou passam fome. O Parlamento deveria ser constituido exclusivamente por pessoas que se dedicassem às causas nacionais, ao desnvolvimento e cultura e não a um centro de emprego onde 200 cadeiras são ocupadas por dorminhocos. A esquerda venceu e a direita perdeu, dizem uns e outros. Como é que a esquerda ganhou se a dita esquerda lutou indvidualmente em prole dos seus ideais, quando a direita lutou unida? Será que agora, uma equipa que jogando mal e vencendo o adversário apenas por um golo de diferença, não pode festejar a vitória magrinha como tal? Tenham dó e piedade de quem trabalha e não se deixem enganar por tagarelas da política que se estão nas tintas para o país e para os portugueses, mas à custa dos nossos impostos gozam, gozam o pacóvio…

  19. Caro joaopft,

    Dirigiu-se-me. Só agora vi o seu comentário. Sabe, eu penso que se todos soubessem mais sobre o Tratado de Lisboa, talvez certas questões, designadamente, em sede do Parlamento (nacional), não se pusessem, mas despoletassem outro tipo de reflexão. E, note, o Parlamento Europeu pode ter algo a dizer em casos determinados – numa receita «à la Troika». Se isso acontecer um dia, eu quero, então, ver TODOS estes grandes visionários e analistas – alguns dos que aqui comentam – experimentar o gosto amargo da assinatura do Tratado na era Sócrates.
    O tema é, contudo, vasto, até complicado para ser discutido aqui…

  20. Jasmin Silva
    6 DE OUTUBRO DE 2015 ÀS 0:47

    PS: Parece incrível como é que ainda há gente que leva a sério os gritos histéricos e patéticos dos partidos de protesto. Para p.. que os pariu ! Ontem festejaram enquanto a Coligação de Direita ganhava as eleições ! cambada de atrasados mentais. Mas alguém pode ir com essa gente a algum lugar ? valha-nos Deus.»

    A BURRA pronunciou-se. Asneou como de costume. Corrijamo-la.

    Gritos histéricos e patéticos tens tu dado aqui, ao ponto de um dos teus te mandar tomar aspirinas.
    «Para p.. que os pariu !» ORDINÁRIA! Tem tento na língua, BURRA! Porém, se queres expressar-te assim, enganas-te no destinatário, pois tu é que protestas e defendes um dos partidos de protesto.

    « cambada de atrasados mentais. Mas alguém pode ir com essa gente a algum lugar»
    Claro que não! Com é que se pode ir a algum sítio com BURRAS que não entendem a realidade circundante? Hum? Ainda por cima, com expressões ordinárias, como tu costumas utilizar!

    «valha-nos Deus.» BURRA! Mas tu atreves-te a misturar o criador na mesma frase em que invetivas os OUTROS?! Caramba! tens de ser interditada! Até um bêbado pré- comatoso pensa melhor que tu, pá.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.