A TVI, essa grandessíssima vaca,

anda, há duas semanas, e sem qualquer tipo de aviso, a repetir episódios antigos da puta da terceira série do cabrão do Dr. House. Filhos da puta da merda que amanhã tenho de acordar às 6 horas da puta da matina e agora estou uma pilha de nervos caralho. Foda-se lá para esta merda. Caralho.

70 thoughts on “A TVI, essa grandessíssima vaca,”

  1. duas palavras: bittorrent, sacar, tudo lá, nada de chatice, up yours tvi, play, rewind, pause-to-go-pee, ver quando apetece, mais tarde recordar. olha, afinal eram mais que duas.

  2. Meu caro: ainda és dos que ficam às espera das séries na TVI? Ainda não aderiste à pirataria? Ou então, o melhor é esperar que saia em DVD e abrir os cordões à bolsa. Pelo menos evitas estes ataques de fúria…

  3. puta que pariu, não aprendeste mais nenhuma que ainda nos queiras ensinar????!!!!
    foda-se que o gajo ficou mesmo com os tomates a arder.este post será visitado por putos?! que grande aula eles hoje tiveram

  4. Em 55 palavras do seu post, 9 ou 10 são asneiredo do pior. Contenha-se, ou ainda acaba com um enfarte!Acontece que o VC aproveitou: fez igual! Com a moralzinha à mistura, a desculpar-se com os putos, lá as foi escrevendo…Não sei a sua idade, mas talvez esteja a tempo de lhe porem pimenta na língua, é capaz de resultar…
    E essa dos putos, não me admira que acabem por imitá-lo: não é todos os dias que se lhes depara um professor tão bom quanto você!
    Admira, aqui no Aspirina B, onde tanto se apregoa a Literatura (da boa), a defesa do bem escrever e do bem falar a Língua Lusa, admira, realmente… Quer um conselho? A graça não está no palavrão. Está noutras coisas que você parece não atingir. Quem sabe se com o tempo…Mas pela amostra, duvido…

  5. caramba, estes senhores hão-de apresentar-me a esses putos que conhecem e que são consumidores de um blog como o aspirina b. talvez então possam promover as boas companhias com os meus. por outro lado, receio que os meus os classifiquem, pela calada, como totós… mesmo assim, vou arriscar, em nome da elevação dos meus filhos. os palavrões não me preocupam, quando começarem a ler o aspirina, pois não vejo aqui um só que ainda não conheçam nem divulguem.

  6. As crianças podem conhecer os palavrões (sei que os conhecem) e até dizê-los (sei que os dizem). Outra coisa é sabê-los pela voz ou pela escrita de um adulto. Que vão eles pensar se os repreenderem? Deixa os seus filhos dizer palavrões destes à sua frente?
    Quanto a essa de totós, atenção. Com receio de lhes chamarem totós, é que muitos começam nos charros e acabam na heroína, na cocaína no alcoól…Para serem exactamente iguais aos que não são totós!

  7. ó apolo, eu estava a brincar consigo, pensei que perceberia. agora a sério: acha que algum puto, para além daqueles já bem maiores de idade, lê o aspirina b?

  8. Apolo,
    Já me sinto bem melhor.
    Não foi difícil fazer com que alguem de bom senso fosse capaz de mostrar alguma dessa sensatez. Pena foi que para tal acontecer tivesse que usar de ordinarice.
    Dir-me-à que porque o não fiz eu em vez de aumentar o descalabro. Não sou nome sonante no aspirina e o linguajar iria continuar.
    Lamento-o.
    Quanto a si, Susana, quantas vezes era bem melhor que ficasse queda e calada. Ou já se esqueceu do que escreveu às 3.11AMdo dia 2? Não acredito que seja tão ingégua como quer fazer parecer: «acha que algum puto lê o aspirina?!» mas nem vale a pena responder.
    Tenham um bom dia

  9. VC, as palavras que lhe dirigi no meu comentário foram apenas estas: “Acontece que o VC aproveitou: fez igual! Com a moralzinha à mistura, a desculpar-se com os putos, lá as foi escrevendo…”. Os seus palavrões estão lá. Fazem parte do seu comentário, não os pode negar. E não são poucos! Você próprio escreve que “aumentou o descalabro”! – Pese, embora, a sua boa intenção…
    Todo o resto é dirigido, apenas, ao João Pedro Costa. Por inteiro. Por isso, não diga “que usei de ordinarice”. Não é o meu estilo. Ordinarice usou o JPC e você. O meu comentário está aí. Alguém que diga o que você diz está a mentir. Se for pessoa com bom senso, só lhe fica bem retirar o que disse. Não é necessário ser “nome sonante no Aspirina”. Basta ser justo e correcto.

    Quanto a si, susana, já me habituei a ler os seus comentários. Penso que algum puto pode ler, sim, os comentários do Aspirina. Por que não!? Se tem dois filhos tem obrigação de saber que as crianças fazem, por vezes, coisas impensáveis.
    Mas ainda estou lembrado (à semelhança do VC) de um comentário seu, curto (não me recordo a que poste): “No meu não se dá, é um pc muito aberto”. A brejeirice era destinada aos “primos”, já se vê… Depois, repare, essa do “ó Apolo, eu estava a brincar consigo…”, já não se usa, ó susana!

  10. Claudia, se fazem bem à saúde, use e abuse dos palavrões. É capaz de viver até lá para os 120 anos se usar esse método, quem sabe… Aliás, o XL deve ser a sua medida: forte e feio…

  11. ora apolo, agora mostrou-se bem mais ordinário e mal-educado do que um mero utilizador de vernáculo, viu? não só o fez dirigindo-se a uma menina que não conhece, como usando um imaginário bruto, machista e insultuoso. isto já não gostaria nada que os meus filhos lessem, concedo.
    vc, alguma vez ouviu falar em «ironia»…?

  12. Dizem que «a maldade está na cabeça de cada um». Nada mais verdadeiro. Realmente, as palavras são escorregadias. O «português é traiçoeiro», como diria o Herman José. Ninguém vai acreditar, mas quando escrevi o «XL, forte e feio», a minha ideia foi a de ironizar, aqui sim, dando a entender que a cláudia devia ser gorda e feia. Ah! susana, como a senhora tem maldade! E agora que releio o meu comentário, vejo, fazendo a leitura pelos seus olhos, que o que interpretou como «ordinarice», até encaixa. Isto, se levarmos, como a senhora levou, as coisas para outro lado…
    Acredite quem quiser: o meu comentário não teve a intenção que a susana lhe atribuiu. Ouviu, cláudia?

    Grunho: isso é um mimo!

  13. sim, a cláudia vai certamente achar mais educado que tenha dito que ela é gorda e feia do que ter-lhe presumido um gosto mal apurado… se encaixa ou não, não sei: palavras suas.

  14. Filha minha não tem licença para ler posts deste blog antes da maioridade.
    E se forem do João Pedro da Costa, jamais.
    Se eu que sou eu fico todo atesoado (erecto, erecto) quando o leio assim tão machão na língua…

  15. Isto é q está pr’aqui uma coisa jeitosa, sim senhores!

    Mas onde é q esta gente vive? Como se fosse preciso um qq puto ler o Aspirina pra passar a sentir-se livre de dizer tamanhas barbaridas auditivas…sim, auditivas!, pq a ordinarice dos termos está mt mais na cabecinha de quem ouve do q na de quem o diz…isto hj em dia, claro! q ainda me lembro da lambada q levei em miúda por dizer… porra!, hj é praticamente o q digo mais, seguido do ‘merda’ mais esporádico…e nem por isso os meus filhos deixam de soltar uma daquelas ‘à lá JPC’…qd estão a ver futebol e pensam q eu ñ estou a ouvir…e fiquem certos, os moralistas cá do burgo, q nc as ouviram cá em casa!

    Deixem-se de merdas, porra!, ñ vai ser com o Aspirina e o JPC q os nossos putos se váo conspurcar…com tanta trampa q por ainda anda, bem mais grave q uns palavrões a quem já ninguém liga (quase) nada…

  16. Caro Apolo, assim de repente, qual é o problema da ordinarice de cada um?

    Está no direito de julgar as pessoas pelo vernáculo que utilizam, tal elas estão no direito de o avaliar a si por fazer tais julgamentos.

    Se se sente incomodado por alguns usarem determinadas palavras para manifestarem certos sentimentos tem bom remédio.

    Rushdie disse algo como: «é muito fácil as pessoas não se ofenderem com um livro. Basta que o fechem».

  17. Há uma coisa que se chama pudor, físico, ético, social, estético, comportamental, sei lá, que não tem nada que ver com moralismos nem com caralhadas, e que as sociedades civilizadas não dispensam, mesmo quando vivem numa selva, com dentes de urso espetados no nariz.
    As caralhadas existem e têm uma função, e toda a gente as conhece, e o mundo ainda não acabou por isso.
    Outra coisa é o relativismo falsamente desinibido e modernaço que anda aí por essas cabecitas confusas.
    Mas cada um é p’ró que nasce.

  18. (só assino py JP, chega e sobra cá para mim, muito antes fui pyrenaica, e há pouco tempo mandei três ou quatro como pygarço para experimentar)

  19. «Há uma coisa que se chama pudor, físico, ético, social, estético, comportamental, sei lá, que não tem nada que ver com moralismos (…)Mas cada um é p’ró que nasce.»

    Desculpe lá q lhe diga, mas…isto é uma rotunda merda!E aquele ‘desculpe lá’ é mera…retórica!

    Pelas razões q apontou eu não sou capaz de utilizar aquele vocabulário, tb ñ me sinto à vontade se alguém estiver perto de mim e o utilizar como forma de expressão corrente, mas…ñ me parece q o JPC o use como forma de expressão corrente e, num contexto de raiva, emoção exacerbada, ou descontrolo emocional… ñ me choca q alguém o use!, por isso mesmo é q ñ entendo o choque manifestado, sem atender às circunstâncias desencadeadoras…mero moralismo da treta!

    E outro moralismo bacoco, neste caso, é dizer-se q cada um é pró q nasce…eu ñ digo, ñ as ‘ensinei’ aos meus filhos, mas nem por isso me sinto afrontada quando as ouço…e é claro q se fôr cá em casa faço o meu ‘sermão’, mas…porra!, a vida já tem tantas condicionantes, tantos moralismos formatadores, tantos muros divisores q se vamos trazê-los, tb, pr’aqui…q merda!

  20. Apolo,
    A ordinarice tinha que ver comigo e não consigo. «Pena foi que para tal acontecer(aparecer alguem com bom senso)EU tivesse que usar de ordinarice».
    O que me espanta é como é possível que este post tenha atraído tanto comentador. Acabou.

  21. Já não nos basta uma coninha verbosa agora querem também um caralho verboso?!

    Já viram no que dava um caralho verboso junto com uma coninha verbosa?

    (só mesmo o RIAPA é que conseguiria pôr ordem nesta caixa de comentários)

  22. É verdade. Dá-me um ar assim maior, mais machão e o pénis (pra não dizer caralho, que é feio).
    Assim a malta não pode dizer que não sabia da dentuça e tal.
    Mas é mesmo verdade, pá. É um cocó (pra não dizer merda, que é feio) escrever assim como tu, tripeiro dum homem traído pela esposa (pra não dizer cabrão, que é feio), sem tento na meretriz (pra não dizer puta, que é feio) da língua porca (porca pode-se dizer, não pode?) que conspurca (caga não é assim tão feio como caralho, mas mesmo assim…) um blogue que alguns visitantes (pra não lhes chamar outra coisa, que pode ser feia) têm em enorme consideração como um espaço decente e, em muitos aspectos, quase pueril.
    Prostituta que te deu à luz, meu fabricante de panelas, nunca mais páras de sodomizar a malta com essa propensão para o asneiredo.
    Vai mas é para o pipi da irmã da tua mãezinha.

    (Epá, realmente isto sabe bem. É uma assim espécie de euforia libertária. Com pronúncia do norte…)

  23. É só pra dizer que me esqueci de referir que ontem comi aí perto umas masturbaçõezinhas de bacalhau que estavam uma verdadeira maravilha, coma-se (alguém arranja uma melhor para foda-se, que é feio?)

  24. Claudia, olha que se eu bem me lembro, esposa (ou esposo), vem de spes, o que espera pelo outro, o que ainda tem esperança de que o outro regresse a casa…

  25. Caralho!!!

    Será que serve?!

    (Olha py ensina-me aí uma cena útil, como é que se escreve em itálico nas caixas de comentários do weblog.)

    (É muito útil quando se quer defender a construção de uma central nuclear na OTA.)

  26. luisinho vais ter que ir aprender para outro lado, já te disse em vários blogs, pois que tens obsessão por mim. Conheci bem as hienas nos parques de África, de facto têm um clitóris tão grande que até enganaram Aristóteles, mas afinal são fêmeas.

  27. Gostei dessa dos vários blogues, na verdade o meu comentário tinha de facto a ver com os tais blogues.

    Quanto a essa história da obcessão não concordo, mas admito perfeitamente que noutros blogues tive atitudes injustas para contigo.

  28. …ainda falta Claudia… :-)

    Luís: ainda bem que não tens obsessão, que não gosto de pesar na existência de ninguém.

    Aproveito para deixar umas coisas esclarecidas e não voltarei ao assunto.

    Tu deves pensar que eu saí do Bloco e entrei no PS e sou assessor ou coisa assim. Não entrei em nenhum partido e não vou fazê-lo, e não sou nem nunca fui assessor de porra nenhuma.

    Esses empregos são só para os meninos bem comportados, que sabem calar o que é inconveniente, e dizem muito que sim aos chefes, o que não é de todo o meu caso.

    E lês-me precipitadamente, não percebes que os ‘parabéns ao Governo’ é um presente envenenado, quando puxo a fasquia para o que aconteceu em 1997, quando só arderam trinta e tal mil hectares. Olha eles não gostaram nada, aliás ‘bloquearam-me’ os acessos a bolsas post-doc nessa área.

    Coisas tão simples como eu ter escrito que os incêndios são intencionais e não negligentes, como o ministro Costa afirmava, chamar o eucaliptal à colação, são insuportáveis para os lóbis em presença.

    Outra coisa: eu sou ‘anónimo’ não é por medo, aliás desde sempre, ainda era eu pyrenaica no expresso on-line, que é óbvio para mim que os meus inimigos sabem quem eu sou, os amigos é que têm de me descobrir, excepto dois ou três a quem facultei essa informação.

    Se eu sou ‘anónimo’ é porque é muito mais divertido e eficaz andar a apytar por aí, do que perorar em nome próprio, além de que o meu narcisismo (pau incluído) dispensam-me de reconhecimento público.

    Quanto ao nuclear ´~e verdae que alterei a minha posição desde que soube que as novas tecnologias permitem reciclar 98% dos detritos, além de garantirem eficiências energéticas muito maiores, mas é óbvio que não tenho nenhum interesse directo na coisa. Mas também tudo o que é associações ambientalistas consideraram que eu tinha cometido o pecado capital e era persona non grata. Eu rio-me.

    Consola-te pá, daqui a menos de um ano tenho de vender a minha casa para sobreviver, e, já agora, ofereço-me ainda não sei se o transiberiano, ou o ‘tren de la muerte’ nos Andes.

    Mas não, não me estou a queixar, quem anda à chuva seca-se, e se não sabes o que é viver com ameças nnos gravadores de chamadas (que bom, desliguei-os e livrei-me desses trabalhos), sair à rua e ouvir uns estrondos que mais tarde percebi que eram tiros (presumivelmente falsos já que nada me acertou), ter as rodas do carro desaparafusadas, e coisas assim, deixa-me dizer-te que afinal é divertido, cada dia que vem tem um sabor único e cada javali pode ser o último,

    Viva o Endovélico, caralho!

    Fica bem.

  29. Dedicado ao autor deste poste e aos seus comentadores, à excepção dos que não aderem aos palavrões nem à prática de certas apetências sexuais.
    Ontem no programa do Herman:
    «Jacinto Leite Capêlo Rego»
    Para quem não entendeu onde está a graça: «ja cinto leite ca pelo rego».
    Com os votos sinceros de muito bom proveito!

  30. Meu grande pygarço, não julgues que ficas sem resposta, não vai é ser agora porque eu hoje estou um bocado assim para o exausto.

    Entretanto toma lá dois javalis e uma molhada de kpk’s para te ires entretendo, desculpa não te enviar cerejas mas isso é só porque se acabaram.

    Até breve

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