Vinte Linhas 725

Os contos mínimos de Zetho Cunha Gonçalves

Na passagem do ano de 2011 para 2012 houve duas pessoas que me ajudaram a eliminar as respostas ao lixo humano que às vezes aqui aparece a querer chatear no Blog. Um foi o José Vilela a quem, em assuntos de BD, alguns patetas tentam provocar mas ele, mesmo instado por alguém, recusa-se a responder porque (diz ele) se responder fica ao mesmo nível baixo dos provocadores. Outro foi o Zetho Cunha Gonçalves que situou este problema num dos seus contos mínimos intitulado «Final de contenda». Por ser mínimo é mesmo curto e diz assim: «Recuso a justa, por o cavalo adversário não ter as ferraduras bem afinadas.»

Pois o Zetho Cunha Gonçalves está a trabalhar nesta área do conto mínimo, tão mínimo que o título pode ser maior do que o texto. Vejamos um exemplo – Título: «Desabafo de um ministro desapontado» Conto: «O Povo é cão que não conhece dono!» Um segundo exemplo – Título: «Novas profissões» Conto: «O meu ofício, agora, é estar aqui sentado, a ver passar o vento que levanta a saia das moças.»

Ou o terceiro exemplo – Título: «Prémio de consolação» Conto: «O casamento é um pacto social que não exige fidelidade canina.» Temos também um quarto exemplo – Título: «Revelação na mesa do bar» Conto: «Deus morreu porque não tinha guarda-costas». Um quinto exemplo para concluir – Título: «Corrupção» Conto: «Dá-se um osso ao gato e ele começa imediatamente a ladrar».

Dito de outra maneira: não vale a pena insistir nem dar pinotes muito menos deitar espuma pela boca. Desde 1 de Janeiro que as provocações ficam sem resposta, regressam ao cano de esgoto de onde vieram e de onde nunca deviam ter saído.

8 thoughts on “Vinte Linhas 725”

  1. é isso mesmo.:-)

    sabes o que eu acho, acho que as gentes andam confusas e a esquecerem o que é importante – andam em crise. e depois usam os blogues, e outros, para deixarem vir a lume a pouca importância que carregam para dar. e enquanto uns vêm para não dar, outros há que quando vêm dão o pior. enfim.

  2. JCF:
    Já há muito que devia ter tomado esta solução. Não foi por falta de aviso. Há um provérbio que diz: quando um tolo discutir contigo não lhe ligues, porque senão, são dois a fazer o mesmo. Há outro que também diz: estão verdes só cães as podem tragar.
    É o que acontece com os seus opositores. Não têm matéria nem sabedoria para se dedicarem a escrever e dar os seus ilustres textos a conhecerem-se. São como os fanáticos pelo futebol, esperam pelo domingo, para destilar o fel guardado durante tantos dias.

  3. antes respondias com insultos nas caixas de comentários, agora dedicas-lhes postes completos e ainda tens a lata de dizer que te curaste. o próximo acto de indiferença aos comentários que não te agradam deve ser publicado no correio da manhã ou mesmo num outdoor visível do santuário de fátima. gostei dessas frases para embelezar portas de retrete do teu amigo trabalho mínimo salário máximo.

  4. A mim, parece-me que este post cheira a saudades. Dos palavrões, das bacoradas, dos impropérios, das palavras impróprias de quem se diz um intelectual de primeira água. Sem comentadores, boca calada, e isso deve incomodar o nosso herói. Agora, o da benedita conta com a ó ai ó linda, sempre presente, sempre achacada de pinsamentos, o pacheco e o nascimento, de vez em quando. O anonimo lá vai tendo pachorra, agora os outros, vai lá, vai! Para mim, repito, este post é um pedido para o da benedita voltar aos velhos tempos. Mas isso, filho, já foi. Qualquer dia escreves tu os teus próprios comentários. E vai ser enquanto não te fartares de olhar para o teu iluminado umbigo!

  5. se for possível, e conseguires, explica-me, por favor, É mais que certo, onde é que no intelectualismo não cabem os caralhos dos palavrões. obrigada.:-)

  6. Oh anónimo desculpe lá mas agora sou eu que tenho que me haver com este badameco. Então dizes, nu e cru: “alguns patetas tentam provocar”.
    E não dizes quem são os patetas? Metes tudo no mesmo saco? Estás a ofender todas as pessoas que aqui vêm botar comentário. Pensarão: serei eu o pateta? O gajo pelo menos insinuou.
    E já agora. Tu, de vez em quando, respondes à ó linda e ela agora, se reparares está a mandar-te para o caralho. Vais continuar a responder-lhe?

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