Vinte Linhas 593

A voz da Terra de Manhouce na Avenida de Berna

Isabel Silvestre não é apenas a voz «na qual se ouve o marulhar das águas maternas da origem» (Natália Correia) mas também a autora do livro «Memória de um Povo» (Edição Círculo de Leitores) que foi apresentado no passado dia 24-2-2011 no auditório da Universidade Nova. Ana Paula Guimarães deu o pontapé de saída recordando as suas palavras para a primeira edição deste livro de Isabel Silvestre em 1992. Guilhermina Gomes sublinhou que a sua editora é também e principalmente um Círculo de Afectos. David Ferreira apresentou o livro fazendo a curiosa abordagem de um citadino impenitente ao mundo das histórias, romances, quadras, adivinhas, provérbios, pragas, expressões, modos de falar, rezas, contos e lengalengas de Manhouce. Giacometti, Lopes Graça e Armando Leça estudaram o folclore desta terra aberta ao mar e ao céu, entre o litoral e o interior. Terra de passagem para almocreves e romeiros.

Mas como a Festa contém sempre um ponto de excesso, seguiu-se um encontro musical que só acabou às 20h 30m. Com Alexandrino Matos ao piano, Isabel Silvestre apresentou o Grupo de Manhouce com quem cantou e encantou a três vozes: Sandra, Leny, Custódia, Rita, Ana e Maria do Céu. Ouviu-se na Avenida de Berna o timbre da voz da Terra desde o primeiro («Lá vem o Maio») ao último tema que foi «Eito fora».

Seguiu-se um grupo de fados de Coimbra (antigos estudantes) integrando três solistas, duas guitarras e duas violas. Depois de três clássicos («Vila de Fornos», «Senhora partem tão tristes» e «Balada do Aleixo») foi cantado o «Cantar emigrante» de Rosália de Castro e José Nizza. Por fim uma bela guitarrada em variações do Fado Hilário.

20 thoughts on “Vinte Linhas 593”

  1. Tu és um zero à esquerda – não és nada para querer dizer o que eu podia ou não fazer. Miserável provocador, reles e sabujo.

  2. Só uma perguntinha: porque razão não falas na obra propriamente dita e estendes o lençól sobre a parte da animação do lançamento do livro? Talvez não te agrade dizer bem quando um livro é bom, como parece ser o caso. Os nomes de quem lá esteve e usou da palavra, de quem participou nas cantorias, ou de quem tocou guitarra e viola, além dos títulos do que foi cantado, pouco ou nenhum interesse tem. Só tinha interesse se o Aspirina fosse uma revista cor de rosa. Melhor seria falares do livro, porque ficámos sem saber népia! Ou só foste buscar «matéria» para encher o post?

  3. Ó cavalgadura não vês o óbvio porquê? Trata-se da noticia da festa da apresentação e não da nota de leitura – que ainda não aconteceu. Tu não és ninguém – o que de facto «tem interesse» não passa por ti.

  4. Quando diz «Tu não és ninguém», sem conhecer quem lhe deixa comentários é porquê, meu caro jcFrancisco? Será, naturalmente, porque pensa que só você é alguém? Tem mesmo a certeza disso? É que fico sempre com dúvidas…

  5. Teimosa como uma burra – continua a tentar tratar-me por «meu caro». Mas eu não quero, já disse antes.

  6. Uma festa nunca é triste pois é um intervalo no quotidiano cinzento e monótono. Tanto o «Adeus ó vila de Fornos» como as «Quadras do Aleixo» como o «SEnhora partem tão tristes» como o «Cantar emigrante» de Rosalia de Castro e José Nizza são canções de alegria. A minha querida amiga Wanda Ramos tinha um título feliz num livro – «E contudo cantar sempre»

  7. Meu caro jcFrancisco, porque não responde ao que lhe perguntei? Ficou sem argumentos, como de costume, foi? Eu já calculava… Outra coisa: eu «não tento», trato.

  8. Maria deixa-te de tretas – se quiseres saber algo mais procura no «triplov» está lá tudo e não precisas de sair do ambiente Net. É só isso; é isso tudo.

  9. Ingenuidade a sua, meu caro jcFrancisco! Acha que me dava ao trabalho de pesquisar na Net algo sobre si?! Então, não me basta ler aquilo que escreve (e como se descreve) nos seus posts?! Não me faça rir. Hoje, francamente, não me apetece – além de detestar postas de pescada quando já não são frescas…

  10. Eu não sou ingénuo – você é que é ignorante, atrevida e estúpida. Claro que não basta ler o «aspirinab» e por isso sugeri o «triplov» onde há muito material desde o tempo da II Bienal do Livro em Fortaleza (Ceará) na qual fiz parte da delegação portuguesa. E esta de me tentar chamar «meu caro» é mesmo uma estúpida fixação. Esse atrevimento nunca será por mim aceite. Quando sugeri o «triplov» foi porque me pareceu que era uma excelente maneira de saber algo mais mas isso é um problema seu. Prefere a ignorância em vez do esclarecimento. Mais tarde ou mais cedo, vai entregar o pescoço à canga.

  11. Que falta de classe, meu caro jcFrancisco, que falta de classe, francamente! O «esclarecimento» sobre si, está todo nas suas palavras! Como vê, não merece a pena pesquisar sobre a sua pessoa. O problema é que não prefiro a «ignorância» porque você não deixa. À força, lá vai desfiando o seu rosário, não de penas, mas de peneiras. Uma pena…

  12. Não é sobre a pessoa (que não vem ao caso) mas sim sobre a obra publicada. Isso é que interessa. Aliás se não tivesse obra publicada no Brasil nunca tinha sido convidado para a II Bienal do Livro do Ceará. Por mais pinotes que dê não larga a demagogia. Nunca sairá da cepa torta.

  13. REPRESENTO UM DOS TEUS LEITORES SÓ PARA ME RIR!!! VAI LÁ LIMPAR O CU PORQUE O CHEIRETE CONTINUA!!! LABREGÃO, PAPALVO DA CAGANEIRA, VÊ LÁ SE CONSEGUES CAGAR MAIS QUALQUER COISA QUE TE ESTEJA ATRAVESSADA NO CU!!!!

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