Vinte Linhas 549

Rui, Ricardo e Isabel – três casos exemplares no Reino Unido

Rui Pinheiro é o jovem young conductor in association da Bournemouth Symphony Orchestra. Com sede em Poole, fundada em 1893, a BSO é dirigida por Kiril Karabatis e dá uma média de 150 concertos por ano, actuando regularmente na BBC e no Royal Albert Hall. Já foi dirigida por artistas famosos como Edward Elgar, Gustav Holst, Stravinsky, Rachmaninov e William Walton além de ter actuado em países como os EUA, a República Checa e a Áustria. Rui Pinheiro é português, da região de Coimbra.

Ricardo Afonso é cabeça de cartaz no Dominion Theatre em Londres com o espectáculo musical «We will rock you». O actor, bailarino e cantor português chegou ao famoso teatro de Tottenham Court Road em 2005 interpretando «Galileo», personagem que, ao lado de «Scaramouche», «Pop», «Killer Queen» e «Khashoggi», forma o quinteto-chave desta história passada no futuro onde uma empresa (Globalsoft) quer banir a música ao vivo da Terra. Este musical estreou em 14 de Maio de 2002 e já bateu todos os records deste Teatro. Ricardo Afonso compôs em Portugal as canções da série «Super Pai».

Isabel Matias é a Head of production da Pride Magazine, o que significa ser um dos elementos de destaque na Revista ao lado dos três editores e do gestor de publicidade. A Revista na qual Isabel Matias tem o cargo de produtora executiva principal publica-se em Londres e tem como público-alvo as mulheres de cor. Os temas tratados nas suas páginas são a moda, a beleza, a saúde, a música, a TV, o teatro, o cinema, a alimentação ou seja, numa síntese, a vida moderna. A Pride Magazine pode ser lida na Internet e o contacto para assinatura é o seguinte: «subscriptionsridemagazine.com».

29 thoughts on “Vinte Linhas 549”

  1. o nome correcto para as assinaturas é bem «subscriptionspridemagazine.com» e não como acima porque o nome da revista é bem «pride».

  2. Mais um engano, senhor jcFrancisco! Vá somando, meu caro. Não falha um post! Se fosse num jornal, já tinha sido despedido…Vá, agora, desculpe-se, como é seu costume…

  3. JFK,

    Chama burra à Maria, uma Senhora? Mas que homem é você? Daqueles que saca da gaita e anda aí com ela a abanar para todos verem?????????????????????

    Isso é maneira de tratar uma SENHORA?????????????? Diz-se POETA? POETA do quê?

    Sabe o que é uma MULHER? Ou é daqueles que acha que um MULHER «faz o comer» e os grands chefs cozinham????????????? Quem é que o pôs neste Mundo? Só por isso, respeite a figura da MULHER!

  4. Em primeiro lugar não se sabe sequer se existe e (portanto) se é mulher mas não é isso que está em causa. Só uma mente perversa e doentia pode tentar desviar as atenções do conteúdo do texto (três jovens que em três áreas distintas triunfam no Reino Unido) para uma pretensa falha no «mail» da Pride Magazinae que aliás logo rectifiquei por minha iniciativa. Deixe-se de tretas…

  5. JFK,

    UM TRETAS é você!! Se quer qualificar, faça-o com ironia, com destino, não por mero capricho. SENSIBILIDADE, é algo que não tem. TRETA é a sua Poesia, porque perde interesse a partir do momento em que o seu autor chama nomes a quem quer que seja, independentemente de saber o seu género.

    Eu dou-lhe as TRETAS. Não me venha com o Jacinto Prado Coelho, porque eu atiro-lhe com a Academia Brasileira de Letras e outros nomes da literatura que não pavoneiam o traseiro, como o JFK faz. Peça desculpa à MARIA, se faz favor. Que educação é a sua? Então fala dos jovens que entram não sei onde e fogem sem pagar, e pronuncia-se de forma tão deselegante????
    Pensa que quem o lê não conhece adjectivos como os seus? Olhe se nós começamos a personificar!! Voltamos ao tempo em que os animais falavam, e já estou a ver um que escapou à «dizima». Bem….

  6. Ó homem, a falha não foi no mail (ou correio electrónico, como nós, os que falamos português, dizemos), mas sim na hiperligação (ou link, como você, que tão provincianamente gosta de estrangeiradas, preferirá).

    Já sei que me vai acusar de estar a tentar desviar as atenções do essencial do seu texto, mas você é que não percebe que o que desvia as atenções daquilo que quer que sobressaia são as suas pequeníssimas calinadas, como caganitas de mosca num vidro: são minúsculas e insignificantes, mas dão muito nas vistas.

  7. É lamentável que haja gente a vir aqui vilipendiar um dos maiores nomes da Poesia portuguesa contemporânea com o fito de obnubilar a sua sagacidade certeira e a denúncia das omissões que são feitas em relação aos jovens portugueses que dão cartas por esse mundo fora.
    Estar a pegar em pormenores insignificantes para tal efeito é mero ladrar de cães cobardes, enquanto a caravana da idoneidade e da coragem passa.

    Parabéns José do Carmo Francisco por ser quem é!

  8. Cá temos o Zé do Carmo Francisco a fazer-se passar por Fernando Costa! Genial, aquela a que a si próprio chama «um dos maiores nomes da Poesia portuguesa contemporânea…»!!! Mas a do «obnubilar a sua sagacidade certeira» também não fica atrás! Sem falar nos «parabéns José do Carmo Francisco por ser quem é!»…Quem havia de dizer que o «Fernando Costa» era tão aldrabão e com tão mau-gosto! Por mais que tentes, todos te topam, Zézinho. Sabes porquê? Porque não há ninguém que possa dizer este género de coisas a teu respeito. Só tu mesmo, caríssimo… Queres um conselho? Desiste!

  9. FERNANDO COSTA

    Chama-me cão cobarde? Cão cobarde é a sua língua cuspideira e cegueta. Vá ler Bocage. IRRA! Que não conheço o trabalho do JFK; onde stá edificado e reconhecido???????????????????Prémios? Sobretudo o prémio do elitor simples, aquele que sente, qu elê, o verdadeiro crítico!? Bem….!

    Vá apanhar ar, aproveite e compre óculos aos olhos dos pulmões do JFK.

  10. JFK,

    PALHAÇÃO É VOCÊ! Responde como tal, escreve como tal. ESTERCO é o que você debita, e quer que os outros triturem. BURRO é você que se reflecte em cada palavra que vomita.
    SAIBA UMA COISA, seu «MALMEQUER MACILENTO»: já um dia lhe disse que deve considerar quem está deste lado! Nem calcula, quem lê essas atoardas a que pretende dar forma e conteúdo poético. Mas não calcula mesmo!!! E onde são lidas!
    Você um primata da letras, que as desenha pensando nelas como números, de forma fria, e as lê com o lápis atras da orelha! Até o poeta do Povo, encontraria em si, o objecto para uma « ode qualquer ao excremento», sem ter que se concentrar na figura.

    Você é mal – educado! Invoca a saudade do poeta que se vai, mas desgraçado do espírito que vai encomendado por si, pois com a sua escolta de palavras religiosas, em vez de subir, é puxado para o «caldeirão».

    Vomite o «bute» para a sua sombra e treine o «imperativo» em frente ao espelho. Sempre focado na sua real indelicadeza.

  11. E já agora, seria suposto ser um tal «Fernando Costa» a responder! Mas foi o JFK! Está visto que este não é coxo e corre a responder, sem pensar no que diz. Volta lá a chamar-me Palhação.

  12. Que retrato tão pobre, tão sem classe, tão sem educação, reflectem as respostas aos comentadores dos posts deste convencido jcFrancisco. Fico horrorizada. Duvido que outro «poeta» tenha tão baixa linguagem em qualquer blog que se preze em ter um colaborador «ligado» às Letras! Uma vergonha, mesmo neste mundinho virtual! «…palhação, monte de esterco, burro…». O que será que este senhor terá aprendido ao longo da vida? Terá sido «isto» que ensinou aos filhos? Será «isto» que ensina ao neto? Lamentável tanta grosseria e agressividade…

  13. APRENDE JFK! Veja se se inspira. Deve conhecê-lo, naturalmente. Veja o significado da água.

    “A Água”,
    de Manuel Maria Barbosa du Bocage.

    Um clássico da literatura portuguesa

    “A Água”

    Meus senhores eu sou a água
    que lava a cara, que lava os olhos
    que lava a rata e os entrefolhos
    que lava a nabiça e os agriões
    que lava a piça e os colhões
    que lava as damas e o que está vago
    pois lava as mamas e por onde cago.

    Meus senhores aqui está a água
    que rega a salsa e o rabanete
    que lava a língua a quem faz minete
    que lava o chibo mesmo da raspa
    tira o cheiro a bacalhau rasca
    que bebe o homem, que bebe o cão
    que lava a cona e o berbigão.

    Meus senhores aqui está a água
    que lava os olhos e os grelinhos
    que lava a cona e os paninhos
    que lava o sangue das grandes lutas
    que lava sérias e lava putas
    apaga o lume e o borralho
    e que lava as guelras ao caralho

    Meus senhores aqui está a água
    que rega rosas e manjericos
    que lava o bidé, que lava penicos
    tira mau cheiro das algibeiras
    dá de beber ás fressureiras
    lava a tromba a qualquer fantoche e
    lava a boca depois de um broche.

    “A Água”,
    de Manuel Maria Barbosa du Bocage.

    Um clássico da literatura portuguesa

    “A Água”

    Meus senhores eu sou a água
    que lava a cara, que lava os olhos
    que lava a rata e os entrefolhos
    que lava a nabiça e os agriões
    que lava a piça e os colhões
    que lava as damas e o que está vago
    pois lava as mamas e por onde cago.

    Meus senhores aqui está a água
    que rega a salsa e o rabanete
    que lava a língua a quem faz minete
    que lava o chibo mesmo da raspa
    tira o cheiro a bacalhau rasca
    que bebe o homem, que bebe o cão
    que lava a cona e o berbigão.

    Meus senhores aqui está a água
    que lava os olhos e os grelinhos
    que lava a cona e os paninhos
    que lava o sangue das grandes lutas
    que lava sérias e lava putas
    apaga o lume e o borralho
    e que lava as guelras ao caralho

    Meus senhores aqui está a água
    que rega rosas e manjericos
    que lava o bidé, que lava penicos
    tira mau cheiro das algibeiras
    dá de beber ás fressureiras
    lava a tromba a qualquer fantoche e
    lava a boca depois de um broche.

  14. Ou seja, a água purifica. Limpa. Traz vida. Faz começar de novo.

    JFK,

    VÁ BEBER ÁGUA, MUITA ÁGUA! APROVEITE E LAVE A LÍNGUA! Assim como todos os acessórios que compõem V. Ex.ª.

  15. Posso esclarecer??? Esclarecerei!!! (Já dizia o seu Andorinha no Jõ Soares) O que eu escrevi foi no seguimento do palhaço que escreveu antes de mim (e naquele momento o «outro» não existia). Eu chamei palhação e monte de esterco e burro a um mas depois o computador colocou um «outro» no meio e esse outro veio aos pinotes. Não percebo nada disso, sou um sem-abrigo informático. Não tirem conclusões percipitadas… Eu respondi ao burro mas depois o «outro» julgou que era com ele mas não era. Safa!

  16. Cá estou eu a informar o senhor jcFrancisco que não deve escrever «percipitadas», mas sim, PRECIPITADAS! Além disso, o «fluente esclarecimento» só mostra que troca as mãos pelos pés! Que trapalhada – mas sem deixar de bisar os belos epítetos: «palhaço, monte de esterco, burro (duas vezes), veio aos pinotes…»Será que este género de palavriado lhe dá assim tanto prazer que não pode viver sem ele? Acredita que chego a ter pena de si?

  17. Maria,

    Sim. Eu reparei nos «pinotes»! Quem dá pinotes são os burros. Como tal peço penhoradamente ao JFK que faça uma demonstração de pinotes, para ver se me interesso pela actividade.

    Eu já disse ao JFK que não TEM O DIREITO de qualificar NINGUÉM. Brincar? Faça-o! Mas sem rancor, sem raiva, e os nomes que chama aos leitores, estão recheados de negatividade e de uma insensibilidade sem quartel. POETA? Onde? Até Bocage conseguia fazer uma «ode ao camandro» com um sorriso na pena. Você? Nem sabe o que isso é! Experimente com os emoticons…os divertidos, claro.

  18. Eu chamei palhação e burro e monte de esterco a um cobarde que se intitulou «Olha o Fernando Costa» mas o outro foi intercalado. Já expliquei uma vez já chega.

  19. Já agora, o jcfrancisco poderia dizer-nos quem é o Fernando Costa?
    Até aposto que não o conhece de lado nenhum e que se trata tão-só de um dos milhares (perdão, milhões, ainda vai dizer que estou a diminuir a sua popularidade) de admiradores fervorosos que tem por todo o mundo e que têm a página dedicada a si no dicionário do Jacinto do Prado Coelho emoldurada na parede da sala.

  20. Não faço a mínima ideia de quem são esses seres humanos mas para mim doloroso não é que me tentem insultar mas sim que não comentem as carreiras das três pessoas portuguesas que triunfaram no Reino Unido. Foi isso que eu descobri e vim trazer ao vosso conhecimento. Não comentar o post é simplesmente miserável. As tentativas de insulto a mim não me afectam.

  21. JFK
    Não há sequer tentativa de insulto. Há é um chamar de atenção à sua pouca sensibilidade e olhe que há muitos leitores que já nem atentam no que escreve. Não comentar não é miserável. Podemos todos ironizar e rir, mas resguardando-nos de maus sentimentos. Entre na onda e divirta-se. Agora, vomecê, homem é de trambolho para cima e ainda não pediu desculpa à Maria, que é divertida. Para não falar na Maria Albertina Mete-Nojo, que só de ler o nick dela me desmancho a rir, e mais um pouco e tenho que recorrer às virtudes que Bocage encontrou na água e, posterioremente, plasmou em poema. Vide supra. Agora falei bem. Orgásmico. Orgásmico.

  22. Páre você de me tentar chamar JFK, nem como brincadeira se pode aceitar. É outro o universo, outro o espaço, outro contexto. Bute!

  23. JFK,

    Bute para si também, aos pinotes de preferência.

    Reconheço-lhe toda a razão: JFK é realmente outro UNIVERSO; outro ESPAÇO; outro CONTEXTO.

    É o universo de um homem que conseguiu subir e ser respeitado pelo seu povo. Imagine-se no lugar do homem – até deram o nome a um aeroporto. Já viu se um novo aeroporto se chamasse José francisco Carmo? Pois se não se cala com o Jacinto Prado Coelho!

    É o espaço de um país, onde não cabe a sua pedantice. Quer que lhe apresente alguns professorzinhos de literatura e até poetas?

    É outro contexto – o da política, o da inteligência, o da sociedade, enfim, tanta coisa que V. Ex.ª não demonstra enxergar, como se tira das respostas que dá.

    Volte a ler o poema da´«Água» do Barbosa du Bocage! De certeza que se enquadra num versozito do mesmo. Ora pense.

  24. “JFK, nem como brincadeira se pode aceitar” é uma frase escrita pela mesma pessoa que confessa: “Eu chamei palhação e burro e monte de esterco”.
    Estamos, sem dúvida, no campo da psicose grave, como descrito numa canção do Zeca. As melhoras da astenia, senhor José do Karmo Francisco (JKF já pode ser?).

    Paz poeta e pombas

    A Paz viajou em busca da silêncio
    Sitiou Berlim
    Abdicou em Londres
    A Paz saltou dos olhos do poeta
    Atacada de psicose maníaco-depressiva

    Foi nessa altura que as pombas
    Solicitaram nas agências as tarifas
    Mas não viram mais o poeta
    Que gozava na Suíça
    Duma licença graciosa

    A Paz saiu aos saltos para a rua
    Comeu mostarda
    Bebeu sangria
    A Paz sentou-se em cima duma grua
    Atacada de astenia

    Foi nessa altura que as pombas
    Solicitaram nas agências as tarifas
    Mas não viram mais o poeta
    Que gozava na Suíça
    Duma licença graciosa

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