Vinte Linhas 495

A minha memória de Saramago

José Saramago é um «caso» típico em que o autor e o indivíduo sendo a mesma pessoa se separam e tomam caminhos opostos. O autor conquista a pulso um público cada vez mais numeroso; o indivíduo vai perdendo passo a passo muitos amigos e admiradores. O seu livro mais importante para mim foi «Levantado do Chão». Escrito para homenagear José Adelino dos Santos e Germano Vidigal, dois militantes do PCP assassinados pela PIDE na GNR de Montemor-o-Novo, o livro nasceu em casa de João Basuga onde José Saramago viveu perto de 6 meses, ouvindo com atenção e tomando notas das histórias das gentes do Lavre. Menino da Penha de França (Rua Carlos Ribeiro), filho de um subchefe da PSP e de uma doméstica, agradeceu as histórias contadas na dedicatória com os 16 nomes dos homens e mulheres do Lavre. Como no evangelho mas agora no evangelho da Terra, aqui os mortos vão ter uma ressurreição e estar de novo com os vivos no dia levantado e principal – o 25 de Abril de 1974.

Do ponto de partida («O que mais há na terra, é paisagem») ao ponto de chegada («Este sol é de justiça») o livro passa por dentro dos homens e dos dias: «Todos os dias são iguais e nenhum se parece») e prova que, tal como nos outros evangelhos, a morte pode ser salva e resgatada. E a vida triunfar, tal como a alegria, a justiça, a luz, a paz, a lucidez, a virtude e a bondade de intenções. Aqueles homens que andam de noite de bicicleta de «monte» em «monte», a avisar os companheiros, sem luz no volante, continuam na nossa vida. Tal como continuam os 16 da dedicatória entretanto apagada na primeira página das edições recentes do seu livro «Levantado do Chão».

55 thoughts on “Vinte Linhas 495”

  1. A tua «memória de Saramago» é aquela que os leitores do aspirina já muito bem conhecem: a raiva e o recalcamento repetidos até à exaustão com que mimoseaste a carreira do Nobel. Não sejas hipócrita, porque nem neste texto foges à realidade que faz da tua pessoa um ser mesquinho, medíocre e insuportável.

    Dizes que o autor «conquista o público a pulso»?! Então, e o mérito?! Onde fica a grandeza do escritor?! És falso no que afirmas, tendencioso e invejoso. A pulso tentas tu conquistar o teu caminho e não consegues. O que fez Saramago, muitos outros autores o fizeram, vivendo em casa alheia, ouvindo e gravando conversas para concretizarem as suas obras. Fê-lo Luisa Dacosta e Olga Gonçalves, por exemplo.

    Ao contrário de Saramago, tu não tens salvação possível nem poderás ser resgatado. Falta-te merecimento, educação e modéstia, palavras de que desconheces o sentido.

    Só tu pareces preocupado (e não te calas nem a murro) com os tais 16 nomes que, até agora, não manifestaram o mínimo incomódo com o facto de não aparecerem nas reedições seguintes do «Apanhado do Chão». A amizade sempre reinou estre essas pessoas e Saramago. Só tu te mostras interessado em apontar o dedo, em inventar quezílias onde elas não existem. Essas 16 pessoas já tinha recebido os agradecimentos de Saramago e isso, bastou-lhes, porque são inteligentes. Mas tu, picuinhas e raivoso, acabas sempre por bater na mesma tecla. Basta! Cala a boca de uma vez por todas, tem vergonha! Reduz-te à tua mediocridade.

    «Filho de um subchefe da PSP e de uma doméstica», escreves tu, com a tua pitadinha de veneno. Pois dessa união resultou termos, finalmente, um Nobel portugês de Literatura! Isto, ou se nasce, ou não se nasce, meu caro…

  2. O José do Carmo Francisco deveria ser convidado a sair do Aspirina B, mas como o nivelamento está por baixo nos tempos que correm, não é de espantar que permaneça como lapa agarrada a uma rocha milenária.

    José Saramago era modesto e há nele, no olhar dele, um constante renovar e invenção do mundo. Era uma pessoa extraordinária e com uma acuidade perceptiva ímpar.
    A capacidade real de imaginar, inventar e de olhar para o mundo, sempre como se fosse a primeira vez, é qualidade rara e os raros desconcertam sempre.

  3. Cláudia Monteiro, queres sanear o jcf do Aspirina B, a exemplo do que o teu “extraordinário” Saramago fez no seu jornal, durante o PREC, a quem não seguia os ditames do PCP e afins? Não me parece que seja assim que prestas homenagem ao novo santinho do teu panteão, mas desse lado já espero tudo.

  4. jcf, também acho que já te calavas com a história dos tais da Lavra. Saramago homenageou-os na primeira edição, cumpriu uma obrigação moral, honra lhe seja feita. Ficou feita a homenagem, os homenageados sentiram-se honrados, agradeceram e pronto. E finito! Só um chato como tu continuaria a chiar por um pormenor de lana caprina.

  5. Muito pouco digno este seu texto, desculpe-me que o diga. Que raio de amigos e admiradores é que ele perdeu? Ah! Sim, os laras, os beatos, os ressentidos, os invejosos, os anti-comunistas primários. Mas a nós não!

  6. senhor jose do Carmo Francisco, no seu post recente atingi este comentario, que não teve resposta: Ainda vivia Saramago mas hoje volto a recordar-lhe, que quando fala da rua do Alecrím será a mesma da que fala ele “no ano da morte de Ricardo Reis”?. cumprimentos.

    reis
    Jun 14th, 2010 at 22:44
    Talvez essa rua do alecrim seja a mesma pela que baixava o meu amigo Ricardo Reis quando se hospedava no hotel Bragança, onde mais tarde se reuniria com Fernado Pessoa, precisamente no ano da sua morte?

  7. A RTP exibiu em Dezembro de 2008 um documentário sobre a vida e obra de José Saramago. Porque muitos não viram e outros gostariam de guardá-lo, alguém o colocou aqui:
    http://www.megaupload.com/?d=IIHMUPJW
    e aqui:
    http://depositfiles.com/files/a1yejg0z9

    É para maiores de 6 anos, pode ser visto por Cavacos, Laras, Manuéis Loureiros, Cláudias Monteiros, fachos, beatos, reaças, xuchas, democratas, anti-democratas e até por comunistas primários.

  8. Zeca Diabo, não passas de um anónimo reles sem peso, sem importância para mim. Vai falando que ninguém te liga, pobre diabo.

  9. Estou a ver que já muito se identificam inteiramente no Aspirina. Esperemos que continue. Vivemos num país de medrosos e cobardes. Há que levantar a cabeça.

  10. Cláudia Monteiro Rodrigues, fiquei desapontado com o teu último comentário. Então não é que me parecias mesmo o JCF nos tristes comentários que faz?! Olha que não andas longe…De início achei-te mais lúcida, mas cheguei à conclusão que também gostas de ofender adoptando o tom impertinente e convencido do infeliz autor do post acima…

  11. Ex.mo Senhor Doutor José do Carmo Francisco, agradeço do fundo do coração ter colocado a fotografia acima, pois fico assim a saber que Saramago bebia Tourtel, a minha cerveja preferida. É pena o texto ser tão bom que ninguém percebe a sua admiração profunda pelo ilustre finado. Um beijinho.

  12. FC é mais um/a anónimo/a impertinente sem peso, por conseguinte sem qualquer credibilidade. Quem não se assume tal como é…

  13. Cláudia, se parecia ter razão, perdeu-a completamente. Ainda não percebeu que o anonimato faz parte das «leis» da Net? Sendo assim, terá muito que aprender. Até os próprios bloguistas utilizam pseudónimo! Mas se põe em causa a minha «impertinência sem peso», devo dizer-lhe que o meu peso anda à volta dos 90 quilos e a minha graça é Firmino Caldeira. Diz-lhe alguma coisa, cara Cláudia? E quem me garante que o seu nome é o verdadeiro? Importa-se de enviar na volta fotocópia do bilhete de identidade passado de ambos os lados? Agradeço.

  14. A Cláudia devia ter-se lembrado desses nojos todos em relação a blogues de anónimos quando lhe publicaram aqui uns textos.

    Nessa altura sim. Fazia sentido mostrar que recusava publicar os seus importantes textos entre cobardes anónimos.

    Assim fica a dúvida. Será que lhe recusaram algum?

  15. Ah, e eu lembro-me de até ter sido simpática e elogiado um desses textos que vinha assinado por mais uma Cláudia qualquer- sem peso- uma maria entre as outras.

    E quem lhe publicou esse texto foi o cobarde anónimo do Valupi.

    Na altura recebeu os meus elogios e não se lembrou de me insultar como sempre foi hábito.

  16. Valupi, foi a si que eu interpelei, não a um Zeca qualquer que me é indiferente, mas que grosseiramente referiu o meu nome.

  17. Este “Loureiro” e esta “Monteiro” são frutos da mesma esterqueira. Se calhar é o mesmo gajo com dois nicks diferentes, o paleio aponta mais para isso que para o contrário.
    Curioso em ambos (?) é a importância que se dão a si próprios. A “Monteiro” acha que fico ofendidíssimo por ela não me ligar patavina (ó filha, já me perguntaste se te quero para alguma coisa?), o “Loureiro” até já iniciou a apropriação do talento de Saramago para uso exclusivo do seu grupo excursionista. Têm a quem sair, fazem parte da mesma quadrilha que pretende ser a guardiã do 25 de Abril (que não fez), da Constituição (que boicotou), da Democracia (que não exerce), até da voz do meu querido saudoso amigo Zeca Afonso que não podia ver essa malta nem pintada.

    Estrelinha que vos guie…

  18. zazie anónima, por qué no te callas?

    zeca diabo, os que fizeram o 25 de Abril é que não dão exemplos nenhums: corruptos, falhados, lascivos, traiçoeiros e mentirosos. Aprenderam a fingir e a não se identificaram no tempo fascista… e continuam, claro. Cobardes. Eu nasci em liberdade com muito orgulho e estampo o meu nome. Não tenho nada a esconder e escarrapacho tudo quanto quiser a público, farsantes e farçolas do Aspirina.

  19. FC, a conversa vai melhorando. Se te chamas Firmino Caldeira, já é um bom passo. Só devemos falar com caras, não com máscaras.

  20. Zazie, é evidente que com as palavras que usas, de peixeira reles ou vendedora de sardinha, tenhas mesmo que utilizar um nick porque se te identificasses, há muita gente que ficaria espantada com o teu linguajar badalhoco.

  21. Se me identificasse a quem?

    Ora explica lá, se és capaz, como é que tu consegues saber a identificação de alguém neste meio virtual.

    força aí e vais ver que o QI negativo fica novamente exposto.

    Depois, para te calares- eu tenho um blogue, tenho e.mail e existem dezenas de bloggers que me conhecem.

    Portanto, qual é o teu problema?

    Que eu fosse identificada por quem me conhece? esses sabem. A começar pelo local de trabalho.

    Eu não tenho é o mau hábito que têm certas pessoas menores de julgarem que por se colocarem à janela “a banda passar a tocar para elas”.

    E também não gosto de andar de carteira aberta nos transportes públicos. Isto aqui é pior que isso.

    De resto, já te dei conversa demais. Tu até numa fotografia de bebé que o Shark me pediu para o “berço de ouro” tiveste o mau gosto de ir para lá com tricas de mulherzinha em comparações estéticas com uma criança de 2 anos.

    Esses comentários imbecis foram apagados, de tal modo tu expões a tua mesquinhez.

  22. Reles é ter-se falta de carácter. Andar aos pulinhos com medo de dizer um palavrão é coisa de palermas.

    Se a blogosfera fosse uma cópia do mundinho das subserviências talvez te sentisses melhor.

    Mas eu vou-te contar um detalhe:

    escusas de andar para aí a fazer figura de ursa com o apelido que agora te lembraste que esta malta dos “cobardes anónimos” tem outro problema com os nomes:

    aquele de que falava o Shakespeare- “what is in a name”-

    o status. E esse tu não o tens para eles. Por isso, para julgares que vais à boleia para algum lado, mais valia saberes ser honesta e não cuspir na sopa onde andaste anos a comer.

    Se não fosse o Asprina tu não existias na blogosfera.
    Apenas isto.

  23. Mas a estupidez dos que dizem que é gravíssimo serem insultados por pessoas que ninguém conhece é maior.

    É a mesma treta que alguém se ofender com escritos nas portas das casas de banho.

    Já o inverso pode ser diferente. Se alguém que é conhecido e cuja palavra não é suposto ser falsa, decidir lançar uma aleivosia ou boato acerca de terceiro não é a cara destapada que o safa da vilania.

    Porque esconder-se é outra coisa- é atirar a pedra e esconder a mão que a atira.

    Ora isso eu nunca o fiz. Eu respondo pelos meus actos porque sou sempre eu, seja lá com que nome for.

    Mas já houve quem me fizesse pior, inclusive devassando vida privada e precisasse de se esconder no anonimato, para depois, perante a plateia (o problema é sempre com a plateia e não com o próximo) com o nome e o apelido, poder continuar a farsa que a cobarde anónima dos palavrões era eu.

    As pessoas ou têm códigos de ética ou não têm. E quem não anda com nome exposto tem liberdade para tudo- Para agir sem ética ou com ela.

    Não é por medo de nada. Respondemos sempre a nós próprios antes de respondermos aos outros.

  24. A v. imbecilidade é que nem querem nada. Nem querem sequer com educação saber mais detalhes de outro blogger.

    É mentira. Só se for para cuscar. Querem é a denúncia pública e a censura.

    Apenas isto. É sempre para arranjarem meios de silenciarem alguém com as consequências que outros poderão fazer sobre eles, que os próprios não conseguem.

    É sempre pelo modo mais porco e por fragilidade própria que temem confrontos honestos. Querem graxa porque temem que os desmontem como não desmontam no mundinho cá fora.

    E fazem tudo para que alguém estrague a vida e assim se silencie os incómodos. Tu querias era que alguém me tramasse. Não era saber nome próprio e apelido.

    Mas estás quilhada. Sou livre. Até por aí. Posso dizer o que me apetecer que não tenho polícia atrás nem sofro “consequências sociais”.

    É isto que faz o JPP- é um estalinista censor que tem inveja de não conseguir a propaganda que outros menores e conseguem.

    Porque só um censor ressabiado dava importância a tretas de casa-de-banho, como ele dá.

  25. e é por isso e para gente estúpida como v.s todos são que há muita Mariana Santos que Ana e nunca foi Santos; muito Vitor qualquer coisa que nunca se chamou Vítor na vida e por aí fora.

    Esses albardam o burro à vontade do dono. E v.s gostam. E acham que já não estão perante um anónimo.

    Porque a v. perspicácia não vai mais longe que distinguir um nome viável de um inviável.

    E, se não tivessem mesmo QI negativo até´acarinhavam as zazies e os Valupis- porque ao menos com esses já sabem que é nick.

    Com os outros da mesma maneira que connosco- se todos quisermos, ou estivermos para aí virados, por qualquer motivo, e por confiança.

    Não é o teu caso. As pessoas desconfiadas não são de confiar.

  26. No meio disto tudo, olha o «zézinho dos 16» caladinho que nem um rato! Contentinho da Silva pelo seu post ter somado, até agora, 31 comentários! O pior é que tudo o que foi dito é negativo, muito mais aquele pedido de «ser convidado a sair do aspirina»! Vai pensando nisso que os do Lavre devem ser os primeiros a assinar a petição.

  27. Rainha Cláudia, querida, domestica prunum, tão novinha e com um carocinho já tão carregadinho de ódio! Vais morrer nova, de velhice, a não ser que busques a cura e depressinha. Junta-te aos bons, dá umas fodas, lê uns livros e deixa correr o marfim.
    Entretanto espreme um pouquinho os parcos miolos que os teus progenitores conseguiram garantir-te , e pensa como terá sido possível teres nascido em Liberdade. Achas que a Liberdade saiu à rua por tua causa? Como podes ter orgulho em ter nascido em Liberdade ao mesmo tempo que vilipendias quem possibilitou essa Liberdade em que te orgulhas ter nascido? Burra!
    Se não tens mesmo nada a esconder cria uma página com as tuas fuças, BI, boletim de vacinas, e põe aqui o seu endereço. Para a gente se rir (mais) um pouco. Enquanto o não fizeres tratar-te-ei pelo nome que aparentas: Doméstica Burra.

  28. Zeca Diabo, é fácil insultar gratuitamente, entre outras coisas, por trás de um nome inventado. Faz lembrar os putos da idade do armário que se não assumem e olham para o chão à procura do que não existe.

    zazie, vai escrevinhando. Pode ser que algum dia alguém te dê importância.

  29. Doméstica Burra, como pretendes provar que o nome que usas é mesmo o teu? Tanto quanto sei chamas-te Manuel Loureiro e estás a dar-me importância a mais :)

  30. Esta que se assassina de Claudia M. Rodrigues existe na realidade. Trata-se de uma criatura de 140cm de altura, 35 anos de idade, feia por fora e muito feia por dentro. É porteira contratada num dos hóteis do Porto e mora num quarto alugado na rua Conde Forrester, em Cedofeita, Porto. O seu sonho no aspirina é arranjar um marmanjo, solteiro ou casado, que lhe dê estatuto, segurança e sexo. Seguem-se mais informações nos próximos capítulos.

  31. E fiz uma gaffe: não deveria ter respondido a um/a cobarde que não se identifica. É prova de que vale menos do que eu :-)

  32. Pois, não, claudia. O teu problema é precisamente esse. Não te conformas com a tua realidade. Mas vou tentar ser justa, aumentando 5 na tua altura e outros cinco na tua idade. E, também com o Forrester, de conde passa a barão, 681.
    Ah, o sexo! És uma nulidade. Não compensas a factura pesada que apresentas no fim.
    Uma das tuas colegas, a quem fazes a vida negra, deu-me este teu contacto, 9133. Deixo-o aqui na esperança de vir a ser útil a alguém, incluindo-te a ti, claro.

  33. É bom ter um rol de invejosas… É sinal de que sou muito importante :-)
    Continuem, estou a gostar.

  34. A acrescentar: um bando de invejosas anónimas :-) Tão feias, tão insignificantes, que nem dão a cara. Mau era, é um favor que fazem à humanidade. lol

  35. Pode ser que venha a saber quem és, tu e a coleguinha, e o assunto vá para tribunal, que achas? É só uma questão de ip’s e de pôr a máquina da Câmara do Porto a funcionar. Nunca pensaste nisso, pois não?

  36. Continuem a comentar aqui e depois trato do resto, mas vai ser não deste modo. Vai ser com todo o respeito e todos os trâmites administrativos legais.

  37. Não tenho nada a ver com o assunto mas estás a ver Cláudia, como por pura imbecilidade se pode arranjar chatices na net?

    Tu foste tolinha em colocar para aí o nome todo. Eu já tinha dito que comigo até houve gente a entrar no computador e tentarem usar o paypal.

    E olha que por lei não consegues absolutamente nada. Eu topei quem tinha entrado, o meu servidor confirmou que o computador tinha uma treta pirata cá dentro e mandei os dados para o Paypal que bloqueou logo a conta, quando deram pela tentativa de fraude.

    É como te digo. Há gente doente no mundo. E o problema da verdadeira sacanice não são insultos, é isto- a devassa da privacidade de cara escondida.

    Cara escondida nada tem a ver com nick. Tem a ver com quem esconde a mão que atira a pedra.

    E não vais conseguir grande coisa por tribunal, porque isto nem foi nada. Mas cuida-te e tira lá esses apelidos porque as chatices podem ser maiores.

    Eu sei de gente a quem fizeram a vida negra e ainda conseguiram intriga com uma pessoa amiga. Porque, aquilo que tu nunca entendeste é que há milhares de pessoas na net e essa não se limita a esta treta da blogosfera.

  38. E olha que pode muito bem ser alguém bué de distinto e que ande no blogue com o nome escarrapachado e ainda insulte os tais anónimos por trás.

    O FNV do Mar Salgado andou anos com essa rábula a fingir que nem sabia o meu género e, aqui há tempo, fez sujeira até dizer chega. Postou versos idiotas dedicados a um local onde trabalho- na primeira página do blogue colectivo- por pura loucura de paranóia comigo e ainda se disfarçou de pessoa do trabalho a tentar entalar-me, em comentários numa caixinha de outro blogue, sem sequer ter havido diálogo ou pretexto- tal e qual como esta Porteira Mor- cretinice e porteirice do mais reles.

    Claro que foi tudo censurado pelos donos do blogue e ele acabou a mandar e.mail de desculpa, ainda que pela frente tenha continuado com as imbecilidades a virar o bico ao prego.

  39. Claro que comigo nunca teria ninguém conhecido ou que trabalhe comigo a usar estes truques para ajustar contas, porque não há contas para ajustar e não nunca houve ninguém com razão de queixa.

    Mas, a outros níveis, ninguém está livre disso. Em particular por paranóias políticas e ideológicas.

    Distância- o que é preciso é manter-se a distância.

  40. zazie, cala-te. O assunto não é contigo. É comigo e quem se anda a armar sob anonimato. E isto está-me a dar muito gozo porque essa pessoa, descoberta, processo-a direitinho. Netes ou sem netes, comigo ninguém brinca em serviço.

  41. Estúpida.

    Estava a ser simpática e a besta ainda é ordinária.

    Olha, então é bem-feita. Dizias que não tinhas nada a esconder e pelos vistos alguém te pegou nas palavras.

    Tu, só tratada a pontapé. Não prestas.

  42. zazie, eu disse apenas para te calares e tu respondes-me com : besta e ordinária. Eu não te vou dar educação porque creio a tua educação já estar feita. Já não dá para torcer o pepino.

  43. Claudia, domestica burra, se as pessoas com quem aqui te metes fossem da laia do Pacheco Pereira, do FNV, do Bernardino Cunhal, perdão, Soares, a esta hora estavas tramada. A net é um instrumento muito poderoso e em certas circunstâncias todo o cuidado é pouco.
    Tu sabes que podes brincar com as palavras da(o) Porteira Mor porque também sabes que não se aplicam a ti, mas imagina que alguém te dizia quem és, onde estudaste, onde trabalhaste, onde vives, que tipo de emprego procuras e onde, etc, etc? Que foste investigada pelos serviços de inteligência de um PALOP, por exemplo, e alguém teve acesso à tua ficha? Ou que te telefonavam e te diziam, em voz cava, que te iam dar o mesmo tratamento que o teu camarada Estaline deu aos ucranianos? Já não dormias, aposto.
    É por isso que aqueles, como eu, que nasceram antes do 25 Abril e aprenderam a suspeitar dos bufos tomam as cautelas necessárias para não serem apanhados a dormir. Vivemos em Democracia à 35 anos mas nunca fiando, nunca fiando, o fascismo continua vivo e forte, os métodos pidescos vivem no coração de polícias, magistrados, e políticos, JPP aí está a demonstrá-lo. Tu achas que podes andar pela net a mandar bocas foleiras a desconhecidos, ao mesmo tempo que mostras todos os teus dados a qualquer maluco, eu acho que o que fazes é parvoíce.
    Não sou de dar conselhos, mas se estivesse no teu lugar exigia a certos serviços que apagassem as informações online a teu respeito. E se ainda tens o telefone da Vodafone terminado em 30 muda imediatamente de número.
    Comigo estás segura, mas poderás dizer o mesmo de todos os milhares de parasitas que passam os olhos pelo Aspirina B?
    Cautela e caldos de galinha nunca fizeram mal.

  44. “Vivemos em Democracia à 35 anos”, o carago! Val, será possível emendar “à” por “há”?
    Obrigado.

  45. Zeca Diabo, aprende a escrever português, por favor.

    Claudia, domestica burra : Falta de acentuação.

    Vivemos em Democracia à 35 anos mas nunca fiando : Confusão comum entre o verbo haver e a preposição artigo “a”

    Quanto ao conteúdo, muito exagero. Aconselho-te a veres menos séries de tv americanas.

    E agora vai dormir que sonhar faz bem.

  46. “Claudia, domestica burra”, escrevi sem acentos para dar-te uma pista, mas era de esperar que a tua prosápia não te deixasse enxergar o que para alguém mais inteligente seria óbvio.
    Onde aprendi a escrever? Foi em Portugal, filha, mas podia ter feito o secundário em França, como tantos filhos de emigrantes, ou na Coreia do Norte com uma cunha de um tio do Bernardino. Porquê? Dou erros? Pois, acontece, não utilizo correctores ortográficos e às vezes os dedos teclam onde não devem, é a PDI, mas nunca te apontaria os erros que também dás.

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