Sobre Lisboa Menina e Moça de Lisa

Quando Elza foi embora

De volta ao Algarve natal

Falámos mais de uma hora

Naquele átrio principal.

Como não tinha postais

Dos seus quadros antigos

Ofereceu quatro iguais

De pintores seus amigos.

Primitivos modernos

Faltava uma designação

Nos jornais e nos cadernos

NAIFS não estava à mão.

Desenho numa gaveta

Este quadro de Lisboa

Canteiros de uma praceta

Por cima a gaivota voa.

Entre pedras do Mosteiro

E as ameias do Castelo

Olhamos um cacilheiro

E um eléctrico amarelo.

Santa Engrácia, panteão

Autocarro para Belém

Cristo Rei em oração

Reza por nós também.

Que fazemos da cidade

Trajecto de teimosia

Nas praças a liberdade

Nas casas uma alegria.

E quando o dia se cala

Das cantigas e pregões

O artista fecha a mala

Amanhã há mais razões.

21 thoughts on “Sobre Lisboa Menina e Moça de Lisa”

  1. O artista fecha a mala

    Amanhã há mais razões.

    Este gajo não se cala

    toma lá 5 tostões. (que é o que se dá ao ceguinho!)

  2. és um ganda rapper, oh meu! essa porra nas mãos dos buraka souns system era sucesso no eurocanção, uma espécie de cagar de pé que teu amigo grade fez pró bandeira em 72. a capa pró cd pode ser mesmo essa iluminura do cristo com andas, vendias de caralhos e ainda tinhas hipótese de chegar à presidência da spa.

  3. «Nas casas uma alegria», dizes tu neste «belíssimo» poema. Alegria, nas casas?!Só se for na tua! Tens dinheiro, vives à conta das Câmaras e etc., morfas almoçaradas, petiscos, bom vinho! Quando vais à santa terrinha trazes o carrinho cheio, não te falta nada. Só juízo, meu, e um olhar atento à tua volta. Ninguem te lê por aqui interessado no estado miserável deste Paìs. Ninguém te lê uma crítica ao estado a que chegaram milhares de famílias portuguesas. Ao desemprego. Sim, que os teus filhos devem estar todos bem empregados. Tu tens a reforma e os «biscates», a tua cara metade, certamente, idem. Para quê preocupares-te com os outros?! A tua conversa fiada são as recordações da tua já distante infância, a vida do teu tio, do teu avô torto, das tuas vizinhas lá na benedita e disso não passas. Mal de nós se os nossos prosadores e poetas nos deixassem como herança escritos iguais aos teus. Olha à tua volta, pá, com olhos de ver e deixa-te de nos impingires verdadeiras anedotas a cheirarem a velhice, a refugo, a penúria literária.

  4. «Nas casas uma alegria», dizes tu neste «belíssimo» poema. Alegria, nas casas?!Só se for na tua! Tens dinheiro, vives à conta das Câmaras e etc., morfas almoçaradas, petiscos, bom vinho! Quando vais à santa terrinha trazes o carrinho cheio, não te falta nada. Só juízo, meu, e um olhar atento à tua volta. Ninguem te lê por aqui interessado no estado miserável deste Paìs. Ninguém te lê uma crítica ao estado a que chegaram milhares de famílias portuguesas. Ao desemprego. Sim, que os teus filhos devem estar todos bem empregados. Tu tens a reforma e os «biscates», a tua cara metade, certamente, idem. Para quê preocupares-te com os outros?! A tua conversa fiada são as recordações da tua já distante infância, a vida do teu tio, do teu avô torto, das tuas vizinhas lá na benedita e disso não passas. Mal de nós se os nossos prosadores e poetas nos deixassem como herança escritos iguais aos teus. Olha à tua volta, pá, com olhos de ver e deixa-te de nos impingires verdadeiras anedotas a cheirarem a velhice, a refugo, a penúria literária

  5. Sacana! Rato! Estás à cóca e boicotas os meus comentários. Já coloquei aqui um comentário aí umas 4 vezes e não é publicado! Mas não vais levar a melhor. Ainda dizem que não eliminam alguns comentários. O val, acredito. Mas tu, porqueiro, não tens vergonha na fuça. Não há dúvida de que és do tempo do lápis azul. Ranhoso! Querias comentários elogiosos? Isso é que era bom! Só tens o que mereces como «autor» e como pessoa!

  6. Finalmente, decidiste publicar o comentário «Uma Alegria pegada!». Custou, mas foi. Quantas vezes foram ó xico? Se não fosses tronga, não levavas com o meu último comentário… Temos pena.

  7. Este gajo só fala da vida dele, das lembraduras dele, e ainda não fez uma ode ao penduricalho que presumivelmente tem no meio das canetas, porque tem medo que lhe chamem maricas. ma so gajo fala muito de mulheres, ele é a maria judite, ele é a paula, ele é a não sei quantas, ele é o Guincho, ó pazinho, és um triste. fala do que é importante, o almirante nada te diz porque tu não tens conversa, ou antes tens, mas é de chacha. fogo, este gajo consegue tirar-me a inspiração.

  8. Os comentários aos textos e poemas do JCF são um retrato deste país.

    Barafusta-se, insulta-se, ameaça-se. Mas sempre a coberto do anonimato ou do lado de dentro da janela.
    Quando é preciso dar a cara são sempre poucos.

    Ó Palhaço, que mudas de nome como os camalões mudam de pele. Não tens mais nada de interessante para fazer na vida, que insultar os outros?

    E és tão miserável e cinico, que misturas tudo, até a vida pessoal do autor.
    Pelo menos respeita os seus familiares. Eu sei que é dificil, no anonimato não respeitas ninguém. Só na rua é que andas curvado e és todo sorriso, cheio de bons dias e boas tardes.

    Ainda não percebeste que o mundo ficava mais limpo, sem gente merdosa como tu?

  9. oh travisto! insultos e resmunguices é com o personagem que travestes. devias era responder às críticas que te fazem em vez de desviares o assumpto para a brejeirada e para os anónimos que são o teu esquentamento cerebral. já agora a vida pessoal do autor é o prato do dia do mesmo autor ou já viste algum poste onde não te ponhas a jeito, ele é os netos, sogra, hoover, citrohein e insinuações sobre gajas que gostava de comer, mas foi comido. enfim, uma miséria franciscana a céu aberto escrita em prosa deficiente e por vezes em rima coxa, um inválido da literatura portuguesa que se arrasta pelo aspirina à espera que alguém lhe ofereça uma cadeira de rodas, eléctrica e de alta tensão preferencialmente. ele há gajos que não valem o oxigénio que respiram, para não falar do metano que produzem.

  10. «Ó Evaristo, tens cá disto?». Olha o xico travestido de Evaristo! O pior é que não pode esconder o «estilo literário» que lhe é próprio. Por isso, topa-se ao longe a prosa dele. Nem nisso é capaz de ser original, coitado. Ainda por cima a fazer um comentário ANÓNIMO?!! Ó da benedita, vai ver se estou na esquina, pá! E, já agora, vê se aprendes alguma coisinha com os comentários dos anónimos. Há muita brincadeira, mas também há conselhos que, se fosses minimamente inteligente, devias seguir. Como já aqui foi dito pelo anonimo «não sabes quem está do lado de cá do aspirina»! E, realmente, os teus escritos reflectem, cada vez mais, a pobreza dos teus posts. Mete férias, pá. Ou emigra, é outra solução!

  11. Tens um problema grave: não conheces o JCF.

    Ele tem todo o direito a ter vaidade naquilo que faz. Tal como tu te deves sentir um gajo merdolas, que só é capaz de largar bojardas, por detrás da cortina.

    E se percebes assim tanto de estilo, sabes que o JCF não precisa de se “transvestir”, ao contrário de ti.

    Só vens aqui porque queres. Se há alguém que deve emigrar ou meter férias és tu, ou queres tirar o JCF de “casa”?

  12. Meu Caro Evaristo – não perca tempo com malucos! Entre o delírio e a alucinação, são xanfrados e pronto…

  13. agora temos os diálogos da vagina, entre o xico esperto e o tens cá disto. oh pázinho besunta-te com vaselina e recolhe ao estojo.

  14. Ó EVARISTO, tens cá disto? Muda de penso higiénico pá, vai comer pulgas, ó indefenido. oube lá meu carapau de corrida, MERDOSO ÉS TU MAIS A PATA QUE TE PÔS, e chocou-te com muitos pavões pá, por isso é que a vaidade é uma constante no verbo do JABARDO.

    Bolta prá benedita pá, o teu problema é que tu nunca fizestes pá a terceira claçe, meue, tu táze cheio de laconas, pá, não há telha que as tape, meue, tu careçes de atençãoe, pá e és tão ignorante, que até os BURROS são mais inteligentes que tu, ó CONAMAÍM.
    És um trapo verbal, pá, e olha que EU não sou o anónimo, ó Cabalo, mas ele dá-te na tromba em cada palabrinha que escreve pá, e um gajo que escreve assim, meu caramelo, se quiser escrever a sério, podes crer pá, que escreve. Encolhe-te na tua mediocridade pázinho. Como queres tu escrever se a até o escorpiãoe tem mais sensibilidade que tu, hein, ó xanfradu, pá, já me tô a passar, ó ZEAC GALHÃO, BENFIQUISTA, ó baidosu, quando o dia se cala, tu ficas a falar para o boneco, safado, e olha que se não fossem estes gajus que de deleitam e dispensam as punhetas literárias, as tuas esprimidelas secas de maióneze nem sequer eram cumentadase. GRANDA GOZO.
    Ó EVARISTO, TENSE CA DISTU, istu é , bolinhas recheadas de creme, tipo bolas de berlim, pá, com ferro à mistura…?!

  15. Ó FRaNCISCU gostavas de ter bolas, maluco és tu mais quem te feze as urrelhase, pá, és um jabardo meue, até poes o facebuque no teu curriculum, pá, a tua merdesia lembra-me as contas marteladas de um contabilista incompetente, ó xavalu. Baiber o sandókan pá, ou a avelha maia, debes ser daqueles que gosta de oubire o CAVACO, faxista, PSDOCA, BENFIQUISTA.

  16. Num se iscrebe «xanfrado» pá, atãoe tu nunca fazes errus, e agora iscrebes «xanfrado». É Chanfrado, pá, CHANFRADO e já agora, Chanfrado és tue, e bastante. quem te topou foi a tipa que te chumboue na 3ª classe.

  17. O jcf pergunta:
    Onde pinta Elza, aqui no Algarve, você sabe poeta ?

    Pois claro que sei:

    Onde é que pinta Elza?
    pinta junto da pachacha,
    porque os pintelhos dela
    ‘tão a rodear a racha!

    Não saiu muito bem, mas a propósito: eu cá também já pinto.
    Sabia, poeta?Tenho uma grande e farta pintelheira!

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