Pintura Naïf na Rua da Misericórdia

Sem discutir sequer o que pode ser entendido por pintura «Naïf», aqui refiro e divulgo uma exposição para quem esteja perto de Lisboa e queria visitar a Allarts Gallery na rua da Misericórdia nº 30 (ao Chiado) de terça a sábado das 10 às 19 horas.

São 30 artistas de vários países do Mundo, todos na linha «Naïf», cujos quadros podem surpreender o visitante pela qualidade da arte final e pela originalidade dos temas escolhidos, ou seja uma «arte livre de convenções e de preconceitos» na feliz síntese do convite. A exposição abre em 15 de Julho mas não é preciso esperar; desde já pode ser visto o conjunto de obras em permanência na Galeria.

44 thoughts on “Pintura Naïf na Rua da Misericórdia”

  1. Vou ver, e espero gostar.

    Por coisas da cultura, do que não gosto nada é disto:

    “Num comunicado enviado esta tarde pela assessoria de imprensa do Ministério da Cultura (MC) são feitos violentos ataques a Jorge Barreto Xavier, responsável pela Direcção-Geral das Artes (DGA), que apresentou ontem o seu pedido de demissão. “O MC manifesta a sua grande satisfação por esta decisão”, começa por ler-se na nota, “que vem permitir finalmente que a DGA se liberte de constrangimentos vários que têm vindo a dificultar a sua acção. E, na frase seguinte, são imputados a Barreto Xavier “os sucessivos atrasos nos concursos”, a construção de uma “barreira” entre o “Gabinete da ministra e os agentes culturais” e a “ineficácia dos procedimentos” – um conjunto de factores que “se devem às dificuldades demonstradas” por Barreto Xavier no exercício do cargo”

    Ninguém manda calar a assesoria.. e porque não, se for a “encomendante” como presumo, a senhora titular. Poupem-nos.

  2. Je dirais plutôt «pintura naive», com um trema no «i».

    Excusez-moi, c´est une question de cuuuuuuuuuuuuulture.

  3. É a prova de que o jcf não percebe grande coisa de francês. Ainda hoje levei um piropo descabido de um francês. Ouvi-o a dizer à namorada ao telefone que me ia “poiroter”. Ela começou a mandar vir com ele e ele respondeu-lhe para se acalmar. lol

  4. Meu Caro Joaquim: essa pobre (ou esse pobre) não percebe que copiei a palavra do convite da Galeria e pretende vir para uma guerra perdida antes de começar. Que nojo!

  5. Chère Claudia,

    Moi, je parle pas verlan, Pourtant je suis pas dingue du tout. Mais je vois bien qu´aujourdu´hui vous êtes tout à fait mesurée, modérée, réservée, empreinte de simplicité, de frugalité. Enfin, tout à fait sobre.

  6. Bien aise de recevoir de votre part un si gentil commentaire, tou-te a ber. Ce n’est pas tous les jours que l’on reçoit de tels éloges…

  7. Pas de quoi, ma chère. Réfléchissez, pourtant, un peu ma chère, car je vous ai pas fait quelque éloge.

  8. D’ailleurs, ça me plaît d’écrire en français. Je m’y reconnais parfaitement. Je me sens moi-même, sans détours, sans complexes. Pourquoi écrire d’une manière qui me semble incomplète? Pourquoi se contenter de la réalité? Je donne un nouveau langage à mon monde inconscient et je retrouve mon chemin en le parcourant.

  9. Ó tio Francisco, nojo? Então, quem copia mal é o tio, e não eu. Vejamos, agora, onde está o nojo, a não ser que se refira ao nojo de quem não sabe e copia o que lhe aparece à frente.

  10. Chère Claudia,

    que je suis contente de vous lire em français, je vois bien que vous parlez et écrivez la langue raisonnablement bien. Si c´est le chemin pour vous retouver, alors n´hésitez jamais. Vas – y ma chère.

  11. Raisonnablement est un terme bien faible, ma chère. Je préfère de loin parler et écrire en français qu’en portugais.

  12. “Je préfère de loin”

    Ah ah ah ah ah ah ah ah
    Ah ah ah ah ah ah ah ah
    Ah ah ah ah ah ah ah ah
    Ah ah ah ah ah ah ah ah
    Ah ah ah ah ah ah ah ah
    ROTFL :)

  13. Ó Zeca Diabo,

    Tás-te a rir com o quê, pá? Isso é riso ou coice de mula invejosa?

    Amanhã trato de ti.
    Ciao catzo.

  14. José do Carmo, desta vez estou contigo. A galeria tem razão. “L’art naïf” teve como bons padrinhos uns tais Arthur Rimbaud e Guillaume Apollinaire, coisa que deveria fazer reflectir a choca da Cláudia, e sempre se disse assim desde que Henri “le Douanier” Rousseau meteu na cabeça dura que haveria de pintar e expôr.

  15. Ce n’est qu’un pauvre diable, tou-te a ber, un être sans importance sorti dans conte fantastique du XIX ème siècle, rien de plus. Il ne mérite qu’un amour… de loin :-) Pauv’diable.

  16. sorti d’un conte fantastique

    Et oui, il est tellement con qu’il ne sait même pas qu’il faut écrire “expor” sans accent circonflexe en portugais. ah ah ah ah ah ah.

  17. Allez, je m’en vais. J’ai un français qui veut bien “poiroter” à mes côtés. Je ne vais pas perdre une telle aubaine! Salut, à demain!

  18. Uma visita ao site da galeria, http://allartsgallery.com/, revela que utilizam sempre “Naïf Art”, “Arte Naïf”, nunca lhe chamam pintura, como fez o jcf, erro comum no Bairro Alto e na linha de Cascais.
    É curioso notar que o autor do texto What is Naïf Art ? (O que é Arte Naïf ?) parece confundir o “Douanier” com outro Rousseau mais antigo e famoso! Ó jcf, e esta, hein?

  19. Mas mesmo que chamassem pintura Naïf. No fim de contas, por que não? O estilo foi assim baptizado, é assim que deverá manter-se. As puristas naïves que vão chatear o Rimbaud!

  20. Cala a boca Ó Zeca Diabo. Ou antes cala a bocarra. Pôe a mão no ar, chama a monção, fica como médio no ar and shove it up your ass.

    Já agora seu cara de cú em obras, art é masculino mas peinture é fêmea, tá a ver, por isso há diferença entre naif e naive.

    Tamanquinhas nas patorras e vá lavar a pilinha com gaze de tão pequenina que é.

  21. Cu não leva assento, ó especialista em pilinhas :)
    Afinal és só mais uma chunga que tem como suprema ambição calar a boca a quem não está de acordo com o que diz. Bebeste da mesma teta da Cláudia?
    O Apollinaire é que vos conhecia bem.

  22. Viva a pintura naif (é tramado por-lhe o trema) e os pintores da dita e viva o seu grande divulgador, Lima de Carvalho, na Galeria do Casino Estoril, desde há mais de vinte anos.
    Vamos ver a Exposição ?
    Podíamos encontrar-nos lá para as bengaladas e para os abraços.
    Jnascimento

  23. Só um decadente muito “naïf” é que poderia babar-se perante uma Edite Estrela. Mais valeria ires ter com as do Appolinaire, mas nem essas te querem de tão velho que estás.

  24. Ó JNascimento,
    Eu até que ia, pa, mas estou de cama. Mas ouve, quem sabe um dia nos encontramos. Não vais querer dar-me bengaladas, abraços sim, eu é que não deixo.
    Já ouviste falar no milho? Olha que este não é trangénico.

  25. ZECA DIABO,

    Então, meu caro, quer-me convencer que CÚ não leva assento?

    Diga-me lá, já viu um CÚ a sério? Garanto-lhe que CÚ leva assento e que assento. Em todos os sentidos. Até se diz «sit on this and rotate», tá a ber?

    Eu gosto de CÚ com assento, e depois claro, também gosto de RODEO!

    Mas tu achas que eu perco tempo com o Guillaume, meu? Se tenho o Gil Vicente, pá?

    Eu não sei de que teta bebe a Claúdia, mas espero bem que ela beba e beba e beba, até se fartar. Espero é que não seja uma teta como a tua, torcidinha, fininha, com um buraco à Xuxa, e depois claro com os vincos de pergaminho, que o tempo não perdoa.

  26. Ó tou-t a ber ninguém te pega? À Cláudia também não? Assim não pode ser. As moças são esforçadas. Vá lá Zequinha agora que estão umas noites bonitas toca de convidar as meninas.

  27. Quanto a beber leite dessa maneira, o mais certo era ficar enjoada. Um pinguinho, uma natinha, um bom queijo, isso sim.

  28. Ju,
    Pegar, pegam-se os touros, as vacas, e a minha natureza dá-me legitimidade para andar com as mãozinhas no ar, os pézinhos no chão e cabeça no lugar.

    Logo, o Zequinha da lesma zarolha nunca poderia pegar-me.

    Aliás, nem se chegaria a moi, e se chegasse, ao rastejante dava-lhe a macacoa antes do tempo. O tipo não saberia o que fazer, não conseguiria carregar com tanta areia, tás a ber…?

  29. nota-se tou-te a ber Nota-se que é mesmo muito complicado chegarem-se a ti. A areia é tanta que até doi na vista. Uma banquinha no bolhão dava-te um jeitão podes crer. O que te falta é um bocadinho de peso fiha e nota-se bem.
    Get a life!

  30. Juzinha,

    Tás cá com uma dor de cotovelo. Sabes como é que chamavam aos pesos pesados como a ti, quando fui à Tropa? «Kilotoneladas».

    Olha, cuntface, vê lá se percebes esta: imagina um dedinho e diz para ti muitas vezes «sit on this and rotate», sit on this and rotate, etc etc etc.

    Vais ver que te sentes a fazer o auge do equilibrio.Fala-se tanto no bolhão, ke parece que anda tudo lá, salaude, ou slop, como referires. Kê sou muito polibalente, tás a ber?

    O peso que falas sua kilotoneladas, já não se usa, ora vai lá ler o kamasutra, que hás-de encontrar outras formas de brincar aos médicos e enfermeiras.

    Juzinha, és belha minha, não ma digas que te ficas estendida e ligas o gravador a gritar por ti?

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