Para um retrato de Paulinho

Quando nasceu foi-lhe negado todo o carinho
Foi a paixão pelo seu Sporting que o fez falar
Antes soltava pequenos sons mas devagarinho
Hoje ele sabe qual o seu espaço e o seu lugar

Conhece os cantos, balneários e corredores
Todos sabemos que o Paulinho é diferente
Passa sempre o Natal na casa dos jogadores
E é tratado como se fosse mais um parente

Quando nasceu foi-lhe negado todo o carinho
Depois encheu de jogadores a parede imensa
Hoje o grande exemplo de vida do Paulinho
Está nas páginas mais coloridas da imprensa

Da sua vida já percorrida em forte trajectória
Há mais um exemplo a retirar para todos nós
Toda a esperança legítima faz uma memória
Toda a força para lutar e vencer faz uma voz

11 thoughts on “Para um retrato de Paulinho”

  1. Bela homenagem ao Paulinho, um grande sportinguista, querido por todos nós. Força Paulinho! Força Sporting!

  2. Ai, que o blog mudou de nome. Agora é: Aspirina B Sporting Club de Portugal! Graças ao Zézinho nº1, que o tem transformado de um blog literário/crítico/político, num blog futebolístico. E onde há futebol, meus caros, a coisa dá logo para o chinelo…

    Obrigado JCF por me teres ensinado a escrever correctamente o «meu nome».
    E viva o Sportig, não é pá?

  3. Nem pá nem vassoura. Não vá o sapateiro além da chinela. O Europeu está à porta, é lógico que apareçam textos a propósito. Só isto, nada mais.

  4. Mas quais textos a propósito, pá? Há quanto tempo não nos massacras com os teus poemas sobre futebol? E péssimos, pode adiantar-se. Passaste a ter só futebol na cabeça? É pena, como diz um outro comentarista, sobre o teu último post, ter de retirar o Aspirina da sua lista de favoritos. Se eu tivesse um blog, podes crer que fazia o mesmo. A culpa é tua, é verdade. Mas não te peço desculpa como o outro. Gostava era de pedir aos responsáveis pelo Aspirina que me explicassem a razão desta impunidade futebolistica. E não sejas engracadinho. Se há aqui alguma chinela com pretensões a sapateiro remendão, meu caro, és tu próprio, mais os teus poemas e crónicas de merdice. Que sabes tu de futebol e de poesia, pá? Ganhaste um prémio, foi? E quem to deu, quem indigitou o teu nome? Os compadres/camaradas do PCP, lá na Associação Portuguesa de Escritores? Não há ninguém que não saiba disso. Não é o mérito que conta, pá. É a militância partidária. Tens tirado lucro e benesses de tudo o que fazes. Até do facto de seres «juiz conselheiro». És pago, está tudo dito! Este tipo de lambuzisses é só para te abrir algumas portas, Zézinho nº1. Quem não te conhecer, que te compre. És daqueles que não dá ponto sem nó. E tenho dito. Gosto sempre de pôr os Pontos nos iis!

  5. Isso já é neurose, paranóia. Pessoas como Pedro Tamen, Armando Silva Carvalho e Fernando J. B. Martinho (no júri em 1980) não as consegues atingir com essas patacoadas parvas.

  6. Ó pá, tu é que precisas de tratamento e com urgência. Tens constantes recaídas! Aliás: nunca consegues, sequer, umas rápidas melhoras. Olha lá, Zézinho nº1, atão tinhas que nos vir aqui estatelar o nome dos elementos do júri que te premiaram em 1980!? Por serem sonantes? Não deixas escapar uma, pá! Arranjas sempre maneira de subir mais uns degrauzitos na escada da toleima e da tolice, caramba! Quanto mais falas, mais te enterras. E olha que não retiro uma palavra do que disse. Na Associação Portuguesa de Escritores só «comem» os que tu e todos nós sabemos! «patacoadas parvas» são só as tuas, Zézinho nº1. E não me venhas mais com datas, queu ainda as baralho. Qualquer dia nem sei em que ano se deu o terramoto de 1775!

  7. Não interessa que não retires uma palavra do que disseste; as tuas palavras não valem nada, são menos que zero. Vai fazer trabalho comunitário; seria mais útil.

  8. Trabalho comunitário Zézinho nº1? Também fazes? E a ti, pagam-te? Quanto, pá? Desculpa lá caté me custa dizer-te estas coisas: mas os teus comentário/resposta são tão infantilizados, tão sem laracha, tão coitadinhos…Não nascestes para este tipo de coisas, pá. Azar, mas paciência. Azar teu e nosso, tá-se a ver.
    Mas olha, eu estou sempre a atazanar-te, mas dou a mão à palmatória: no teu último post mostras que tens mais jeito poético na prosa do que na poesia. Ora repara:«…para quem viveu perto de um tempo em que tudo na vida de todos os dias era mais simples e mais puro porque não era preciso pagar um preço nem pelos beijos nem pelas lágrimas.» Isto foi escrito por ti, pá! É bonito, tem poesia. Queres um conselho? Deixa-te de poemas de futebóis, de jogadores, de roupeiros e etc. Lança-te na prosa poética e tens-me a teus pés, pá!

  9. Mal de mim se estivesse à espera dos teus conselhos. Desde 1978 tenho escrito nos jornais desportivos (A BOLA, RECORD, A GAZETA DOS DESPORTOS e SPORTING) nas revistas ( A BOLA Magazine) e sou co-autor com Homero Serpa e António Simões do livro «Glória e vida de 3 gigantes». Organizei a antologia «O Desporto na Poesia Portuguesa». POdes dar os conselhos que quiseres mas eu só sigo os que escolhi. E sigo o meu caminho.

  10. O teu “curriculum vitae”, Zézinho, lembrei-me agora. Posta-o Zézinho nº1, posta-o, pá! Tens andado a fazê-lo aos soluços, é melhor fazeres um post com ele na íntegra, não achas ó avestesma, que nem sabes o que a palavra ironia quer dizer! Besta quanto baste; gabarola, quanto baste; ridículo quanto baste; azedo quanto baste; mal-dizente quanto baste; despeitado quanto baste; teimoso que nem um burro e fraquíssimo poeta, como todos aqui no aspirina já puderam constactar. Quem pensas tu que és, pá? O Camões ressuscitado!? Tem vergonha. O que te falta é modéstia e talento, pá. Já o Fernando Venâncio te criticava sempre que escrevias. Nunca lhe deste ouvidos. Não prestas, pá. A tua arrogância é tal que nem sabes distinguir quando te dirigem umas palavras simpáticas. Não tens categoria nem para fazer comentários. És um tropeço que não faz falta ao Aspirina. Por muito menos, outros saíram. E esses, escreviam bem. Tu, tens andado às esmolas, a gabares-te, enquanto uns se calam e alguns te criticam.
    É preciso ter um descaramento fora do comum para escreveres o comentário acima. Pois segue o teu caminho que já vais atrasado, porra! E vê se deixas de arrotar tantas postas de pescada que o pessoal pode começar aos vómitos e vomitar para cima das tuas datas tão bem decoradas, das tuas antologias, dos teus livros de poemas, do teu prémio e, muito provavelmente, para cima de ti, ó trombeta anfíbia dos mares profundos onde habitam as pescadas, mesmo as de rabo na boca!
    E agora, pá, agora onde é que escreves? No Aspirina, é? Com a tua bibliografia não há por aí um editor, um mecenas que te mereça? Vai-te mas é catar, meu. O teu mal, deve ser pulga!

  11. Estou a trabalhar num livro que se poderá chamar «As palavras em jogo» e integra 30 entrevistas a figuras das Artes e das Letras sobre o desporto em Portugal. A Editora é a mesma dos meus dois livros anteriores. São estas as novidades. Saiu em Dezembro uma antologia da minha poesia no Brasil numa editora de São Paulo, a Escrituras Editora. È isto e sem mecenas. Sempre a aviar.

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