José do Carmo Francisco à queima-roupa

1) O que é poesia para você?

A poesia é para mim a resposta possível ao absurdo da vida, o sentido do que não tem sentido, a resposta precária e nunca definitiva às grandes interrogações. Metade canção, metade filosofia, é assim que eu vejo a poesia.

2) O que um iniciante no fazer poético deve perseguir e de que maneira?

O principiante deve ler tudo o que diz respeito à poesia. Todos começamos por ser «leitores», eu comecei por ler Cesário Verde com dez anos. Só publiquei o meu primeiro poema adulto aos 27 anos em 1978 no «Diário Popular».

3) Cite-nos 3 poetas e 3 textos referenciais para seu trabalho poético. Por que destas escolhas?

Três poetas são Cesário Verde com «Cristalizações», Carlos de Oliveira com «Sobre o lado esquerdo» e Ruy Belo com «Aquele grande rio Eufrates». Manuel Bandeira e outros poetas igualmente importantes foram surgindo depois de 1978. E ainda não parei nas minhas leituras e nas minhas descobertas.

26 thoughts on “José do Carmo Francisco à queima-roupa”

  1. tiros nos pés, querias tu dizer. isso tá incompleto, faltou dizeres que tinhas sido espancado no infantário pela florbela e que no berço já mamavas uns cesários tintos,
    razões maiores do teu sucesso. esqueceste-te de perguntar a ti próprio quantos livros vendeste da tua autoria e não dos que andas a impingir como colaborador do círculo dos leitões.

  2. Tal como sugeriste, procurei sambaquis na net e encontrei isto

    Sambaqui (do tupi tamba’kï; literalmente “monte de conchas”), também conhecidos como concheiros, casqueiros, berbigueiros ou até mesmo pelo termo em inglês shell-mountains, são depósitos construídos pelo homem constituídos por materiais orgânicos, calcáreos e que, empilhados ao longo do tempo vem sofrendo a ação de intempérie; acabaram por sofrer uma fossilização química, já que a chuva deforma as estruturas dos moluscos e dos ossos enterrados, difundindo o cálcio em toda a estrutura e petrificando os detritos e ossadas porventura ali existentes.

    Acho que te define muito bem.

  3. eu fui agora ver, suponho que seja num blogue de Edson Cruz, (é?), e não encontrei nada.

    (queria ver a roupa a pegar fogo que aqui não cheira a queimado) :-)

  4. Sim Olinda podes ver em Edson Cruz. Custa acreditar que não deu nada. Mas eu não sei como é o teu motor de busca. É um Blog interessante e as entrevistas já deram origem a um livro cuja capa lá está do lado direito do ecran. A entrevista foi feita na Festa do Livro do Ceará – estive lá em Fortaleza de 18 a 22 de Novembro de 2008.

  5. quem é que te pagou a viagem e a estadia? deves ter ido à pala do acordo ortográfico e podias lá ter ficado para bem da lusofonia.

  6. Depois de entrar no Blog vai descendo com o cursor e do lado direito lá aparece um conjunto de nomes de poetas brasileiros e portugueses. Do lado direito do ecran.

  7. vejamos, caralhete, vejamos, tu não sabes o que é a poesia, porque não a sentes, meu.
    não precisas de ler poesia para fazer poesia, pa.quanto à resposta que dás, mostras que nada sabes do que dizes, se fosses cantor pá, eras capaz de usares cabelo à vanda stewart ou vestires-te à lady gaga só por te achares cantor, tás a ber a coisa, meu, foi o que fizeste com a tua definição de poesia pa, pois fica sabendo que o que não tem sentido, nunca o tem, daí a negatividade pá, ilustrada pelo «não», tás a ber?
    Depois, pá, tive que gramar com atua cara, fogo, tens mesmo cara de matarruano, oube lá, meu, e mais uma bez vrindaste-nos com mais uma porra sobre ti.

    cumo é cus teus culegas daqui te deixam cagar o´cítio, pá, isso é queu não percevo, pá.
    NOTA: tás com photochope, e ainda assim a gente bê que num te depilas, carago, se tibesses sem maquilhage, o bloguista mor faxaba esta trampa, pá

  8. É preciso não ter mesmo vergonha para publicares aqui três perguntas, que te fez não se sabe quem, algures lá no Brasil! Que tem isso de extraordinário além da tua cagança?! Tudo te serve e tem servido para te pores em bicos de pés. Até esta porcaria que nos impinges. E por mais que te ensinem não aprendes, porque és um burro cagão. Só te fica mal, pá. Nem acredito que outra pessoa das chamadas literaturas fosse capaz de ser tão caricato, tão ridículo. Tu impões-te, pá. Teimas em ocupar um lugar que não te pertence, nunca te pertenceu nem pertencerá. Os escritores de grande valor não falam de si, deixam que sejam os outros a falar. És um triste, um imbecil, um convencido sem ter de quê. E só perdes com isso. Preferes ser o bobo da corte. Enfim, é lá contigo… E depois aquela: « Para ver algo mais procurar em «sambaquis» na Net»! És uma anedota, pá. Esta foi a melhor da semana!

  9. Tás aí de plantão, ó rato! Boicotas os comentários que não te agradam, mas não vais levar a melhor. Já não é a primeira vez que faço um comentário aos teus posts por esta hora e vem a advertência de que «está a fazer comentários muito rápidos». Onde é que já se viu isto?! És tu, pá, que gostas de postar as tuas merdas a esta hora (para estarem fresquinhas logo de manhã) que comandas esta porra. Além disso, comento, faço «submit» e não aparece publicado. Ora posta lá este se fores capaz!

  10. Ah! Foste capaz! Que remédio, não? Este comentário devia ter vindo antes do comentário de cima. Mas foi boicotado várias vezes e estou em crer que foi graças ao da benedita. Dizia apenas isto: «Pois, pá, já me esquecia de dizer-te que tens, exactamente, a cara daquilo que és: um chato!».

  11. Que remédio tiveste tu senão publicar o meu comentário. E até por ordem, pá! Mas quantas vezes foram precisas? «paletes», pá, «paletes» delas! Por hoje não gasto mais tempo contigo, charlatão!

  12. a fotografia deve ter sido tirada na biblioteca da cadeia púbica de fortaleza, vêem-se ao fundo estantes de ferrero roché e poesia a escorrer das prateleiras, momentos zen na vida de um bronco hipocondriaco.

  13. “Todos começamos por ser «leitores», eu comecei por ler Cesário Verde com dez anos”

    claro, só acontece a gajos precoces como tu, só faltou dizer que o conheceste na academia e que era verde por causa do sportém. bái-te qatar, fly emirates.

  14. o R. ALmeida deve ser o jardineiro lá das águas furtadas do D. caralhete.
    Atreve-te a dizer que andas pelas bandas da academia brasileira de letras, pá, atreve-te só, pá, olha que quem te abisa teu amigo é, pá. ainda por cima publicas uma fotografia à empregado de manga de alpaca dos anos ceçenta, meu. ENXERGA-te meu,

    erase uma bez um piroso
    pensabase que era formoso
    mas não passabase, afinal,
    dum granda ranhoso

    Oube lá, bai à aldeia ingalesa da benedita filha e pede-lhe para traduzire esta gaita para inglê da rua, buéda fiche meue. Se ainda num parastes nas tuase leiturase e discubertase, toma lá o meu poema, não limpes o ravo com ele, ka gente quere que tu fikes com eça caicha de prebidencia bué da feia. caragos, este gajo quando passar para o além, baie directu pró umbral, conho, o gajo é feito de baidade e num persseve que só escreve asnedo sobbre asnedo, carassas pá, até o diabo debe estar a rir-se de ti, pra variar.

    Ó cagamelo já lestes a biblia pá? quesres uns salmos, oube lá, existem por lá alguns que condenam a estulticie, pá, deixa-me cá agora falar bem, quero dizer, a tolice e depois há uma máxima pá, que não é de kant, tás a bere, que diz assim, o mais competente cala-se e domina a sua ciência, o tolo, autopromove-se e vê-se ao espelho todos os dias, mas o gajo de tão tolo que é, não bê a rialidade pá, purque se a bisse, bia toda a gente a rir-se dele.

    Estuda o credo pá, estuda o credo pá, e acrescenta-lhe uma salve rainha e no interim, amanda-te aos dez mandamentos…pode ser que ainda haja esperança pra ti.

  15. 2) O que um iniciante no fazer poético deve perseguir e de que maneira?

    O principiante deve ler tudo o que diz respeito à poesia. Todos começamos por ser «leitores», eu comecei por ler Cesário Verde com dez anos. Só publiquei o meu primeiro poema adulto aos 27 anos em 1978 no «Diário Popular».

    Ó pá, ainda cá bolto para te dizere cumo debias respundere a esta caca de questãoe.
    Olha a pergunta debia estar açim furmulada :

    O que um iniciante «no fazer poético» deve perseguir e de que maneira?
    Digo-te já que esta pergunta é patética, mas já que insististes em fazêla á tua maneira, debias respondere açim:
    Não há principiantes poetas. Há simplesmente poetas, e estes «perseguem» o que a sua alma lhes diz e, por vezes, dita.
    O antónio aleixo, cagamelo, andaba a pastare gado e estaba-se a cagare pró cus outros escreviam pá, o gajo ia era atras do que sentia e como era meio arrebitado, mas não era mal criado como tu, fazia cá uns versos do carassas que punham as gajas com as verrugas, a quem tu fazes ensaios de beleza, a dançare, pa.
    A originalidade pá não passa por copiar os outrros, pá, nada melhor que a sensibilidade não desvirtuada pela leitura dos outros…ó paá, vai mas é depilar furmigas, keu num estoue pra tencinare. a tua entrevista é uma granda póia pa, e se não fostes tu que a fizestes, o gajo que ta feze debia istar a pensare como se librare de ti.aposto que já debia ter andado a seguir as tuas autopromoçoes…

    os que transcedem os sentidos de que normal e geralmente todos somos dotados.

  16. Este comentário fui eu que o escrevi para testar se era publicado ou não com a rapidez costumada! E foi! Desculpa lá se te levei ao engano, mas olha que bem o mereces!

  17. oh xóriço! já nem os teus amigos do peito vêm dar alento às tuas manias, a bécula faz que sim-mas-tamém-pois, o cimento foi armar prás obras e o freamundes anda a divulgar o marialvismo num poste sobre a coragem do cavacóide.

  18. “josé do carmo francisco à queima-roupa”

    com um título destes até pensei que era uma segunda dedicatória à teresa por ter lá ido a casa passar-te a roupa a ferro e afinal sai-me o manual “como ser poeta”.

  19. Poetas brasileiros e portugueses, baidoso, olha toma lá mais este que andas nas descurbertas

    de tão baidoso que sou
    So digo baboseiras
    digo que sou poeta
    mas só tenho peneiras

    Falo das teresas e das luisinhas
    levei-as prás areias do guincho
    cumecei a espernear
    e só consegui pinguinhas

    Quero, quero ser poeta
    mas o diabo deu-me baidade
    que hei-de fazer eu
    para conseguir notoriedade

    Ó cagaão, puesia na hora, pá, tipo à la póia, como a tua tás a ber, pá, e se abrires a bicanca, ainda ta faço uma ode aos bigodes pá, tamém na hora, pá.

  20. Em relação ao uso abusivo, miserável e criminoso do nome de uma poeta meu amigo (Rui Almeida) está tudo dito – ao que isto chegou…

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