Balada da Capela do Formigal

Capela do Formigal

Varanda abandonada

Dá para o porto fluvial

Quando rio era estrada

Porta caída no chão

Azulejos num altar

Faz doer o coração

O silêncio do lugar

Sombra de sacristia

Sino de som perdido

Já houve vida, alegria

E tudo tinha sentido

Havia a navegação

Porto é só memória

Fruta de exportação

Era receita acessória

País que faz de conta

Nada sabe deste rio

Carro em hora de ponta

Numa pressa de vazio

Vereador, presidente

Cultura, pasta na mão

Passa aqui indiferente

Só em ano de eleição
Podem até ser doutores

Com tese e dissertação

Nada sabem os horrores

Da chuva em dissolução

Se não fosse o arvoredo

A proteger o que resta

Entre vergonha e medo

Já não havia uma festa

Porque basta uma oração

No silêncio quase total

Para renascer a devoção

Na Capela do Formigal

30 thoughts on “Balada da Capela do Formigal”

  1. É fácil – o Formigal fica entre o Casal da Areia, a Torre e os Infantes. Logo dentro da freguesia de Salir de Matos, concelho de Caldas da Rainha.

  2. Continua a má-educação deste «cavalheiro». Já o tenho lido noutras respostas do mesmo quilate. Será que não tem outro vocabulário para responder aos comentários que lhe são feitos? É grosseiro e prepotente. Será isto linguagem de poeta?!

  3. Disseram-me um dia RITA, POE-TE EM GUARDA! Querias o quê, um manual de boas maneiras para responder a provocadores? Não há pachorra até porque isto não é a pré-primária, andam aqui uns matulões e mesmo de bibe não deixam de ser matulões.

  4. Sim, não lhe ficava mal ler um manual de boas maneiras, talvez aprendesse alguma coisa a seu favor. Ainda nesta resposta que me dá se nota a falta de postura, de classe, que deveria ter, pricipalmente por se assumir como poeta ou pessoa ligada à Cultura. «Provocadores»? Não os tomo como tal. A palavra é demasiado insultuosa. «Matulões» é outro vocábulo que não costuma andar na boca das pessoas cultas. Mas a «pré-primária» não deixa de me fazer pensar que o senhor não devia ter passado por lá. O resto será uma ameaça? Dado o estilo arruaceiro, não me admirava.

  5. Sim provocadores, sim. Então um individuo esconde-se num pseudónimo feminino (mena) e tu querias que eu o tomasse a sério? Era o que faltava… «Pé quebrado»??? Quebrada tem ele a cabeça e repara na palavra deliciosa «parvalhoto» que me recorda sempre a minha filha Marta (1985) então pequenina a insultar a irmã Ana (1978) que cuidou dela como uma mãe pequenina…

  6. José do Carmo Francisco
    quando publicas poesia
    tem comentários só visto
    gente de pouca saboderia

    Com poemas de pé-quebrado
    escreveu a menina Mena
    tem o casco atrofiado
    e arranja-lo não vale a pena

    nós por cá

  7. noz: e ela ralada, pá! Nem pia. A merda que escreveste é pior que a merda de pé quebrado do outro. E como és gente de muita SABEDORIA vê se começas por saber escrever correctamente, ó parvalhoto. Agora não te queixes, que o Zé chama «deliciosa» a esta palavra! O «parvalhoto» farta-se de criticar quem assina com pseudónimo. Queres BI, ó pá? Olha, põe na merda dos teus posts, à cabeça: «Aqui não se aceitam pseudónimos»! Parvalhoto duma merda, que nem sabe que está na Internet. Põe os olhos no Valupi, e vê se ele se importa com os anónimos. Só tu, meu parvalhão!

  8. E parvalhona rimará com quê, ó sinhã? És capaz de adivinhar? Tu não tens penas, filha: tens é peneiras!

  9. filha: oh lord.:-D

    obrigada: ter peneira é coisa boa, não é?:-)

    (até me deu gana de comer um prego de frango em prato e depois meter as batatas dentro do pão).:-D

  10. Este veio passar o fim de semana a casa e esqueceu-se de voltar. Não há volta a dar, tem lá o pavilhão à espera – serviço 2, sala 6, cama 4…

  11. Olha lá, ó parvalhoto: essa do pavilhão é para me avisares da vaga que deixaste no «serviço 2, sala 6, cama 4»? Andas muito bem informado, pá! Pudera, tiveste alta hoje, certo?
    sinhã: se não tens mais argumentos, cala a boca, ó chalaçeira de penas!

  12. Cala a boca «Mena» falsificada, mete o morango para dentro!!! O porteiro do Miguel Bombarda está à espera. Volta depressa…

  13. Psudónimo?! Ó andorinha sem asas, e falas tu da pontuação?! Pontuação que está, aliás, correcta. Deves estar é infectada com o Haemoproteus progne. Já agora: tens feito limpeza ao ninho?

  14. Lambidinha? E costumas servir-te do bico? Calculo que também tenhas dentes!
    Nunca ouviste dizer que «para burro, burro e meio»? Mantenho a pontuação. A asna és tu, andorinha depenada.

    Alguém falou em morangos? Não é de admirar. Há uma razão para os lavar muito bem antes de serem comidos: são criados na merda. Tal qual os poemas do parvalhão que fez o comentário.

  15. biquinho e rolinho de fiambre.:-D

    ora vê lá bem se assim é que está bem:

    sinhã: se não tens mais argumentos, ó chalaçeira de penas!, cala a boca.

    (se quiseres saber porquê, manda o nib).:-D

  16. Prefiro a minha versão: «…cala a boca, ó chalaçeira de penas!» Muito mais simples. E, olha, repito o que disse.
    Gostei do bate-papo (ou não esteja eu a perder o meu tempo com uma andorinha). Por hoje «bô-nôte», que deve ser esta a língua em que falas, não?

  17. Parvalhão és tu que não percebes que «meter o morango para dentro» é mandar, em gírria alfacinha, calar a boca a alguém mesmo que esse alguém seja um trambolho como tu…

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