4 thoughts on “Ganda Portugal — Série clichés”

  1. Os maiores… no fundo do mar, precise-se. E os mais profundos também.

    Que tal a ideia que agora tive de se mandar forrar o fundo do mar de bandeiras portuguesas? Ficava muito catita. E é bom ir marcando o que é nosso! Que tal ir vendendo talhões ao metro quadrado?

    Um grande portuga do séc. XVI chamado Tomé Pinheiro da Veiga, súbdito da coroa espanhola por feliz acaso da história, captou muito bem este nosso exacerbado sentido de propriedade quando andou por Espanha a cirandar e observar no ano de 1605. Ao regressar ao Portugalete (sic), reparou logo na « terra partida aos palmos com suas paredinhas, como quem diz “Isto é meu, não é teu, não me furtes as minhas uvas”. Tudo tão diferente da largueza dos ânimos de Castela! » Fim de citação. Reflicta-se.

    Agora andamos a erguer muretes no fundo do mar!

  2. tens aqui panfofu,

    A chave do espírito guerreiro – e o primeiro princípio da visão de Shambhala – é não termos medo de ser quem somos. Em última instância, essa é a definição de coragem: não ter medo de si mesmo.

    (…)

    Damos início à prática da meditação sentando-nos no chão com as pernas cruzadas.

    (…)

    Assim na prática da meditação, sentando-nos com uma boa postura icamos atentos è respiração. Ao respirar estamos inteiramente ali,, verdadeiramente ali. Com a expiração nós saímos de nós mesmos, nosso fôlego e dissolve e logo em seguida a inspiração naturalmente acontece.

    (…)

    Shambhala, Chögyam Trungpa, Cultrix, São Paulo, 1984

    PS: esclarecido que não há ternos de primos da forma (p,p+2,p+4), sendo que os primos (p,p+2) são gémeos, acho que regresso à minha condição de mouro na costa, invocando a costela do sul, será?

  3. but,

    Euclid’s Second Theorem

    Other interesting questions concerning the prime numbers are: “ What is the largest prime number?” and “How many prime numbers are there?” Euclid’s Second Theorem in Book VII of Elements answers both of these questions. In particular, Euclid shows that there are an infinite number of primes using a simple yet elegant mathematical proof. Thus, since there are infinitely many prime numbers, there is no largest prime number.

    R. Rossi

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