8 thoughts on “Fotograpyas”

  1. Surpreendeste-me com esta! Já agora uma pequena história. O Museu de História Natural de Maputo onde a foto foi tirada é um exemplar magnifíco de arte taxidérmica. Ora acontece que isso me faz um bocado de impressão, mas resolvi contextualizar na época e curtir. Os nossos bros mos tratam aquilo com muito carinho, e de facto a quantidade de trabalho investido e a arte são fabulosos.

    Agora muito engraçado é que tem numerosas cenas de predação, engalanadas na sua máxima potência, mas f*dinhas nada! Não se representavam as indecências dos bichos!

    Vá lá que agora vê-se tudo na National Geographic.

  2. Pessoal ando aqui com uma enxaqueca, e aí vai: eu votei no Bloco nas legislativas portanto não faço parte da maioria PS. ora acontece que esta coisa da licenciatura do PM já vai no DIAP ou lá que é, e já começo a ficar envergonhado. Então vai presidir à Europa com uma investigação sobre as habilitações?

    Eleições antecipadas não quero, senão nunca vou perceber nada das contas públicas, lá dispara tudo outra vez – não esquecer que o Júdice e Associados mamavam 1 a 2 milhões de contos por mês, por fazer auditoria jurídica às grandes privatizações no tempo do PSD/CDS-PP, são uns gulosos do catano.

    Então o PS que arranje outra solução, a maioria é do PS não é do Sócrates.

  3. A maioria é do PS mas é o Sócrates que a lidera.
    O teu segundo comentário está em sintonia com a fotograpya, não deve ser por acaso – a política é uma selva artificial.
    A fotograpya: Frescos e vegetação desproporcionadas; spots que resultam em luz, artificial, a contrapor com a natural, em primeiro plano; colunas que marcam campos de acção, teatral; escala plácida oferecida pelo transeunte, a confirmar a dimensão animalesca da natureza aqui figurada.
    Magnífico, Py!

  4. Ainda a propósito de selva: quando não sabemos estar na real, inventamos uma artificial. Os hábitos, esses, mantêm-se!

  5. Obrigado Sininho, eu não tenho preocupações técnicas quando tiro fotos, procuro um enquadramento e zás.

    Quanto ao Sócrates, eu não gosto nada de baixaria, andar a mexer na vida das pessoas, mas um primeiro-ministro é uma figura de topo, e aquilo da licenciatura está cheio de incongruências. Acho que existe uma mácula indelével. A maioria é do PS e o PS deve resolver o assunto se isto tem repercussões internacionais como já está a ter, fofoca, risada. O não-engenheiro.

  6. puf, que seca! gosto muito mais de filosofia do que de política. Mas enfim, espero depois do meu esforço ser recompensado com um empate técnico, no mínimo. Quero a dama celta e não as sobrancelhas húngaras do padrinho mafioso, para variar.

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