«Bad Boy»

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Um mimo, a crónica de PAULO MOURA hoje no «Píblico». Um mimo, como quase sempre. Para vos faire la bouche:

«A bicicleta é independente. Vive da nossa força muscular, que multiplica com eficácia cada vez maior. O objectivo da ciência ciclística é tornar o veículo mais leve, mais aerodinâmico, mais funcional. Os quadros, forquetas e guiadores começaram a ser construídos em alumínio, depois em fibra de carbono. Carretos, cremalheiras, correntes passaram a ser feitos em ligas metálicas resistentes e virtualmente isentas de peso. Sem recurso a nenhuma fonte externa de energia, à custa, apenas, do seu próprio desenho, a bicicleta é, hoje, um veículo extraordinário. Aproxima-se da perfeição, ou seja, de um limite utópico em que não seria preciso, sequer, pedalar.»

6 thoughts on “«Bad Boy»”

  1. Fernando

    Se assim é, acho que me vou render.
    Se já não é preciso pedalar…

    Bem, pelo sim pelo não, vou ler o resto da crónica. É que tu às vezes és pouco de fiar!

  2. JC,

    O Paulo Moura punha a dispensa de pedalar como «limite utópico». Tu montas o selim e confias que o sonho te leve.

    Tá bem. Mas olha-me as curvas.

  3. Não falta por aí quem pareça pensar que este país é como a bicileta utópica a que se refere o Paulo Moura. O pior é que só por uma ladeira abaixo se dispensam os pedais. E isso normalmente não leva a nenhum sítio que valha pena.

  4. fv

    Logo vi que tu não eras de fiar!
    Não é preciso pedalar, mas tem que se tornar à infância.
    Ná! Que o peito da mãezinha já não é o que então era!

    E sim, fico-me pelo sonho, seja o que Deus quiser.

  5. De resto, fv, curvas, joelheiras, cotovelos, onde isso não vai já!

    Mas de que serve morrer um tipo cheio de saúde, não me dirás?!

  6. JC,

    Estranha coisa, olhar uma bicicleta e lembrares-te da morte. Mas está bem. De tudo, a morte ainda é sempre o mais certo.

    Mas esqueceu-te o capacete.

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