Violência escolar – eis o CDS

É contra. Não gosta. Até fala de bullying. Refere-se a todos os bullyings. Pronto, esquece o bullying homofóbico, é duro de mais para o CDS escrever “homofóbico” numa exposição de motivos. Apesar da campanha da CIG contra o bullying homofóbico. Paciência.

Mas é contra a violência no meio escolar.

Nós também.

Equipas multidisciplinares? Não.

Ouvir o que as escolas dizem sobre a necessidade de psicólogos? Não.

Reintroduzir a disciplina de educação cívica? Não.

O CDS continua na sua via securitária. Os comportamentos em causa já são puníveis, em regra até 3 anos. O que fazer para impedir a violência?

Prevenir? Não.

Melhorar as condições das escolas? Não.

A resposta é simples: aumentar penas. Para quanto? Não sabem, o Governo que faça um estudo e que as aumente, apesar de estarem a recomendar ao Governo fazer o que é competência constitucional da AR.

Da incompetência e da demagogia desta direita punitiva e securitária.

 

5 thoughts on “Violência escolar – eis o CDS”

  1. Dra.Isabel Moreira,o que mais se podia esperar dos vociferadores reunidos no albergue dos Paspalhos Perdidos,ainda por cima,com um porta-voz para o efeito,de nome telmo correia? Por amor da santa…Quando essa gente,for capaz de construir uma ideia decente,as pessoas passarão a nascer com os olhos nos joelhos!Essa associação,só dá defuntos de má qualidade, que não justifica que gastemos um pingo de cera com eles.

  2. se os sistemas de punição funcionassem não havia tanto maluco a ir lá parar vezes sem conta. de facto, a prevenção é o caminho. e para todos os males do mundo – principalmente nos tenrinhos.

  3. Bullying homofóbico é bullying, não é?
    Então para quê acrescentar o “homofóbico”?
    Se há dúzias de espécies e subespécies de bullying e se a mais ninguém ocorre especificar, para quê esta treta do “bullying homofóbico”?
    É um bullying à parte?
    Privilégios para os homos?

  4. A “direita punitiva e securitária” tem os seus seguidores e é muito rápida a denunciar a pequenada à “Escola Segura”, ou seja, à polícia. Depois, é só ver o miúdo a passar horas na esquadra , fazer foto e impressões digitais para a ficha e, caso a coisa corra bem, visitar o juíz no tribunal criminal no dia seguinte.
    Mais, se na escola saltar a tampa a um E.E., também leva processo em cima, por injúrias, que é para aprender a ser civilizado.
    Ah, pois! Ninguém brinca com a escola dos senhores doutores securitários.

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