Tudo na mesma

Depois de uma semana desligada do mundo graças a uma infecção pulmonar, a primeira coisa que me é atirada à cara, após um passeio de 3 minutos pela bloga, é o espírito que anima os guerrilheiros faz-de-conta da direita portuguesa; qual revoluções, qual quê? Qual gente a morrer por um país melhor? Nada.

Como em todos os assuntos, também neste, a comoção dos pequenotes está em tentar aproveitar a evidência do horror destes ditadores-a-toda-a-hora-na-TV para meter lá Sócrates a dar-lhes o braço, numa confusão intencional, fingindo que não sabem o que é a diplomacia, até porque os seus líderes, que deram as mãos, como todos, no exercício da diplomacia económica, a estes gajos de que se fala na televisão já ensinaram bem a tabuada aos aldrabões de serviço.

Diz que é o futuro da direita.

6 thoughts on “Tudo na mesma”

  1. A isso chama-se desonestidade intelectual, pulhice e outros qualificativos que me eximo de usar. Discutir com seriedade as opções da política externa portuguesa, especialmente em relação ao Magrebe, como por exemplo hoje se faz em França, dá muito trabalho e exporia muitos esqueletos. É a vida…

  2. As melhoras, Isabelinha. Estavamos com saudades.
    E queria fazer-te uma pergunta, para retomares em cheio o fio à meada. Acaso tens algum palpite acerca do motivo que levou os senhores PGR e Presidente do STJ a dar aquela entrevista e a emitir tão violento comunicado contra os seus pares? Acaso estiveram simplesmente à espera que acabasse o “ciclo eleitoral”? Ando cá intrigado comó caraças.

  3. Ah é isso que eles agora chamam às gripes, “infecção pulmonar”? Pois con(VAL)lesça ràpidamente e volte renovada, forte e depressa porque as mulheres oprimidas, violentadas e incompreendidas precisam muito de si. E isto é do coração.

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