15 thoughts on “Que todos os cidadãos escrutinem a afronta da direita à vida das mulheres.”

  1. INCRÍVEL! A afronta à VIDA DO SER HUMANO! E vem-me esta falar da vida das MULHERES? MATe-se a vida uterina e, já agora, os outros que paguem o serviço médico para o efeito.

    Tudo num texto com a cara da autora em grande plano. Per favore.
    AFRONTA EXISTE É À VIDA GERADA. Portanto de que MULHERES falamos?

    ( Portugal em vias de extinção…ai se a tua mommy pensasse como tu, não estavas cá nem te ouvíamos a fazer figuras na tlebisãoe, pá).

  2. Cegueta=und
    Paixntouverminixnenderinixrouver
    sender qunderinixsenderrenders dinixs qufuxender enderufux dinixgouver senderhaix. Souver tenders qufuxender dinixzenderr louvercaixl paixraix denderpouversinixtaixr senderhaix.

  3. Quais mulheres ? A puta da tua mãe ó aborto cego . Se a vaca pudesse ter abortado eras um anormal a menos e este blogue um espaço mais higiénico.

  4. Há uns anos, numa reputada escola de formação profissional, uma professora/formadora não me recordo de que disciplina, uma daquelas constante nos currículos de compensação da aridez curricular, inseriu num teste a seguinte questão que se tornara então circunstancial:
    ”Concordas com a suspensão voluntária da gravidez? Porquê?”
    Uma grande percentagem dos alunos/formanos, mais de 50%, devem ter copiado a resposta uns dos outros. Nunca se apurou se estavam a reproduzir, com algumas alterações, mais ou menos, a abordagem que a professora fizera da matéria. Responderam assim, sumariamente:
    ”Não. Porque os abortos também têm direito à vida.”
    Raio de língua que deus havia de ter dado aos portugueses! Em Portugal, com uma merda de língua destas, tudo é possível!
    Põe-te a pau, cegueta… Andam por aí uns movimentos mais ou menos nazis que prometem limpar da sociedade todos os ”abortos”. Os ceguetas, os coxos, os marrecas, os zarolhos…

  5. IGNARO, andas sempre com o rabo de fora e com o mesmo linguajar ordinário. Quando chegares a Lisboa, reproduz isso tudo que acabaste de escrever…veremos a questão do cálcio. Já agora, o virtual é regulado e olha que os IP´s são apenas um elemento menor para identificação. Não encontras, porém, isto nos códigos, pelo menos explicitamente – portanto não te esfalfes à procura do …regulativo.

    Continuo à espera que «escarrapaches » aqui o meu nome. Aguardo (serenamente), seu pequenotezito muy frustrado.

  6. Beijinhos, artolas.
    Vai olhando pela janela.

  7. “Um Europeu não gostar da Grécia inteira é como um esquerdista não gostar da Isabel Moreira”

  8. “Sei de fonte segura que o Papa, o João Soares e o Ricardo Salgado estão com o PS. Temos o Pai, o Filho e o Espirito Santo.”

  9. eu tamém temo pelo futuro do tony bosta mista de gaia. se a marilú não aprovar aumentos aos magistrôncios lá se vai a isenção e começam a investigar a maltósia da coligação. para aviso à navegação, já temos o maridú arguido e depois logo se vê.

  10. Não percamos mais tempo: O QUE É QUE PODEMOS FAZER PARA PARAR – PARAR! – ESTA FILHA-DA-PUTICE DESTA MÁFIA POLITICO/PARTIDÁRIA QUE SÓ CONTINUA A DESPREZAR AS MULHERES???

  11. Ó MMENDES, oube, pá, bamos obrigar as mulheres a casar e/ou amançebarem-se pá, com os comunas xuxas, tás a bere? Elas ficam em casa a coser meias, engravidam, e depois quando os proletários do maridos estiberem sem emprego, pagamos-lhes os subsídios, os pensos higiénicos, os abortos e essa pessegada toda. Cáchas? O pobo unido será sempre …ai num digo palabrões.

  12. Uma história para o cegueta.

    No fim de um dia de Março de 1970, ainda frio, eu e um amigo meu e colega no curso de direito da FDUL, tendo concluído uma das cadeiras mais indigestas do curso e recebido o salário de quinze dias de trabalho, decidimos tirar a barriga de misérias e desenjoar dos jantares repetitivos na cantina universitária.
    Éramos então já cientes fidelizados da MANPOWER, na altura a única empresa de ‘’gestão de recursos humanos’’ que operava em Lisboa, que tinha sempre à nossa disposição uns ‘’ganchos’’ como assistentes de soldador, por norma em apoio às equipes de manutenção da SodaPóvoa, na Póvoa de Santa Iria. O trabalho era agradável, sereno, delicado e confinava-se a, quando soava um alarme, trepar pelas condutas com as máquinas de soldar às costas, por vezes umas largas dezenas de metros, e, detectada a ruptura, atacá-la seguindo as intruções gritadas, do chão, pelo mestre.
    Trabalhávamos das dez da noite às oito da manhã e, nesse tempo, ainda se pagavam as horas do horário noturno com umas alcavalas. Ficava-se rico. Pagavam à semana e tínhamos recebido duas semanadas.
    Mas esta nota pouco ou nada tem que ver com isto.
    Nesse dia fomos então os dois comer um bife à Portugália.
    Entrámos, escolhemos uma mesa junto do balcão e sentámos. Nesse tempo, a Portugália ainda tinha um balcão, longo, com lugares individuais, onde os ‘’utentes’’ mais apressados se sentavam para beber uma caneca de cerveja. Havia todavia clientes, sempre solitários, que estacionavam tardes e noites a fio num banco ao balcão e sempre que um novo cliente se abeirava e tentava sentar-se o empregado atalhava: ‘’Perdão, mas esse lugar está ocupado. Tenha a bondade de sentar-se aqui.’’ E apontava um lugar ao lado.
    O mais resistente dos ‘’habitués’’ da caneca na Portugália era então o Nuno Salvação Barreto. Assentava-se num banco ao balcão por volta das cinco da tarde e já só descolava pela meia noite a cambalear até à porta. A partir das sete da tarde, começava a rezar o rosário, falava para toda a gente, impropérios e insultos interrompidos por soluços e umas exclamações. ‘’Viva Salazar!’’
    Pois naquele fim de dia estava particularmente implicativo. Desde que eu e o meu amigo nos sentámos, mesmo por detrás dele, virou-se e passou a pregar para nós. Foi já quase perto das dez horas que entrou pela porta um sujeito pequenino, baixo e magro, vestindo um fato escuro, meticuloso nos gestos e no andar, com aspecto de ‘’xinês’’. Dirigiu-se ao balcão e sentou-se no banco ao lado de Nuno Salvação Barreto.
    Talvez em toda a sala só eu e o meu amigo soubéssemos quem era. Era coreano, estava havia cerca de um mês em Lisboa e viera a convite do japonês Kiyoshi Kobayashi.
    O Nuno Salvação Barreto fez rodar o seu banco, acompanhando os movimentos do intruso até que ele se sentou. Então disse com duas ou três vénias: ‘’Boa noite, cavalheiro’’. O coreano respondeu: ‘’Boa noite, xenol.’’
    Quando o empregado se aproximou, com um ar um pouco aterrorizado pois parecia adivinhar ‘’bernarda’’, o coreano disse, com mais uma vénia: ‘’Quelia um copo de leite’’.
    O Nuno Salvação Barreto deitou as mãos à cabeça. ‘’Leite??!!!’’. ‘’O cavaleilo vai bebel uma caneca de celveja!’’
    Aquilo demorou pouco tempo. O empregado, assustadiço, trouxe um copo de leite, contando com que o forcado já tivesse esquecido o coreano. Mas o forcado agarrou no copo de leite, afastou-o e gritou, já alterado: ‘’Uma caneca de celveja!!!’’
    O empregado voltou com a caneca de cerveja e Nuno Salvação Barreto esboçou um gesto que fazia crer que ia despejar a caneca pelo garganil do pequenote.
    A partir desse momento não se conseguiu ver mais nada. O forcado foi catapultado do banco, deu uma pirueta pelo ar e foi bater com os costados no chão, mesmo ao lado da nossa mesa. Como não teve tempo de se livrar da caneca, foi um estardalhaço.
    O coreano levantou-se, sacudiu o fato, compôs a gravata, fez de novo uma vénia e preparava-se para sair quando o Salvação Barreto se conseguiu por de joelhos e se preparava para se erguer, como um boi na arena após a faena. Sem ninguém ter de novo visto nada, arrancou de novo uma pirueta pelo ar e foi cair entre dois bancos.
    O coreano fez mais duas ou três vénias e saíu.
    Nós pagámos a conta e saímos atrás dele. O meu amigo passou pelo forcado, que os empregados tentavam erguer de novo para o seu banco e ainda disse: ‘’Por respeito pelos bois, tenha compostura, homem!’’ Ele não deve ter ouvido.
    A história do coreano teve depois desenvolvimentos inesperados, mas ficam para outra oportunidade. O forcado foi morrendo no seu banco na Portugália.

  13. OLHÓ MANÉ PÉDÈ PASTO PRUNES diz-se estudante do curso de direito, LOL. ó pá, mas os teus PAREXERES são um bocado estranhos, pá. Tens a certeza que fixaste bem o nome da tua alegada faculdade, hum? queres ver que desististe, porque não aguentaste a pedalada? Ó pá, tens dado muitas calinadas por aqui e és bué da frustrado, fogo, até onde vais para chamar a atenção, LOL.

    Atãoe, ó pequenote, aposto que decidiste vir a Lisboa via Espanha, hum? Ainda não chegaste, ó IGNÕNCIO.
    Btw, não li a tua bosta, fogo, fogo, e manda beijinhos aos teus pimps, ou aos da tua laia de BURACA, aqui não tens sorte nenhuma. Fanfarrão.

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