Pântano

 

É esta a palavra que qualifica o estado da arte: um pântano.

O pântano começa por ser-se governado por quem não tem uma única ideia acerca do país para o qual a sua ação, numa situação normal, devia dirigir-se.

Qualquer um que se dê ao trabalho de falar com os seus vizinhos verifica que não há perceção por parte das pessoas de que existe um discurso governativo (que corresponde a uma política) que lhes seja dirigido.

O pântano começa e alarga-se, nas medidas desconexas, na forma e na dissimulação.

Ninguém sabe qual possa ser a remota semelhança entre o Passos Coelho que assumia o memorando como seu, querendo ir, como foi, além dele, e o Passos Coelho que incumpriu todas as suas promessas eleitorais e que vai adornando o seu passo com mensagens descontinuadas e incompatíveis.

Ninguém percebe que se fale num novo resgate, num programa cautelar e em programa algum na mesma sala, isto é, através de várias faces do Governo, consoante a circunstância que os estrategas de comunicação lá assinalem.

Ninguém percebe – porque propositadamente é-se pântano e quer-se incutir o pântano – o que seja então o programa cautelar. Em que é que consiste? Do que se trata? A não-informação é a arma dos vazios e estamos à mercê de gente vazia que encontra de vez em vez uma “reforma do estado” para discutir em passa-culpas.

Ninguém percebe como é possível o PM apresentar-se com um discurso vitorioso à conta de uns sinalitos que, por acaso, se referem à procura interna, a tal que foi esmagada, também, pela supressão de salários e de pensões, repostos pelo inimigo: o Tribunal Constitucional (TC).

Ninguém percebe que acabada a intervenção da troica – o que se resume a uma data – se dê a data por vitória e se ignore a destruição de um país como derrota.

Ninguém percebe que se insista em culpar o TC, que não inconstitucionalizou 80% da austeridade, que se insista na demissão da defesa desse órgão de soberania, do povo, perante desplantes que veem de conselheiros de estado, de Barroso, do FMI, de Braga de Macedo, este em campanha internacional de calúnia acerca do nosso sistema democrático.

Ninguém percebe o que significa um programa retroativamente visto como “mal calibrado” à conta de uma mentira descarada, essa de o PM não saber, então, qual era o défice previsto para 2010, sim, mentira descarada, basta consultar os dados oficiais de então.

Ninguém percebe que Passos e Portas não tenham uma única palavra sobre o desemprego, a emigração, a fome, a miséria, o endividamento privado, as hipotecas diárias, a Europa.

Ninguém percebe que a dupla laranja e azul façam por não perceber, ofendam com a sua alegada vitória, ignorem com omissões discursivas para agrado dos mercados, que fiquem espantados com declarações de topo do FMI, sim, “espantados”, que anunciem cada machadada na vida dos mais fracos com um sorriso promissor, que virem as costas a um modelo de país subdesenvolvido, esse onde os milionários e multimilionários melhoram de vida e os restantes caem no chão.

Ninguém percebe que se chame “reforma do estado” à chocante proposta de revisão do IRC: eis o plano em que se joga o passa-culpas do “não dialogas”.

Ninguém percebe se Portas está governar ou a gerir os danos do CDS nas próximas eleições.

Ninguém percebe a indiferença de Passos relativamente ao descolar da base de apoio do seu Partido.

Toda a gente percebe que mais uma avaliação acabe com nota positivista. Acabaram todas, apesar de nenhuma meta atingida, porque o critério para o aluno é a promessa de cortes. Isto é: a promessa da nossa rutura enquanto sociedade à conta do não abandono do pano da experiência laboratorial em curso.

Toda a gente percebe que nestes anos de direita não houve um único momento cheio daquilo que mata um pântano: chama-se autenticidade.

 

 

41 thoughts on “Pântano”

  1. Isabel
    Tá tudo danado. O País não aguenta mais. Nem troikas mais des-troicas. Atenção: o que eles querem é uma aguda revisão constitucional. Grave é o que recai sobre o salário, O Bloco de Esquerda está aí para o confirmar.
    Troikas: senhores nos seus senhorios. E o povo é que é esmagado. Não sobram sequer migalhas : os mais jovens têm q emigrar com 1a bolsa de gente mais que qualificada. Irlanda não está longe de mais – já para não falar no Golfo ou até nos Urais.
    Nomes: nomes. Tudo se fica pelos nomes. Passos Coelho é um prestidigitador : programa/ dossier não fecha coisa nenhuma. É só a deslocação de uma data no calendário.
    Isabel; tá tudo danado. Na hora da verdade: António José assina de cruz. E F Assis pensa que tráz o mundo alavancado. Mas não: o Estado de Direito Sim e só Esse é capaz do accto redentor. Não m engano minha Cara: com dois cc.

  2. Isabel
    O real é transparente a Si mesmo. Não julgues que há falta de autenticidade: há talvez ignorância. A maldade essa sim faz-se atrás do pano, mas quanto ao resto Jamais. Tudo na frente de todos: de caras. Ou então como dizz P Portas: com dignidade. Como dizz C Silva: com algum sacrifício mas sem masoquismo.
    Não te iludas: P Coelho fez o que queria fazer; P Portas também e M L Albuquerque segue os mesmos princípios de sempre, não precisa de se desviar uma linha. Na política está – a relação social: e os laranjinhas há dois anos conseguiram o lugar de dominantes por troco (não troca, atenta) com os de centro-rosas.
    Tens que recuar: o internacionalismo operário cedeu a orquestra ao internacionalismo da finança. Em Portugal o dinheiro da Europa para pagar o estado social e as autarquias clientelares abriu falência no modelo PPPs de José Sócrates. Hoje, Passos Coelho quer restaurar o anterior sistema: os velhos benefícios prometidos num além-mar e nunca retirados. É a ideologia perversa de um retornado, mas rendido à moda internacionalista da desta época: o neoliberalismo.
    O que conta para esta gente Isabel é só uma coisa: dinheiro. E não os valores. Compreendes

  3. Isabel pois afinal
    O que segura o REAL ? Serão os juízes do Constitucional? Será qual Órgão de Estado? Os mercados não, não não tu sabes: Esses são só uma categoria social. São a categoria social dominante. Não económica – essa é óbvia e de apreensão local, direta – exchange, troca por troca. Vai um bica Doutora?
    É o mercado o vocábulo que joga – que subjuga a totalidade social. Não há ponta sem nó. A procura ainda não está findada: mais direitos e empowerment dos excluídos – terceiros: terceiros excluídos. Quem são quem são: pois q estão, pois que estão, alienados alienados – as formigas do trabalho.

  4. Semiótica Minha Cara – litera ainda redunda na dupla etimologia de letras de cama . e por isso que eu prefiro o Virgílio de Lemos

  5. “Em Portugal o dinheiro da Europa para pagar o estado social e as autarquias clientelares abriu falência no modelo PPPs de José Sócrates. ”

    1- O modelo não é do Sócrates nem sequer do Cavaco, que introduziu o modelo em Portugal – 19994, Lusoponte, a PPP mais prejudicial (€€€] ao país.

    2- A questão não está nas PPP, que abundam por esses estados fora, está em como o negócio é feito.Em proveito de próprios e não do geral…

    3- Prova lá que o Estado Social foi assassinado pelo governo de Sócrates por causa da “sua invenção” das PPP.

  6. Eu não disse que J Sócrates inaugurou as PPPs , disse que abriram falência no magistério do próprio. Ou então que foi sob a sua batuta que o país encontrou o respetivo paroxismo. Isto é: no modelo que o prestigiado socialista da Beira instalou na capital, que era governar em tandem com a banca financeira e financiadora + a grande construção civil e obras públicas, pois era a única maneira de o dinheiro continuar a jorrar no espaço da suserania nacional.
    Quanto ao mais o estado Social não faliu: a troika é q o pôs em stand-by. Ao contário das autoestradas que estão às moscas : faltam camas nos hospitais: literas. Não lojas de informática. Não insista nessa conversa.

  7. Já começou a campanha eleitoral para as legislativas
    antecipadas! Parece que todo o mundo anda distraído,
    qual a finalidade da entrevista do Passos à Judite e ao
    Baldaia? Colocar de novo o CD das culpas do anterior
    Governo, anunciar mais mentiras à pala dos indícios
    de sinais que tudo está a melhorar … até já saimos da
    recessão! Já se criaram mais de 40 mil empregos mas,
    não se fala nos 400 mil destruídos!
    Mandam-se os estarolas braga e pires de tremoços para
    as Américas o primeiro a dizer bacoradas e o segundo
    a vender mentiras sobre vantagens para os investidores!
    Veja-se a conferência de imprensa sobre a 10ª avaliação
    da troika, todos os objectivos atingidos, passamos com
    distinção isto, a dois dias do TC se pronunciar sobre a
    Lei da convergência das pensões … até parece que os
    possíveis danos estão todos cobertos por um qualquer
    seguro escondido na manga!
    Dizem que está na forja a criação de uma nova AD, o
    ensaio foi agendado para as europeias, se resultar é mais
    do que certo que em Julho teremos as legislativas antecipadas!!!

  8. Isto é como diz a outra: a política é para se ir fazendo. Jsé Sócrates volta a dar-lhe o toque quando o mundo tiver mudado. “O mundo mudou, o mundo mudou”. Agora vamos daqui até ao PÉQE Oitavo. Maria de lurdes rodrigues também nunca maltratou os professores e as escola tipo europarque ou parqueescolar foram a medida exacta do critério climatizado. Capisce, a política só se vai fazendo: é como diz Passos Coelho: em abril/março logo se vê. Pode ser até que depois daquele tipo de linguagem que J Sócrates “cagou” para Clara Ferreira Alves, Schäuble reconduzido o chame para ser baptizado.

  9. “Ninguém percebe”, como é que após mais de dois anos de desgovernação, caótica, corrupta, incompetente, aldrabona, prepotente e o mais que se lhe quiser chamar, o líder do maior partido da oposição não decola nas sondagens. Será que as portuguesas e os portugueses, já interiorizaram que António José Seguro, é a outra face da mesma moeda? Que com ele a governar será mais do mesmo? O cafre Pedro Passos Coelho, é na realidade um deserto de ideias, mas António José Seguro, é outro tanto. O País está bloqueado. Os políticos têm de mudar, mas como são incapazes de o fazer, só nos resta a nós mudarmos, não de País, mas de políticos. Basta que nas próximas eleições (europeias), os partidos do arco do governo, sejam varridos eleitoralmente, e em consequência as suas direções, apresentarem a demissão ou serem demitidas. Com um só e simples voto , resolvem-se 3 problemas. Passos, Portas e Seguro, rua. Declaração de interesses. Fui militante do PS. Desfiliei-me com a chegada do Seguro, e como protesto contra a sua cobardia ao não defender o passado do PS, no que de bom e mau ele tem. Quem renega os seus não é de confiança….

  10. Madeira J,
    a democracia não pode ficar suspensa. Se Passos Coelho se acometer numa jogada tão arriscada tudo pode ficar em causa. Não é só a Sra.lagarde, é todo o establishment mais os agentes do consenso. Essa é a saída mais fácil: mas não será nada limpa. Uma grande derrota espera-os à saída, pois as europeias não são representativas. Há um caminho a fazer: o país está a recuperar e o Senhorio a vender mais cervejas para os mercados internacionais: acomeçar por Angola e águas mais meridionais. Não ponha em causa o que foi conseguido. As instituições não vão ser viradas do avesso porque o país à beira-mar plantado está teso que nem Jamais. O mais certo é q aconteça a meio do programa. Ou então se a recessão atacar em força logo na transição de dois mil e treze: nada é certo, dizem os prestidigitadores da oposição que o Banco Central não tem qualquer credibilidade de raíx .

  11. Ai não insisto? Pois a mim parece-me que sim, enquanto inistir nessa e enquanto não mandar aqui na caixa, seu José. Essa de a originalidade de Sócrates estar em apostar só na política do alcatrão e do betão também não pega. Estou a lembrar-me daquele senhor de que não quer dizer o nome. A reforma da educação (que resume tão bem ao contrário dos observadores interacionais, uns burros), a ciência, a inovação são pilares de sustentabilidade de uma sociedade que se queira com futuro. Assim como a reforma administrativa do estado- essa sim, começou a ser feita. E o desenvolvimento das energias renováveis, para diminuir dependências.Foi isso. E foi isso que foi abortado.

  12. “… o país está a recuperar e o Senhorio a vender mais cervejas para os mercados internacionais…”

    muda de dealer… que isso passa-te.

  13. Pronto.
    Sócrates não inaugurou o betão, mas enquanto o betão de cavaco ser um betão barato e o país ter moeda própria que podia desvalorizar e então garantir que enquanto se empregava gente na construção civil estes não carregavam a BTC – Balança de Transações Corrente – para baixo, é uma coisa. Carrear as poupanças dos alemães e dos holandeses para abrir faixas em tudo que é concelho rosa e comunista neste país de algarve a vila pouca de aguiar é outra. Nem vale a pena insistir: elimine as transferências do Orçamento de Estado para as PPPs e obtém um superávite primário irrevogável para todo o período de assistência e o prolongamento dos 75%. Para lá de que não passam no critério económico-financeiro: as TIR são de 15% para c. próprio a custo médio do capital alheio 7,5%. A Jamila pode-lhe dar mais pormenores técnicos nesta parte.

    O que é sustentável na educação são os laboratórios para os miúdos conduzirem experiências e capacidade de raciocínio abstrato para não se deixarem babar pelas fintas do Cristiano Ronaldo. Quanto a isso: tenho dificuldades em apurar, não vejo o Big.brother canal. Mas as médias das provas nacionais nunca foram tão más (é inegável, mas já toda a gente se esqueceu). J Socrats deve ter feito de tudo para manipular a capacidade amostral de José Pisa Internacional.. Não tenho provas por isso não vou confirmar, vou esperar que a troika antes ajuste o GAVE. E acabe com as ciências humanas e sociais no ensino universitário.

    Essa da reforma administrativa é para rir. Não vou comentar. Estão aí os belos exemplos: reforma administrativa para com os gestores dos estaleiros de Viana: privatiza-se ou subconcessiona-se. Ref. administrativa p com a Seg. Social: cortam-se contra os princípios as reformas de sobrevivência (proposta já do partido socialista – eu vou à AR — oiço os debates). Ref. administrativa para com a dívida pública: swaps e mais swaps e pagamentos suplementares. Não me faça rir -a sério. As intenções até podem ser boas. Ou só as pessoas: mas uma andorinha não faz a primavera, e o Sócrates entre cimeira gosta de distribuir cachaços para não dizer que às vezes ameaça.

    Quarto e último lugar: trocámos de dependências quer dizer. De petróleo nigeriano, para as rendas a A Mexiano + o Comité Central do Partido Chinês. O preço da eletricidade vai aumentar até 2023, o país tem 3x a capacidade e isto nada disto tem a ver com a competitividade. Para não falar que o reforço de potência dava 3 barragens de foz tua. Quer que lhe faça outra vez a conta? O custo da energia + os spreads do BCE + os custos de contexto advindos da crónica instabilidade fiscal e regulamentar são pra í uns 15% de salário. O problema é que aqui começa outra vez a contar: o custo da energia + a desvalorização da casa + o contexto sacrificial da revisão curricular de nuno crato dão para aí um abaixamento no nível civilizacional.

    Deve ser isto que a Isabel Moreira está a falar na postagem originall – como lhe digo – não insista . Tenho vantagem

  14. ignatz: não quererás antes dizer import-export? deve ser mais isso. o dealer é só para fazer o hedge do kuanza-câmbio

  15. Esse Zé é mesmo burro. Ou cavalgadura tanto faz.E ainda por cima é cego e um grande calhordas. Vai lamber sabão. As posta de pescada que cagas cheiram a merda que é o que te sai dos cornos, minha besta!
    E agora a sério. Isabel Moreira o texto está perfeito e é verdadeiro do princípio ao fim.
    Até a Manela Ferreira Leite que pertence ao grupo dos calhordas que nos enterraram diz o mesmo ou pior ainda.

  16. gostei muito deste lamaçal, Isabel.

    (é estranho isto de gostar muito de um belo texto sobre coisas terríveis. mas também é bom – diz-nos que não estamos sós na tristeza.)

  17. Às vezes tenho mesmo dúvidas, se este site -este vespeiro de socialistas se levam mesmo a sério. A Isabel Sim – agora quanto àos outros, acho que não sabem do que é feito o texto-dialógico da saudade.
    Portanto: o texto tá mesmo perfeito – A Autora só tem que se livrar é do mal – que é outra coisa para designar o Diabo. Aí depois já pode adoptar /e adaptar a Rosa Socialista com outro en-cara.
    Espero que a mensagem tinha sido feita passar. – Demus já éra, a Direita da centra cristã faz tudo com dignidade. Passos Coelho foi antes’dontem o nosso cangalheiro, amanhã os mercados vão libertar e acoitar António José no devido Poleiro. Quero depois ver o que vai fazer a ala liberal .

  18. patológico – patológico caso. esqueceu-se de acrescentar. Quem m diz que não é a autora disfarçada – ask me no question, i’ll tell you no lies

  19. agora chamam patos lógicos aos agarrados em correio da manha. essa citação dava desconto na feira do relógio.

  20. pois – não leio , é como os relatórios do governo Sócrates. também porque tenho relógio atómico, precisão é o ars da governação , não tanto a litera a braços com a Demus

  21. também já vi que não dá para ter uma discussão levada a termo e terminação . é tudo bláblá blá -espiar as culpas do anterior governo , o que me parece é aqui neste site que se ligam as massas rosas da incompetência , haja vórtice, posição de alma – o país tá broken Não dá para continuar a levar a vida que sonharam – há demasiada ociosidade no Estado

  22. Cara Doutora Isabel Moreira,o nosso drama colectivo,continua sendo o mesmo desde a fundação da Pátria;Os Videirinhos, Os Migueis De Vasconcelos,Os Santa Comba,Os Esteves,Os Pevides e toda a malfadada canalha que hoje(vista e revista)é corporizada no Aníbal,no Portas,no Passos e afins.
    O “Pântano”,A Choldra e O Lodo,são um só caminho que nos conduzem e nos falam de répteis,cuja caraterística maior é a Viscosidade…
    Que Porcaria!!!

  23. Sim: foi o que eu lhe disse: as formigas do trabalho. Só não vê quem não quer. Não m parece que a Isabel seja destituída de Direito.
    Tem Razão – para dar / coagir e ainda lhe sobrar. Viva a nossa nação.

  24. sr.josé,o povo do interior, a quem estão a tirar até as repartiçoes de finanças,têm o direito a lutar pela vida,pois tambem pagam impostos para as nossas autoestradas no litoral.foi para acabar com essa discriminaçao que gerava isolamento, que socrates,as mandou construir e todas (8) no interior.é bom termos um hospital perto de casa ou uma boa auto-estrada.para lá chegarmos rapidamente.essa gente para chegar ao s. joao ou santo antonio ainda hoje com as ditas ppp demora horas,para salvar as suas vidas.quanto ao poucos carrros que por lá circulam,é o discurso dos velhos de restelo.o marquês de pombal tambem foi crucificado quando construiu a avenida da liberdade e outras em lisboa.esta politica de portagens nas scuts, destruiu na economia principalmente o pequeno comercio e restauraçao.para fugir as scuts temos voltar a andar pela A13 porto /viana que está em toda a sua extensão,(70km) ligada por casas,armazens,restaurantes, campos, entradas e saidas onde ate tratores circulam .a velocidade maxima é de 50 km.a falta de dinheiro a isto obriga. sr.josé pelo exposto espero que deixe de criticar muita coisa que vê mas não enxerga os porquês!

  25. “Com pouco se contenta o que não sabe
    e a uma razão se rendem logo os sábios.
    Mas nem dos Deuses toda a ciência basta
    para um pedante envergonhar os lábios.”
    (Cinquenta poemas sânscritos: 10 De Bartrahari)
    Destinado a alguns dos comentadores. Que cada um por si “absorva” o carapuço.

  26. nuno cm
    muito obrigado pelo seu comentário
    mais acrescento que eu nunca disse que ligar as casa e casotas do interior mais os pastos e as barragens por uma via rápida não era necessário. Ninguém saberá melhor do que eu o demorado que é ir da Serra ao Restelo ou até da Beira ao São João , EPE.
    O que eu disse foi que o modelo PPPs abriu falência. e que J Sócrates consubstancia uma política antipatriótica de (se)apoio às multinacionais nacional e estrangeiras juntamente com os grandes conglomerados financeiros. ademais, foi pior a emenda que o soneto – o modelo do “utilizador pagador, sra. ferreira leite” é a maior estupidez iniciada pelos agentes do consenso. como bem diz: este site não é para arranjar solução, é para se ir conduzindo . a politica é a arte do possível da semi-burguesia canhestra , e dos atores do revisionismo ,, Presidida por uma sra. avantajada do Centro Democrático Social ,e também mais logo à noite -depois das onze

    só o realismo é exigir o impossível – talvez a Isabel Moreira aí possa dar alguma dicas. vamos esperar pela próxima fita. todos exigimos renovação – quanto ao interior também é sabido: o êxodo está a concluir, agora trata-se desenhar novas fronteiras.grandes poupanças se podiam fazer cindindo alguns (ou uma centena) dos municípios. quem nos diz que isto (e só isto) não era contra os partidos.

  27. e para resumir também da sua lógica de raciocínio: uma vida não tem preço , por isso o melhor é não lhe subir as expectativas.

  28. “… Sócrates consubstancia uma política antipatriótica de (se)apoio às multinacionais nacional e estrangeiras…”

    yahh meu! faltam as multinacionais regionais, urbanas e rústicas. andam a misturar-te maizena no cavalo, achtung ao entupimento do narguilé.

    a belinha atrai cada cromo katé mete impossível e o pessoal que os ature.

  29. hum?
    tá tudo Ok, a crise já passou, a linha oficial segue dentro de momentinhos. A culpa não é da bela – é do atchim. Não m vai agora obrigar a citar o Vítor Ramalho ou vai É que a NESTLÉ é todas essas – nacional , estrangeira regional urbana e rústica. basta só pensar um bocadinho. a começar pelo princípio É Vítor Bento + Soares dos Santos que afoga o trabalho ém água morna ou não se dá conta disso

  30. Não chega o xirinxunalismo. é o que lhe digo. a força só se faz – ato contínuo , não esperar que o poder cai no colinho. Quanto ao mais: antipatriótica sim – disfarce para incompetência e vice-versa. o que é são agentes do exterior ,é o que são no arco coincidente da democracia. deixaram o país sem economia ,tem que ser agora um velhinho de 89 anos a fazer apelas a invertida. mas os senhores estão confortáveis, só sabem falar esta língua ,eu consigo muitas mais

  31. Excelente, Isabel.

    Mas está a falar também de António José Seguro, Sub-secretário de Estado da Oposição no guverno do Irrevogável, certo?

  32. Odisseu: AHAH !
    Quem és?
    Não digas assim as coisas à Isabel, qu’ela é capaz de julgar q não está no partido certo.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.