6 thoughts on “Os resultados da “austeridade expansionista” explicados sem mais recursos”

  1. Fora da realidade viste este governo de alienados. Para não dizer outra coisa…, por que palh.. já há um.

    Saludos.

  2. “durante muito tempo este país viveu fora da realidade”

    durante este tempo o maduro viveu fora do país e agora regressou ao futuro para nos levar para o passado. outro iluminado da treta tipo que contribuia mais para a economia nacional com a remessa de divisas do que como governante. substituem retornados por emigras, mas os níveis de bronquite asnática mantêm-se.

  3. um governo que agora (gaspar já foi…) deposita toda a sua esperança num “aprendiz de feiticeiro” como poiares maduro branco,só pode ser um embuste! falando em alternativa a este governo,recordo que a pouco mais de uma semana das ultimas eleiçoes o ps estava empatado nas sondagens da U.catolica com o psd.só em ditadura é que não há alternativas!

  4. É verdade, o que o nuno cm diz.depois de o pcp,bloco e cds, dizerem que com o ps não alinhavam,numa soluçao governativa,o povo procurou uma soluçao maioritaria,sabendo que o cds,se coligava como de costume com o psd.o relevante é que partido do pm,não conseguiu maioria sozinho.

  5. afinal, a culpa do desempenho do dr. miguel relvas não era do seu magro percurso escolar; pois o excelente currículo académico do doutor poiares maduro só tem servidão — no plano-maestro do dr. passos coelho — para ele poder continuar a reciclar, em sessões contínuas e pelo número de vezes que for preciso, o embuste de 2011;

    embuste idiota, esse de passos coelho; porque mesmo alguém pouco informado pode perfeitamente virar-se para o seu ministro da propaganda e perguntar:

    — Assim sendo como diz, não foi ao governo do prof. cavaco silva que coube regular a economia para isso não acontecer? É preciso, então, discutir porque cavaco silva quis aderir ao euro de qualquer maneira, a toda a pressa, tendo por isso o país adoptado taxas de inflação, de juro e de câmbio que favoreceram o consumo de bens importados, em vez da produção própria!

    Se a zona euro não quer perder países vai ter que fazer o esforço que não fez ab initio; precisa de compatibilizar as diferenças de competitividade dos vários países membros, nomeadamente adoptando uma política monetária com uma taxa de inflação alvo de 6% (em vez dos 2-3% actuais), regulando os mercados financeiros para permitir o pagamento das dívidas e emitindo eurobonds para suprir as necessidades remanescentes; caso contrário, não é com rezas do cristianismo protestante que se vai encontrar solução para este desacerto macroeconómico da zona euro!

    Além disso, doutor poiares maduro, a pseudo-ética protestante não tem tracção ideológica em portugal; entenda isso antes de se estampar ao reencarnar, não interessa se com upgrade de palavreado, o argumentário próprio do dr. passos coelho, do dr. miguel relvas e do seu embaixador para a reeducação da juventude, o vendedor estagiário miguel gonçalves.

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