9 thoughts on “Ontem, na SICN – análise da situação política”

  1. isabel,é bom não exagerar nos elogios a honorio novo.nunca vi ninguem até com outra estaleca parlamentar sair desta forma do hemiciclo. porquê isto? repito porquê isto?o combate politico tem limites na retorica e honorio na minha opinião ultrapassou os limites,muitas das vezes, ao serviço de um partido que nada supunha que um dia viria nele a militar.conheço este ex deputado há mais de 50 anos.

  2. a limpidez do honório foi na comissão de inquérito ao bpn e como contribuiu para o branqueamento da canalha do psd e culpabilização do nabo do constâncio. acho esta homenagem um exagero e a despropósito, recentemente quando morreu o osvaldo castro não sentiste a necessidade de falar, ignoras um gajo que lutou pela liberdade e embrulhas-te em encómios a um lateiro do partido comunista, que jamais se arrependeu de ser social-fascista. lá terás as tuas razões.
    depois atacas o bpn e vais buscar o tanso do constâncio, que é um gajo honrado, para estabelecer um paralelo com o pulha do machete que se locupetou com a flad, bpn, bpp e demais cargos por onde passou. só se entende por solidariedade de casta.
    a dona albuquerque prestou declarações falsas na comissão de inquérito em autodefesa e isso é crime, se querias encher xóriços poderias ter desmontado a história dos suópes, manobra de diversão para culpar o ps pelo descalabro económico deste governo, sempre eram + 3,7 mil milhões.

    a nicole não parece muito entusiasmada com o ladymatic e da canção a única coisa que encaixa é: i am human, i am criminal, but i feel life here in my heart again.

  3. as opiniões ficam com cada um e podem continuar a investir nessa parte inicial da entrevista.
    tenho naturalmente direito à minha opinião, que é a que expressei.
    não retiro uma palavra. foi bom e é sempre bom convivermos na AR com deputados de todos os partidos sabendo reconhecer a qualidade de muitos.
    a manifestação de “adeus” na AR aconteceu muitas vezes no passado. talvez haja aqui um pouco de falta de memória. neste caso, todos os partidos ficaram de pé às palmas, o que deve dizer alguma coisa, como na despedida de outros deputados e de outros partidos.
    outra situação são votos de pesar, pessoas infelizmente de saída de vez deste mundo.
    foi o caso de Osvaldo Castro, que não tive a honra de conhecer pessoalmente. a homenagem ao Osvaldo foi enorme. em vez de um voto de pesar apenas – em que todas as bancadas se levantaram sem exceção – a 1ª comissão a que pertenço e a que ele presidiu fez uma cerimónia adicional e estão para sempre gravados os testemunhos de quem nunca esquecerá esse homem extraordinário.

  4. O “coerente” Honório também teve ontem direito na SIC a um grande elogio por parte do laranjão orgulhosamente incorrecto Vasco Graça Moura.

    Não me surpreendeu nada essa cortesia do sectário Moura, o incortês por excelência. Laranjões e laranjinhas têm muita simpatia e apreço pela “coerência” dos comunistas. É que o principal inimigo político de ambos é o mesmo – o PS. São as afinidades electivas, uma expressão que vem da química.

    A coerência do PCP é o que faz dos comunistas portugueses os útimos abencerragens do estalinismo na Europa. Mas que importa isso aos laranjas? Já lá vão os tempos do gonçalvismo, o Cunhal está enterrado e a URSS é história antiga.

    Além do mais, os comunistas portugueses nunca governam, o que os torna duplamente simpáticos para todos os citrinos. Não concorrem com os laranjas, não incomodam, são simpáticos para o Cavaco, ajudam nas comissões parlamentares, portam-se bem nas manifestações e são ferozes inimigos dos governos socialistas, sempre prontos a alinhar para os derrubar. A direita não poderia desejar melhor amigo. É a aliança da laranja e do martelo.

  5. “… foi o caso de Osvaldo Castro, que não tive a honra de conhecer pessoalmente.”

    pois foi, no ano em que tu entraste, ele teve de sair para dar o lugar a outro, se calhar a alguma cunha do doutor soares. aprecio bués a falta de objectividade das tuas respostas e assertividade dos teus silêncios, continua assim que ainda acabas a recitar beauvoir para os comunas das galerias e a sair em ombros.

  6. o entrevistador mete uma bucha: “foi crucificado e bem?”

    a deputada engole o anzol: “penso que ficou uma ideia geral… eu na altura não acompanhava essa matéria, falhou qualquer coisa…” e cospe o isco

  7. Isabel, tem toda a razão na apreciação que faz à nomeação do Rui Machete já na desculpabilização do PTPTCYOM0008Vítor Constâncio isso não posso concordar, não é PTPTCYOM0008verdade que tenham poderes de superPTPTCYOM0008visão limitados, das duas uma ou foi incompetência ou foi coniPTPTCYOM0008vência, eu trabalho no mercado financeiro e posso garantir-lhe que sempre se falou, durante muitos anos, nas negociatas estranhas do BPN, do BPN e do BPP, não é possíPTPTCYOM0008vel que o BP não se tenha apercebido de nada e para agraPTPTCYOM0008var a coisa o prémio do PTPTCYOM0008 PTPTCYOM0008Vítor Constâncio foi ser nomeado PTPTCYOM0008VP do BCE com o pelouro da superPTPTCYOM0008visão bancária, isto diz bem do proquê do estado em que está a Europa e não pense que digo isto por ser anti-socialista tenho exactamente a mesma opinião em relação ao Durão Barroso, aliás a minha opinião sobre ele é ainda pior uma PTPTCYOM0008vez que o acho um perfeito imbecíl.

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